<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559</id><updated>2011-07-14T18:28:45.948-03:00</updated><title type='text'>Oriental Spice</title><subtitle type='html'>Este blog é destinado às asiáticas maravilhosas que circulam pela net, pelos DVDs, vídeos e no imaginário de muita gente. Só fotos de orientais (japonesas, chinesas, coreanas, filipinas, mestiças) sensuais, acompanhadas de contos eróticos!&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Blog in portuguese, erotic short stories and asian pictures. 
</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>88</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-4519324549040075575</id><published>2007-11-29T13:19:00.000-02:00</published><updated>2007-11-29T13:35:34.061-02:00</updated><title type='text'>Entre As Quatro Paredes Do Consultório</title><content type='html'>&lt;em&gt;Para M., com gratidão e carinho&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abriu a agenda sobre a mesa para verificar as consultas do dia e, ao bater os olhos no horário das onze, sentiu um frio na barriga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hanna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era a primeira pessoa com esse nome que atendia e, quando ela entrou em seu consultório pela primeira vez, quase não pôde conter a surpresa ao ver seus traços orientais, tão incomuns naquela região do país. Era uma pessoa educada, reservada, e demonstrava uma sensibilidade aguçada, o que, de certa forma, instigava sua curiosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela vinha por causa de uma hérnia umbilical. Nada que uma pequena cirurgia não resolvesse. Tudo seria muito simples, mas ele se sentia perdido. Não conseguia se concentrar enquanto conversava com ela, seu olhar escorria discretamente por sua boca, pescoço, colo, braços. Espasmos de desejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hanna entrou um tanto constrangida, pediu desculpas pelo atraso, não conseguira sair antes da faculdade. Ele sorriu, disse que não tinha problema. Cumprimentou-a e observou resquícios de tinta em sua mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Ah, desculpa a sujeira... tive que terminar um quadro antes de vir, saí correndo da aula e não tive tempo de me limpar direito...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava encantado com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Tudo bem, sem problemas. Pode sentar – indicou a poltrona à sua frente, do outro lado da mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img136.imageshack.us/img136/2301/quatroparedesaby5.jpg" border="0" alt="Entre as quatro paredes..."/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de dar uma olhada nos exames, que não revelavam nenhuma anormalidade, começaram a conversar. Se ela não fosse sua paciente, poderia convidá-la para sair. Não era justo. A guria mais linda. Tentou esquecer a “ética profissional”, pensou em convidá-la para ir ao Studio Clio, mas não conseguiu. Não era ético. Continuou ouvindo o que ela dizia, até que ela fez uma pausa, desviou o olhar para baixo e, hesitante, prosseguiu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Eu tenho um segredo... – os dedos se entrelaçavam sem parar, nervosismo evidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Não precisa ter medo, diga...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tornou a olhá-lo nos olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— O que eu disser aqui, morre aqui?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Naturalmente, sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Eu sou... transexual...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele disfarçou o desconcerto inicial e, depois de alguns segundos, pediu para que ela explicasse melhor o que acabara de dizer. Ela poderia estar enganada de alguma forma, poderia ter uma concepção diferente do que vinha a ser “transexual”, ou talvez ele próprio quisesse que aquilo fosse um equívoco. Ouviu-a pacientemente, conversou com ela, comentou que aquela informação não era relevante para a cirurgia que se seguiria e que ela não se preocupasse. Sentiu que ela estava mais aliviada. E surpreendeu-se, pois o que sentia por Hanna não fora alterado nem diluído - continuava encantado com ela da mesma forma que antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conduziu-a para a mesa de exame, ajudou-a a subir os degraus da pequena escada e sentar-se na mesa. Enfiou as mãos nos bolsos avental, como se procurasse algo que sabia não estar lá para disfarçar o nervosismo. Sentiu suas pernas tremerem ao se aproximar dela. Não se lembrava de ter sentido isso com nenhuma outra mulher, não tinha mais controle sobre si mesmo. Ao auscultá-la – mãos trêmulas –, um de deus dedos se resvalou em seu seio, ela estremeceu, mas fingiu que nada havia acontecido. Pediu para que ela respirasse profundamente mais uma vez e, desta vez, ela fechou os olhos e suspirou. Era a senha. Soltou a campânula e beijou-a. Ela retribuiu como se tivesse esperado por aquele beijo a vida toda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Só um minuto... por favor... me dê um minuto – sussurrou, afastando-se. Ao que ela consentiu com um sorriso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jogou o estetoscópio sobre a mesa, trancou a porta que dava para a sala de espera e voltou para Hanna. Dessa vez, ela puxou-o para si pela gola do avental e beijou-o. Ele sentiu seu membro enrijecer entre as pernas dela. Acariciava seu cabelo, beijava seu pescoço, deslizava as mãos por suas costas, braços, seios, enquanto ela retribuía as carícias e desabotoava o avental, até tirá-lo por completo. Acariciou-a por baixo da blusa, sentiu sua pele macia e arrepiada; não demorou a tirá-la. Puxou o sutiã meia-taça para baixo, para que pudesse acariciar seus seios, agora com a boca. Seus mamilos ficaram durinhos com algumas mamadas. Ele deitou-a sobre a mesa, beijou e lambeu seu ventre despido, desabotoou sua calça e ela deixou que as sandálias caíssem de seus pés para que ele pudesse tirá-la sem dificuldade. Foi baixando a calça de Hanna, enquanto beijava suas coxas... sua pele era clara, macia e levemente perfumada. Agora ela estava só de calcinha. Embora muito excitada, ela se sentiu um pouco constrangida. Ele desistiria dela? Ele era muito bom no que fazia, estava sendo carinhoso como nenhum dos outros poucos parceiros que tivera fora com ela... parecia um sonho. E ela não queria que acabasse antes de chegar ao fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentiu um arrepio percorrer a espinha. Não sabia o que fazer dali em diante. Como dar prazer a ela? Até onde poderia ir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— O que eu faço agora? – sussurrou em seu ouvido, enquanto a acariciava por cima da calcinha. — Como tu gostas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Faça como gostarias que fizessem contigo... – e antes que ele dissesse qualquer outra coisa, calou-o com um beijo molhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desceu para o ventre dela, tirou lentamente a calcinha vermelha, da mesma cor do sutiã, e superou o receio inicial. Lambeu de leve e depois começou a lambê-lo e chupá-lo com mais vontade... “como gostaria que fizessem com ele”. Ela se contorcia com as carícias recebidas, mas seu membro, menor que a média, não ficava duro. Era assim mesmo? Ela parecia estar sentindo muito prazer, mas não funcionava como ele. Chupou-o até que ela que gozou, mesmo sem ereção. Ela então se levantou, afrouxou sua gravata, desabotoou os botões de sua camisa, já amarrotada, desabotoou sua calça, desceu o zíper e, enfiando a mão dentro da cueca, acariciou seu membro rígido e pulsante. Neste momento a calça já estava nos tornozelos. Queria dar prazer a ele. O mesmo prazer estonteante que ela havia sentido há alguns minutos. Ele continuava a acariciá-la com um certo desespero. Boca e mãos não paravam de buscar prazer. Ela desceu da mesa, ajoelhou-se, baixou a cueca e se pôs a acariciar seu objeto de desejo com a boca. Alternava as lambidas e chupadas entre o pau e as bolas, enquanto as mãos deslizavam por outras partes do corpo. Gostava da sensação de tê-lo rígido em sua boca. Ele gemia, tentando controlar a altura dos sons emitidos. Segurou o gozo. Ergueu-a. Colocou-a de costas para ele, virada para a beira da mesa, segurou-a pela cintura e começou a se esfregar nela. Afastou seu cabelo, beijou seu pescoço, mordiscou sua orelha, beijou sua boca e, ao mesmo tempo, alternava as carícias nos seios e pernas, que as afastou com delicadeza. Depois de um tempo, percebeu que ela começara a se esfregar nele com movimentos lascivos. Afrouxou o abraço e começou a acariciar seu cuzinho com os dedos. Debruçou-a sobre a mesa, fazendo com que seu quadril ficasse em uma altura confortável e, pegando seu instrumento, lubrificou-o com saliva, para, logo em seguida, pincelá-lo na entrada pretendida. Ela não ofereceu resistência e ele continuou com a brincadeira, até que ela se abriu ainda mais e, debruçando-se sobre ela, penetrou-a com cuidado. A pele de suas costas era lisa, sem marcas, macia, como o resto do corpo e ele não conseguia deixar de tocá-la. Não demorou para que ele gozasse dentro dela e, quando ele foi tirar, ela não deixou, ele continuou entrando e saindo dela, agora com movimentos mais lentos, pois o membro já perdera boa parte de sua força. Ela pareceu ter um outro orgasmo de leve e só então ele tirou-o completamente. Quis chupá-la novamente, ela afastou-o delicadamente. Estavam ofegantes, cansados, mas, ao mesmo tempo, queriam mais. Mas naquele momento não seria possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vestiram-se rapidamente. Recompuseram-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela estava preste a girar a chave da porta, quando ele perguntou, quase adolescente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— A gente vai se ver de novo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Claro, no dia da cirurgia – sorriu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se encontraram no dia da cirurgia. E depois, no pós-operatório. E depois. E muitas vezes depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Escrito por Sumire&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-4519324549040075575?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/4519324549040075575/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=4519324549040075575' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/4519324549040075575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/4519324549040075575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2007/11/entre-as-quatro-paredes-do-consultrio.html' title='Entre As Quatro Paredes Do Consultório'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-5377016099968235816</id><published>2007-09-05T09:36:00.000-03:00</published><updated>2007-09-05T09:40:46.028-03:00</updated><title type='text'>Enquete: Sexo e Álcool</title><content type='html'>Vejam o resultado da última enquete:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img255.imageshack.us/img255/7950/alcoolsexoyb0.jpg" alt="Alcool e Sexo" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que podemos concluir que as mulheres preferem / precisam mais do álcool para transar? Por quê?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-5377016099968235816?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/5377016099968235816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=5377016099968235816' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/5377016099968235816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/5377016099968235816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2007/09/enquete-sexo-e-lcool.html' title='Enquete: Sexo e Álcool'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-7402776578459750972</id><published>2007-07-02T09:14:00.000-03:00</published><updated>2007-07-02T09:30:39.530-03:00</updated><title type='text'>Fidelidade</title><content type='html'>&lt;img src="http://img248.imageshack.us/img248/1407/contofidelas4.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;... empurrou-a para baixo, abrindo a braguilha, para que ela o chupasse. Recostou-se na borda da escrivaninha e apreciou a vista: lábios carnudos com batom borrado engolindo-o com vontade.&lt;br /&gt;Depois de um tempo, ajoelhou-se perto dela, beijando-a e fazendo com que ela se deitasse sobre o carpete. Meteu a mão entre suas pernas e sentiu sua excitação. Ele já havia tirado sua calcinha minutos antes, e ficou acariciando-a sob a saia; com a outra mão, tentava abrir sua blusa e afastar o sutiã para que pudesse degustá-la melhor. Apesar de sua aparência fria e distante, era quente, muito quente.&lt;br /&gt;Parou um instante para que pudessem tirar o restante da roupa. Saia, blusa, calça, roupas íntimas, meias, tudo se espalhou sobre o carpete. Agora poderiam continuar.&lt;br /&gt;Ficou por baixo dela e posicionou-a num meia-nove. Seu rabo era macio, liso, a buceta, cheirosa, quase sem pêlos, se abria para ele e aquela visão deixou-o ainda mais duro. Engoliu os lábios rosa e o grelo inchado que pareciam implorar por mais e mais carícias. Massageava-a ora com a língua, ora com os dedos, ou com ambos, e também sentia seu membro rígido ser sugado com voracidade por aquela boca quente e sexy. Ninguém poderia imaginar que ela era tão fogosa!&lt;br /&gt;Quando ela abriu um pouco mais as pernas, arregaçando-se toda para ele, ele enfiou a língua em sua xota molhada e um dos dedos em seu cuzinho depilado. Ela gemeu um tanto alto – estava gostando -, então ele continuou. Sentiu que ia gozar na boca dela naquele instante, mas se segurou. Não queria que as coisas acabassem ali.&lt;br /&gt;Levou-a até o sofá da sala de espera, onde ela lhe sussurrou: “me come bem gostoso, vai, garanhão... meu tesudo... gostosão!”. Sem hesitar, ele abriu suas pernas, pincelou-a para que ela tivesse o gostinho de seu membro rígido e pulsante e depois deslizou para dentro daquela buceta rosada e apertada. Ela se abria com os dedos para que ele pudesse observá-la melhor... Às vezes, ele desviava o olhar para não gozar logo. Gemiam e sussurravam clichês supostamente excitantes.&lt;br /&gt;Ela fez com que ele ficasse por baixo – queria cavalgá-lo. Agora ela tomava o comando e isso não deixava de ser excitante. Sentou-se encaixando-se nele e depois debruçou-se sobre ele, para que ele sentisse seus mamilos durinhos, para que ele pegasse em seus seios. Quando ela aumentou a velocidade, ele não agüentou, gozou dentro dela e também no lençol. Foi se limpar antes que sua esposa acordasse. Mayumi era gostosa pra caralho. Mas ele era um homem de bem, casado e fiel. Morreria fiel. Ou não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Sumire&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-7402776578459750972?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/7402776578459750972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=7402776578459750972' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/7402776578459750972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/7402776578459750972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2007/07/fidelidade.html' title='Fidelidade'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-4163065013556204932</id><published>2007-06-19T12:11:00.000-03:00</published><updated>2007-06-19T12:16:52.382-03:00</updated><title type='text'>Enquete - Você já foi a uma casa de swing?</title><content type='html'>Olhem só o resultado (total de 1041 votos):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img468.imageshack.us/img468/8397/swingah5.jpg" border="0" alt="Swing" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que as mulheres praticam mais swing do que os homens?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comente!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-4163065013556204932?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/4163065013556204932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=4163065013556204932' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/4163065013556204932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/4163065013556204932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2007/06/enquete-voc-j-foi-uma-casa-de-swing.html' title='Enquete - Você já foi a uma casa de swing?'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-8722498252720908116</id><published>2007-05-24T15:29:00.000-03:00</published><updated>2007-05-24T15:43:08.736-03:00</updated><title type='text'>Paredes</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Isso, mete forte! Mete fundo! Mais rápido!&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Sua puta... safada... você adora levar vara, né? Vadia...&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Me põe de quatro, meu tesudo! Quero gozar de quatro!&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;João colocou Midori de quatro. Ela empinou sua bundinha deliciosa, pernas entreabertas, e encostou seus seios túrgidos de tesão no lençol. Nesta posição sua bucetinha se mostrava em sua plenitude, inchada, melada, exalando um cheiro intenso de sexo. João encostou a ponta de seu pau na entradinha e penetrou rápido, como que sugado, de tão molhada que estava. Midori gemia, urrava, apertava o lençol entre suas mãos. João arfava, testa e peito molhados de suor, e tentava segurar seu gozo, para prolongar ao máximo aquele momento de prazer. Após uma série de estocadas firmes e ritmadas, gozaram. João foi tomar uma ducha e vestiu-se. Midori permanecia deitada, imóvel, aparentemente dormindo. João saiu do quarto.&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;img src="http://img458.imageshack.us/img458/4453/asleepnj9.jpg" border="0" alt="Paredes" /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;João e Midori eram médicos. Com casamentos falidos. Conheceram-se em um Congresso sobre “Avanços Terapêuticos na Dislipidemia Associada ao Diabetes”. Ambos sozinhos, acabaram sentados lado a lado no jantar de abertura. A conversa formal, após alguns copos de vinho, deu lugar a piadas, pseudo-intimidades e logo perceberam diversos pontos em comum – inclusive o de estarem hospedados no mesmo hotel, no mesmo andar. João acompanhou Midori até seu quarto.&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Não quer entrar? A vista da praia daqui é linda!&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;João entrou. Viu a praia, a boca, os seios, as coxas. E viu-se iniciando um tórrido relacionamento extra-conjugal.&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não eram da mesma cidade. Trocavam telefonemas e e-mails picantes. Aprenderam a usar a webcam e em todas as terças-feiras, ao fim do consultório, dedicavam-se a uma sessão de sexo virtual. Passaram a freqüentar todos os congressos possíveis, de modo que se viam pessoalmente a cada dois meses. Mas Midori queria mais. Inventou um “curso de extensão universitária” na cidade de João, com aulas de quinta a sábado, a cada duas semanas. Com essa desculpa conseguia vê-lo mais.&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;João havia saído do quarto e descido pelo elevador do hotel quando percebeu o horário. Precisava ligar para a sua esposa. Esquecera o celular no quarto de Midori. Voltou. A porta permanecia aberta. Entrou. Viu seu celular em cima da poltrona. E Midori debaixo de um desconhecido, sendo vorazmente penetrada. Entreolharam-se. Uma pequena lágrima escorreu no rosto de ambos. Fechou a porta e voltou para casa.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-8722498252720908116?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/8722498252720908116/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=8722498252720908116' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/8722498252720908116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/8722498252720908116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2007/05/paredes.html' title='Paredes'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-116370772129120141</id><published>2006-11-16T18:05:00.000-02:00</published><updated>2006-11-16T18:08:41.310-02:00</updated><title type='text'>Despedida</title><content type='html'>Toda despedida é uma pequena morte. Eu havia lido isso em algum lugar, mas só depois de me despedir de M. pela última vez é que pude entender seu real significado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havíamos nos conhecido de um jeito inusitado. Para mim, era mais uma noite de insônia, alta madrugada já se indo, e eu ouvia um programa de rádio muito brega, de pessoas que estavam em busca de namorados, noivos, rolos, etc. Eu ria sozinha no escuro, deitada na cama, com o rádio sintonizado naquele programa. Vez ou outra, eu achava que algumas pessoas que telefonavam para falar com o radialista eram pagas para falar o que falavam ao vivo. Ouvi M. conversar com o radialista e, impressionada com sinceridade com que ele se apresentou (“Me chamo M. e adoro sexo. Liguei hoje aqui para conhecer uma mulher que não queira uma relação mais profunda e nem saber sobre a minha vida particular. Gosto de aventuras e descobertas sexuais, gosto de dar e receber prazer.”), resolvi ligar para a rádio, que nos colocou em contato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época, eu também não queria nada profundo e achei que M. poderia me conduzir para um mundo de possibilidades ainda desconhecidas. Já fazia mais ou menos um ano que eu havia terminado meu último relacionamento e me sentia pronta para viver outras histórias, para me aventurar com outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse mesmo dia, nos falamos por telefone e marcamos um encontro para o dia seguinte. Descobri que ele tinha tara por transar em público, então, nossa primeira transa acabou sendo no carro dele, no fim da tarde, numa avenida razoavelmente movimentada da cidade. Nesse dia, nem cheguei a tirar a roupa, sentei em seu colo, de frente para ele, subi um pouco a saia e, depois de algumas carícias, ajudei-o a colocar a camisinha e, afastando minha calcinha, me penetrou até gozar. Nesse dia, não consegui gozar, mas a sensação era ao mesmo tempo estranha e excitante. Sua boca era quente e úmida, beijava bem; seus toques eram excitantes, suas mãos eram macias, delicadas - tive vontade de perguntar se ele era pianista. Na verdade, nunca fiquei sabendo o que ele fazia e ele também parecia não se importar com o que eu fazia fora do “nosso mundo”, do mundo de aventuras e prazer que fomos construindo aos poucos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre que dava, nos encontrávamos. Ele me pegava em algum lugar da cidade ou vice-versa, ou nos encontrávamos em algum bar ou restaurante, o que fosse mais fácil e prático. Ele não sabia onde eu morava e eu só sabia que ele morava na zona sul. Chegamos a transar no cinema, em banheiros públicos, em elevadores, escadas e praças. M. também me levou a algumas casas de swing (onde tivemos algumas experiências interessantes), mas como eu não gostava tanto do clima dessas casas, paramos de ir. Realizamos muitas fantasias e tivemos uma relação prazerosa por mais ou menos um ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora muitas transas tenham se embaçado ou mesmo se perdido em minha memória, lembro dessa última com detalhes. Ele estava um pouco diferente, seu modo de agir estava um pouco alterado, me olhava com atenção, ternura e um quê de melancolia, como quem olha para um doente terminal. Perguntei o que era, ele disse que não era nada. Em silêncio, nos despimos, entramos na banheira e, depois de um tempo, ele me pareceu o mesmo de sempre. Pediu para que eu fechasse os olhos e percorreu meu corpo com as mãos, me beijando, beijando meu pescoço, meus ombros, enquanto descia sua mão em direção à xoxota e ficou um tempo assim, me massageando dentro da água. Ainda de olhos fechados, rocei minha mão em seu membro já rijo e quis tê-lo em minha boca. Sentou-se na borda da banheira e eu lhe fiz um boquete caprichado; percorria seu pau com a língua, colocava a ponta em minha boca e sugava-o de leve, depois, abocanhava-o todo, para mais tarde lambê-lo novamente, até aquele líquido quente e viscoso jorrar em minha boca e escorrer um pouco pelo pescoço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Despedida" src="http://img390.imageshack.us/img390/884/contodespedidatz1.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos da banheira e, molhados, fomos para cama. Depois de lamber meu corpo e quase me fazer gozar com sua língua, me virou de bruços e ficou por cima, roçando seu corpo contra o meu, provocativo. Afastou meu cabelo e ficou massageando as minhas costas por um bom tempo - suas mãos eram mesmo divinas. Quando parou de me massagear, mordiscou meus ombros, beijou meus braços, depois foi a vez da nuca, costas, bumbum, interior das coxas, o restante das pernas. Afastou minhas pernas e passou a mão por minha bucetinha melada, lambeu-a um pouco e depois jogou seu corpo contra o meu, buscando minhas mãos com as suas, entrelaçando-as, e pressionando seu sexo contra o meu traseiro - tudo isso embalado por nossos sussurros e gemidos. Beijou minha boca e se afastou um pouco para pegar um travesseiro e colocar sob o meu ventre; logo depois, senti seu membro me abrindo, me preenchendo, deslizando para dentro de minha xoxota molhada e quente. Quando ele sentiu que eu estava para gozar, puxou meu quadril para si, me fazendo ficar de quatro, e, abrindo um pouco mais as minhas pernas, começou a massagear meu grelinho inchado – devo ter gozado em um minuto nessa posição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para dar um tempo, ligamos a TV, ficamos vendo uns filminhos de sacanagem, enquanto bebíamos um vinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando percebi que ele estava duro novamente, fui para cima dele, prensando-o entre as minhas pernas, sentindo-o latejar sob a minha xoxota. Beijei sua boca, seu rosto, seu peito, enquanto rebolava, esfregando meu sexo contra o dele. Quando ele gemeu: "te quero", encaixei-o em mim, ele segurou em meus quadris e comecei a cavalgá-lo. Entre uma cavalgada e outra, eu rebolava meu bumbum em seu pau, às vezes sentia-o pulsando dentro de mim e me segurava para não gozar antes dele. Depois de um tempo, o orgasmo veio violento, inebriante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele tinha um compromisso naquele dia e disse que precisava ir. Pouco antes de sairmos do quarto do motel, ele me disse que aquela seria a última vez que nos veríamos, disse que era casado e que seu filho nasceria em breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Eu sei - respondi logo em seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M. pareceu muito surpreso, mas não fez perguntas. E tudo acabou assim. Um abraço, um beijo, uma lágrima, uma saudade antecipada, uma pequena morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por &lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Sumire&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-116370772129120141?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/116370772129120141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=116370772129120141' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/116370772129120141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/116370772129120141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2006/11/despedida.html' title='Despedida'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-115999239150571624</id><published>2006-10-04T17:03:00.000-03:00</published><updated>2006-10-04T17:06:31.516-03:00</updated><title type='text'>"Emocticons" Orientais!</title><content type='html'>(`_´) Oriental!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(`î´) Oriental com raiva!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*(`^´)*  Oriental de nariz empinado (metida)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;/(`ô´)\  Oriental gritando!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;/(`x´)\  Segredo Oriental!!&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;/(`U´)\ Oriental Nariguda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;/(`~´)\ Oriental com pose de critica de arte!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;/(`ø´)\  Oriental com os desejos sexuais reprimidos!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;/(`Ø´)\  Oriental super reprimida!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;/(ºøº)\  Versão ocidental da mulher reprimida!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;º(`_´)º Oriental com Bobe no cabelo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;\(`_´)/ Oriental carente... querendo colo!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿(`_´)¿  Oriental com cachinhos!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(`_´)¬   Oriental suicida!!!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(`«»´) Oriental fofoqueira!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:- ¦   penetração!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(`¢´) Oriental que não da o C...!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(`¥´) Oriental que não gosta do cheiro de Pum! dae coloca grampo no nariz!! (também pode ser "algo não cheira bem")&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;( ¤ ) Brioco!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(`.´)Î Oriental no celular!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(`Ô´) metendo a boca no trambone!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Þ--- Tomada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ú   Use a lixeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;/(¯_¯)\ Oriental nova versão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(~_´)  oriental piscando&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;Contribuição de Wladi Romanenko&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-115999239150571624?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/115999239150571624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=115999239150571624' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/115999239150571624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/115999239150571624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2006/10/emocticons-orientais.html' title='&quot;Emocticons&quot; Orientais!'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-115801231107696768</id><published>2006-09-11T19:01:00.000-03:00</published><updated>2006-09-11T19:06:49.630-03:00</updated><title type='text'>Crimes, Castigos e Delícias</title><content type='html'>Ayumi notou o olhar do namorado no traseiro da loira que passara pela mesa em que eles estavam jantando. Márcio, percebendo o olhar da namorada, desviou rapidamente o olhar para ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Não se preocupe. Eu não vi isso – disse ela, entre maliciosa e sarcástica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márcio não respondeu, continuou comendo, sabia o que estava por trás das palavras de sua namorada e sentiu uma pontada de desejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram namorados há seis anos e, no decorrer do último ano, o relacionamento havia se intensificado por conta de um acordo entre eles: para se redimir de uma traição, ele seria seu escravo por tempo indeterminado. Por ela, teriam terminado tudo no dia em que descobrira a traição, mas a forma humilhante com que ele se ajoelhara, pedindo perdão, chorando, beijando seus pés e dizendo que faria qualquer coisa para que ela não terminasse o relacionamento despertou um prazer diferente nela; ela se deu conta de que esse prazer vinha do poder que ela exercia sobre ele. A partir desse dia, o relacionamento deles mudou. No começo, ela ainda estava chateada com a traição e puniu-o com sua frieza e alguns castigos físicos – usava o chicote se ele não a fizesse gozar em alguma posição que ela escolhesse, por exemplo. Com o passar do tempo, a frieza foi derretendo, dando lugar a novas formas de castigo e, também, estreitando a cumplicidade e os laços emocionais entre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os castigos variavam de acordo com as faltas cometidas e, quanto mais grave a falta, mais pesado o castigo. Às vezes ele cometia alguma falta propositalmente, para que Ayumi o punisse com mais rigor. Uma vez, quando ela presenciou o namorado sendo “simpático” com a recepcionista de um hotel onde passariam o fim de semana, ela obrigou-o a ser seu “cachorrinho de madame” por uma semana: ele só poderia lambê-la, não poderia penetrá-la – se ele desobedecesse, o tempo do castigo dobraria. Em outra ocasião, num dia chuvoso, ao voltar do supermercado, entrara na casa em silêncio e, quando o flagrou fazendo sexo virtual com uma desconhecida com a webcam ligada, o castigo foi cem chicotadas, sendo que na octogésima terceira, ele atingira o orgasmo, mas mesmo assim ela continuou chicoteando-o, sem pena, até a centésima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia em que Márcio olhara o traseiro da loira no restaurante, ele já havia acumulado uma série de outras faltas nos dias anteriores que precisavam ser descontadas – Ayumi estabelecera que as faltas poderiam ser somadas e, quando bem quisesse, aplicaria um castigo mais pesado ou de maior duração no namorado. Assim que voltaram do jantar, tomaram banho e vestiram seus personagens. Ela ajudou-o a colocar uma touca, feita de meia fina preta, em seu rosto, uma pesada corrente que imitava um “fio-dental” e uma coleira. Depois, ela ordenou que ele a vestisse com uma máscara de couro preta, buscando um suposto anonimato, coleira, uma cinta com consolo, meia fina preta e botas. Já vestida com os acessórios, enganchou a guia na coleira de Márcio, fazendo com que ele andasse de quatro pelo quarto, acompanhando-a, como se fosse seu cachorro de estimação. Se ela pedisse para ele latir e ele não latisse, era punido com uma ou duas chicotadas nas costas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Ayumi notou que Márcio estava excitado com as chicotadas, ordenou que ele permanecesse de quatro sobre o tapete, deslizou a ponta do chicote por suas costas e, afastando a corrente do seu cuzinho, ela passou a excitá-lo ali. Depois de um tempo, ordenou que ele buscasse o gel para que ela passasse em seu rabo e também a corrente para imobilizar suas mãos. Ela sabia que ele se excitava muito quando ela o tocava atrás, então, depois de prender suas mãos, passou a massageá-lo com as mãos cheias de gel, espalhando-o por todo o orifício. A idéia era fazê-lo se desesperar de tanto desejo de ser penetrado por ela, sem que pudesse pedir – ele não tinha o direito de pedir nem de dirigir a palavra a ela nesses momentos, sob pena de receber castigos mais pesados. Quando Márcio começou a se contrair e a se encolher, Ayumi decidiu que era a hora e, lambuzando o consolo de sua cinta com gel, afastou a corrente do fio-dental do namorado e começou a penetrá-lo, enquanto ele gemia e grunhia de tanto tesão. Ela ria e perguntava:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Quem é que te fode mais gostoso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ele respondia, entre um gemido e um grunhido:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— É você, ama... é você...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Crimes, Castigos e Delícias" src="http://img171.imageshack.us/img171/2906/strapue4.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de penetrá-lo e fazê-lo gozar, tirou a cinta e, mantendo-o de quatro, pegou-o pelo cabelo, levando sua cabeça entre suas coxas para que ele a chupasse. Quando ele a lambia com muita voracidade, ela lhe dava uma chicotada no traseiro para que fosse com mais calma e não o deixou parar até que ela gozasse em sua boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mal amanhecia, e eles se despiam de corpo e alma de suas máscaras noturnas e, entre beijos e abraços, iam para a cozinha tomar café juntos e se preparar para mais um dia de trabalho e obrigações sociais. Mais tarde, voltariam para suas aventuras na roda-viva de crimes, castigos e delícias secretas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por &lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Sumire&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-115801231107696768?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/115801231107696768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=115801231107696768' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/115801231107696768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/115801231107696768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2006/09/crimes-castigos-e-delcias.html' title='Crimes, Castigos e Delícias'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-115654083496285414</id><published>2006-08-25T18:12:00.000-03:00</published><updated>2006-08-25T18:20:35.140-03:00</updated><title type='text'>Enquete - Comportamento Sexual</title><content type='html'>Nesta enquete, 300 leitores votaram.&lt;br /&gt;O resultado não surpreende, os leitores se consideram bastante liberais em relação ao comportamento sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulheres&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img363.imageshack.us/img363/2516/perfilmulheresde7.jpg" border="0" alt="Mulheres" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homens&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img58.imageshack.us/img58/8281/perfilhomensul8.jpg" border="0" alt="Homens" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comente este resultado!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-115654083496285414?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/115654083496285414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=115654083496285414' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/115654083496285414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/115654083496285414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2006/08/enquete-comportamento-sexual.html' title='Enquete - Comportamento Sexual'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-115555919803534680</id><published>2006-08-14T09:30:00.000-03:00</published><updated>2006-08-14T09:39:58.050-03:00</updated><title type='text'>Cine Fantasia</title><content type='html'>&lt;em&gt;Para W.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estávamos deitados na cama, fumando um baseado depois da transa, quando Luís me veio com essa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Estou pensando em ser diretor de filme pornô... o que você acha?&lt;br /&gt;— Posso ser a roteirista? – comentei, rindo.&lt;br /&gt;— Claro! – disse ele, com entusiasmo. Parecia estar falando sério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coloquei o baseado em sua boca e sentei ao seu lado, de modo que eu pudesse olhar para ele. Começamos a conversar e, conforme ele falava, o projeto foi parecendo viável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luís era um colega do curso de cinema da faculdade. Apesar de eu ter largado o curso no terceiro ano para estudar algo supostamente mais rentável, mantivemos as conversas sobre cinema e a “amizade colorida”. A idéia de produzir filmes pornográficos seria uma forma de tentar ganhar dinheiro, que ele investiria na filmagem de um roteiro “alternativo” que ele escrevera e, ao mesmo tempo, tentar elevar a qualidade dos filmes dessa categoria no país (de péssimo gosto, segundo ele).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminei o roteiro em algumas semanas. A história não era das mais criativas, mas ele aprovara. Era a história de um homem que se excitava ao ver sua esposa com outro ou outros na cama, como se ele estivesse sendo traído, então ele passa a pagar outros homens para seduzirem-na, sem ela saber, e observa as transas através de câmeras instaladas no quarto do casal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a ajuda de amigos, Luís começou a filmar nos finais de semana. Quando fui acompanhar as gravações pela primeira vez, notei que o ator que ele havia arranjado para o papel do marido era especialmente atraente e comecei a observá-lo com discrição. Depois de ter comentado algo nesse sentido com o Luís, notei que Augusto, o ator, passou a me olhar de um jeito diferente. Para mim estava claro que Luís havia comentado o que eu dissera a ele, mas não me importei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Luís só podia filmar nos finais de semana e tinha que conciliar isso com a disponibilidade dos atores, o filme demorou quase três meses para ser concluído. Eu estava ansiosa pelo último dia de gravação, pois Augusto transaria com a “esposa”, tendo todos os amantes dela ao redor, observando-os. Eu o veria em ação pessoalmente e isso me excitava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a minha decepção, a gravação da última parte teria que ser adiada para a semana seguinte, pois a atriz fora parar no hospital por ter bebido demais durante a madrugada anterior. Luís ficou muito puto com a situação porque as gravações estavam sendo desgastantes e ele havia planejado terminá-las o mais breve possível. Teve que dispensar os outros atores que já estavam no local da gravação (um apartamento emprestado por um amigo) e ligar para os outros que ainda não haviam chegado, explicando a situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vendo Luís frustrado, sentado no sofá, beijei-o. Tentou me afastar, mas insisti, e ele retribuiu o beijo. Desci minha boca, roçando minha língua de leve em seu pescoço, eu o beijei e mordisquei, acariciando-o sob a roupa com as mãos. Me coloquei por cima, de frente para ele, uma perna de cada lado, minhas mãos deslizaram por seu tórax; tirei sua camisa, arranhando-o de leve propositalmente. Suas mãos já haviam aberto meu sutiã e brincava com meus seios sob a blusa fina, que foi logo tirada. Me puxou para si, e pôde sentir meus mamilos durinhos roçando em seu corpo. Quando me afastei, abriu o cinto e o zíper da calça, pegou minha mão e conduziu-a para dentro da cueca... ele já estava ficando duro, o safado... tirei-o para fora da cueca e, me ajoelhando no tapete, comecei a chupá-lo, mas parei quando ouvimos a porta se abrir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Me desculpe – disse Augusto, aparentemente sem graça. — Esqueci minha jaqueta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei paralisada, olhando para Augusto, sem conseguir dizer nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Tudo bem – respondeu Luís, um pouco sem graça também. — Não quer participar da brincadeira? – perguntou, em tom de brincadeira. Nesse momento, lancei um olhar de censura para ele, que não ligou, pois sabia que, no fundo, era aquilo que eu queria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Augusto pareceu surpreso com o convite, mas depois de fechar e trancar a porta, se aproximou de nós, desabotoando a camisa enquanto caminhava. Me levantei, ainda sem graça com a situação, e sugeri que fôssemos para o quarto, o que foi logo aceito pelos dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Cine Fantasia" src="http://img142.imageshack.us/img142/5392/cinefantasiablogus2.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me sentei na beira da cama para tirar tênis e meias. Luís se sentou em uma poltrona, de frente para mim. Augusto tirou os sapatos e as meias e trocou olhares com Luís, como se pedisse permissão para fazer o que quisesse comigo, ao que Luís assentiu com um sorriso malicioso. Augusto então se aproximou de mim, me beijou a boca, rosto, pescoço e desceu para os seios, chupando-os com ardor. Fez com que eu deitasse na cama, enquanto sua boca e mãos continuavam a explorar o meu corpo; sua língua passeou por meu umbigo e ele abriu o zíper da calça, que foi logo tirada com a minha ajuda. Beijou minhas coxas e depois foi lambendo a parte interna, beijou minha xoxota por cima da calcinha, me arrancando alguns gemidos. Passou os dedos pelas laterais da calcinha, tirando-a lentamente. Abriu minha xoxota com os dedos, para afastar os pelinhos, e me lambeu do cuzinho até o clitóris várias vezes. Puxei-o para mim, beijando-o na boca, e fiz com que ele ficasse por baixo, de modo que eu pudesse sentar sobre o seu quadril, de frente para ele e sentir seu sexo rígido sob a calça, que ele logo fiz questão de tirar. Quando olhei para o Luís, ele estava se tocando enquanto nos observava. Lambi o mastro do Augusto de cima até embaixo, chupei suas bolas e voltei para a pontinha vermelha e já um pouco melada e então engoli-o todo; sentir a rugosidade das veias latejantes em minha boca era muito excitante. Nisso Luís veio por trás, me pegou pelo quadril e, depois sentir meu mel escorrendo pelas pernas, me penetrou de uma só vez. Augusto gozou em minha boca alguns segundos depois e foi ao banheiro. Luís continuou com as estocadas ritmadas, dando alguns tapas no meu bumbum de vez em quando, até gozarmos quase ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Augusto veio do banheiro, chamei-o para se deitar na cama conosco. Estávamos em um “sanduíche” em que o recheio era eu; Augusto e eu começamos a nos beijar, enquanto Luís beijava e acariciava o meu corpo. Me virei para beijar Luís e eles me comprimiram entre seus corpos; eu sentia o volume de Augusto me roçando por trás, enquanto o de Luís parecia querer se encaixar entre as minhas coxas. Continuamos com as carícias por um tempo e, na confusão de mãos, bocas e gemidos, pedi que os dois me comessem. Senti que se entreolharam, meio desconcertados, mas concederiam o meu desejo em instantes. Coloquei a camisinha no Luís e lambuzei-o com gel lubrificante... ele se deitou e o encaixei em meu cuzinho, de costas para ele, bem devagar para sentir cada centímetro deslizando para dentro de mim; depois de alguns vai-e-vens, foi a vez de Augusto me penetrar pela frente. No começo, senti um pouco de desconforto, mas, depois de um tempo, a sensação de prazer de ter dois homens dentro de mim ao mesmo tempo, quase me rasgando, era indescritível. Às vezes Augusto chupava meus seios, lambia meu pescoço, me chamava de “vadia” e eu arranhava seus braços de leve. Não demorei muito a gozar, e eles também não. Caímos, exaustos, um do lado do outro na cama e adormecemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luís e eu finalizamos esse filme pouco tempo depois e fechamos contrato com uma distribuidora pequena. Continuamos com os projetos dos filmes, e vez ou outra acontece de uma cena fazer parte da nossa vida real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por &lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Sumire &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-115555919803534680?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/115555919803534680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=115555919803534680' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/115555919803534680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/115555919803534680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2006/08/cine-fantasia.html' title='Cine Fantasia'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-115496317372774403</id><published>2006-08-07T12:03:00.000-03:00</published><updated>2006-08-07T12:07:02.150-03:00</updated><title type='text'>Caindo em Tentação</title><content type='html'>Quando soube que eu estava passando por problemas, me escreveu. Até hoje não sei qual dos nossos amigos em comum pediu para ele me escrever, mas fiquei emocionada com o tom amigável e íntimo da carta, como se o tempo não tivesse nos afastado tanto. Apesar de não saber exatamente qual era o meu problema (na verdade, ninguém sabia), M. ofereceu palavras de apoio com nuance religiosa e, quando me perguntava por que ele usara a palavra “Deus” tantas vezes ao longo da carta, para a minha surpresa, ele explicou que era seminarista e estava estudando teologia – em alguns anos seria padre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época, eu morava e trabalhava em São Paulo e M. morava e estudava em Campinas (depois de terminar o curso de teologia na PUC, ele poderia escolher para onde ir). Eu não sabia, mas era possível visitar os seminaristas em dias e horários determinados pelo Seminário, então, depois de manter contato por carta, aceitei o convite e fui para lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estava apreensiva, pois não via M. há pelo menos dez anos e não sabia se ele havia se transformado em outra pessoa por ter “ouvido o chamado de Deus”, como ele escrevera. Eu estava sentada em uma das poltronas da sala de espera, quando ele surgiu com uma batina preta, fechada até o pescoço – estava bem diferente do garoto que andava de short e tênis que eu conhecia! Tentei conter meu ar de surpresa, em vão, pois ele sorriu e disse algo como: “Você acha que estou muito diferente desde a última vez que nos vimos?”. Sorrimos e nos abraçamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M. me conduziu para um jardim interno, onde pudemos conversar enquanto caminhávamos sob as árvores. Contei-lhe o que tanto me afligia, enquanto ele pacientemente me ouvia e, no fim das contas, me senti aliviada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco tempo depois, fui em frente com a decisão que achei mais certa para o momento e continuei mantendo contato com M., que até fora me visitar duas vezes, para se certificar de que eu estava me recuperando física e mentalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando me senti melhor, fui visitá-lo novamente no Seminário. Agradeci muito por toda a atenção que ele me dera durante a fase mais difícil da minha vida e disse que estaria disposta a fazer qualquer coisa por ele, ao que ele respondeu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Ah é? Então posso te pedir qualquer coisa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Automaticamente pensei besteira e respondi, sorrindo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Seu sacana!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ruborizei ao ver que ele havia ficado sem graça, afinal eu estava falando com um futuro padre! E ele provavelmente não estava pensando no que pensei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez por eu nunca ter sido tratada com tanta atenção por nenhum outro homem, a atitude de M. me provocava ternura e, mais tarde, tesão. A primeira coisa que pensei ao notar meu desejo foi: “isso é pecado”. Por ter sido criada boa parte da infância num orfanato católico, ainda havia em mim um senso moral muito arraigado na religião, mas, independente das contradições internas, eu não negava nem reprimia o que sentia. E, depois de um tempo, ele deu a entender que sentia o mesmo por mim, e cair em tentação foi inevitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma das últimas visitas ao Seminário, depois de caminharmos pelo jardim interno, M. quis me mostrar a igrejinha ao lado, onde as missas fechadas eram celebradas para os seminaristas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A igrejinha era simples, mas bonita, bem iluminada. Caminhamos até o altar, e, por instinto, quando nossos corpos se aproximaram, começamos a nos beijar. Ele não sabia fazer isso direito e pareceu surpreso quando enfiei a língua em sua boca; aos poucos se acostumou com a idéia e, tomada pelo desejo, puxei-o para dentro da sacristia e tranquei a porta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele parecia assustado, mas, igualmente tomado pelo desejo, consentiu na minha loucura e continuou me beijando, cada vez mais voraz. Joguei a bolsa em um canto e prensei-o contra a parede para sentir seu corpo contra o meu. Peguei suas mãos e fiz com que ele tocasse meus seios por cima da blusa, da qual me livrei rapidamente e, com um pouco de dificuldade, ele desabotoou meu sutiã e caiu de boca nos meus seios. Ajudei-o a tirar a batina e também a camisa, o sapato, a calça... eu estava louca para tocar o corpo dele e sentir o cheiro de sua pele de macho ainda virgem. Passei a mão por seu corpo, beijei seu pescoço, peito, lambi seu instrumento, já rígido como uma pedra, sob a cueca. Com a voz trêmula, conseguiu dizer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Eu... eu nunca me senti assim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijei-o com carinho e, enquanto suas mãos percorriam o meu corpo com curiosidade e desejo, tirei o sapato e a calça, ficando só de calcinha; fiz com que colocasse a mão dentro dela e, ao me sentir molhada, se arrepiou. Logo depois, me ajoelhei e abocanhei-o ainda sob a cueca, até que ele colocou o membro para fora, eu o chupei, e ele quase gozou. Pedi para que esperasse, peguei uma camisinha na bolsa e coloquei-a com a boca. Me sentei em uma mesa encostada na parede, abri as pernas, abri minha xaninha com os dedos e me toquei um pouco, pedindo para que ele se aproximasse. Ajudei-o a se encaixar em mim e ele começou a fazer os movimentos de entra-e-sai; primeiro eu jogava o meu corpo contra o dele, tentando facilitar o movimento, e pouco depois ele pegou o jeito e começou a me comer muito gostoso, sem pressa, enquanto nos beijávamos com ardor. Senti que ele estava preste a gozar, então comecei a me tocar para gozarmos juntos, enquanto ele continuava com movimentos cada vez mais rápidos. Não demorou muito e ele gozou e, alguns segundos depois, foi a minha vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Tentação..." src="http://img506.imageshack.us/img506/9826/caindotentacaott4.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele pegou um lenço dentro de uma das gavetas do armário, se limpou e, quando pegou a cueca jogada no chão para começar a se vestir, tirei-a da mão dele e sussurrei que queria que ele me comesse de quatro. Fiz com que ele encostasse na beira da mesa e comecei a chupá-lo de novo, lambia a cabecinha cor-de-rosa, cada vez mais inchada, chupava-o de leve, descia para as bolas e depois voltava, engolindo-o, e aí começava tudo de novo; não demorou muito para que ele ficasse duro de novo, então coloquei outra camisinha nele e depois subi na mesa, ficando de quatro e empinando a bundinha, oferecendo-a a ele. Não sei se propositalmente ou não, ele tentou colocar no meu cuzinho, mas não deixei, conduzi-o para a outra entrada. Enquanto me penetrava com cuidado, acariciava os meus seios com as mãos e gemia perto do meu ouvido. Continuou me comendo de quatro e, me segurando pelo quadril, aumentou o ritmo, e quando senti minha bunda batendo no corpo dele, não resisti, gozei, e fiquei me contorcendo em êxtase até que ele gozasse também. Me virei de frente para ele, beijei-o. Nos vestimos rapidamente e saímos de lá, antes que dessem pela nossa falta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois disso, trocamos algumas cartas e ele parou de escrever. Respeitei seu silêncio. Algum tempo depois, soube por amigos em comum que ele havia desistido de ser padre, história que se confirmou com um postal de uma cidadezinha de Minas que recebi hoje, com sua letra, que dizia apenas:&lt;br /&gt;“Obrigado por ter aberto as portas do céu para mim.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por &lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Sumire&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-115496317372774403?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/115496317372774403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=115496317372774403' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/115496317372774403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/115496317372774403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2006/08/caindo-em-tentao.html' title='Caindo em Tentação'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-115435809582032959</id><published>2006-07-31T11:58:00.000-03:00</published><updated>2006-07-31T12:03:00.603-03:00</updated><title type='text'>O Quarto da Noiva</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para Ezinha, de quem roubei este sonho&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A festa estava acontecendo em uma mansão requintada e eu andava entre os convidados, sem reconhecer ninguém. Sentia o tecido do vestido de gala roçar minha pele a cada passo. Percebia o olhar de alguns homens, igualmente bem vestidos, observando meu desconcerto, meu decote, meu traseiro, ou todo o conjunto. O garçom vinha em minha direção, equilibrando a bandeja repleta de taças com champanhe... ele se parecia muito com aquele ator... qual era mesmo o nome dele? George Clooney. Na verdade, acho que era ele mesmo, pois, ao se aproximar de mim, disse: “May I help you, ma’m?”, com um sorriso sedutor. Talvez fosse um filme e ele estivesse fazendo o papel de garçom. Peguei uma taça, agradeci com um sorriso, bebi um pouco e fui andando em direção às mesas, iam fazer um brinde aos noivos. Mas eu não tinha a mínima idéia de quem eles eram, aliás, nem me lembrava de ter recebido o convite. “Devem ter deixado o convite na portaria, quando eu estava viajando”, pensei. Os noivos eram jovens e bonitos, todos brindamos à felicidade deles e depois continuei andando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia um palco flutuante sobre a piscina, que mais parecia um lago, e uma banda tocava para uma pequena platéia instalada nas mesas à beira da piscina. Era o U2. Pensei em ligar para a Monalisa, que adorava a banda e não tinha conseguido assistir ao último show no Rio – ela poderia vê-los ali! Com a taça na mão, continuei andando até chegar perto da casa. Subi alguns degraus de mármore branquíssimo que davam para o hall vazio. No teto, apenas um lustre gigantesco, cheio de penduricalhos de cristal, iluminava fracamente o ambiente. Subi a escada que dava para o primeiro andar. Ao chegar lá em cima, optei pelo corredor da direita, que era o mais claro. O carpete vermelho escuro e as várias portas de ambos os lados lembravam um corredor de hotel. A última porta do lado esquerdo se abrira com um pequeno ruído. Estremeci e parei onde estava. A porta se abriu mais um pouco e então a Monalisa surgiu, com um sorriso enigmático, parecido com a Monalisa de da Vinci. Ela estava linda no vestido vermelho, que contrastava com sua pele morena, e o cabelo preso em coque. Ela me chamou e, me aproximando dela, comentei, empolgada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Você viu quem está tocando lá fora?? O U2!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— É, mas agora já perdi a vontade de ver o show – disse, passando a mão pela minha cintura, fazendo com que nossos corpos ficassem próximos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entramos no quarto, tomei o resto do champanhe e deixei a taça sobre a cômoda, aproveitando para me olhar no espelho, que pairava sobre o móvel. Embora a luz do abajur apenas semi-iluminasse o quarto, consegui ver que meu cabelo estava um pouco despenteado e minha boca pedia um retoque de batom – enquanto pensava nessas coisas, a Monalisa veio por trás, percorrendo todo o meu corpo com as mãos. Afastou meu cabelo e desceu o zíper do meu vestido devagar, beijando cada parte das minhas costas que ia sendo descoberta. Debrucei-me sobre a cômoda, enquanto me inundava de prazer com seus beijos e lambidas. Quando terminou de tirar o meu vestido, ela tirou o dela rapidamente e conduziu-me para a cama, fazendo com que eu me deitasse de costas. Beijando minhas pernas e pés, tirou minhas sandálias. Eu tinha vontade de tocá-la, mas ela não permitia. Queria mostrar que ela estava no comando e entrei no jogo dela. Fechei os olhos e me deixei ser acariciada com mãos, boca, língua, seios que roçavam os meus. Afastou minha calcinha de lado e, percebendo que eu estava molhada e com o moranguinho inchado, me lambeu de leve, com a ponta da língua, o que me deixou ainda mais excitada, querendo ser tocada naquele instante. Pedi para que ela me chupasse, mas ela não quis, apenas tirou minha calcinha e continuou beijando meu corpo e me acariciando com as mãos. Não agüentando de tanto tesão, comecei a me tocar, abrindo bem a xaninha, para que ela visse o quanto meu corpo precisava ser saciado. Ela então afastou minhas mãos e começou a lamber os pelinhos e a lateral da xaninha, para só depois me tocar onde eu mais queria. Me lambeu de cima para baixo, até o cuzinho, e vice-versa várias vezes. Depois, concentrou-se no grelinho, com movimentos rápidos, usando sua língua molhada e quente. Não demorou muito para que eu gozasse, mas a fome de tocá-la ainda continuava latente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirei sua sandália e também a calcinha, que combinava com a cor do vestido. Fiz com que ela se deitasse de bruços, depois mordisquei sua nuca e beijei suas costas. Coloquei meus joelhos em torno do seu quadril, como se montasse um animal de carga, e passei a acariciar sua bundinha arrebitada e também o cuzinho com as mãos. Virei-a para cima e continuei na mesma posição de “montaria”. Beijei sua boca, borrando todo o batom, meti a língua em seu ouvido, mordisquei o lóbulo e também o pescoço. Acariciei seus mamilos com a ponta da língua e depois mamando-a por alguns instantes, até que ficassem durinhos. Mordisquei sua barriga, beijei e lambi o interior de suas coxas, para só depois ir para a bucetinha melada. Lambi todo o mel e quando eu estava concentrada no grelinho inchado e vermelho, ela pegou minha mão e fez com que eu enfiasse dois dedos nela, ao que ela gemeu alto, se contorcendo. Continuei chupando-a, sentindo o volume do moranguinho ficar cada vez maior, enquanto tirava e colocava os dedos dentro dela, sentindo toda sua umidade de calor. Percebi que ela havia gozado quando suas pernas trêmulas foram se fechando aos poucos e ela não queria mais ser tocada, puxando-me para si e beijando minha boca, enroscando sua língua na minha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Extasiadas e saciadas, estávamos jogadas na cama, nuas, quando a porta do quarto se abriu e alguém entrou de modo ruidoso, rindo e esbarrando nos móveis. Levantamos da cama e demos de cara com a noiva, bêbada, descontrolada, só de lingerie, cinta-liga e meia-calça brancas. Vi a Monalisa correndo para juntar suas coisas espalhadas pelo quarto e fiz o mesmo. Em meio às gargalhadas da noiva, que também gritava: “GARÇOM! GARÇOMMMM!”, pegamos o que pudemos e saímos correndo, pois as fantasias dela já não era problema nosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Sonhos..." src="http://img486.imageshack.us/img486/8280/sonhosxx8.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por &lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Sumire &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-115435809582032959?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/115435809582032959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=115435809582032959' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/115435809582032959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/115435809582032959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2006/07/o-quarto-da-noiva.html' title='O Quarto da Noiva'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-115378050167566217</id><published>2006-07-24T19:32:00.000-03:00</published><updated>2006-07-24T19:35:01.693-03:00</updated><title type='text'>Onde Há Fumaça, Há Fogo!</title><content type='html'>De duas semanas para cá passei a notar um cheiro muito forte de cigarro no corredor do andar e o cinzeiro, na entrada do elevador, passou a estar sempre atolado de bitucas. Até que um dia, voltando do trabalho, descobri o porquê. Saindo do elevador, vi duas moças de costas, envoltas na fumaça, entrando no apartamento do lado. A irritação da fumaça foi facilmente compensada pela visão destas duas bundinhas maravilhosas que foram visitar a minha vizinha.&lt;br /&gt; Na sexta-feira seguinte, saindo para o casamento de um primo, encontrei as duas, de camiseta e short, sentadas na escada, fumando compulsivamente. Uma era morena, mestiça de rosto oriental com corpo voluptuoso e a outra, uma falsa loira, também maravilhosa. Enquanto esperava o elevador, puxei conversa:&lt;br /&gt; - Vocês estão fumando demais! – disse em tom de brincadeira.&lt;br /&gt; - É, a gente sabe... É que morar em São Paulo é muito estressante! – respondeu a mestiça.&lt;br /&gt; - Pois é... eu tinha parado. Quando mudei para cá, voltei a fumar! E a gente vem fumar aqui fora por causa do bebê – acrescentou a outra; a minha vizinha tinha acabado de ter filho.&lt;br /&gt; As duas, enquanto falavam, me mediam da cabeça aos pés. A mestiça, com um olhar maroto, falou:&lt;br /&gt; - Tá chique, hein!&lt;br /&gt; - É, estou indo para um casamento.&lt;br /&gt; - Espero que não seja o seu!&lt;br /&gt; - Não é não! – respondi rindo. Estão visitando a Sílvia?&lt;br /&gt; - Estamos morando com ela. &lt;br /&gt; Contaram-me então que eram de Maringá, que conheciam a minha vizinha fazia muito tempo. Resolveram tentar a vida em São Paulo, arranjar um emprego de dia e fazer faculdade à noite e, por enquanto, iriam dividir o apartamento com a Silvia e o bebê.&lt;br /&gt; Muito entretido com as duas,  quando me dei conta, já devia ter perdido o elevador umas três ou quatro vezes.  Despedi-me e desci para a garagem.&lt;br /&gt; No sábado, de ressaca da festa, resolvi ir andar um pouco no Ibirapuera, isso sempre me ajudou. Na volta, dei de cara com as duas de novo, fumando no corredor. Brinquei:&lt;br /&gt; - Nossa, assim o pulmão de vocês vai virar carvão! Tem mais coisa pra se fazer na vida além de fumar!&lt;br /&gt; As duas riram maliciosamente. A mestiça perguntou, provocante:&lt;br /&gt; - Ah é? O quê?&lt;br /&gt; - Tomar cerveja, escutar música, namorar, namorar muito! – respondi, também com uma boa dose de malícia. &lt;br /&gt; - Bom... cerveja não tem na casa da Silvia, ela não compra porque não pode beber enquanto tá dando o peito. Música não dá pra ouvir por que o bebê acorda. E desde que a gente tá em São Paulo que não sabe o que é um homem!&lt;br /&gt; - Não é à toa que estão fumando tanto!- ri.&lt;br /&gt; - Nem me fala!&lt;br /&gt; Dei-me conta de que ainda não sabia o nome delas. Perguntei.&lt;br /&gt; - Eu sou a Regina e esta é minha prima, a Gláucia. Você é o Daniel, né? A Silvia falou seu nome pra gente.&lt;br /&gt; - Então, Regina e Gláucia,  não querem tomar uma cervejinha aqui comigo?&lt;br /&gt; - Claro – responderam em coro, animadas.&lt;br /&gt; Entramos no meu apartamento. Deixei as duas vendo o DVD dos Paralamas e fui tomar uma ducha, estava ainda suado do parque. Quando saí do banho, só para provocar, fui de roupão até a sala:&lt;br /&gt; - Querem mais cerveja?&lt;br /&gt; Quando me dei conta e olhei para a TV, não era mais o Herbert Vianna na tela. Regina e Gláucia, transpirando tesão, com os biquinhos já durinhos, viam dois negões imensos comendo três loiras peitudas – mudaram de canal, estavam no “Sexy Hot”. &lt;br /&gt; - Senta aqui com a gente, vem ver o filme! – disse Regina, com a voz rouca e sensual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img511.imageshack.us/img511/9702/tera3bzq7.jpg" border="0" alt="Onde há fumaça..." /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Foi só me ajeitar no sofá que já senti sua mão acariciando meu pau por cima do roupão. Olhei para o lado e vi que estava com a outra mão dentro do short de Gláucia que, por sua vez, fazia o mesmo com ela. Em segundos, meu pau ficou duríssimo e já era punhetado pela mão de Regina, que abrira o roupão. As duas, então, levantaram e se ajoelharam na minha frente. Chuparam o meu pau e, entre uma lambida e outra, se beijavam com sofreguidão. Com maestria, enquanto uma chupava meu pau, a cabecinha, a outra cuidava das bolas. Deitei no chão. Gláucia continuou com o delicioso oral; Regina tirou a roupa e sentou-se com a bucetinha raspadinha na minha boca. Nem  direito comecei a chupar, já  pude sentir seu mel escorrendo, estava ensopada! Enquanto passava a língua na entradinha, no clitóris, em tudo, Regina gemia deliciosamente. Gláucia, então, perguntou onde tinha uma camisinha. Enquanto foi até o banheiro pegar, Regina virou-se e caiu de boca no meu pau, fez um 69 delicioso. Gláucia voltou nua, com a cartela toda, colocou a camisinha e, rebolando, sentou no meu pau até bater no fundo. Regina continuava com a xaninha na minha boca, de frente para Gláucia. Enquanto uma era penetrada pelo meu pau e a outra, pela minha língua, beijavam suas bocas, seus pescoços, seus seios, seus biquinhos. Quando Gláucia gozou, fizeram um “rodízio de bucetas” e, logo depois, foi a vez de Regina. Perceberam que eu estava quase lá, tiraram a camisinha e fizeram com que eu gozasse muito na boca das duas.&lt;br /&gt; Ficamos um tempo deitados no chão, entre beijos e carícias, com um olho na TV. Resolvemos tomar uma ducha, os três ao mesmo tempo. O banho acabou virando bagunça e, depois, sacanagem. Enrolada na toalha, Regina pediu para fumar um cigarro.&lt;br /&gt; - Tudo bem, mas fuma na janela, tá?&lt;br /&gt; Regina apoiou-se com os cotovelos na janela da sala, só a cabeça e os antebraços de fora, fumando. Para dentro, aquele corpo maravilhoso. De repente, a toalha se soltou e caiu, deixando-a nua, com aquela bundinha maravilhosa virada para mim. Meu pau ficou duro na hora. Coloquei uma camisinha, peguei-a por trás, segurando pelo quadril, e esfreguei meu pau na entradinha, até encaixar. Meti fundo. Bem “blasé”, Regina continuou fumando. Comecei a brincar com um dedo no seu cuzinho e vi que ficou arrepiada. Avisei que ia meter atrás. Não respondeu nada. Ajoelhei-me  e passei a língua no seu anelzinho. Depois enfiei um dedo, melado da sua bucetinha. Lubrifiquei bem o meu pau com saliva e fui entrando. No começo, Regina gemia entre longas baforadas. Quando já estava todo dentro, dava uma baforada entre longos gemidos. Foi quando Gláucia saiu do banheiro e viu a cena. Ajoelhou-se e passou a chupar a bucetinha da amiga, acariciando também o meu pau. Regina não demorou em chegar ao clímax e eu também, logo depois, enchi aquele rabinho maravilhoso de porra.&lt;br /&gt; Tomamos outro banho e as duas foram para casa. Na saída, Regina chegou bem perto de mim, apertou meu pau por cima do calção e falou:&lt;br /&gt; - Hoje, na sua janela, fumei o cigarro mais gostoso da minha vida!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-115378050167566217?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/115378050167566217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=115378050167566217' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/115378050167566217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/115378050167566217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2006/07/onde-h-fumaa-h-fogo.html' title='Onde Há Fumaça, Há Fogo!'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-115205223154034127</id><published>2006-07-04T19:27:00.000-03:00</published><updated>2006-07-04T19:30:31.553-03:00</updated><title type='text'>Feriado em "Ex-Família"</title><content type='html'>Alguns meses depois da minha separação, resolvi viajar para Maresias, seria meu primeiro feriado “solteiro”. Já não mais tão doído e machucado pelo processo todo, queria tempo e distanciamento para colocar as emoções em dia e, o mais importante,  ansiava em dar novas faces à velha rotina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                        Sábado de manhã, tomando meu café  sozinho na bela varanda do hotel, ouvi uma voz familiar me chamando. Olhei para o lado e vi minha ex-cunhada - uma japonesa muito bonita que, apesar de ser alguns anos mais velha que minha ex e de ter tido uma filha bem nova, estava com o corpinho em plena forma. Sempre foi muito próxima e percebia que cultivava um carinho especial por mim. Aparentemente tinha uma relação estável com o marido e não tinha grandes preocupações com a filha, agora já com 18 anos, estudiosa e careta –  nunca tinha tido namorado, apesar de bonita como a mãe. Liana veio com um sorriso terno em minha direção.&lt;br /&gt;                        - Oi! Você por aqui?&lt;br /&gt;                        - É, cheguei ontem.&lt;br /&gt;                        - É, a gente também. O Marcelo ainda está dormindo e a Clara já está na praia.&lt;br /&gt;                        Tomamos café juntos. Usava uma canga justa, que marcava bem a cintura. A parte de cima privilegiava os belos seios que tinha. Liana me contou de como ficaram chateados com a separação, que ela e o Marcelo, marido dela, gostariam de manter contato comigo, mesmo com tudo que acontecera. Achei estranho, normalmente os ressentimentos afastam a família da ex. Terminamos o café e o Marcelo chegou. Fiquei  um tempo conversando com ele e depois voltei ao meu quarto, me preparar para a praia. Achei tudo isso meio estranho, mas talvez fosse apenas um casal com maturidade suficiente para não confundir as coisas. Quando tinha acabado de colocar a sunga, bateram na porta. Fui abrir. Era a Clara.&lt;br /&gt;                        - Oi, posso entrar?&lt;br /&gt;                        - Claro, entra!&lt;br /&gt;                        - Então, minha mãe pediu para te convidar pra depois da praia almoçar com a gente, vamos num sushi que esqueci o nome!&lt;br /&gt;                        - Putz, não sei se vai dar.... Combinei com uns amigos lá em Camburi hoje à tarde....&lt;br /&gt;                        - Bom... Qualquer coisa... Então tá...&lt;br /&gt;                        Terminou de falar, mas não parava de me olhar, nem fez menção de ir embora. Intrigado, perguntei:&lt;br /&gt;                        - Tá tudo bem, Clara?&lt;br /&gt;                        Silêncio.&lt;br /&gt;                        - O que foi? Quer falar mais alguma coisa?&lt;br /&gt;                        Seu rosto delicado e branco enrubesceu. Os belos seios contidos no maiô mostraram seus mamilos túrgidos. Apertou seus lábios rosados e olhou para o chão, antes que sua boca explodisse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img487.imageshack.us/img487/2492/lipsup7xi.jpg" border="0" width="480" alt="Oriental Spice" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                        - Eu te quero! Te quero desde que você era casado com minha tia, sempre morri de tesão por você! Quando transo com meu namorado, imagino que é você!&lt;br /&gt;                        Objetiva e clara, direta ao ponto, sem preâmbulos. Nunca vi nada parecido.  E nunca tinha percebido que me desejava. Aliás,  toda a família achava que ela não nutria muito interesse pelo assunto - o namorado era novidade.&lt;br /&gt;                        - Eu sei, todo mundo me acha bobinha. Mas não sou.  Tiro nota boa e faço o que me pedem.  O que eu gosto é tudo escondido,  assim ninguém me vigia nem perturba. Eu namoro, faço amor, trepo desde os quinze anos e adoro tudo isso!&lt;br /&gt;                        Ela ali de maiô, revelando o seu desejo, fez meu sangue ferver e o “termômetro” subir. Agarrei-a, beijei seus lábios avidamente. Abaixei o maiô, lambi, beijei seus seios. Mordisquei seus biquinhos. Deitada na cama, subi com a língua pelo lado de dentro das coxas, até chegar na sua xaninha. Passei a língua lentamente nela toda. Depois na entradinha e, por fim, no clitóris. Chupei, sentindo seu mel escorrer. Chupei, até perceber seu gozo. Coloquei uma camisinha, deitei-me por cima e a beijei, para que pudesse sentir o gosto do seu sexo nos meus lábios. Senti a cabecinha encaixar na sua entradinha. Fui devagarzinho, até estar todo dentro. Comecei a meter, cada vez mais rápido, forte e fundo. Clara rapidamente gozou de novo. Coloquei-a de quatro. Segurando firme pelo quadril, puxei-a contra mim, sentindo o meu pau bater no fundo da sua xaninha. O vai-vem foi ficando cada vez mais frenético, até explodir em ondas de gozo dentro dela.&lt;br /&gt;                       &lt;br /&gt;                        Pois é, passei um feriado “em ex-família”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-115205223154034127?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/115205223154034127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=115205223154034127' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/115205223154034127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/115205223154034127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2006/07/feriado-em-ex-famlia.html' title='Feriado em &quot;Ex-Família&quot;'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-115091679707372343</id><published>2006-06-21T15:54:00.000-03:00</published><updated>2006-06-21T16:06:37.116-03:00</updated><title type='text'>Enquete - O Que mais te excita antes da penetração?</title><content type='html'>Após uma longa ausência, voltei a ter um espaço no meu dia-a-dia para este meu velho e bom amigo blog.&lt;br /&gt;Para recomeçar, fechei a enquete que estava há séculos. Resultados interessantes, confiram abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulheres (341 votos)&lt;br /&gt;&lt;img alt="Mulheres" src="http://img504.imageshack.us/img504/5522/excitam5gx.jpg" width="500" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homens (1090 votos)&lt;br /&gt;&lt;img alt="Homens" src="http://img523.imageshack.us/img523/1704/excitah2kv.jpg" width="500" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para homens e mulheres, o sexo oral é o campeão.&lt;br /&gt;No caso das mulheres, se somarmos "beijos e carícias nos seios" a "receber sexo oral", o número final é o mesmo do "receber sexo oral" dos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Daí deixo uma pergunta: para as mulheres, receber beijos, lambidas e carícias nos seios equivale a um sexo oral?&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-115091679707372343?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/115091679707372343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=115091679707372343' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/115091679707372343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/115091679707372343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2006/06/enquete-o-que-mais-te-excita-antes-da.html' title='Enquete - O Que mais te excita antes da penetração?'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-114382653393144219</id><published>2006-03-31T14:29:00.000-03:00</published><updated>2006-03-31T14:35:34.033-03:00</updated><title type='text'>Que País É Esse?</title><content type='html'>Este post está meio fora do contexto do blog. Fala de sacanagem, mas da sacanagem feita conosco, povo brasileiro.&lt;br /&gt;Recebi este vídeo de um amigo. Como ele expressa com perfeição a minha indignação, resolvi compartilhar com vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pPq8ed05A-A"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/pPq8ed05A-A" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-114382653393144219?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/114382653393144219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=114382653393144219' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/114382653393144219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/114382653393144219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2006/03/que-pas-esse.html' title='Que País É Esse?'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-113829458660086399</id><published>2006-01-26T14:49:00.000-02:00</published><updated>2006-01-26T14:56:26.613-02:00</updated><title type='text'>Canção Sem Seu Nome</title><content type='html'>Ela estava sentada, fumando, na mesa de um bar. Abriu a bolsa, procurou pelo batom, queria se ver no espelho. Abriu a caixinha de batom, observou seus próprios olhos, nariz, boca, pele refletidos no pequeno espelho. Havia exagerado na maquiagem, mas, também, fazia parte da encenação. Aquela roupa, a maquiagem, o sentir-se outra pessoa. Só faltavam as luzes, o palco era ali, só que ela havia esquecido o roteiro. Na verdade, a peça seria inventada na hora.&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;            Observava a movimentação, alguns casais entravam, outros saíam, alguns solteiros bebiam na bancada do bar, o pianista tocava algum jazz, enquanto ela continuava a beber e fumar, esperando o próximo ato que nunca vinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            O pianista lembrava os traços do marido, aliás, ex-marido, aquele filho da puta, pensou. Imagens em “fast forward”, embaralhadas, passeavam em sua mente. Mas ele tinha mesmo que levar aquela puta para nossa cama?  Quando abrira a porta e vira os dois trepando, teve vontade de matá-los, mas se conteve e disse apenas: “Vou dar uma volta”. Fria e distante, como se não fosse com ela.&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;            ― Boa noite. Posso te acompanhar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Era um sujeito charmoso, camisa clara e calça escura, cabelo bem penteado e cheiroso. Finalmente poderia passar para o ato seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Conversaram, beberam, fumaram e se seduziram. Quando ele sugeriu irem para um lugar onde pudessem ficar mais à vontade, ela respondeu, como se já tivesse dito aquilo centenas de vezes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            ― Eu cobro quatrocentos por uma hora e quinhentos por duas horas. Esse é o meu preço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Agora ela e a personagem pareciam se fundir. Até ela se convenceu do que acabara de dizer. Ele pareceu um pouco desconcertado e ela leu em seus olhos: “mas eu nunca pensei que você...”. A vida era assim mesmo, cheia de surpresas, cheia de “nunca pensei que...”. Talvez por já estar tarde demais e ele, excitado demais, aceitou a proposta. Dali a minutos ela saberia o que, provavelmente, a puta que dera para o seu ex sentia todas as vezes em que trepava com clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Já no motel, logo ao entrar no quarto, ele tirou a carteira do bolso, contou as notas e entregou a ela. Nesse momento, sentimentos contraditórios a invadiam... ela se sentia uma verdadeira puta, mas o dinheiro provocava uma volúpia nunca sentida antes; de certa forma, o dinheiro fazia com que se sentisse valorizada – estavam  pagando caro para que ela fizesse o que sempre fizera de graça, por amor. Colocou as notas dentro da bolsa e ele comentou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            ― Gosto de pagar antes para não ter a sensação de que transei com uma prostituta quando a gente se despedir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Uma parte dela sentiu pena daquele homem, mas não podia fraquejar. Fez com que ele se sentasse na beira da cama, apagou as luzes, deixando apenas uma meia-luz que iluminava parte de seu corpo. De costas, ouvindo uma música invisível, ela começou a dançar como uma dançarina de boate de um filme que vira há anos. Começou a tirar peça por peça, lentamente, jogando-as para ele. Às vezes, ela olhava para ele por sobre os ombros e, quando percebeu que ele estava se tocando por cima da calça, sentiu um desejo imenso por ele. Ainda de costas, abriu o sutiã, tirando-o com suavidade, e ele pode ver a carpa azul que cobria o seu torso por completo. Estava fascinado. Ela continuou dançando com sensualidade, até que se virou de frente pra ele, mostrando os seios e acariciando-os com prazer. Abaixou a calcinha, devagar, e jogou-a para ele... agora ela estava apenas de sandálias de salto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            ― Tira pra mim? – pediu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            E ele logo se pôs aos seus pés, sentindo seu cheiro de fêmea no cio, misturado com um perfume suave, agradável. Enquanto ele tirava suas sandálias, ela acariciava os cabelos dele. Ela o queria. Já sem sandálias, empurrou-o para a cama, e partiu para cima dele, ficando com as pernas em volta de sua cintura. Beijou-o, enquanto abria seu cinto e acariciava-o sobre a calça, sentindo todo seu desejo em suas mãos. Abriu o zíper, tirou-o para fora e chupou-o com vontade e sentia as mãos dele acariciando seus braços, suas mãos. Deixou que ele gozasse em sua boca – as boas profissionais deviam deixar, então, não se importou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Aos poucos, ela tirou toda a roupa dele e ele a quis, primeiro, de quatro. Enquanto ele colocava a camisinha, ela se pusera de quatro para ele, seu sexo à mostra. Veio por trás, penetrou-a de uma só vez e, depois, com estocadas fortes. Passado algum tempo, ela começou a sentir prazer, gemia e falava algumas coisas sussurradas que ele não compreendia e acabou gozando primeiro que ele.&lt;br /&gt;            &lt;br /&gt;            Depois de descansar, ele a quis de frente, de pé, contra a parede. Ela envolveu-o com um abraço, beijando-o, e ele a possuiu com vontade, sussurrando baixarias em seu ouvido, ao que ela gemia de prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img398.imageshack.us/img398/7076/contonovo3yd.jpg" border="0" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Antes de ir embora, foram para a banheira e se acariciaram bastante antes de transarem pela última vez. Ele sabia fazer massagem, ela ficou encantada. E ele, vendo-a ensaboada na borda da banheira, pensou que ela era a mulher mais linda que ele já tivera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Quase não se falaram minutos antes da despedida. Cada um partiria em seu carro e provavelmente nunca mais se veriam.&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;            Pronto. Era tudo. Não sentia mais nada. O ódio, a raiva, a indignação, a mágoa, a decepção, a personagem, tudo se esvaíra dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Escrito por &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Sumire&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-113829458660086399?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/113829458660086399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=113829458660086399' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/113829458660086399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/113829458660086399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2006/01/cano-sem-seu-nome.html' title='Canção Sem Seu Nome'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-113206508382532785</id><published>2005-11-15T12:31:00.000-02:00</published><updated>2005-11-15T12:31:23.840-02:00</updated><title type='text'>I'm Too Sexy</title><content type='html'>Eu havia acabado de falar com meu namorado por telefone. Ele estudava a-tão- sonhada-e-importante engenharia em São Carlos e acabara de me dizer que não voltaria para São José no próximo fim de semana, para o meu aniversário, como havia prometido. “Tenho um projeto importantíssimo para apresentar no fim do mês, você me entende, né?”. Claro que entendia, mas não deixei de derramar uma lagriminha - não sei se de raiva ou de saudade. Fazia quase três meses que eu não o via, nos falávamos só por telefone ou e-mail - o tipo de relacionamento que eu não queria desde o começo, mas como ele insistira e eu também acreditava que poderia dar certo, fomos levando... acho que há um tempo em que a ilusão é doce ao coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse dia, depois de voltar da faculdade, talvez como “vingança inconsciente”, acabei entrando em chats para conhecer outras pessoas; primeiro em chats “light”, de cultura, idiomas, novelas, profissões e, como não havia muita gente interessante nessas salas, acabei entrando nos chats de “Sexo”, que costumam ser os mais freqüentados, principalmente à noite. Na sala “Fetiches”, conheci o “voyeur mascarado”. Começamos a conversar, papo vai, papo vem, até que começamos a falar, inevitavelmente, sobre sexo. Não queria contar detalhes da minha vida pessoal a um estranho, então começamos a falar sobre fantasias e, para a minha surpresa, ele acabou realizando uma delas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no MSN, ele abriu a webcam para mim; era um tipo sexy, bonito, moreno, olhos verdes, cabelo jogado para o lado e parecia gostar de se exibir, embora seu nick fosse “voyeur” – o que me fez pensar que o voyerismo e o exibicionismo deviam ser faces da mesma moeda. No meio da conversa, ele jogou um “estou excitado” para ver a minha reação, então eu disse para ele me mostrar como ele estava excitado. Eu o vi levantar-se para fechar a porta do quarto e, depois disso, colocou aquela música “I’m too sexy for my love, too sexy for my love...”, e começou a simular um strip, foi tirando a camiseta, como um stripper profissional talvez faria e, quando tirou a bermuda, pude ver sua cueca branca, em contraste com a pela morena, e vislumbrar o volume de seu conteúdo. Como eu estava ficando excitada, subi um pouco a saia e comecei a me tocar por cima da calcinha, enquanto ele se tocava com a mão dentro da cueca... perguntou se eu queria que ele continuasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="I'm too sexy" src="http://img484.imageshack.us/img484/1294/nacadeira8uv.jpg" width="400" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que eu queria. Tirou o pau, muito duro, da cueca e tive vontade de tocá-lo, chupá-lo todinho. Então ele pediu para que eu também abrisse a minha cam, queria ver como eu me tocava. Era uma condição para que ele continuasse se exibindo. Hesitei por alguns segundos, mas a excitação era tanta que acabei topando. Ajustei o foco da cam, afastei um pouco a cadeira do micro, sentei, cruzando as pernas e fui tirando, lentamente, a blusa; depois levantei mais a saia, mantendo as pernas cruzadas. Descruzei as pernas, tirei os sapatos e me levantei, ao ritmo da música dele, e fui baixando a saia, até me livrar dela e depois tirei o sutiã, acariciando meus seios, com os mamilos já durinhos... já sem a meia-calça, pude exibir minha calcinha, completamente encharcada. Afastei o elástico de um dos lados com os dedos, exibindo meus pelinhos e abrindo um pouco a xoxota, para que ele visse como eu estava molhada. Ele começou a se tocar e eu fiz o mesmo, enfiando a mão dentro da calcinha, que logo depois tirei, deixando meu sexo completamente à mostra. Eu abria a xoxota e acariciava o moranguinho inchado, imaginando que ele o tocava com as mãos e boca, depois meus dedos deslizaram com facilidade para dentro do buraquinho. Continuei a vê-lo acariciando as bolas com uma mão e batendo a punheta com a outra, enquanto me tocava. Até que ele gozou, vi a porra escorrendo por seu tórax e melar seus dedos, o que me excitou ainda mais – imaginei-o tocando meu corpo com a mão e pau muito melados. Eu quis fechar a cam para que ele não me visse gozar, mas ele pediu para que eu continuasse, queria ver. Continuei a friccionar meu sexo com os dedos, com movimentos ritmados, ora lentos, ora rápidos, imaginando sendo devorada por aquele pau que ele ainda exibia em mãos, até que gozei. Abri bem as pernas e, com os dedos, abri a xoxota, para que ele visse o moranguinho, inchado, pulsante, e o buraquinho de onde escorria mais gozo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois dessa experiência, tivemos alguns “replays”, até marcarmos um encontro “ao vivo” e dar vazão a tanta vontade. Além de voyeur e exibicionista, ele era muito bom de cama...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O namorado? Bom, terminei com ele alguns meses depois, por telefone mesmo, já que ele estava ocupado demais e não podia voltar para conversarmos pessoalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Escrito por &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Sumire&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-113206508382532785?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/113206508382532785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=113206508382532785' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/113206508382532785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/113206508382532785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/11/im-too-sexy.html' title='I&apos;m Too Sexy'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-113087523210004037</id><published>2005-11-01T18:00:00.000-02:00</published><updated>2005-11-01T18:00:32.113-02:00</updated><title type='text'>A Vizinha, a Cunhada e Eu</title><content type='html'>Depois de terminar um longo relacionamento, voltei a curtir a vida de solteiro com intensidade. Nada de namoro, apenas amizades coloridas – duas. Uma delas era a minha vizinha, Célia, uma sansei bem desencanada, que estudava arquitetura na FAU e morava sozinha em Sampa.&lt;br /&gt;Sábado à tarde, ela no meu apartamento, tínhamos acabado de transar, quando o interfone tocou. Era Cláudia, irmã da minha ex. Quando ainda namorava, várias vezes deixou bem claro seu interesse por mim - a ponto de sempre dar um jeitinho de que eu a visse só de calcinha quando ia visitar minha namorada em casa. Agora que terminara com sua irmã, arranjava qualquer desculpa para aparecer no meu apartamento. E, claro, acabou se tornando a outra amizade colorida. Mal tinha dado tempo de colocar o calção, a campainha tocou:&lt;br /&gt;- Já vai! – tentando arranjar tempo para colocar o resto da roupa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando abri a porta, me dei conta de que a camiseta estava do avesso. E quando Cláudia entrou, Célia apareceu no corredor, vindo do quarto, vestida, mas com o cabelo todo desarrumado e aquela feição de “pós-gozo” estampada no rosto. Ficamos os três mudos, um olhando para a cara do outro. Eu, super-tenso, que puta saia-justa! As duas sabiam que não havia “exclusividade” mas, mesmo assim, a situação era muito constrangedora. De repente, não sei como, nós três começamos a rir. Primeiro, um riso nervoso, depois uma gargalhada íntima e gostosa. Resolvi fazer as apresentações:&lt;br /&gt;- Célia, esta é a Cláudia, Cláudia, esta é a Célia!&lt;br /&gt;Célia deu uma risadinha maliciosa e, na lata, falou:&lt;br /&gt;- Hum, então esta é a famosa irmã da sua ex?&lt;br /&gt;- Como assim, sou famosa?&lt;br /&gt;- Ah, ele me  contou de você, de como ficava andando só de calcinha pra provocar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img58.imageshack.us/img58/9826/swim5bp.jpg" border="0" width="490" alt="Célia" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo bem. Ele também me contou de como você andava em um biquíni minúsculo na piscina do prédio, só pra provocar!&lt;br /&gt;Já vi o circo pegando fogo. Ah, se arrependimento matasse! Eu, babaca, tinha falado de uma para a outra, um pouco para reforçar que não havia exclusividade, mas também para dar uma de bom. Mas as duas começaram a rir. E falaram quase ao mesmo tempo:&lt;br /&gt;- Temos muito em comum! – e gargalharam pelo jogral acidental.&lt;br /&gt;Eu continuava tenso, suando. Perguntei se gostariam de tomar alguma coisa. Disseram que sim, fui à cozinha pegar cerveja e três copos. E também para tomar um ar, tentar entender o que estava acontecendo. Ouvi as duas cochichando, mas não conseguia entender o que falavam. Voltei com a bebida. Cláudia propôs um brinde:&lt;br /&gt;- A este encontro fraternal!&lt;br /&gt;As duas viraram o copo e Célia disse que iria até seu apartamento (em frente ao meu) e logo voltaria. Eu continuava sem entender nada. Cláudia pediu para que eu colocasse aquele CD da Sade que ela adorava. Alguns minutos depois, Célia voltou, dentro de um minúsculo biquíni vermelho – sim, aquele que ela usava na piscina para me provocar. Andou, desfilou, rebolou sensualmente ao ritmo lânguido da música. Beijou-me e virou-se de costas, colada em mim, esfregando sua bundinha no meu calção. Quando terminou, olhou para Cláudia:&lt;br /&gt;- Agora é sua vez, amiga!&lt;br /&gt;Cláudia tirou a blusa, o sutien e a calça – sim, ficou só de calcinha. E repetiu o mesmo ritual, andando, desfilando, rebolando sensualmente ao ritmo lânguido da música. E também me beijou, também esfregou sua bundinha no meu calção.&lt;br /&gt;Mesmo sem saber o que acontecia, nervoso, não tinha como não ficar excitado com a situação. As duas perceberam o volume debaixo do meu calção e tentavam disfarçar a excitação. Célia pediu:&lt;br /&gt;- Vai pegar mais cerveja!&lt;br /&gt;Viraram outro copo. Mais outro. Cláudia então pediu:&lt;br /&gt;- Quero ver você comendo a Célia de quatro em cima do sofá, do jeito que falou pra mim que sempre faz!&lt;br /&gt;Antes que pudesse dizer qualquer coisa, Célia já tinha tirado o biquíni e estava de quatro no sofá, me esperando. Com a mão entre as pernas, abria sua bucetinha, passava um dedo na entradinha e pedia:&lt;br /&gt;- Vem, me come gostoso!&lt;br /&gt;Fui até o quarto pegar uma camisinha. Quando voltei, as duas se masturbavam. Célia, na mesma posição e Cláudia, sentada de pernas abertas na poltrona, com a mão por dentro da calcinha. A sala cheirava a sexo, meu tesão estava a mil. Segurei Célia firme pelo quadril e penetrei aquela xaninha quente, muito melada. Metia forte, fundo, cada vez mais rápido. O rouco gemido de ambas se misturava nos meus ouvidos e logo gozei forte, um pouco depois de Célia.&lt;br /&gt;Fui até o banheiro me lavar. Quando voltei, Célia pediu:&lt;br /&gt;- Agora quero ver a Claudia te chupando e te cavalgando, do jeito que você me contou!&lt;br /&gt;Não tive tempo de responder. Cláudia já estava de joelhos na minha frente, lambendo  beijando meu pau, ainda mole. Passava a língua nele, na virilha e nas bolas. Fomos até o sofá, onde ela continuou o oral. Célia deitou-se no tapete, nua, e se masturbava com a cena. Quando estava novamente duro, coloquei uma camisinha, reclinei-me no sofá e Cláudia veio por cima. Sentou devagarzinho nele, curtindo cada milímetro que entrava. Quando toquei o fundo de sua xaninha, gemeu alto e começou a rebolar, subir e descer loucamente, alucinada. Beijava seus seios, mordiscava levemente os mamilos. Gozamos intensamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as duas nunca mais transaram comigo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-113087523210004037?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/113087523210004037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=113087523210004037' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/113087523210004037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/113087523210004037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/11/vizinha-cunhada-e-eu.html' title='A Vizinha, a Cunhada e Eu'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-112951841333803654</id><published>2005-10-17T01:06:00.000-02:00</published><updated>2005-10-17T01:06:53.343-02:00</updated><title type='text'>Império dos Sentidos</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Para Sayuri&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sentia suas mãos e sua boca percorrendo meu corpo, sem pressa nem ansiedade, um pouco trêmulas (mãos e boca – na verdade, toda ela), talvez. Imersas num aquário silencioso, nada mais parecia existir. Escancarados nossos sentidos, prestávamos atenção. Fechava os olhos para poder sentir mais, me misturar completamente aos sons que ela sussurrava ao meu ouvido e que eu já não compreendia – meu corpo em completo torpor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sentia seu cheiro – flor que de repente se abre – se impregnando em minha pele, seus mamilos intumescidos se oferecendo à minha boca como cerejas maduras que se balançam no pé, minhas mãos percorriam sua pele macia, explorando seus pontos fracos. Eu a tocava entre as pernas para senti-la pulsante e quente e úmida, penetrava-a com jeito para ouvi-la gemer baixinho em meu ouvido e beijar meu pescoço, fazendo com que eu a quisesse ainda mais. E depois eu repetia o percurso com a língua e seu gozo vinha – violento e manso – em minha boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos recuperávamos entre carícias com olhos ou mãos até começarmos tudo outra vez, escravas voluntárias do prazer. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Image Hosted by ImageShack.us" src="http://img57.imageshack.us/img57/6718/twojapgirls8to.jpg" width="400" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Escrito por &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Sumire&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-112951841333803654?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/112951841333803654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=112951841333803654' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/112951841333803654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/112951841333803654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/10/imprio-dos-sentidos.html' title='Império dos Sentidos'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-112819178346716986</id><published>2005-10-01T15:32:00.000-03:00</published><updated>2005-10-01T15:36:23.476-03:00</updated><title type='text'>A Primeira Vez de Betty</title><content type='html'>- Tô nervosa! Mas tá bem, espero vc em frente do caixa eletrônico do shopping. Tô de jeans e blusa azul clarinha! 18hs! Vê se não atrasa! Bjs... :)*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Betty, 23 anos de vida, mas apenas 1 de  sexo,  nunca se encontrara com alguém que tivesse conhecido na Internet. Era tímida, retraída e o que podemos chamar de “patinho feio” – achava-se horrível, não se produzia, vestia-se de qualquer jeito, mas tinha um corpo perfeito e rosto lindo, de traços delicados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheci a Betty em uma sala de bate-papo. Passamos a conversar pelo messenger. Progressivamente, os diálogos tornaram-se  mais íntimos e sensuais. Depois, sacanagem pura. Começou a me mandar fotos de sexo oral. Fizemos sexo virtual. Fizemos sexo pelo telefone. Betty extravasava todas as suas fantasias e desejos, mas sempre que eu propunha algo real, saía fora.  Neste dia, porém, na minha enésima tentativa, disse que não agüentava mais, que precisava sentir tudo o que fantasiamos e falamos. Topou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrou no carro. Tensa. Não parava de falar. Qualquer coisa, mas não parava de falar. Gesticulava, agitada. Chegamos ao motel. Saí do carro, fechei a garagem. Betty continuava no lugar, abri a porta. Nada.  Olhou-me arregalada e seu sorriso nervoso disse tudo.&lt;br /&gt;- Betty, já estamos aqui, vamos entrar e conversar. Relaxa. Tem minha palavra de que se você não quiser, não precisa rolar nada.&lt;br /&gt;Entrou dura no quarto, sentou-se muda na poltrona. Eu, na cama, em frente. Comecei a puxar assunto, de como tínhamos nos conhecido, das nossas conversas, das nossas safadezas virtuais. O gelo estava se quebrando, mas permanecia muito tensa.&lt;br /&gt;- Ai, tô tão nervosa! Só tive um namorado, só com ele que transei até hoje. E ele não estava nem aí, só queria meter e pronto. Morro de tesão de experimentar tudo que a gente teclou e falou, mas isso tudo é tão estranho, dá medo, eu te conheço mas não te conheço!&lt;br /&gt;Pedi um vinho. Depois da segunda taça, Betty já estava mais solta.&lt;br /&gt;- Meu namorado nunca me chupou de verdade. Dava umas passadas de língua e pronto. Queria tanto sentir alguém me chupando com vontade de verdade, com tesão, até eu gozar!&lt;br /&gt;Perguntei se ainda estava tensa. Um pouco.&lt;br /&gt;Fui até atrás da poltrona, comecei a massagear seus ombros. Os músculos foram amolecendo, assim como sua voz. Betty derretia na ponta dos meus dedos.&lt;br /&gt;- Hmmm.... que gostoso...&lt;br /&gt;Comecei a lhe dizer em detalhes, de como a chuparia, caso ela quisesse, enquanto continuava a massagem.&lt;br /&gt;- Safado... Me deixou toda molhadinha...&lt;br /&gt;Desci as mãos até seus seios. Acariciei. Senti os biquinhos durinhos. Beijei sua nuca.&lt;br /&gt;Virou o rosto, lascivo. Beijei sua boca. Mais uma taça de vinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Betty se deu conta, estávamos nus na cama. Perguntei se poderia tirar uma foto – era uma de suas fatasias. Consentiu. Tinha superado a timidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img359.imageshack.us/img359/4442/dscn11578gl.jpg" border="0" width="499" alt="DSCN1157" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tesudo, agora termina o que começou!&lt;br /&gt;Beijei seus seios. Seus mamilos, mordisquei de leve. Desci meus lábios pelo seu ventre, na direção da sua grutinha. Encontrei-a quente, totalmente melada. Passei a língua em torno, grandes lábios, pequenos lábios. A entradinha. O clitóris. Seu mel, seus gemidos, suas contorções me deixaram louco de tesão, chupava e lambia aquela bucetinha com muito prazer. Não demorou e Betty gozou na minha boca. Permaneceu alguns instantes de olhos semi-cerrados, imóvel.&lt;br /&gt;- Ai, tô toda mole...&lt;br /&gt;- E eu tô muito duro! – ri.&lt;br /&gt;Coloquei a camisinha e comecei a esfregar a cabecinha no seu clitóris, na sua entradinha. De início, meti só a pontinha e, de repente, entrei até o fundo, arrancando um gemido alto. Fui metendo cada vez mais rápido e forte, batendo no fundo de sua bucetinha. Depois que Betty gozou de novo, agora no meu pau, pedi que ficasse de quatro. A visão de sua bundinha perfeita nesta posição me deixou mais excitado ainda. Segurei-a firme pelo quadril e meti freneticamente, selvagem. Gozei forte.&lt;br /&gt;Ficamos um tempo na cama conversando e curtindo até  rolar  um segundo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuamos saindo por um bom tempo, trocamos de vez o virtual pelo real – Betty se convenceu de que é mesmo muito melhor assim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-112819178346716986?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/112819178346716986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=112819178346716986' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/112819178346716986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/112819178346716986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/10/primeira-vez-de-betty.html' title='A Primeira Vez de Betty'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-112633003835462679</id><published>2005-09-10T02:27:00.000-03:00</published><updated>2005-09-10T02:27:18.356-03:00</updated><title type='text'>Mundo Minúsculo</title><content type='html'>Liana estudava comigo na faculdade. Era coreana e muito esforçada, mas não chegava a ser uma das melhores da turma. Andava sempre com uma camiseta básica e jeans, não se produzia, como que querendo esconder sua beleza e sensualidade. Ninguém sabia da sua vida particular, mesmo porque ninguém se interessava muito. Era apenas mais uma. Conheci só um colega que tentara se aproximar. E nada. Segundo ele, era assim por causa da rígida educação coreana e porque tinha um namorado na colônia, muito ciumento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era uma segunda-feira, estava a caminho do xerox, providenciando material para a prova do dia seguinte. Liana veio até mim.&lt;br /&gt;- Tudo bem? Como foi seu final de semana?&lt;br /&gt;- Ah, nada demais.&lt;br /&gt;Deu uma risada maliciosa:&lt;br /&gt;- A Giovana mandou um beijo pra você!&lt;br /&gt;Disse isto e foi embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caraca! Como ela poderia saber disto? No sábado à noite tinha ido ao Bomboa (pra que não sabe, uma “boate” aqui de Sampa) e ficado com a tal da Giovana – loiraça, sabe tudo do assunto e mais um pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois a última aula, fui até Liana.&lt;br /&gt;- Você conhece a Giovana?&lt;br /&gt;- Mais do que pode imaginar...&lt;br /&gt;- Mas a gente ta falando da mesma Giovana?&lt;br /&gt;- A do Bomboa... Bom, vou indo... Se cuida...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Liana conhecia uma garota de programa? Daonde? Como? Impossível, não dava para acreditar. Será que ela me viu? Mas como? O que ela estaria fazendo lá? Será que alguém me viu e contou para ela? Mas quem? Fiquei transtornado, remoendo o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na terça, depois da prova, fui falar com Liana de novo.&lt;br /&gt;- Como você sabe?&lt;br /&gt;- Eu sei.&lt;br /&gt;- Mas como?&lt;br /&gt;- Você fala demais. Tô atrasada. Se cuida....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só tinha comentado da noitada com o Neco, amigão. Será que ele andou soltando a língua por aí? Fui falar com ele. Jurou que não. Relembrei, obsessivo, os últimos três dias. Não tinha mesmo comentado com mais ninguém. Neco traíra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na quarta, fui falar com ela mais uma vez.&lt;br /&gt;- Liana, foi o Neco que te falou?&lt;br /&gt;- O Neco? Não.&lt;br /&gt;- Então só pode ter sido a Giovana!&lt;br /&gt;- É...&lt;br /&gt;- Mas como? Você conhece ela?&lt;br /&gt;- Conheço.&lt;br /&gt;- Como assim?&lt;br /&gt;- Conheço, qual é o problema?&lt;br /&gt;- Mas conhece daonde? E não vem me dizer que precisa ir.... Não foge....&lt;br /&gt;Começou a falar, constrangida:&lt;br /&gt;- Nem sei por que comecei todo este assunto. Acho que porque descobri que você é dos meus. Jura que não conta pra ninguém?&lt;br /&gt;- Juro.&lt;br /&gt;- Então. Sou bi. Meu namorado não sabe. A Giovana, conheci num chat, tenho um caso com ela. E você foi dando uma de bom, falando que faculdade fazia, em que semestre estava, ela se ligou e me perguntou se te conhecia.&lt;br /&gt;Não acreditei. Liana bissexual e amante de uma garota de programa? Surreal.&lt;br /&gt;- E o que mais?&lt;br /&gt;- Ela me contou como transaram, em detalhes. Fiquei com tesão.&lt;br /&gt;- Tesão do quê?&lt;br /&gt;- De ver vocês dois transando.&lt;br /&gt;- Tá me zoando? Tá falando sério?&lt;br /&gt;- Sim. A Giovana já topou transar com você na minha frente. O que acha?&lt;br /&gt;Lembrei da foda animal com a Giovana.&lt;br /&gt;- Mas não vou ter que pagar o cachê dela, né? – falei rindo, tentando parecer natural.&lt;br /&gt;- Não... hahaha...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na quinta, depois do almoço, fui ao endereço que a Liana me passou. Era o apartamento da Giovana. Ela mesmo abriu a porta. Estava de camiseta e jeans, sem maquiagem. Parada no meio da sala, Liana. Mini-saia, salto alto, blusa meio transparente, batom vermelho, cabelo produzido. Quase não a reconheci, estava linda, sedutora e gostosa! Não entendia mais nada.&lt;br /&gt;- Ué, que aconteceu? Trocaram de lugar?&lt;br /&gt;Goivana explicou:&lt;br /&gt;- Seguinte, gato. A gente mudou de idéia. A Liana queria saber como é se sentir fazendo programa. Então...&lt;br /&gt;- É pra eu comer a Liana como te comi no sábado? Mas é minha colega de facu, conheço ela faz tempo. Não sei se vai dar certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhei bem para Liana. Nunca tinha reparado de verdade nela. Rosto lindo, seios até que grandes para uma oriental, coxas insinuantes por debaixo da mini-saia, boquinha linda. Liana corou quando percebeu que eu a comia com os olhos. Comecei a mudar de idéia.&lt;br /&gt;Sentei no sofá. Sentou no meu colo. Sussurrou:&lt;br /&gt;- Vem fazer parte da minha fantasia, você não vai se arrepender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijei aqueles lábios vermelhos até tirar todo o batom. Senti sua respiração acelerando. Comecei a acariciar seus seios por cima da blusa, a entrar com minha mão por debaixo da saia. Primeiro, as coxas. Depois, entre elas, uma calcinha bem melada. O tesão já tinha tomado conta de mim.&lt;br /&gt;- Então quer mesmo se sentir uma putinha?&lt;br /&gt;- Quero...&lt;br /&gt;- Então me chupa.&lt;br /&gt;Liana olhou para Giovana, que acenou um discreto sim com a cabeça - observava tudo do canto da sala, havia um certo tesão estampado no seu rosto. Ajoelhada na minha frente, abriu e abaixou a calça, acariciou meu pau muito duro por cima da cueca, que ela logou tirou também. Começou a dar uns beijinhos na cabecinha, a passar a língua timidamente. Olhou de novo para Giovana.&lt;br /&gt;- Li, não é assim... Deixa eu te mostrar.&lt;br /&gt;Giovana ajoelhou-se ao lado dela, me lambeu, chupou, punhetou, dando uma verdadeira aula de boquete. Também estava louca de tesão. Depois, deu um beijo carinhoso em Liana e falou que era a vez dela. E não é que melhorou? Giovana não se conteve e dividiu meu pau com ela. Olhei para baixo, duas gatas me chupando. Explodi de tesão.&lt;br /&gt;- Vou gozar, não agüento mais!&lt;br /&gt;Gozei na boca de Giovana que, em seguida, ganhou um beijo apaixonado de Liana. As duas começaram a se acariciar, uma tirou a roupa da outra. Deitadas no chão, trocaram carícias íntimas até terminarem em um 69. Via como se chupavam e como gozaram uma na boca da outra. Estava de novo em ponto de bala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Teanna Kai" src="http://img391.imageshack.us/img391/3865/teannablonde5ve.jpg" width="500" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Teanna Kai &amp;amp; friend&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Giovana colocou uma camisinha no meu pau e o guiou até a bucetinha de Liana, que escorria de tão melada. Deitado por cima, penetrei aquela oriental linda e gostosa que eu nunca tinha notado! Comecei a socar forte, fundo. Beijava sua boca, seus seios, enquanto metia alucinadamente. Giovana, deitada ao lado, se masturbava e dividia Liana comigo. Gozei forte de novo. Entregaram-se, então, uma à outra e gozaram também. Embriagados de tesão, dormimos na mesma cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um mês depois, voltei ao Bomboa. Não é que encontrei a Liana?&lt;br /&gt;- Terminei com meu namorado, saí de casa, estou morando com a Giovana.&lt;br /&gt;Casa meio vazia, dei uma volta, pedi um uísque. No segundo, as duas me acompanharam.&lt;br /&gt;- Gato, hoje tá fraco. Vamos lá em casa relembrar a “primeira vez” da Liana?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-112633003835462679?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/112633003835462679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=112633003835462679' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/112633003835462679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/112633003835462679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/09/mundo-minsculo.html' title='Mundo Minúsculo'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-112544567381777084</id><published>2005-08-30T20:45:00.000-03:00</published><updated>2005-08-30T20:47:53.823-03:00</updated><title type='text'>A Estrada</title><content type='html'>Aconteceu nos idos de 90. Namorava Lúcia já fazia alguns meses. Namoro complicado. Ela estudava em Piracicaba e tinha família em Jaú. E eu em Sampa. Muitas vezes saía na sexta à tarde, passava em Pira e a levava para sua cidade. Pegava a estrada já com tesão, uma semana de seca, lembranças da última vez atiçavam meu desejo. Não raro, fazíamos um pit-stop em um motel quase chegando em Jaú.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquela sexta começou como as outras. Quando peguei Lúcia, lascou-me um beijo quente ao entrar no carro e comentou:&lt;br /&gt;- Tô morrendo de tesão... Não vejo a hora de fazer amor bem gostoso com você...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Kobe Tai" src="http://img383.imageshack.us/img383/4032/kobecar4tj.jpg" width="408" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Kobe Tai&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de quase uma hora de estrada, começou a me acariciar por cima da calça e beijar meu pescoço.&lt;br /&gt;- Minha tesuda, assim eu não vou agüentar... E vou bater o carro!&lt;br /&gt;- Sabe o que é? Ontem a gente assistiu um vídeo de sexo na república. Nem vem ficar ciúmes que só tinha mulher. E mostrava um casal que transava no carro. Dentro e depois no capô. Fiquei morrendo de tesão de fazer isso.&lt;br /&gt;- Sério? Eu já tive fantasias assim também!&lt;br /&gt;Nisso ela deu uma apertada no meu pau, que já estava duríssimo por debaixo do jeans.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem pensei. No trevo seguinte saí da rodovia. Estrada vicinal. Só cana-de-açúcar dos dois lados. Sem movimento. Andei uns 500 metros e parei o carro. Abri a calça e tirei meu pau duro.&lt;br /&gt;- Vem, me chupa, safadinha!&lt;br /&gt;Lúcia caiu de boca, voraz. Lambia, sugava forte, com vontade. Apertava a cabecinha entre os lábios e me punhetava. Enfiei minha mão por entre as coxas, debaixo da saia, achei sua calcinha melada. Entrei com os dedos pelo ladinho e a acariciava.&lt;br /&gt;- Tesudo! Quero sentir você dentro de mim!&lt;br /&gt;Sentou no meu colo, saia levantada, calcinha de lado. Encaixei a pontinha e ela sentou gostoso. Senti meu pau sendo engolido por aquela bucetinha gulosa, ensopada. Lúcia rebolava, subia e descia, se esfregava bem gostoso. E gozou forte. Voltou para o banco do passageiro e tirou a calcinha.&lt;br /&gt;- Agora me fode no capô, tem coragem?&lt;br /&gt;Respondi saindo do carro. Lúcia ficou entre o canavial e o carro, debruçada sobre o capô. Vim por trás, levantei a saia e enfiei fundo. Segurava-a firme pelos quadris e socava cada vez mais forte e rápido, ao som dos seus gemidos. Gozei forte e ela de novo, logo depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuamos a viagem. Foi um dos finais de semana mais quentes do nosso namoro. Depois dessa, vez ou outra fazíamos o pit-stop naquela estradinha e não no motel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quem também já transou no carro, na beira da estrada? Conte a sua experiência nos comentários! &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-112544567381777084?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/112544567381777084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=112544567381777084' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/112544567381777084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/112544567381777084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/08/estrada.html' title='A Estrada'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-112543508133047047</id><published>2005-08-30T17:51:00.000-03:00</published><updated>2005-08-30T17:51:21.336-03:00</updated><title type='text'>Enquete: Etnia dos Leitores</title><content type='html'>Foram 737 votos, com o seguinte resultado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img335.imageshack.us/img335/7114/etnia4df.gif" border="0" width="472" alt="etnia" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado pela participação e votem na próxima enquete!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-112543508133047047?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/112543508133047047/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=112543508133047047' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/112543508133047047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/112543508133047047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/08/enquete-etnia-dos-leitores.html' title='Enquete: Etnia dos Leitores'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-112430581306542168</id><published>2005-08-17T16:14:00.000-03:00</published><updated>2005-08-17T16:10:13.073-03:00</updated><title type='text'>No Stand Center</title><content type='html'>Quem é de São Paulo e curte eletrônicos e informática com certeza já ouviu falar do Stand Center, na Avenida Paulista, ou foi dar uma sapeada por lá. Trata-se de um aglomerado de pequenas lojas, quase todas de chineses e coreanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem. Precisando fazer um “upgrade” de memória, fui até lá. Assunto resolvido, fui dar uma voltinha. Eis que, em uma lojinha pequena, meio escondida na esquina de uma das passagens internas, vi uma oriental lindíssima. Tinha um rostinho de boneca, uns 18 ou 19 anos, camiseta Hering branca, apertada, mostrando um par de seios médios e firmes, jeans justinha. Com o pretexto de puxar conversa, fiz de conta que estava interessado em alguns cds. Ela respondia a minhas perguntas com um sotaque fortíssimo, nem sempre compreensível, mas muito atenciosa. E não tirava os olhos de mim – no início achei que fosse apenas desconfiança de lojista, mas depois reparei que a expressão facial era outra, condizente com os biquinhos que ficaram durinhos. Dirigi a conversa para um lado um pouco mais pessoal e ela me contou que era chinesa, que estava no Brasil havia dois anos, que a loja era do pai e que ajudava a tomar conta quando não estava estudando. Quando a troca de olhares ficou mais intensa e quente, o pai chegou. Um chinês corpulento, barba por fazer, cara de poucos amigos. Comprei um CD qualquer e fui embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a chinesinha não saía da minha cabeça e rendeu uma bela punheta naquela noite. No dia seguinte fui até lá de novo, com a desculpa de trocar o cd. Encontrei-a linda e sozinha. Para deixar a conversa um pouco mais picante, perguntei se não tinha o cd com o jogo da mansão Playboy. Me encarou com um rosto de pura malícia:&lt;br /&gt;- Brasirero adora xacanagem!&lt;br /&gt;- E as chinesas não gostam?&lt;br /&gt;- Gosta, mas família non pode sabê – e deu uma risadinha bem safadinha. E continuou:&lt;br /&gt;- Pai foi até Santos. Vem até depósito comigo. Lá tem bastante cd sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá fomos nós. Entramos no depósito, ela trancou por dentro.&lt;br /&gt;- Adoro homem brasirero. Bem safado. Já fez fuck-fuck com chinesa?&lt;br /&gt;- Uma vez e foi maravilhoso.&lt;br /&gt;- Hoje vai ser melhor ainda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Anna Song" src="http://img282.imageshack.us/img282/5227/anna6ll.jpg" width="500" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirou a camiseta e o sutien. Abriu sua calça. Uma mão acariciava os biquinhos e a outra escorregou para dentro. Com um ar de puro tesão, perguntou:&lt;br /&gt;- Acha chinesa gostosa?&lt;br /&gt;Respondi caindo de boca nos seus peitos. Chupei, lambi, beijei. Ela acariciava meu pau, duríssimo, por cima da calça, que ela logo abaixou. Tirou meu pau pra fora e, ajoelhada na minha frente, esfregava a cabecinha nos seus biquinhos. Depois, me fez ver estrelas com um oral indescritível. Levantou-se, tirou o resto da roupa e deitou-se em cima de uma mesinha, o único móvel naquela salinha. Tirei a “camisinha para emergências” da carteira e coloquei. Pincelei a sua entradinha, molhadíssima. Ela me envolveu pela cintura com suas pernas e me puxou. Encaixei e fui até o fundo. Apertadinha e quente. Comecei a meter cada vez mais forte, rápido. Ela se segurava nas bordas da mesa, o tesão estava estampado em seu rosto, mas gemia baixinho, para ninguém desconfiar do que acontecia lá dentro. Logo gozamos, forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colocamos a roupa. Me deu um cd com fotos e cenas de filmes eróticos feitos com chinesas nos EUA.&lt;br /&gt;- Só vou ver isso se você estiver junto! Me liga! - Anotei meu telefone na sua mão.&lt;br /&gt;- Agora precisa voltar para loja! Vem de novo sexta-feira!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela não foi ver o cd comigo, mas durante meses fui ao Stand Center, todas as sextas-feiras....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-112430581306542168?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/112430581306542168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=112430581306542168' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/112430581306542168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/112430581306542168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/08/no-stand-center.html' title='No Stand Center'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-111748231327053523</id><published>2005-05-30T16:45:00.000-03:00</published><updated>2005-05-30T16:46:42.610-03:00</updated><title type='text'>Reconciliação</title><content type='html'>Me aproximei. Olhei ao redor, não havia ninguém. Perguntei se podia me sentar ali, perto dele, ao que me olhou, indiferente. Ainda estava puto comigo, pensei. Puxei uma cadeira e sentei ao seu lado. Estava com livros abertos e contas de genética em folhas de sulfite sobre a mesa; era assim que ele fugia das chateações: estudava ou fingia estudar.&lt;br /&gt;— Tudo bem?&lt;br /&gt;— Tudo &lt;em&gt;ótimo&lt;/em&gt; – ironizou ele. — E você?&lt;br /&gt;Silenciei.&lt;br /&gt;Passos. Era a bibliotecária recolocando livros nas prateleiras. Quando ela se foi, comecei a acariciá-lo por cima da calça. Me olhou, um tanto surpreso, mas não ofereceu resistência.&lt;br /&gt;Estávamos no fundo da biblioteca e a repartição da mesa nos protegia de possíveis olhares. Desabotoei sua calça e desci o zíper; minha mão deslizou, ágil, para dentro de sua cueca. Senti seus pêlos entre meus dedos e, logo, sua excitação evidente. Senti um arrepio varar seu corpo e um gemido sair de suas entranhas quando comecei a punhetá-lo. Quis beijar minha boca, mas eu me esquivei, má; no entanto permiti que mordesse e chupasse meu pescoço. Era bom sentir sua respiração sôfrega e seu instrumento quente e pulsante em minha mão; vez ou outra, eu sentia sua mão em meus seios. Ficamos assim por algum tempo. Quando senti que ele estava prestes a gozar, me ajoelhei embaixo da mesa e comecei a chupá-lo. Tentou me levantar, chamando-me “insana”, em vão. Não demorou muito e um jato quente e viscoso inundou minha boca.&lt;br /&gt;Ele então me puxou para si e eu o beijei, fazendo com que sentisse seu próprio gosto.&lt;br /&gt;Novamente passos.&lt;br /&gt;E antes que a bibliotecária se aproximasse para recolocar algum livro no lugar, fui caminhando em direção à saída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Reconciliação" src="http://img256.echo.cx/img256/6010/mocavestido7uu.jpg" width="400" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Sumire&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-111748231327053523?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/111748231327053523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=111748231327053523' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111748231327053523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111748231327053523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/05/reconciliao.html' title='Reconciliação'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-111663336827322174</id><published>2005-05-20T20:55:00.000-03:00</published><updated>2005-05-20T20:56:08.280-03:00</updated><title type='text'>Enquete: Camisinha</title><content type='html'>Foram computados 125 votos, assim distribuídos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Enquete: Camisinha" src="http://img274.echo.cx/img274/9666/camisinha2kk.gif" width="420" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-111663336827322174?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/111663336827322174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=111663336827322174' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111663336827322174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111663336827322174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/05/enquete-camisinha.html' title='Enquete: Camisinha'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-111604081799509382</id><published>2005-05-14T00:20:00.000-03:00</published><updated>2005-05-14T00:20:37.010-03:00</updated><title type='text'>No Gerúndio</title><content type='html'>Ayumi era dessas batalhadoras. Filha de feirante, estudou em colégio público, conseguiu entrar em uma faculdade particular de Direito. Para ajudar o pai a pagar a mensalidade, trabalhava com telemarketing durante o dia. Apesar de ser bonita e sensual, o namorado terminou – sentia-se em terceiro plano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img178.echo.cx/img178/667/rico3iu.jpg" border="0" width="420" alt="Rico Tachibana" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era uma sexta-feira, quase no horário de largar o emprego e pegar o ônibus até a faculdade. Roberto, um colega de trabalho perguntou:&lt;br /&gt;- O que vai estar fazendo hoje à noite?&lt;br /&gt;- Vou estar indo para a faculdade.&lt;br /&gt;- Que pena. Vamos estar fazendo um happy-hour.... Seria muito bom se você pudesse estar indo também...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ayumi parou para pensar. Estava solitária, fazia tempo que não saía para se divertir. E o Roberto era bonito, simpático, agradável, sentia uma certa atração. E não teria nenhuma aula importante naquela noite. Resolveu ir:&lt;br /&gt;- Posso estar pegando uma carona com você?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barzinho-boteco numa travessa da Paulista. Várias cervejas depois, Ayumi até se animou a cair no samba, que uma roda cantava e batucava nas mesas de metal, nos copos e nas caixinhas de fósforo. Roberto foi chegando junto, Ayumi gostou. Trocaram beijos. Mais beijos. Carícias. Roberto entusiasmou-se e sussurrou no seu ouvido:&lt;br /&gt;- Não gostaria de estar indo até meu apartamento? É perto daqui, no Bixiga, poderíamos estar ficando mais à vontade...&lt;br /&gt;Depois de uma breve hesitação, consentiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de quinze minutos, estavam na kitchenette de Roberto.  Sozinhos, os beijos tornaram-se mais ardentes e as carícias, mais íntimas. Logo estavam nus na cama.&lt;br /&gt;Roberto falou:&lt;br /&gt;- Estou te querendo muito....&lt;br /&gt;- Ai... eu também....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele chupou sua bucetinha molhada. Ela, o seu pau duro. Fizeram um 69. Gozaram.&lt;br /&gt;- Ai, Roberto.... estou querendo te sentir dentro de mim....&lt;br /&gt;Roberto, refeito, colocou a camisinha e penetrou sua bucetinha. Socava forte, fundo. Ayumi, entre gemidos, falou:&lt;br /&gt;- Vou estar gozando... continua...&lt;br /&gt;- Vou estar gozando também...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tiveram um orgasmo no gerúndio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-111604081799509382?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/111604081799509382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=111604081799509382' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111604081799509382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111604081799509382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/05/no-gerndio.html' title='No Gerúndio'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-111454623100479594</id><published>2005-04-26T17:07:00.000-03:00</published><updated>2005-04-26T17:10:31.006-03:00</updated><title type='text'>A Surpresa</title><content type='html'>Era aniversário dele e eu queria fazer uma surpresa. Depois de recapitular algumas de nossas conversas, sorri maliciosamente - havia encontrado o melhor presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Pra que essa venda nos meus olhos? Você vai me currar?&lt;br /&gt;— Vou... vou me esbaldar hoje... – respondi, rindo.&lt;br /&gt;Eu o conduzi, vendado, para o nosso quarto e o ajudei a se sentar no sofá perto da cama, voltando depois de alguns minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Escuta, Paulo, você está bem seguro de quem você é, né? – perguntei num tom sério.&lt;br /&gt;— Sim... claro que sim, mas que brincadeira é essa?? Claro que estou seguro de mim... Posso tirar a venda agora?&lt;br /&gt;Senti que ele estava ficando ansioso e amedrontado ao mesmo tempo. Um arrepio de tesão atravessou o meu corpo.&lt;br /&gt;Quando eu tirei a venda, ele nos olhou com perplexidade. Estávamos eu e Sumiko, uma amiga da faculdade por quem eu sabia que ele tinha uma queda, só de calcinha e sutiã.&lt;br /&gt;— O que é isso??&lt;br /&gt;— Você não disse que morria de vontade de ver duas mulheres na cama?&lt;br /&gt;Ele ainda estava perplexo e não conseguia acreditar na situação.&lt;br /&gt;— O jogo é assim: eu e a Sumiko na cama e você aqui no sofá. Não pode nos tocar, não pode subir na cama. Faz de conta que tem uma parede invisível entre a cama e o sofá, ta?&lt;br /&gt;Ele assentira com a cabeça, sem emitir palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="As duas de lingerie" src="http://img225.echo.cx/img225/7416/duaslingerie8xe.jpg" width="400" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumiko era do tipo desinibida. Logo que subimos na cama, começou a me beijar o rosto, a boca, os olhos, acariciando minhas pernas com as mãos. Seus beijos eram doces, nada apressados, sua língua morna me aguçava os sentidos. Me deitou para trás com cuidado, mas mesmo assim bati a cabeça em algum lugar e comecei a rir, ao que ela me encheu de beijos, entrelaçando suas pernas nas minhas. Começou a beijar meus seios, minha barriga, minhas pernas. Sua pele era macia e cheirosa e eu quis senti-la por completo; fui tirando seu sutiã, lambendo aqueles seios arredondados cujos bicos já estavam durinhos, prontos para serem mamados, senti seu corpo contra o meu. Percebi quando ela esgueirou a mão para dentro da minha calcinha e, ao sentir que eu estava molhada, colou seus lábios no meu ouvido e me disse algumas palavras safadas. Do ângulo em que eu estava, pude observar Paulo, que continuava no sofá, nos observando, atento, agora com o zíper aberto e a mão dentro da calça. O engraçado é que mesmo tendo prazer com a Sumiko, lembrei da sensação de acariciar Paulo - senti-lo tremer de prazer era muito bom. Sumiko abrira minhas pernas e estava entre elas, afastando a calcinha e lubrificando seus dedos no meu líquido. Me penetrou de leve com os dedos e eu soltei um gemido abafado. Ela então tirou minha calcinha, enquanto eu me livrava do sutiã e, depois disso, esfregou seus seios em minha xaninha sedenta por ser acariciada até o êxtase. Senti seus beijos no interior de minhas coxas e depois sua língua passando por toda minha xaninha, sobre o moranguinho intumescido e às vezes penetrando meu buraquinho úmido. Enquanto isso suas mãos percorriam meu corpo e eu não via a hora de tocá-la também.&lt;br /&gt;Assim que ela deu uma pausa nas lambidas, me levantei um pouco, ficando de joelhos sobre a cama. Beijei sua boca, seu pescoço e chupei de leve seus seios, mordiscando seus mamilos. Minha mão correu logo para dentro de sua calcinha e senti todo seu líquido inundar minha mão. Meu corpo explodia em um desejo cálido e desconhecido. Tudo aquilo era muito bom. Lubrifiquei meus dedos e acariciei seu grelinho já bem inchado, enquanto olhava de esguelha para Paulo, já com o “instrumento” para fora da calça. Tive vontade de chupá-lo, mas não podia quebrar a regra do jogo que eu mesma criara; fechei os olhos e, enquanto masturbava Sumiko, me imaginei de joelhos, abocanhando aquele mastro pulsante. Tirei a calcinha de Sumiko e sugeri com gestos suaves que queria fazer um meia-nove; ela então ficou por cima, com os joelhos próximos aos meus ombros. Abri sua xaninha e chupei seu moranguinho com vontade, enquanto ela fazia o mesmo comigo, acariciando meu cuzinho com a língua e com o dedinho também. Estava prestes a gozar quando ouvi um gemido – era Paulo. Na posição em que estava, não pude ver o orgasmo se estampando em sua face, mas ao imaginá-lo, latejante, dentro de mim, gozei, fechando um pouco as pernas como sinal para que Sumiko não me acariciasse mais; ela, por sua vez, ficou de joelhos, erguendo-se com as pernas abertas sobre meu rosto. Abri sua xaninha com os dedos para que Paulo visse seu grelinho vermelho e luxurioso, enquanto minha língua se movimentava cada vez mais rápido e um de meus dedinhos já havia escorregado para dentro dela. Senti as contrações de seu corpo e seu gozo iminente, até que ela desfaleceu de prazer junto a mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Adorei o presente, meninas! Mas será que agora não posso participar da festa?&lt;br /&gt;Ao que respondemos:&lt;br /&gt;— Nãããããããããooooooo!!! – rindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Sumire&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-111454623100479594?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/111454623100479594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=111454623100479594' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111454623100479594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111454623100479594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/04/surpresa.html' title='A Surpresa'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-111440771701209739</id><published>2005-04-25T02:40:00.000-03:00</published><updated>2005-04-25T02:41:57.013-03:00</updated><title type='text'>Enquete: Com quem foi sua primeira transa?</title><content type='html'>Foram recebidas 225 respostas. Deste total, 20 (H e M) ainda são virgens (8,9%). Dos 205 votos restantes, 162 foram de homens e 43, de mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A distribuição, conforme a porcentagem, foi a seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Enquete" src="http://img203.echo.cx/img203/2483/enquetequem9ir.gif" width="426" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comente o resultado!!! E vote na nova enquete!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-111440771701209739?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/111440771701209739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=111440771701209739' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111440771701209739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111440771701209739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/04/enquete-com-quem-foi-sua-primeira.html' title='Enquete: Com quem foi sua primeira transa?'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-111319794713471931</id><published>2005-04-11T02:34:00.000-03:00</published><updated>2005-04-11T02:39:07.136-03:00</updated><title type='text'>A Loira do Colégio</title><content type='html'>Havia acabado um relacionamento de vários anos. Depois de um mês de luto, voltei a sair, a freqüentar festas e barzinhos - estava voltando a viver. Sexta-feira, fui a um happy-hour com uns amigos. Esquema bebe dois chopps, o terceiro é de graça, já estava meio alto. Do nada, surge na mesa do lado um rosto conhecido. Não era a bebida, era uma paixão não correspondida dos tempos de colégio, a Sandra, que eu não via há pelo menos cinco anos.&lt;br /&gt;-É você? Não acredito!!!!&lt;br /&gt;Mudei de mesa. Relembramos. Atualizamos. Ela também recém-separada. Estava linda, cabelos loiros longos, soltos, um vestido de decote insinuante que, ao cruzar as pernas, mostrava bem suas lindas coxas. Depois de dois namoros longos com orientais, voltei a sentir o encanto das loiras. Conversamos muito. Casou e foi morar em Curitiba. Voltou a São Paulo fazia dois meses, depois da separação, e estava redescobrindo a cidade. Bateu uma nostalgia imensa, falei da minha coleção de fotos da época de colégio. Ela, com um sorriso levemente carregado de malícia, falou que adoraria vê-las. Convidei-a para jantar no sábado (dia seguinte) em casa.&lt;br /&gt;Preparei uma lasagna de camarão ao molho branco, prato pouco ortodoxo, mas muito saboroso – eu lembrava que ela adorava camarão. Para acompanhar, champagne. Antes e durante o jantar, lembranças intensas de uma época maravilhosa. Após a sobremesa, vimos a minha coleção de fotos.&lt;br /&gt;- Nossa! Como tem foto minha aqui! Você era mesmo apaixonado por mim!&lt;br /&gt;- Vai me dizer que isso é novidade pra você, que nunca tinha percebido?&lt;br /&gt;- É... Na época estava cegamente apaixonada por ele... Mas depois eu vi o quanto você gostava de mim...&lt;br /&gt;Fiquei em silêncio.&lt;br /&gt;- Sabe... Sempre quis alguém que fosse apaixonado por mim. Achava que ele era assim, mas não. Só queria me exibir pros amigos. Nunca me amou.&lt;br /&gt;Outro silêncio meu.&lt;br /&gt;- Você ainda tem paixão, desejo por mim?&lt;br /&gt;Silêncio arregalado, antes de um  “sim”. Ela sorriu. Eu a beijei. Cinco anos depois, era correspondido e realizava meu desejo.&lt;br /&gt;Carreguei-a até meu quarto, minha cama. Deitei-me por cima. O beijo mais devasso da minha vida. Sedento, subi a saia e puxei a calcinha de lado. Beijos, lambidas, um rio invadia minha boca. Tempo apenas de abaixar a calça. Finalmente, a penetração. Metemos, transamos, fizemos amor. Esporrei, gozei, cheguei ao clímax, atingi o nirvana.&lt;br /&gt;A vida inteira que podia ter sido, acabou de ser. Deitada ao meu lado, a que gerou as antíteses dos meus últimos amores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofreguidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img95.echo.cx/img95/6271/blonde16uq.jpg" border="0" width="400" alt="Loira!" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-111319794713471931?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/111319794713471931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=111319794713471931' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111319794713471931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111319794713471931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/04/loira-do-colgio.html' title='A Loira do Colégio'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-111193694045622978</id><published>2005-03-27T12:21:00.000-03:00</published><updated>2005-03-27T12:22:20.460-03:00</updated><title type='text'>Às Escuras</title><content type='html'>O bilhete que haviam colocado por baixo da porta dizia: “Me encontre na sauna amanhã às 21:00”. Caligrafia tipicamente masculina, nem bonita nem esgarranchada, em tinta preta. Não sabia por quê, mas achava que as pessoas que escreviam à tinta preta eram mais decididas e seguras. Achou graça no bilhete. Certamente algum hóspede havia se enganado de quarto e ficaria esperando eternamente pela “amiga” no dia seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram seus últimos dias naquela cidade, naquele hotel, seu local de trabalho temporário. Estava cansada. Havia quase seis meses fora mandada pelo chefe para supervisionar a implantação de um novo sistema na rede de hotéis para a qual trabalhava. Mas estava feliz, pois seu trabalho ali já estava quase finalizado e poderia voltar para casa e para o trabalho no outro hotel, onde se sentia mais confortável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, outro bilhete: “Hoje você estava muito sexy com o cabelo preso. Pude vislumbrar seu pescoço alvo e macio e desejei percorrer todo seu corpo com meus beijos. Por que não foi à sauna ontem? Estarei a sua espera, sempre no mesmo horário”. Um leve arrepio percorreu seu corpo: os bilhetes eram para ela! Quem será que havia escrito aquilo? Lembrou de alguns rostos que vira durante o dia, mas não conseguiu imaginar nenhum deles escrevendo aquele tipo de bilhete. O dia seguinte seria seu último dia ali e achou que deveria aproveitá-lo bem. Iria à sauna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrou rapidamente e sentiu o vapor quente tocar sua pele. Assim que fechou a porta, sentiu alguém tocar seu braço. Recuou, amedrontada. Por que tudo estava tão escuro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Não tenha medo. Sou eu – sussurrou uma voz masculina.&lt;br /&gt;— Por que está tão escu...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deixou que ela terminasse a frase, agarrando-a pela cintura e procurando sua boca. No começo ela resistiu, mas depois se deixou levar, sentiu seu corpo colado ao daquele desconhecido invisível que estava começando a excitá-la ainda mais. As mãos dele percorriam seu corpo arrepiado enquanto a beijava. Foi conduzindo-a em direção aos bancos e fez com que ela se sentasse. Continuou a beijá-la; lábios e línguas se tocavam avidamente. Ela puxou-o para que sentasse ao seu lado, ele consentiu e ela se pôs a tatear melhor aquele corpo que não podia ver, apenas sentir. Ele beijou seu pescoço e desamarrou a parte de cima de seu biquíni, acariciando seus seios primeiro com as mãos e depois com a boca. Sentiu seus mamilos durinhos com a língua, chupou-os com vontade deliciando-se, enquanto ela gemia abafado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Eu quero te chupar bem gostoso... – disse ela, acariciando o membro já duro do desconhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela então tirou sua sunga e ficou de joelhos para chupá-lo. Lambia a pontinha em movimentos circulares e massageava suas bolas com uma das mãos. Depois começou a passar a língua da ponta até a base, de leve, devagar, deliciosamente, colocando-o todo em sua boca logo em seguida e fazendo movimentos de entra-e-sai cada vez mais intensos. Quando ela sentiu que ele ia gozar, esfregou-o em seus seios e pôde senti-lo quente e pulsante; queria sentir sua seiva quente escorrendo por seu corpo, o que aconteceu alguns segundos depois. Ele fez com que ela se sentasse novamente e começou a beijá-la, beijar seu corpo, mordiscar seus ombros, mamilos e barriga. Fez com que ela se deitasse, abriu suas pernas, beijando o interior de suas coxas, sentindo-a estremecer de prazer. Afastou seu biquíni, sentindo seu sexo molhado e massageando seu grelinho túrgido e quente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Me chupa... me chupa agora... – gemeu ela. Ao que ele obedeceu, arrancando seu biquíni e passando a língua por sua fenda úmida e por seu grelinho pulsante, cada vez mais inchado. Penetrava-a de leve com a língua e lambia-a com vontade. Ela sentia aquela língua quente e voraz percorrendo toda sua xaninha e seu cuzinho e se contraía, soltando gemidos de prazer. Não demorou muito para que o orgasmo viesse, intenso, entorpecente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentiu-o se afastar, chegou a pensar que as coisas acabariam ali, mas não, ele estava colocando a camisinha e provavelmente a faria gozar outra vez. Ela se levantou e puxou-o para si. Seu corpo era quente e musculoso, envolveu-o num abraço, sentindo seu sexo novamente rijo roçar no seu. Beijavam-se, enquanto ele percorria seu corpo com as mãos e ela fazia o mesmo. Colocou-a contra a parede, erguendo uma de suas pernas e penetrando-a de uma vez, fazendo com que ela gemesse e se agarrasse a ele com mais força. Ambos emitiam gemidos abafados, até que, sentindo o gozo iminente dela, ele gozou e, depois de alguns minutos, o mesmo aconteceu com ela. Afastaram-se, exaustos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— É melhor eu ir agora, antes que apareça alguém.&lt;br /&gt;— Foi ótimo, obrigado por vir.&lt;br /&gt;— Para mim também foi muito bom... – disse, saindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Às Escuras" src="http://img221.exs.cx/img221/1057/robe8zy.jpg" width="400" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sala ao lado, com o robe na mão, surpreendeu-se ao perceber que ele a observava através de uma fresta na porta. Ficaram parados, absortos naqueles instantes; em vão, ela tentou delinear o rosto do desconhecido que lhe dera tanto prazer, enquanto ele a fotografou em sua memória: não queria esquecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Escrito por &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Sumire&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-111193694045622978?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/111193694045622978/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=111193694045622978' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111193694045622978'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111193694045622978'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/03/s-escuras.html' title='Às Escuras'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-111179352788640348</id><published>2005-03-25T20:32:00.000-03:00</published><updated>2005-03-25T20:32:07.890-03:00</updated><title type='text'>Enquete: Idade na Primeira Vez</title><content type='html'>Esta enquete obteve 280 votos, 219 masculinos, 61 femininos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26 votantes ainda eram virgens, 18 homens (8,2% deles) e 8 mulheres (13,1% delas). Estes votos não foram considerados nas estatísticas abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Idade da primeira transa" src="http://img52.exs.cx/img52/7144/idade4oy.jpg" width="520" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Total dos que não são mais virgens em cada faixa etária" src="http://img52.exs.cx/img52/7767/idade028il.jpg" width="520" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Os gráficos falam por si só. Por favor, comentem!!! E votem na próxima estatística!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-111179352788640348?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/111179352788640348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=111179352788640348' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111179352788640348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111179352788640348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/03/enquete-idade-na-primeira-vez.html' title='Enquete: Idade na Primeira Vez'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-111146153057595256</id><published>2005-03-22T00:28:00.000-03:00</published><updated>2005-03-22T00:53:47.546-03:00</updated><title type='text'>DE VERÃO</title><content type='html'>&lt;img alt="Starry Night - Van Gogh" src="http://img166.exs.cx/img166/3107/starry9np.jpg" width="480" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noite já não era nenhuma criança. Uma jovem, iluminada pelo desejo, guiada pela intensidade fugaz de uma estrela cadente. Esta era a noite de Nara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verão. Lua cheia. O vento morno trazia sutil maresia. A repetição constante das ondas quebrando emprestavam-lhe o ritmo natural, o compasso lento e pausado. O coração acelerado, bombardeado pela adrenalina do momento, cedeu. Queria paz, a sensação de extinção que só um forte orgasmo proporcionaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consentiu. Tirou a parte de cima do biquíni. Deitada na canga estendida na areia, ofertava seus seios túrgidos, seus mamilos eretos. Agora totalmente nua. Antes de guiar sua mão até seu sexo, sentiu a liberdade de ser lambida intimamente pelo vento voluptuoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não era mais a mão, e sim seus lábios, sua língua. Junto com uma onda quebrando, o primeiro gozo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De joelhos, apoiada nos braços. Olhando o mar, recebeu a brisa lenta e constante em seu rosto e seu homem abrupto, frenético e acelerado dentro de si. Uivou para a lua. Gemeu para seu homem. Sentiu seu jato e seu calor fugaz em sua mais recôndita intimidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Extinção. Apenas a brisa, a areia e o lento ritmo das ondas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-111146153057595256?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/111146153057595256/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=111146153057595256' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111146153057595256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111146153057595256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/03/de-vero.html' title='DE VERÃO'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-111024247429982657</id><published>2005-03-07T21:40:00.000-03:00</published><updated>2005-03-07T21:42:27.603-03:00</updated><title type='text'>Na Real</title><content type='html'>&lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;Para João Carlos&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Quando paramos no semáforo vermelho, percebi seu olhar em minhas coxas, sob o vestido distraidamente erguido mais do que deveria. Achei graça e me mexi no banco do passageiro de modo que minhas pernas ficassem um pouco mais à mostra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havíamos nos conhecido em um chat uns três meses antes e, desde então, conversávamos quase todos os dias pela Internet. Eu o chamava de Johnny e, para ele, eu era “Naomi”, singela homenagem à doce e vulgar personagem de Tanizaki. Tínhamos nos falado algumas vezes por telefone também, nos excitávamos com palavras safadas e cheguei a gozar algumas vezes. Beirava o ridículo, mas me excitava saber que do outro lado da linha tinha alguém morrendo de tesão por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu queria realizar tudo que falamos e fantasiamos com você, topa?” havia sido a proposta dele, por e-mail, o que me deu tempo para pensar no assunto antes de responder. Pensei um pouco e... por que não? Topei. Combinamos então o dia e a hora e ele ficou de me pegar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebendo o interesse dele, no carro, comecei a acariciá-lo, ao que ele me olhou com um olhar incrivelmente lascivo. Acariciei-o por cima da calça e senti seu desejo crescente em minha mão; era excitante demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Pára aqui.&lt;br /&gt;— Não posso parar aqui.&lt;br /&gt;— Tem certeza? – falei, tirando a mão do corpo dele e voltando a me endireitar no banco.&lt;br /&gt;Ele parou e, depois de tirar os cintos de segurança, recomecei a acariciá-lo por cima da calça e, não me contendo, abri seu zíper e, enfiando a mão dentro de sua cueca, tirei o objeto de meu desejo para fora; continuei acariciando-o com a mão e, depois, aproximei minha boca dele e comecei a lamber seu pau já duro e latejante, chupei-o com voracidade. Ele disse algo baixinho e gemido sobre os outros carros que passavam e as pessoas provavelmente estarem vendo, só comentei que deviam estar com inveja e continuei a chupá-lo até que ele gozasse. Ele se limpou, eu me ajeitei, olhando no espelho e seguimos direto para o motel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img45.exs.cx/img45/4964/nomotel6jj.jpg" border="0" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se por engano ou se ele havia programado, mas, quando entramos no quarto, havia uma cesta toda enfeitada, com duas garrafas de champanhe, flores e um cartão de felicitações aos noivos, ao que dei graças a Deus por aquela não estar sendo minha noite de núpcias. Já na cama, bebemos, assistimos a algumas cenas de filmes pornôs disponíveis e começamos a nos beijar calorosamente. Ele subiu suas mãos por entre as minhas pernas e arrancou minha calcinha sem tirar o meu vestido, me acariciando com seus dedos ágeis e precisos. Tiramos toda a roupa, perscrutando nossos corpos com mãos e bocas, sedentos de luxúria.&lt;br /&gt;— Espera, vou buscar uma coisa – disse, indo até sua maleta. Observei-o colocar a camisinha e voltar para cama com um par de algemas e uma venda (numa das vezes em que gozei ao telefone, ele havia me prendido com algemas na grade da cama e achou que seria interessante levar as tais algemas para o nosso encontro, pois fazia questão que eu gozasse pessoalmente também); de olhos vendados e mãos presas à grade da cama, senti quando ele derramou champanhe sobre o meu corpo e começou a me lamber, enquanto se esfregava na minha entradinha, o que me deixava com mais tesão ainda. Eu gemia e me contorcia, pedia para que ele me penetrasse, mas o quanto mais eu pedia, mais ele se demorava com as lambidas e mordidas. Até que derramou champanhe na minha xaninha e começou a me fazer um oral maravilhoso, o melhor que já recebi em toda minha vida – ele era realmente bom no que fazia! E finalmente me penetrou, primeiro devagar, depois aumentou a intensidade. Eu queria tocá-lo com as mãos e ver a excitação provocada pelo meu corpo estampada em seu rosto, mas não podia, o que me deixava mais acesa e, sendo assim, não demorei a gozar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Quer que eu te solte? – sussurrou ele, aproveitando para mordiscar meu lóbulo.&lt;br /&gt;— Não, quero ficar assim até amanhã de manhã – respondi, brincando.&lt;br /&gt;E ele aproveitou a deixa para me acariciar demoradamente, uma vez que eu não podia impedi-lo de nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um tempo, ele me soltou; fui ao banheiro e, na volta, fui direto para sua maleta. Queria o consolo de que ele havia me falado. Numa das conversas eu confessara que morria de vontade de penetrar um homem e ele disse que, por mim, faria o sacrifício – essa submissão às minhas vontades também me excitava nele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz com que ele ficasse de bruços e algemei suas mãos para trás. Beijei suas costas, seu corpo, acariciei seu cuzinho medroso com os dedos e depois passei o consolo, de leve, sobre ele. Despejei bastante KY no consolo e em seu cuzinho e depois penetrei-o, sentindo todo seu corpo se contrair. A cena do consolo entrando nele me dava muito tesão e quis que ele fizesse o mesmo comigo, mas achei que aquela não era a hora certa (isso acabou acontecendo uma outra vez, num outro encontro). Pouco tempo depois, ele pediu para que eu parasse, então eu parei, afinal, não sou tão sádica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugeri irmos para a banheira, ao que ele assentiu com um sorriso, indo pegar a garrafa de champanhe e as taças. Dentro da banheira nos acariciamos e fiz com que ele se sentasse na beira, para que eu lhe fizesse um oral, agora com menos pressa e preocupação. Lambi a pontinha e depois desci para a base, chupei seu saco e voltei para o mastro, duro, colocando-o na boca. Quando ele avisou que ia gozar, mirei em meus seios e ele espalhou seu líquido em mim e, apesar de não achar muita graça, fiz uma breve espanhola, por saber que ele adorava a cena. Peguei a camisinha ao lado da garrafa e, com a boca, coloquei-a nele: queria ser possuída novamente. Ele então me puxou para o seu colo e, enquanto nos encaixávamos, ele beijava minha nuca e minhas costas, enquanto minha boca, ávida, não deixava de buscar a dele. Dessa vez, gozamos quase ao mesmo tempo. Deliciosamente bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomamos uma ducha juntos, trocamos as últimas carícias e ele me deixou em casa. Tivemos alguns outros encontros e pretendemos nos encontrar mais vezes, mas, por enquanto, nenhum superou a intensidade deste. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Escrito por &lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Sumire&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-111024247429982657?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/111024247429982657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=111024247429982657' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111024247429982657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/111024247429982657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/03/na-real.html' title='Na Real'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110973201040865542</id><published>2005-03-01T23:52:00.000-03:00</published><updated>2005-03-03T02:19:36.730-03:00</updated><title type='text'>Sayuri, Anne e Eu</title><content type='html'>De alguns anos para cá, meu fascínio pelas orientais só aumentou. A Márcia (ou Sayuri, como prefiro chamá-la) é a minha terceira namorada de olhinhos puxados. A Yassuko, nissei, acabou indo morar no Japão e a Milena (Satiko), apesar de quente e desinibida na cama, ficava muito incomodada com as minhas fantasias. Depois de um tempinho, acabei conhecendo a Sayuri, que talvez tenha até a cabeçamais aberta e inquieta que a minha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num sábado à noite, fomos a um barzinho beber um pouco, ouvir bom rock e dançar. Notamos que uma linda morena não parava de olhar. Quando finalmente conseguimos uma mesa, ela, muito simpática, disse que estava sozinha e perguntou se poderia sentar com a gente. Concordamos. Muito desinibida, Anne (este era seu nome) começou a falar:&lt;br /&gt;— Vocês formam um lindo casal! Estão juntos há muito tempo?&lt;br /&gt;Como Sayuri se mostrava pouco à vontade com a presença daquela estranha em nossa mesa, respondi, sorrindo:&lt;br /&gt;— Obrigado... nos conhecemos há quase um ano – e puxei a Sayuri mais para perto de mim, para demonstrar que eu realmente gostava dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedimos uma bebida e começamos a conversar sobre os mais variados assuntos e, aos poucos, Sayuri foi se soltando. Anne, além de linda, era uma mulher muito interessante. Sayuri estava encantada com ela e eu também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Vamos dançar, gente! – propôs Anne.&lt;br /&gt;Sayuri, já um pouco alterada, sorriu para mim, me convidando com o olhar. Falei que dali a pouco iria para a pista também, era só terminar a bebida do copo. Da mesa onde eu estava, pude ver as duas dançando, às vezes Anne tocava ou esbarrava no braço da Sayuri e esta lhe sorria. Será que Anne só queria companhia para beber e se divertir um pouco mesmo? Ou queria algo mais? Como uma garota daquelas podia estar sozinha ali?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me distraí em pensamentos vagos, bebendo e fumando e, quando me dei conta, as duas já não estavam mais na pista. “Devem ter ido ao banheiro. Como elas gostam de ir ao banheiro em dupla!!”. Não sei por que lembrei de um comentário que Sayuri fizera há algumas semanas, que gostaria de saber como era o toque de uma mulher e – mente imaginativa – me pus a imaginar o que estariam fazendo no banheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mal sabia eu que aquela ida ao banheiro, mais do que trocar carícias seria para se conhecerem tanto quanto fosse possível duas pessoas trocarem confidências e opiniões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você é muito bonita, Sayuri. Garotas orientais são muito belas para o meu&lt;br /&gt;gosto... – disse, sorrindo. – Eu começo a entender porque muitos homens também são atraídos por vocês.&lt;br /&gt;- Também? – perguntou, com aquele olhar malicioso e ao mesmo tempo com um quê de inocência.&lt;br /&gt;- Também. Oras! Você não admite que uma mulher tenha atração por outra mulher?&lt;br /&gt;- Claro que admito... – disse Sayuri, com um sorriso extremamente envergonhado. –Porém, eu não vou mentir para você que eu tenho vontade, mas tenho vergonha. Tô uase desaparecendo aqui de tanta vergonha – disse, sorrindo, timidamente.&lt;br /&gt;- Ai Sayuri! Não comigo, tá? Não há necessidade de ficar envergonhada comigo! Eu já vivi coisas suficientes para encarar tudo com a maior naturalidade... E inclusive gostar e sentir desejo por tudo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olharam-se com admiração mútua. Anne sentia desejo por aquela bela oriental e, como disse, Sayuri desejava sentir o toque de uma mulher. Anne sabia como manejar a situação e, com um quê de malícia, disse:&lt;br /&gt;- Deixa eu retocar o teu batom?&lt;br /&gt;- Deixo.&lt;br /&gt;Ela se aproximou do rosto de Sayuri e essa proximidade, depois de uma pequena observação e da constatação de que não havia ninguém por perto, suscitou um pequeno beijo, em que apenas os lábios se tocaram. Uma ameaça de barulho fez com que se separassem e Anne pediu para que Sayuri mesma passasse o batom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vamos voltar que o seu namorado deve estar esperando.&lt;br /&gt;Ela apenas sorriu, pouco antes de saírem do banheiro e voltarem para nossa mesa.&lt;br /&gt;- Nossa! Vocês demoraram! – observei, quando elas chegaram.&lt;br /&gt;- Ah! – disse Anne – Você não quer uma menina bonita? Pra ficar bonita leva tempo.&lt;br /&gt;Sayuri, que havia vencido da timidez, sorriu.&lt;br /&gt;- Queridos! Eu sei que nos conhecemos agora, mas me afeiçoei muito a vocês. Não gostariam de tomar um drink no meu apartamento?&lt;br /&gt;Sayuri me olhou, com um misto de pergunta e, ao mesmo tempo, de pedido para irmos. Anne, por sua vez, tomava sua vodka com gelo e olhava para nós, esperando a resposta. Eu, por minha vez, estava com a garganta seca, prevendo mil coisas.&lt;br /&gt;- Vamos, sim! – disse.&lt;br /&gt;- Que bom! – exclamou Sayuri.&lt;br /&gt;- Bom mesmo! Podemos ficar mais à vontade. Olha, meu apartamento fica na Nhambiquaras, perto da Av. Moema. Se vocês se perderem, me esperem na esquina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anne foi muito cuidadosa em nos conduzir. Dentro de nosso carro, Sayuri ficou totalmente silenciosa, como que incomodada ou mesmo excitada com a situação.&lt;br /&gt;Silenciava porque era discreta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha excitação estava fora de controle. Será que havia acontecido alguma coisa no banheiro que eu não sabia? Só sei que chegamos ao apartamento de Anne, que comunicou ao porteiro que nosso carro ficaria na 2ª. vaga que tinham no estacionamento do prédio. Subimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apartamento era bem organizado, com quadros na parede, fotos por todo o canto, flores, um lugar superconfortável e agradável. Havia também uma pequena adega com algumas bebidas e, como que sabendo o que iria acontecer, um vinho gelado, frisante, bem apropriado para o calor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novamente começamos a beber, petiscar, conversar. Mas tanto Sayuri&lt;br /&gt;quanto Ana já haviam bebido e, não sei por quê, comecei a senti-las um pouco mais altas, mesmo com um vinho suave e gostoso como o frisante.&lt;br /&gt;Eu estava muito excitado com a situação e não conseguia controlar meus instintos, mas também não tomaria iniciativa nenhuma, porque não sabia o que havia rolado entre elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num determinado momento Anne disse o seguinte para Sayuri:&lt;br /&gt;- Lembra no banheiro, quando eu disse que queria passar batom em você?&lt;br /&gt;- Lembro! – disse Sayuri, rindo – Por quê?&lt;br /&gt;- Porque agora quero tirar seu batom. Posso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sayuri corou, mas também não disse não, ao contrário. Anne se aproximou dela e começou a beijá-la. Beijavam-se com intensidade e eu sentia a mão de Anne percorrer o corpo da minha linda oriental! Se Sayuri realmente queria sentir um toque feminino, havia conseguido. Eu não me continha de tanto tesão: meu pau ficou duro quase que imediatamente e entre elas a temperatura também aumentava. Beijavam-se com força, com intensidade e Anne começou a beijar o pescoço de Sayuri, que gemia baixinho mas&lt;br /&gt;com uma real demonstração de tesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até quando conseguiria não fazer nada? Nem um segundo sequer. Abri o zíper da calça, tirei meu pau da cueca e comecei a me masturbar. Queria&lt;br /&gt;compartilhar aquele momento delas mas, ao mesmo tempo, ver aquela cena era um delírio para mim. O que fazer, afinal? Nada. Deixar rolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas estavam se esbaldando até que prestaram atenção em mim. Viram meu pau latejante, solto para fora da calça. Não hesitaram: chegaram até mim e arrancaram minha roupa da forma possível, quase estourando os botões da camisa, arrancando a calça, quase rasgando a cueca. Sayuri agora estava totalmente solta e pegou meu pau, colocando-o na boca. Anne&lt;br /&gt;chegou perto e começou a lamber meu saco, passar a língua na extensão dele, enquanto Sayuri se deleitava com a cabeça. Depois inverteram, com Anne colocando o pau quase todo em sua boca enquanto Sayuri me beijava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img128.exs.cx/img128/555/hentai2va.jpg" width="420" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Venham! Tem uma cama de casal aqui - convidou Anne.&lt;br /&gt;Nos jogamos na cama e Anne tomou as rédeas da história. Pediu para que eu ficasse ao lado, com o pau acessível para Sayuri. Ao mesmo tempo, pediu à minha (agora nossa) querida oriental para que ficasse de pernas abertas para que pudesse explorar totalmente aquela xoxota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posição tomada, a cada chupada que dava no meu pau, recebia linguadas de Anne na xoxota e gemia como endoidecida, totalmente envolvida com o prazer que nossa nova namorada dava a ela. Eu me sentia no paraíso, podendo, de uma forma ou outra, ver e sentir toda a “ação”. Os minutos que se sucederam poderiam até ser eternos, mas não eram. De repente, senti o corpo de Sayuri estremecer e, acidentalmente, ela morder meu&lt;br /&gt;pau enquanto gozava. A dor que eu sentia não era nada, comparado ao prazer que era compartilhar o primeiro orgasmo de Sayuri com uma mulher. Ainda resfolegando, ela me pediu:&lt;br /&gt;- Come essa menina gostosa! Enfia o pau nela!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anne se deitou e eu introduzi meu pau devagar mas todo dentro daquela&lt;br /&gt;maravilhosa mulher. Sayuri se aconchegou próximo a ela e começaram a trocar beijos e gemidos enquanto Anne era profundamente penetrada por mim, que socava o pau dentro dela, tratando-a como a fêmea que era.&lt;br /&gt;Foi um milagre que eu não gozasse rápido, mas Anne parecia controlar o que eu fazia, me chamando, fazendo com que eu falasse, batesse, repousasse meu pau dentro dela, prolongando meu prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ai, Sayuri! Queria tanto que você me comesse também!&lt;br /&gt;- Eu te comer? Como?&lt;br /&gt;- Vem aqui! - chamou. – Querido, espera um pouco que vamos preparar uma surpresinha para você.&lt;br /&gt;Saíram as duas. Só consegui ouvir: “Viu?! Tem isso aqui...”, “Nossa! O que é isso?”, “Topa?”, “Hahaha! Nunca usei”, “Que tal aprender agora?” , “Tá bem, eu topo”, “Isso, assim, isso” , “Nossa, que estranho” , “Hahaha, será que ele vai gostar?”. Elas falavam baixinho e eu ficava pensando o que elas estavam tramando. Só sei que Sayuri voltou com um robe de seda azul bem largo e Anne agora pedia para que eu me virasse de costas.&lt;br /&gt;- Isso querida, abre o robe mas não tira. Pronto para a surpresa querido?&lt;br /&gt;- Sim, estou. O que vocês estão tramando?&lt;br /&gt;- Vire-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando me virei quase tive um ataque cardíaco. Sayuri, entre risadas , com um consolo de cinta. Por um momento, não entendi o que elas queriam com isso. Deve ter ficado tão estampado na minha cara que Anne me tranqüilizou:&lt;br /&gt;- Quero uma dupla penetração!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa! Eu fiquei tão excitado que não precisei de mais estímulo. Anne disse que minha oriental a penetraria na xoxota e que eu penetraria o rabinho maravilhoso dela, aquela morena cheia de tesão. Sayuri deitou na cama e aos poucos eu vi o pênis de borracha sumir dentro da xoxota da Anne. Ela dava instruções para que Sayuri se movesse devagar porque meu&lt;br /&gt;pau estaria dentro de seu rabinho.&lt;br /&gt;- Vem! Vem para dentro do meu rabinho! Vem bem devagar...&lt;br /&gt;Fui penetrando bem devagar. Anne e Sayuri se beijavam e os gemidos da morena se misturavam com os da oriental e meu pau sumia devagar. Terminei a penetração, sentindo o pau de silicone de Sayuri dentro de Anne. Comecei a mexer devagar e Anne beijava a minha maravilhosa e desinibida menina de uma forma totalmente maluca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sayuri dizia que gostaria de receber o mesmo que Anne estava recebendo e isso fazia com que ela intensificasse seus movimentos circulares de quadris, ao mesmo tempo que beijava Sayuri, recebia mordidas leves nos lábios, deixava gemidos se espalharem no ar, gritos invadirem a noite.&lt;br /&gt;E o quanto eu agüentaria? Pela primeira vez agradeci estar usando uma camisinha e a redução ínfima de intensidade me ajudava a prolongar o meu prazer. Anne, ao contrário , gritava e gemia para quem quisesse ouvir:&lt;br /&gt;- Ai, meus queridos! Estou totalmente maluca! Não vou agüentar tudo isso! Me fodam! Me fodam! Ai, Sayuri, mexe esse consolo dentro de mim! Vem... Ai! Tá esfregando no meu grelo! Vocês vão me fazer gozar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas palavras eram como uma senha maravilhosa de tanto prazer! Quanto tesão! Quanto desejo! O quanto mais eu agüentaria? Quase nada, menos ainda, menos ainda, quase nada, agora...&lt;br /&gt;- Vou gozar logo, gostosas! – gritei.&lt;br /&gt;- Goza no nosso rosto lindo. Vamos! Tira do meu rabo e vem aqui...&lt;br /&gt;Eu tirei, Anne se afastou de Sayuri e deitou lado a lado com ela, trocando&lt;br /&gt;beijos e carícias. Eu aproximei meu pau delas e de repente ele soltou seu&lt;br /&gt;líquido, com tanta intensidade que molhou o rosto delas, os seios, o corpo de ambas, que continuaram a se beijar e depois, em um 69 intenso e simplesmente maravilhoso, com línguas e dedos, palavras de tesão, desejo e carinho, explodiram em orgasmos maravilhosos, coroados com mais beijos. Ficaram as duas abraçadinhas, trocando carícias e tudo mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só sei que fomos tomar banho, rolou muita sacanagem no banho, voltamos mais para a cama e mais e mais, até que o sol refulgiu pelas janelas e, quase esgotados, fomos dormir até o outro dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quiserem, poderemos contar mais de nossa maravilhosa noite, a primeira de muitas, se depender da nossa vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;em&gt; &lt;a href="http://diariosdedesejo.blogspot.com/"&gt;Ana&lt;/a&gt;, Sumire e Pinkerton&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110973201040865542?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110973201040865542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110973201040865542' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110973201040865542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110973201040865542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/03/sayuri-anne-e-eu.html' title='Sayuri, Anne e Eu'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110944315014451425</id><published>2005-02-26T15:35:00.000-03:00</published><updated>2005-02-26T15:39:32.720-03:00</updated><title type='text'>MSN Sex</title><content type='html'>&lt;img src="http://img126.exs.cx/img126/9233/msnsex8tv.jpg" border="0" width="420" alt="MSN Sex" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Luisa:      está excitado?&lt;br /&gt;   Richard: um pouco... essas lembranças sempre excitam... rs... e vc?&lt;br /&gt;   Luisa:     também...&lt;br /&gt;   Richard: (K)&lt;br /&gt;   Richard: tá se tocando?&lt;br /&gt;   Luisa:     ai....sim...&lt;br /&gt;   Richard: hum.... tá peladinha?&lt;br /&gt;   Luisa:     só sem calcinha...&lt;br /&gt;   Richard: ai ai.... provoca mais, provoca... rs&lt;br /&gt;   Luisa:     meu dedo deslizando na minha xoxotinha depilada...&lt;br /&gt;   Richard: bem quente e molhadinha....&lt;br /&gt;   Luisa:     molhadíssima...&lt;br /&gt;   Richard: escorrendo, melando o cuzinho... e a cadeira...&lt;br /&gt;   Luisa:     ai...me chupa&lt;br /&gt;   Richard: hum.... deixa eu me ajoelhar na sua frente... beijo suas coxas... no lado de dentro... vou subindo, lambendo, até quase chegar na sua bucetinha...&lt;br /&gt;   Richard: dou umas lambidas em volta dela....&lt;br /&gt;   Luisa:     ai..que delicia...&lt;br /&gt;   Richard: depois, uma lambida forte, lenta, quente, desde quase o cuzinho até seu clitóris&lt;br /&gt;   Luisa:     aaaaaai...&lt;br /&gt;   Richard: fico passando a ponta da língua na entradinha....&lt;br /&gt;   Richard: depois, no clitóris....&lt;br /&gt;   Richard: aperto ele entre meus lábios....&lt;br /&gt;   Luisa:     ai! tesudo!&lt;br /&gt;   Richard: volto a lamber a entradinha...&lt;br /&gt;   Luisa:     ai amor...&lt;br /&gt;   Richard: coloco um dedo nela, pra massagear por dentro...&lt;br /&gt;   Richard: coloco o segundo dedo...&lt;br /&gt;   Richard: enquanto passo a lingua no seu grelinho...&lt;br /&gt;   Luisa:     ai... gostoso! me fode!&lt;br /&gt;   Richard: enquanto fodo sua bucetinha com os dedos, passo a língua no seu cuzinho...&lt;br /&gt;   Luisa:     ai meu tesão!&lt;br /&gt;   Richard: depois, eu troco... volto a chupar sua bucetinha, enquanto acaricio seu cuzinho com meu dedo melado....&lt;br /&gt;   Luisa:     devagar...&lt;br /&gt;   Richard: devagar sim... só por cima.... enquanto minha língua quente acaricia sua entradinha e seu clitóris&lt;br /&gt;   Luisa:     ai..que tesão..&lt;br /&gt;   Richard:  agora eu me levanto... de pé ao seu lado, esfrego meu pau bem duro no seu rosto...&lt;br /&gt;   Luisa:     delicia...passo a lingua nele...&lt;br /&gt;   Luisa:     fode minha boca com ele, fode!&lt;br /&gt;   Luisa:     enfia tudo!&lt;br /&gt;   Luisa:     deixa eu engolir teu pau...&lt;br /&gt;   Luisa:     me masturbo enquanto te chupo...&lt;br /&gt;   Richard: (tirei meu calção e a cueca)&lt;br /&gt;   Richard: enfio meu pau todo na sua boca&lt;br /&gt;   Luisa:     isso... eu quero!&lt;br /&gt;   Richard: enfio ele bem fundo... as bolas batem no seu queixo...&lt;br /&gt;   Luisa:     huuum..sinto teu pau na minha garganta...&lt;br /&gt;   Richard: delícia... agora me chupa... bem forte... bem gulosa...&lt;br /&gt;   Luisa:     isso...&lt;br /&gt;   Luisa:     me fode na boca seu puto&lt;br /&gt;   Richard: enquanto me chupa, acaricio sua nuca... seu rosto... seus seios... seus biquinhos....&lt;br /&gt;   Luisa:     vem seu puto!&lt;br /&gt;   Richard: e meto meu pau na sua boca, como se fosse uma bucetinha...&lt;br /&gt;   Luisa:     ai meu tesão.. me fode&lt;br /&gt;   Richard: agora vc se ajoelha na cadeira, apoiada no encosto, a bundinha empinadinha...&lt;br /&gt;   Luisa:     fode! fode!&lt;br /&gt;   Richard: esfrego meu pau na entradinha... no clitóris... mas sem penetrar....&lt;br /&gt;   Luisa:     não me tortura...&lt;br /&gt;   Richard: deixo ele bem meladinho....&lt;br /&gt;   Richard: encaixo a cabecinha....&lt;br /&gt;   Luisa:     ai....delicia...&lt;br /&gt;   Richard: fico metendo só a pontinha....&lt;br /&gt;   Luisa:     me fode!!!&lt;br /&gt;   Luisa:     mete esse pau nessa xoxota&lt;br /&gt;   Richard: te provocando....&lt;br /&gt;   Richard: só a pontinha....&lt;br /&gt;   Luisa:     não! tudo! vem com essa pica!&lt;br /&gt;   Richard: e, quando menos esperar, enfio tudo de uma vez, até o fundo....&lt;br /&gt;   Luisa:     aaaaai..isoooooooooo!&lt;br /&gt;   Richard: aí te seguro firme pelo quadril... e vou metendo cada vez mais forte, mais rápido....&lt;br /&gt;   Luisa:     fode sua cadela...&lt;br /&gt;   Richard: meto bem fundo, ritmado, enquanto acaricio seus peitos por trás....&lt;br /&gt;   Luisa:     meu gostoso! me fode!&lt;br /&gt;   Luisa:     quero que vc goze na minha boca&lt;br /&gt;   Richard: meto forte, rápido, selvagem.... enquanto acaricio, beijo, mordisco a sua nuca....&lt;br /&gt;   Luisa:     isso seu puto..fode tua cadelinha...&lt;br /&gt;   Luisa:     vou gozar no teu pau seu puto...&lt;br /&gt;   Richard: sente meu pau rasgando sua bucetinha... quero meter muito, até esfolar ela de tanto meter....&lt;br /&gt;   Luisa:     soca! soca...&lt;br /&gt;   Richard: soco bem forte... vem, minha putinha....&lt;br /&gt;   Richard: quero sentir essa bucetinha gulosa gozando no meu pau...&lt;br /&gt;   Luisa:     vou gozar..me xinga...&lt;br /&gt;   Richard: goza, sua puta.... goza no pau do seu macho....&lt;br /&gt;   Luisa:     quero tua porra...&lt;br /&gt;   Richard: vadia....quero sentir essa bucetinha gulosa gozando e apertando no meu pau&lt;br /&gt;   Luisa:     ai ai ai...&lt;br /&gt;   Luisa:     come meu cu&lt;br /&gt;   Richard: goza no meu pau, goza... safada... depois dou o leitinho na sua boca&lt;br /&gt;   Richard: quer dar o cuzinho, é? putinha safada....&lt;br /&gt;   Luisa:     passa um creminho..me fode o cu.. de frangueinho assado prá eu tocar meu grelinho..&lt;br /&gt;   Richard: fica de franguinho... passo KY... encosto a cabecinha melada no seu cuzinho....&lt;br /&gt;   Luisa:     devagar....&lt;br /&gt;   Richard: pressiono de leve....&lt;br /&gt;   Richard: até sentir que ele tá dilatando e engolindo....&lt;br /&gt;   Luisa:     devagar...&lt;br /&gt;   Richard: bem devagar... sem forçar nada...&lt;br /&gt;   Luisa:     sinto ele dentro do meu cuzinho...&lt;br /&gt;   Richard: à medida q seu cuzinho relaxa, meu pau vai entrando....&lt;br /&gt;   Luisa:     ai...isso...mexe...um pouco...&lt;br /&gt;   Richard: mexo bem pouquinho... devagarzinho... só pra ele se ajeitar....&lt;br /&gt;   Luisa:     pô! eu vou gozar...&lt;br /&gt;   Richard: até sentir que ele está todo dentro....&lt;br /&gt;   Richard: aí espero mais um pouquinho.... pro seu cuzinho se acostumar....&lt;br /&gt;   Luisa:     ai..vem Richard ...vem...&lt;br /&gt;   Luisa:     to quase gozando..de tanto tesão&lt;br /&gt;   Richard: aí começo a meter....devagar....&lt;br /&gt;   Richard: quando sinto que está agüentando bem, acelero....&lt;br /&gt;   Luisa:     ai Richard!&lt;br /&gt;   Richard: vou metendo mais forte... mais rápido....&lt;br /&gt;   Luisa:     ai..vou gozar...&lt;br /&gt;    Richard:enquanto como o seu cuzinho gostoso, acaricio seu clitóris....&lt;br /&gt;   Luisa:     ai..vou gozar..agora....&lt;br /&gt;   Richard: goza... goza, minha putinha....&lt;br /&gt;   Richard: vem....&lt;br /&gt;   Luisa:     ai Richard: ....&lt;br /&gt;   Richard: goza, minha tesuda...&lt;br /&gt;   Luisa:     acabei de gozar...&lt;br /&gt;   Richard: tesuda... eu estou quase... quer que goze no seu cuzinho ou no seu rosto?&lt;br /&gt;   Luisa:     onde vc gosta mais?&lt;br /&gt;   Richard: pra mim, tanto faz.... adoro gozar no cuzinho e na boquinha...&lt;br /&gt;   Luisa:     goza no meu rosto, na minha boca...&lt;br /&gt;   Luisa:     vem ..quero teu leitinho...&lt;br /&gt;   Richard: tiro meu pau do seu cuzinho... vc na minha frente....&lt;br /&gt;   Luisa:     eu pego seu pau...lambo..&lt;br /&gt;   Richard: começa a me punhetar... a me chupar....&lt;br /&gt;   Luisa:     bato uma punhetinha...&lt;br /&gt;   Luisa:     na minha boca...&lt;br /&gt;   Richard: uhhh&lt;br /&gt;   Luisa:     isso.sente minha boca quente no teu pau...&lt;br /&gt;   Luisa:     quero tua porra meu puto..&lt;br /&gt;   Richard: delíiiiicia&lt;br /&gt;   Luisa:     meu gostoso...&lt;br /&gt;   Richard: vou gozar&lt;br /&gt;   Luisa:     passo a lingua na cabecinha...&lt;br /&gt;   Luisa:     vem ! me dá tua porra!&lt;br /&gt;   Richard: ai&lt;br /&gt;   Luisa:     goza meu gostoso!&lt;br /&gt;   Luisa:     vem prá tua putinha, vem...&lt;br /&gt;   Richard: hhhhhhhhhhhhhhhmmmmmmmmmmmmm&lt;br /&gt;   Luisa:     vem gostoso! vem!!&lt;br /&gt;   Luisa:     quanta porra no meu rosto!&lt;br /&gt;   Luisa:     isso..lambo teu pau...&lt;br /&gt;   Richard: ai, que tesão.....&lt;br /&gt;   Richard: esporrar na sua boquinha e no seu rosto....&lt;br /&gt;   Luisa:     rs....&lt;br /&gt;   Richard: lambe toda a porra... e depois me dá um beijo na boca...&lt;br /&gt;   Luisa:     huum...claro..me beija...&lt;br /&gt;   Luisa:     ai querido..&lt;br /&gt;   Richard: delícia... adoro sentir o meu gosto na boca que me fez gozar...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110944315014451425?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110944315014451425/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110944315014451425' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110944315014451425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110944315014451425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/02/msn-sex.html' title='MSN Sex'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110938216102119896</id><published>2005-02-25T22:42:00.000-03:00</published><updated>2005-02-25T22:42:41.023-03:00</updated><title type='text'>Enquete: Que tipos de conto você gostaria de ler mais no Oriental Spice?</title><content type='html'>Foram computados 200 votos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De swing / sexo grupal     20,00% (40 votos)&lt;br /&gt;De um homem e uma mulher     19,50% (39 votos)&lt;br /&gt;De duas mulheres e um homem     17,00% (34 votos)&lt;br /&gt;De duas mulheres     15,50% (31 votos)&lt;br /&gt;Tanto faz, desde que tenha muito anal     15,00% (30 votos)&lt;br /&gt;De dois homens e uma mulher     9,50% (19 votos)&lt;br /&gt;Tanto faz, desde que tenha muito oral     3,50% (7 votos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentem o resultado e votem na nova enquete!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110938216102119896?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110938216102119896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110938216102119896' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110938216102119896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110938216102119896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/02/enquete-que-tipos-de-conto-voc.html' title='Enquete: Que tipos de conto você gostaria de ler mais no Oriental Spice?'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110779338996064587</id><published>2005-02-07T14:22:00.000-02:00</published><updated>2005-02-07T14:23:09.960-02:00</updated><title type='text'>Na Casa de Swing</title><content type='html'>&lt;a href="http://img141.exs.cx/img141/2222/pensativa7vg.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="clique na foto para ampliar" src="http://img141.exs.cx/img141/2222/pensativa7vg.th.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela estava com os cotovelos apoiados no peitoril perto da escada e com o rosto apoiado nas mãos. Como ela estava diferente! Tinha perdido o jeito e os gestos bruscos de moleque, havia se tornado uma “mulher”, enfim. Fui até ela e, aproximando-me por trás, beijei seu ombro à mostra, ao que ela se afastou, fingindo indignação:&lt;br /&gt;— Você não muda nunca, né?!&lt;br /&gt;— Como vai minha priminha mais linda e gostosa? Tá se divertindo muito?&lt;br /&gt;— Muito. Demais. Como nunca na vida. – ironizou ela, com um sorriso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era aniversário de uma tia e nossos pais tinham feito questão de que fôssemos para festa, um jantar meio pomposo e chato com todos os parentes. Não tínhamos muita escolha, era o “socialmente aceitável”. Já fazia alguns anos que não via Emiko, que todos chamávamos de “Emi”, e não foi tão surpreendente notar que parecíamos completos estranhos um ao outro, mesmo tendo passado a infância e a adolescência juntos, mesmo tendo perdido a virgindade juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Namorando? – tateei.&lt;br /&gt;— Mais ou menos. Tenho saído com uns caras do trabalho.&lt;br /&gt;— Como assim “uns caras”? Você dá pra todo mundo do seu trabalho??&lt;br /&gt;— Qual o problema? – ela riu.&lt;br /&gt;— Nenhum... só queria saber...&lt;br /&gt;— Na verdade eu saí com um, mas comecei a namorar outro, mas acho que o primeiro era mais legal, então agora eu saio com os dois. E você?&lt;br /&gt;— Só na putaria...&lt;br /&gt;— Putaria tipo o quê? Me conta!&lt;br /&gt;E contei sobre as festinhas em repúblicas, sobre casas de massagem e de swing, shows de sexo explícito ao vivo... e, para minha surpresa, ela me olhava com uma fisionomia cada vez mais interessada a cada narrativa.&lt;br /&gt;— Já foi pra uma casa de swing?&lt;br /&gt;— Não... me leva? – falou, em tom de brincadeira.&lt;br /&gt;— Claro que levo... quer ir agora? – continuei a brincadeira.&lt;br /&gt;— Vamos, vou só pegar a bolsa.&lt;br /&gt;E em minutos ela voltou com a bolsa mesmo.&lt;br /&gt;— Você está falando sério?? – duvidei.&lt;br /&gt;— Seriíssimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inventamos uma ida a um barzinho ali perto e saímos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levei-a para a “Boys &amp; Girls”, que era a melhor casa de swing que eu conhecia na cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fora parecia uma danceteria comum. Na entrada havia uma pequena fila e senti que alguns casais me olhavam da ponta do cabelo até a ponta dos pés... tentei fingir que já era habituée do local. Peguei na mão do Akio.&lt;br /&gt;Dentro era um pouco escuro. Mas aos poucos meus olhos foram se habituando à semi-escuridão. Havia um bar com uma bancada bem comprida e, na frente da bancada, a pista de dança, com fracas luzes piscantes, a banda tocando e alguns dançando. Olhei ao redor, havia uns sofás próximos às paredes, onde casais se amassavam. Quase ao nosso lado, tinha um cara sentado perto da bancada do bar, com uma garota entre suas pernas... ele tinha subido a saia dela e estava tirando sua calcinha enquanto lambia seu pescoço e olhava para mim! Akio contemplava o meu espanto e a minha tentativa de me “aclimatizar” ao ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— O que tem lá em cima? – gritei para o Akio ouvir, apontando uma escada que dava acesso a um corredor escuro.&lt;br /&gt;— Lá tem as salas privadas... é lá que o povo trepa!! – gritou ele no meu ouvido.&lt;br /&gt;Ficamos um tempo no bar, até que, já meio tontos, ele me pegou pela mão e disse que ia me mostrar uma coisa. Eu estava começando a ficar excitada com aquilo tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do lado da pista havia um corredor penumbroso, com pequenas luzes de sinalização no piso, que dava para uma porta semi-aberta, de onde vinham risos, gritos e gemidos. Segurei mais forte a mão do Akio, que assumiu a dianteira e me puxou para dentro da sala, onde reinava a escuridão. Só se ouvia barulhos de beijos, chupadas, gemidos abafados, risinhos.&lt;br /&gt;— A gente sai quando você quiser – cochichou o Akio no meu ouvido.&lt;br /&gt;Com a parca luz que entrava pela porta semi-aberta, consegui delinear alguns corpos se movendo, ritmados, algumas pessoas estavam completamente nuas, outras só de cueca ou calcinha. Acho que só eu e o Akio continuávamos vestidos. Pouco tempo depois, senti a aproximação de uma pessoa, uma mulher, que se ajoelhou aos pés do Akio, abriu seu zíper e começou a chupá-lo. Eu ainda estava tentando assimilar aquilo tudo, quando um cara me agarrou por trás, acariciando meus peitos por cima do vestido, enquanto esfregava seu instrumento em mim. Nisso veio uma mulher, que se agachou aos meus pés e começou a passar a mão nas minhas pernas, nas minhas coxas. Eu já estava molhada, quando ela subiu meu vestido, afastou o elástico da calcinha e começou a me chupar; passava de leve a língua nos pelinhos e depois no meu moranguinho, enquanto o cara continuava a se esfregar em mim, a acariciar meu corpo, a lamber meus mamilos por cima do vestido. Quando abri os olhos um pouco vislumbrei o Akio sendo cavalgado por uma mulher no sofá. Fiquei excitada e lembrei de como ele mandava bem quando transávamos. A mulher baixou a minha calcinha e continuou lambendo a minha xoxotinha molhada e cheia de tesão, depois o cara me penetrou com os dedos enquanto eu batia uma pra ele; nessa hora a mulher trocou de posição e começou a chupar os meus seios e percorria suas mãos pelo meu corpo. Quando estava prestes a gozar, afastei a mão do cara e pedi para que ela me chupasse e me penetrasse. Entre gemidos, gozei... fiz com que o cara gozasse também e senti quando seu jorro quente escorreu pela minha perna, depois dei a entender que não queria mais e o casal se afastou. Agora o Akio estava sendo chupado por duas mulheres, fui até ele e falei que estava saindo dali, ia esperar no bar. Ele assentiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela então caminhou até o bar e sentou-se de modo que suas intimidades não ficassem à mostra, em uma mesa próxima ao bar, afinal, sua calcinha havia se perdido em Sodoma ou em Gomorra e ela nunca mais a encontraria. Agora havia mais pessoas na pista e casais pelos cantos. Pediu uma vodca e ficou esperando Akio. Depois de um tempo, notou que um casal sentado em um dos sofás olhava para ela e cochichava. Ela se sentiu um pouco desprotegida, mas fingiu não notar os olhares cada vez mais constantes.&lt;br /&gt;Akio chegou no momento em que a vodca de Emi acabava. E pediram mais bebida. Até que a mulher que observava Emi, uma loira com seios fartos que Akio achou atraente logo de cara, chegou até eles, se apresentou como Alice e propôs irem para as salas privadas. Eles toparam ir depois de terminarem de beber e convidaram-nos a beber também. O homem, um moreno, tipo latino, se juntou a eles a seguir, apresentando-se como Paulo. E, depois da bebida, subiram as escadas em direção às salas privadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontraram uma sala desocupada, entraram e, à meia luz, começaram a se despir uns aos outros. Paulo beijava o pescoço de Emi, enquanto passava a mão em suas coxas e traseiro, subia seu vestido lentamente, aproveitando para sentir cada centímetro de seu corpo. Alice havia encostado Akio na parede e parecia querer devorá-lo, chupava-o e mordia todo seu corpo.&lt;br /&gt;Depois de nus, foram todos para cama, até Paulo, que parecia ser o mais experiente, propôs que Alice, sua esposa, e Emi transassem enquanto ele e Akio só observariam, afastados. Elas então começaram a se beijar e a se acariciar. Fizeram um meia-nove espetacular, enquanto Paulo e Akio se masturbavam nos cantos do quarto e gozaram com o gozo delas. Emi estava por cima de Alice quando eles quiseram entrar na brincadeira. Emi chupou o membro já ereto de Paulo com vontade; lambia a pontinha e depois engolia-o todo, até que ele gozou em seus seios... mas ela pediu mais, pediu para que a comesse de quatro e ele atendeu seu desejo: depois de colocar a camisinha, agarrou-a por trás, pelo quadril, e ficou passando a ponta de seu pau na xoxota encharcada dela para lubrificá-lo, o que a deixou ainda mais excitada:&lt;br /&gt;— Me come agora!!&lt;br /&gt;E ele penetrou-a de uma vez, alternando estocadas fortes com outras mais suaves, até que ele gozou e, pouco tempo depois, ela também desfaleceu de tanto prazer.&lt;br /&gt;Enquanto isso, Akio fizera com que Alice se sentasse no sofá e chupava-a com voracidade. Depois foram para a cama, onde ela pediu para que ele e Paulo a penetrassem ao mesmo tempo, pedido que foi prontamente atendido. Primeiro Paulo lambeu seu anelzinho, fazendo com que ela relaxasse, e penetrou-a por trás, Akio, do outro lado, penetrou sua xoxota úmida e quente. Enquanto isso, Emi havia se sentado no sofá para assistir à cena e, não agüentando, começou a se tocar, passando o dedinho sobre o moranguinho e depois se penetrando com um e depois dois dedos. Por uns instantes sentiu que estava vendo um filme pornô e gozou assim que eles trocaram de posição e viu Alice, de quatro, engolindo Akio e sendo, ao mesmo tempo, comida por Paulo.&lt;br /&gt;Depois de mais alguns orgasmos grupais, Emi falou que queria ir embora. Akio só entendeu a pressa de Emi no carro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Vamos pro motel... quero dar a noite inteira só pra você, como nos velhos tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a noite se prolongou por várias horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por &lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Sumire&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110779338996064587?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110779338996064587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110779338996064587' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110779338996064587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110779338996064587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/02/na-casa-de-swing.html' title='Na Casa de Swing'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110728217210770873</id><published>2005-02-01T16:22:00.000-02:00</published><updated>2005-02-01T16:22:52.106-02:00</updated><title type='text'>Enquete: Você já participou de menàge ou sexo grupal?</title><content type='html'>De um total de 100 votos, 81 foram de homens e 19, de mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os homens, 50,6% afirmaram que já participaram de menàge ou sexo grupal e 49,6%, que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das mulheres, 31,6% afirmaram que sim, enquanto 68,4%, que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Praticamente metade dos homens já participou de menàge ou sexo grupal, enquanto que, entre as mulheres, esta proporção é de aproximadamente 1/3. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vocês acham disso? Comentem!!!&lt;br /&gt;E votem na nova enquete!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110728217210770873?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110728217210770873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110728217210770873' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110728217210770873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110728217210770873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/02/enquete-voc-j-participou-de-menge-ou.html' title='Enquete: Você já participou de menàge ou sexo grupal?'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110709158291541761</id><published>2005-01-30T11:24:00.000-02:00</published><updated>2005-01-30T11:26:22.916-02:00</updated><title type='text'>A Professora de Literatura</title><content type='html'>— “Um hálito quente me faz voltar à realidade. Mélie me beija na parte interna das coxas. Já observei que sempre que choro isso lhe dá vontade de me acariciar. Ergo-me na cintura para ajudá-la a retirar minha calcinha e abro as pernas. É delicioso. Sua língua pontiaguda brinca com meu desejo, seus dedos me separam. Deixo-me ir e ser transportada pelo prazer. Gemo fracamente. Afasto sua cabeça de meu ventre e beijo-lhe os lábios repletos de meu perfume. Ela pega minha mão e a conduz até seu sexo. Meus dedos se fecham sobre uma pequena moita rechonchuda, voltada para mim, porém Mélie empurra com brutalidade minha mão no momento em que a porta se abre.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fechou o livro sobre o colo e ficou me olhando da cama, através do espelho, para ver qual seria a minha reação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img138.exs.cx/img138/5127/espelho.jpg" width="420" alt="Aluna no Espelho" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive vontade de dizer: “Preciso ir ao banheiro”, mas eu tinha acabado de sair do banho e vir do banheiro. Eu estava mortificada pela timidez e pelo desejo. Nesse momento eu soube que, além de amá-la, eu também a desejava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia alguns meses, ela viera para substituir a professora de literatura francesa que havia saído de licença para ganhar os gêmeos. Eu gostava muito de literatura, mas a professora fazia com que isso fosse uma tortura, pois tínhamos que decorar períodos, datas e nomes para as provas (então literatura na faculdade era a mesma merda que era no colegial?). Eu estava frustrada. Foi quando ELA surgiu na minha vida, ouviu os alunos e disse que tinha uma outra proposta para nós. Então eu soube que ainda tínhamos salvação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela devia ter entre 35 e 40 anos, mas, de certa forma eu achava que ela também tinha uns 18, pois não nos olhava como se fosse a “rainha toda poderosa” e nós os seus súditos, como vários professores-doutores-de-merda costumavam fazer, e, ao invés de nos fazer decorar coisas, nos fazia pensar. Aquilo que ela estava fazendo comigo, com a minha cabeça e com meu espírito era impagável e eu a amava por isso. Ela tinha um certo fetiche pela cultura japonesa e me fazia várias perguntas sobre um monte de coisas e me olhava fascinada enquanto eu explicava o que sabia (para mim, normalidades, pois meus pais são japoneses e íamos vez ou outra para o Japão para visitar parentes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse dia tínhamos voltado de um congresso de Lingüística que acontecera em Campinas e ela oferecera carona, já que eram duas da madrugada e ela morava no mesmo bairro onde ficava a minha república. Quando cheguei ao prédio, cadê a chave?? E ninguém atendia o interfone.&lt;br /&gt;— Criança, entra no carro. Você pode dormir na minha casa hoje.&lt;br /&gt;Na hora me veio um comentário feito por uma colega: “Sabia que todas as professoras de literatura são sáficas?”. Será mesmo? Eu ia saber dali a pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela continuou me olhando pelo espelho, enquanto eu terminava de passar creme e me ajeitava para dormir... na cama de casal dela... ao lado dela... Acho que ela esperava que eu comentasse o trecho do livro que discutiríamos na terça que vem, mas eu não sabia o que dizer.&lt;br /&gt;— Já leu essa parte? – ela perguntou.&lt;br /&gt;— É um pouco apelativo – comentei, sem muita convicção.&lt;br /&gt;— Por quê?&lt;br /&gt;— Porque acho que ela só escreveu isso para vender... acho que a Régine Deforges não tem compromisso nenhum com a literatura, ela não me diz nada, não me acrescenta nada. Não vejo a hora de a gente discutir Marguerite Duras.&lt;br /&gt;Eu havia sentado na beira da cama, quando notei que ela me olhava daquele mesmo jeito que ela costumava olhar quando eu falava sobre a cultura japonesa.&lt;br /&gt;— Você vai dar uma ótima crítica literária.&lt;br /&gt;— Crítica, sim, literária, não sei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela continuava me fitando e então eu disse que ia me deitar.&lt;br /&gt;— Claro, fique à vontade.&lt;br /&gt;Como eu estava cansada, acabei adormecendo rápido. Quando acordei, a luz do poste entrava pela cortina e senti sua mão sobre a minha coxa. “Devo estar sonhando.” Olhei para ela, que permanecia com os olhos fechados. Estaria mesmo dormindo? Tive vontade de beijá-la, de acariciá-la. Me aproximei e beijei sua boca de leve.&lt;br /&gt;— Por que não continua? – perguntou, olhando para mim.&lt;br /&gt;Levei um susto.&lt;br /&gt;Ela então tirou a mão da minha coxa e passou-a pelo meu cabelo. Fechei os olhos para sentir melhor o prazer daquele momento. Eu sentia meu coração batendo rápido... tum-tum-tum-tum. Como eu a desejava! Abri os olhos e me aproximei de seus lábios. Beijei-a devagar, depois contornei seus lábios com a língua e introduzi-a em sua boca até encontrar sua língua. Nos beijávamos calorosamente enquanto ela passava sua mão entre as minhas coxas, acariciando a minha xaninha por cima da calcinha. A minha mão adentrou sua camisola e pude sentir seus mamilos durinhos. Ajudei-a a tirar a camisola e depois continuamos a nos acariciar; ela colocou a mão dentro da minha calcinha, lubrificou os dedos no meu líquido e deslizou-os em meu grelinho já intumescido. Tirou minha calcinha e minha camisola e eu aproveitei para tirar sua calcinha. Ela conduziu minha mão entre as pernas dela e fez com que eu a penetrasse com dois dedos e, enquanto eu fazia movimentos de vai-e-vem, ela me masturbava com os dedos. Depois ficou com uma perna de cada lado do meu quadril, por cima de mim, chupou meus seios e lambeu todo o meu corpo até chegar na xaninha. Passou a língua no meu grelinho túmido e no meu cuzinho. Pedi pra ser penetrada e ela o fez com os dedos enquanto continuava a me chupar. Senti quando ela penetrou de leve um dedo no meu cuzinho, gemi baixinho. Depois ela voltou a lamber o meu grelinho e eu gozei na boca dela. Eu estava entorpecida de prazer e me recuperando, quando ela se levantou e foi até o guarda-roupa... voltou com uma calcinha com dildo de silicone. Eu nunca tinha visto aquilo na vida. Pediu para que eu vestisse e a penetrasse. No início hesitei, mas fui dominada pelo desejo e não resisti. Ela se deitou novamente, acariciei todo seu corpo, abri delicadamente suas pernas e depois sua xaninha com os dedos, chupei seu grelinho inchado e vermelhinho, penetrei-a com um dedo, lambendo-a um pouco mais e depois introduzi a ponta do dildo nela. Tudo era novo para mim e eu me sentia desajeitada, mas, vendo que ela sentia prazer com aquilo, introduzi lentamente o resto do dildo para dentro dela e continuei fazendo movimentos de vai-e-vem, enquanto masturbava-a com os dedos. Ela gemia de prazer e eu me sentia cada vez mais excitada com o prazer dela. Até que ela explodiu em um orgasmo trêmulo e sem palavras. Enquanto eu tirava a calcinha com o dildo, me puxou para si, deu um beijo na minha testa e disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Já está na hora de criança dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fingi para mim mesma que ela não iria embora para dar aula em outra universidade, em outra cidade, no mês seguinte e dormi em seu abraço de ninar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por &lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Sumire&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110709158291541761?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110709158291541761/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110709158291541761' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110709158291541761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110709158291541761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/01/professora-de-literatura.html' title='A Professora de Literatura'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110679361233999899</id><published>2005-01-27T00:40:00.000-02:00</published><updated>2005-01-27T00:40:12.340-02:00</updated><title type='text'>DP</title><content type='html'>Conheci esta japonesinha na Internet, numa sala de imagens eróticas. Entre closes ginecológicos, urológicos e proctológicos, disse-me que tinha 25 anos, que adorava menàge e dupla-penetração. Era casada; o marido, bom de cama, mas careta. Então o traía apenas se fosse para sair com dois homens. Não botei muita fé, achei que era mais uma que entrava nestas salas apenas para fantasiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teclamos mais algumas vezes, até que, em um sábado à tarde, falou que estava sozinha em casa, o marido tinha ido pescar com amigos e só voltaria no domingo à tarde. Como a conversa já estava um tanto quanto quente, propus que nos encontrássemos. Respondeu que adoraria, mas que só traía o marido pela tara dela. Ou seja: ou eu arranjava mais alguém, ou nada feito. Achei que estava só querendo dar uma desculpa e sugeri que nos conhecêssemos e, se pintasse um clima, eu ligaria para um primo, que sei que também topa estas paradas. Não é que ela concordou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcamos num barzinho em Pinheiros. Ela chegou bem atrasada, eu já estava quase indo embora. Era linda! Um pouco mais alta que a média das orientais, seios pequenos e uma bundinha maravilhosa! Começamos a conversar e a beber. Depois da segunda caipirinha, ela não parava mais de falar sobre sexo. Por debaixo da mesa, comecei a acariciar suas coxas, o que ela retribuiu. O tesão foi aumentando, até ela pedir: “liga logo pro seu primo, por favor”. Comecei a digitar os números, torcendo para ele estar “disponível” – eu estava tão incrédulo que nem tinha lhe dado um toque antes. Caiu na caixa postal. Devia estar comendo alguém, pensei. Tentei de novo. Ele atendeu, com uma puta voz de sono – tinha tomado um fora da namorada, ficou em casa. Expliquei o que estava rolando, ele achou que eu estava de gozação. Quando o convenci de que era verdade, combinamos de nos encontrar no meu apartamento em uma hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meia hora depois eu já estava em casa, com aquela japonesa ninfomaníaca e deliciosa. Tomamos mais um whisky, entre beijos e pegadas. Quando meu primo chegou, eu já estava só de cueca e ela, só de calcinha. Dois minutos depois, estávamos todos nus no sofá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Sung Hi Lee" src="http://img171.exs.cx/img171/205/dp.jpg" width="420" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caiu de boca no meu pau, enquanto meu primo chupava sua bucetinha. Louco de tesão, colocou uma camisinha e enfiou fundo, de uma vez, enquanto a japonesinha literalmente engolia o meu pau. Já não sabia mais se chupava ou gemia de tesão e, logo depois, gozou, um pouco antes do meu primo. Deitei-me no chão, coloquei uma camisinha e ela veio por cima. Sentou-se lentamente no meu pau, engolindo milímetro por milímetro, até bater no fundo. Alucinada, começou a me cavalgar. Enquanto rebolava em mim, chupava aqueles peitinhos pequenos, durinhos e pontudos. Meu primo, vendo a cena, logo ficou duro de novo. Começou a dedilhar seu cuzinho, o que a deixou maluca de tesão: “vem, me fode atrás, quero essas duas picas gostosas dentro de mim”. Lambuzou o pau encapotado de KY e foi entrando. A japonesa safada urrava de tesão: “isso, mete fundo, me arregaça”. Gozei forte e ela também. Ela então ficou de quatro, enquanto meu primo continuava bombando no seu rabinho, até gozar. Eu, rapidamente refeito, nem deixei que mudasse de posição. Meti na sua bucetinha quente e melada, até que gozasse de novo. Passei KY e meti naquele cuzinho safado, enquanto meu primo se deliciava nos seus peitos e massageava seu grelinho. Como já estava “amaciado”, pude enfiar forte. A cada estocada, ela gemia alto, gostoso. Tentei segurar ao máximo, mas aquilo era excitante demais, gozei forte. Dormimos juntos no carpete e, de manhã, rolou um repeteco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde então, uma vez por mês, quando o marido dela vai pescar, fazemos uma festinha no meu apartamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome dela? O nick? Não falo nem a pau.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110679361233999899?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110679361233999899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110679361233999899' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110679361233999899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110679361233999899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/01/dp.html' title='DP'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110676100030926952</id><published>2005-01-26T15:36:00.000-02:00</published><updated>2005-01-26T15:36:40.310-02:00</updated><title type='text'>Enquete: Você já transou com alguém que conheceu pela Internet?</title><content type='html'>Tivemos um total de 100 votos, 14 de mulheres, 86 de homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os homens, 53,5% já transaram com alguém que conheceram pela Internet e 46,5%, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as mulheres, 50% respondeu que sim e 50%, que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado pela participação e votem na próxima enquete!&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110676100030926952?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110676100030926952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110676100030926952' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110676100030926952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110676100030926952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/01/enquete-voc-j-transou-com-algum-que.html' title='Enquete: Você já transou com alguém que conheceu pela Internet?'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110662145420342049</id><published>2005-01-25T00:49:00.000-02:00</published><updated>2005-01-25T00:50:54.203-02:00</updated><title type='text'>República Caliente</title><content type='html'>Telefone.&lt;br /&gt;- Oi, Rodrigo! ... Tudo, meu amor ... Eu também ... Sei ... Ah, então por que não vem aqui? A Drica saiu, vai voltar bem tarde ... Tá bom então ... Tô te esperando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mayumi fazia faculdade em outra cidade, longe dos pais, e dividia o apartamento com a Drica, colega de turma. Eram boas amigas, mas Mayumi achava-a meio estranha. Gostava de andar nua pelo apartamento, às vezes sumia por um ou dois dias, sem dar nenhuma satisfação: “estava por aí, acabei dormindo na casa de amigos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mayumi e Rodrigo namoravam fazia quase um ano. Tinham um relacionamento quente, rolava muito tesão entre os dois. Sempre que estavam juntos, davam um jeito de transar, nem que tivesse que ser no carro, num banheiro ou nas escadarias do prédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rodrigo mal entrou no apartamento, ela já o puxou para o quarto. Tiraram a roupa rapidamente e pularam na cama. Beijos, carícias, um tocava o sexo do outro. Ele já estava colocando a camisinha quando ouviram alguém entrar. Era a Drica. Nem tiveram tempo de se cobrir com o lençol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uau! Que cena! – e começou a rir maliciosamente.&lt;br /&gt;- Desculpa, Drica... Achei que ia voltar tarde...&lt;br /&gt;- Não precisa se desculpar. Eu também adoro sexo. Acho isso tudo muito normal.Podem continuar – falou, mas continuou na porta, olhando para o corpo nu de Mayumi.&lt;br /&gt;Rodrigo e Mayumi se entreolharam, sem entender nada.&lt;br /&gt;Drica não se conteve:&lt;br /&gt;- Ai, gente, tô muito excitada. Queria estar aí na cama com vocês. Posso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois namorados adoravam sexo. Mas nunca tinham feito menàge, na verdade nem nunca tinham conversado sobre o assunto. Pasmos, não sabiam o que responder. Diante do silêncio paralisante, Drica tirou a roupa e caminhou na direção da Mayumi. Deu um “selinho” em sua boca, depois chupou aqueles peitinhos orientais lindos. Ora sugava, ora passava a língua nos biquinhos durinhos, que denunciavam o tesão inesperado que Mayumi sentia. Deu-lhe um banho de língua e acabou com a cabeça entre suas pernas, passando a língua naquela bucetinha raspadinha, na entradinha, no clitóris. Mayumi gemia baixinho, gostoso, e Rodrigo, depois de passado o espanto, ficou excitado de novo. Ajoelhou-se ao lado de Mayumi e colocou seu pau duríssimo em sua boca. Ela o chupava deliciosamente, enquanto sentia a boca de Drica na sua bucetinha.&lt;br /&gt;Drica então deitou-se na cama e sugeriu que Mayumi sentasse com a bucetinha em seu rosto. Continuava sentindo aquela língua gostosa no seu clitóris, enquanto Rodrigo a beijava e lambia seus peitinhos. Drica então ofereceu:&lt;br /&gt;- Não quer sentir o gosto da minha xaninha?&lt;br /&gt;Mayumi deitou-se por cima dela e iniciaram um delicioso 69. Rodrigo, atrás delas, via a bundinha da sua namorada e a língua de Drica em sua bucetinha. Excitado, passou a lamber o cuzinho dela. Na primeira passada de língua, Mayumi soltou um gemido alto, cheio de tesão. Foi quando sentiu vontade de comer o seu cuzinho. Colocou uma camisinha, melou seu cuzinho com um hidratante, na falta de KY, e encostou a cabecinha. Drica, percebendo a situação, chupava a bucetinha dela como nunca. Rodrigo foi entrando devagarzinho. Nunca foi tão fácil penetrar aquele cuzinho apertado! Começou a meter ritmado, cada vez mais forte. Drica acariciava suas bolas, enquanto continuava a chupar a bucetinha da Mayumi, que logo gozou. Drica então pediu para ser comida. Rodrigo trocou de camisinha e enfiou forte na bucetinha quente da amiga da sua namorada. Meteram de quatro e logo explodiram num gozo alucinante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Drica então contou que nas noites em que sumia, ia a casas de swing. Mayumi e Rodrigo gostaram tanto da experiência que começaram a ir junto e viraram adeptos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Charmane&amp;Miko" src="http://img183.exs.cx/img183/213/menage.jpg" width="372" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Charmane Star &amp;amp; Miko Lee&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110662145420342049?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110662145420342049/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110662145420342049' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110662145420342049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110662145420342049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/01/repblica-caliente.html' title='República Caliente'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110635860169692525</id><published>2005-01-21T23:49:00.000-02:00</published><updated>2005-01-21T23:50:01.696-02:00</updated><title type='text'>Enquete: com que freqüência você lê "Oriental Spice"?</title><content type='html'>Foram computados 100 votos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º - É a primeira vez que venho aqui - 75%&lt;br /&gt;2º - Todos os dias - 10%&lt;br /&gt;3º - Algumas vezes por semana - 9%&lt;br /&gt;4º - Quase todos os dias - 3%&lt;br /&gt;        Algumas vezes por mês - 3%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado pelas visitas e votem na próxima enquete!!!&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110635860169692525?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110635860169692525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110635860169692525' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110635860169692525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110635860169692525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/01/enquete-com-que-freqncia-voc-l.html' title='Enquete: com que freqüência você lê &quot;Oriental Spice&quot;?'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110609476234830847</id><published>2005-01-18T22:25:00.000-02:00</published><updated>2005-01-18T22:32:42.346-02:00</updated><title type='text'>A Estagiária</title><content type='html'>Meus últimos dez anos foram em função do trabalho. Formado em engenharia pela Poli, acabei trabalhando na área financeira de um banco americano, que me deu a oportunidade de ficar dois anos nos EUA, fazendo MBA. Voltei como Diretor Financeiro da filial brasileira. Trabalho, em média, 16 horas por dia, sem contar uma viagem mensal aos EUA e idas semanais a outras cidades do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, também casei. Tive um filho. Minha esposa, depois de alguns anos, começou a beber. Não sei por quê. Meu filho, apesar de estar em um excelente colégio, já repetiu duas vezes de ano e vive na diretoria – coisas de colégio muito exigente. Já tive muita raiva da minha esposa, afinal, ela com seu alcoolismo, arruinou nosso casamento. Ficou gorda, disforme, deprimida. Mas a raiva passou. Hoje tenho dó dela. E, como bom marido, pago os melhores psiquiatras e endocrinologistas. Mas ela deve ser um caso muito difícil mesmo, não melhora, é uma mulher muito doente. Não preciso dizer que meu tesão por ela acabou. Mas é a mãe dos meus filhos. Por ela, para poder manter o casamento, procuro prazer fora. Assim consigo manter uma vida familiar sem problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que quero contar é de uma estagiária que começou na firma faz um mês. É uma japinha linda, peituda! Sensual, adora usar jeans bem apertado. Vive provocando os gerentes e diretores, dando indiretas. No mês passado, antes de uma reunião, o Henrique, Diretor de Recursos Humanos, contou que tinha conseguido comer a Midori (o primeiro nome dela é Virgínia, mas prefere ser chamada pelo do meio). Devia ser mesmo uma putinha. Convidou-a para jantar no Figueira, ela aceitou. Levou-a para casa, ela o chamou para subir e tomar um uísque. Acabaram na cama. E o Henrique ainda deixou escapar que ela faz um boquete fabuloso. Resolvi tentar a minha sorte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convidei-a para jantar, disse que poderia escolher o restaurante. Ela aceitou, com um sorriso malicioso, desde que fosse no Fasano. E teria que ser no sábado, pois estava terminando de escrever o TCC, que entregaria na sexta. Concordei, fiquei de pegá-la às oito. Cheguei pontualmente. O porteiro interfonou, ela mandou avisar que ainda não estava pronta e que eu subisse. Toquei a campainha, ela gritou que estava no banho, que a porta estava aberta, que eu trancasse depois de entrar. Foi o que eu fiz. Mal fechei a porta, ela pediu que eu entrasse no seu quarto, para ajudar a escolher o sapato. Quando a vi, estava sentada na cadeira, só de shortinho de jeans, com uma flor no cabelo. “Estou sem apetite... Apenas com fome de ser comida...” – estas palavras me subiram às duas cabeças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Akira Fubuki" src="http://img152.exs.cx/img152/8779/akirafubuki.jpg" width="338" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Akira Fubuki&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caí de boca nos seus seios maravilhosos. Tirei seu shortinho, chupei sua bucetinha. Melada, quente, deliciosa. Gozou. Tirou minha roupa e abocanhou meu pau. O Henrique tinha razão. Era um boquete de outro mundo. Lambia as bolas, o pau. Chupava. Engolia ele todo. Beijava a cabecinha. Pediu que a comece. Não tinha camisinha. Ela falou que tudo bem, que tomava pílula. Doido de tesão, comi aquela putinha safada. Por cima. De lado. De bruços. De quatro. Só tirei quando senti que estava gozando, esporrei na sua linda bundinha, respingou até nas suas costas e no seu cabelo. Elogiou meu pau, meu jeito de meter. Me chupou de novo, até ficar duro na sua boquinha. Comi ela de quatro, acariciando seu cuzinho lindo com um dedo. “Quer o meu cuzinho também? É todo seu”. Foi a seco, mas ela agüentou bem. Enchi seu cuzinho de porra. Foi uma bela trepada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem ela apareceu na minha sala. Com um teste de gravidez positivo. Pediu R$100.000,00 para abortar. “É seu, tenho certeza”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje cruzei com o Henrique: “Sabe a Midori? Disse que está grávida. E de mim. Quer R$100.000,00 para abortar. Acredita?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É. Não dá mais para confiar nas mulheres.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110609476234830847?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110609476234830847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110609476234830847' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110609476234830847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110609476234830847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/01/estagiria.html' title='A Estagiária'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110575556968751110</id><published>2005-01-15T00:19:00.000-02:00</published><updated>2005-01-15T00:19:29.686-02:00</updated><title type='text'>O Professor e a Aluna</title><content type='html'>Lacrou o envelope com cola. Olhou pela janela. Ainda podia desistir, se quisesse. Se quisesse. Mas não podia. Colocou o envelope no meio do fichário e desceu para jantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao terminar de ler, tirou os óculos e cruzou os dedos sobre a mesa. Não sabia o que pensar. Seria uma brincadeira?&lt;br /&gt;No dia seguinte soube que não. Quando a aula terminou e depois que todos saíram, ela passou a chave na porta, trancando-os por dentro na sala.&lt;br /&gt;— Leu a minha carta?&lt;br /&gt;— Li – respondeu, enquanto juntava seus pertences.&lt;br /&gt;— E aí?&lt;br /&gt;Evitava olhar para ela; sabia que seria tomado pelo mesmo desejo que sentira ao ler certas passagens da carta: “... posso te levar ao delírio...”, “... você vai sentir prazer como nunca na vida...”. Olhando para ela, ninguém diria que era capaz de escrever coisas desse tipo, até então seu desejo era sublime... será que ela percebia quando ele olhava para suas coxas durante as aulas? Quando se virou para ela, havia baixado a saia e estava tirando a blusa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="439" alt="A Aluna" src="http://img41.exs.cx/img41/7374/aluna.jpg" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficou estarrecido, medo e desejo se misturaram assim que ele se aproximou dela, pedindo para que ela se vestisse.&lt;br /&gt;— Aqui, não.&lt;br /&gt;— Onde, então?&lt;br /&gt;— No “Chão de Estrelas”, conhece?&lt;br /&gt;— Já fui lá com meu namorado.&lt;br /&gt;“É uma vadia mesmo”, pensou, mas logo reprimiu o pensamento. Se ela era vadia, ele era o quê? Um canalha que estava se rendendo a uma proposta indecente com sua aluna menor de idade. Treparia com ela, aproveitando-se de seu desespero, pois ela tinha que passar de ano a qualquer preço. Era seu último ano do colegial, depois, a faculdade, iria para outra cidade, quem sabe outro país, e esqueceria aquela sujeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, a última aula dele acabava às 15h. Ela então matou as duas últimas aulas para que pudessem ir ao “Chão de Estrelas”.&lt;br /&gt;No carro, reparou no fichário de Hello Kitty, repleto de corações, sobre o colo dela. Era uma menina. Teve vontade de desistir, passá-la de ano sem a necessidade daquilo, mas seu desejo era incontrolável. Já não sabia se o que o excitava mais era o fato de ela ser oriental ou menor ou o fato de a situação ser uma coisa “imoral”.&lt;br /&gt;Ela sentia o perfume que ele colocara especialmente para a ocasião. “Até que ele tem bom gosto”, pensou. Estava mais calma do que achou que estaria. Olhava o trânsito, as ruas, quase sem estar ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passaram em uma lanchonete para comer algo. Beberam umas cervejas. Agora ambos se sentiam mais à vontade. Ele tentava ser gentil. Ela gostava dele, era uma pessoa legal, só que francês não era seu forte mesmo. Depois de várias notas baixas e uma trepada com o professor, adeus colégio francês!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início foi um pouco constrangedor, não sabiam por onde começar. Ela tirou a sandália e deixou-a em um canto do quarto, enquanto ele pedia um champanhe pelo telefone, que veio logo em seguida, acompanhado de duas taças. Beberam e, já altos, ele começou a beijá-la no pescoço e, logo depois, procurou sua boca. Beijavam-se primeiro de leve, e depois com vontade, línguas se enroscando. A percepção dela estava lenta, às vezes tudo parecia rodar, realidade e imaginação se mesclavam num ambiente de sonho, estava completamente inebriada. Ele abriu o zíper e conduziu a mão dela para dentro de sua calça. Acariciando-o, ela cochichou para que ele a chupasse. Então ele deitou-a na cama, acariciando suas coxas, várias vezes desejadas durante as aulas, e baixou sua saia. Beijou suas pernas, coxas e barriga, passou a língua em seu umbiguinho e, com os dedos, acariciou-a entre suas pernas, sobre a calcinha, antes de retirá-la e começar a lambê-la ali, entre seus pêlos macios. Lambeu-a até seu grelinho ficar túmido e vermelhinho, ele estava quase explodindo de desejo. Introduziu um dedinho em sua xaninha bem lubrificada e, enquanto fazia movimentos de vai-e-vem, sentiu que ela gemia baixinho e não pôde mais adiar, tinha de comê-la naquele instante! Sacou uma camisinha do bolso e, depois de tirar, desajeitadamente, calça, camisa, sapato e cueca, colocou a camisinha sabor morango; deitou-se ao lado dela, por trás, e fez com que ela, de lado apoiasse uma de suas pernas sobre ele, e penetrou seu buraquinho molhado e quente, devagar, pois tinha um certo receio de machucá-la. Ela gemia abafado e ele achou que podia aumentar o ritmo de suas estocadas; foi o que fez, agora acariciando com os dedos seu grelinho ainda mais inchado. Depois de um tempo, ele quis mudar de posição e aproveitou para tirar a blusa e o sutiã, chupando seus mamilos durinhos. Ficou por cima e encaixou-se nela, beijando-a na boca com desespero. Ela mantinha os olhos fechados, talvez imaginando outra pessoa ali com ela, talvez para sentir mais prazer, nem ela sabia. O gozo dele veio logo, o dela veio em seguida. Depois disso, permaneceram deitados.&lt;br /&gt;Entorpecida, ela conseguiu dizer:&lt;br /&gt;— Tu es vraiment magnifique! – e riu. Essa frase era dele. Era o que ele dizia em sala quando alguém acertava uma pergunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último dia de aula, ela foi até o mural para ver a nota da prova de recuperação que havia feito dias antes: DEZ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por &lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Sumire &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110575556968751110?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110575556968751110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110575556968751110' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110575556968751110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110575556968751110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/01/o-professor-e-aluna.html' title='O Professor e a Aluna'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110558207926835082</id><published>2005-01-13T00:07:00.000-02:00</published><updated>2005-01-13T00:07:59.266-02:00</updated><title type='text'>Enquete: Até onde vai seu interesse pelas orientais?</title><content type='html'>100 leitores/leitoras participaram desta enquete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultado:&lt;br /&gt;1º - eu curto, mas ainda não rolou nada com nenhuma - 42%&lt;br /&gt;2º - sou fissurado, quase só fico/transo com orientais - 23%&lt;br /&gt;3º - eu curto e já transei com mais de uma - 15%&lt;br /&gt;4º - eu curto e já transei com uma - 9%&lt;br /&gt;5º - eu curto e já fiquei com uma - 6%&lt;br /&gt;6º - eu não curto, nem sei por que entrei neste blog - 5%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas 5% de quem acessa este blog não curte orientais. 42% curte, mas ainda não teve a felicidade de ter algo com uma.&lt;br /&gt;A maioria (53%) já ficou ou transou com pelo menos uma oriental. Interesante notar a progressão: 6% ficou, 9% transou com uma, 15% transou com mais de uma e 23% são fissurados. Será que as orientais viciam????&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vc acha? Comente!!! e Vote na próxima enquete!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110558207926835082?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110558207926835082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110558207926835082' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110558207926835082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110558207926835082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/01/enquete-at-onde-vai-seu-interesse.html' title='Enquete: Até onde vai seu interesse pelas orientais?'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110541266582442597</id><published>2005-01-11T01:05:00.000-02:00</published><updated>2005-01-11T01:07:02.963-02:00</updated><title type='text'>A Enfermeira e o Paciente - continuação</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para ler a primeira parte deste conto, clique aqui:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://orientalspice.blogspot.com/2005/01/enfermeira-e-o-paciente.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Enfermeira e o Paciente&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estava totalmente confusa. Constrangida, envergonhada, mas também morrendo de tesão. Aquele moleque sarado e safado tinha me deixado muito excitada, mas fomos interrompidos antes que eu conseguisse gozar. Agora estava frente a frente com o Dr. Cláudio, o médico mais charmoso daquele Pronto Socorro. Tinha 40 e poucos anos e era o chefe da Ortopedia. Solteiro, sempre bronzeado, roupas impecáveis, tinha uma linda BMW. Ele, também objeto do meu desejo, tinha agora o meu destino em suas mãos.&lt;br /&gt;- Mas, Dr. Cláudio...&lt;br /&gt;- Mas o quê? Não percebeu a gravidade da sua situação? Pode ser expulsa da faculdade! Vai querer que eu leve o assunto à Superintendência? Ou vai querer resolver isso comigo depois do plantão?&lt;br /&gt;O seu jeito firme e enérgico me deixou ainda mais excitada. Não conseguia mais controlar meu tesão. Fui até a porta.&lt;br /&gt;- Vai embora? Quer ser expulsa?&lt;br /&gt;Não respondi. Apenas tranquei a porta. Lentamente, caminhei na direção do Dr. Cláudio e sentei-me no seu colo. Beijei sua boca. Sussurrei no seu ouvido:&lt;br /&gt;- Pra que esperar mais 4 horas se podemos resolver isso agora?&lt;br /&gt;- Mas estamos no Hospital!&lt;br /&gt;- Eu sei que você já traçou outras enfermeiras aqui! A Vânia, a Shirley e a Regina, só pra falar das que eu tenho certeza...&lt;br /&gt;Respondeu levantando meu vestido. Tirei seu pau duro pra fora e comecei a chupá-lo. Era o meu segundo em menos de uma hora! Me senti uma devassa, mas isto me deixava ainda mais excitada. Lambi, chupei, punhetei aquele pau duro e enorme, até ele mandar eu parar e ficar de costas pra ele, debruçada sobre a bancada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="600" alt="Enfermeira" src="http://img47.exs.cx/img47/6195/nurse.jpg" width="395" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Puxou minha calcinha de lado e passou sua língua na minha bucetinha. Depois no meu cuzinho. Me chupava deliciosamente. Eu estava quase gozando de novo quando ele parou e foi até sua maleta pegar uma camisinha. Enquanto ele abaixava as calças e a cueca e a colocava, tirei a calcinha e acariciei minha xaninha até gozar. Estava pronta para receber aquele pau delicioso. Me pegou firme pelo quadril. Falando que eu era mesmo uma putinha safada, encaixou a pontinha e me penetrou de uma vez. Senti minha bucetinha sendo arregaçada, ele metia sem dó, cada vez mais forte, selvagem. Apertava minha bundinha e repetia:&lt;br /&gt;- É disso que você gosta, né? Sua putinha... De um pau bem grosso arregaçando sua bucetinha safada...&lt;br /&gt;Gozei mais uma vez naquele pau delicioso.&lt;br /&gt;- O que você fez muito muito grave. Só vou poder te desculpar se me der o cuzinho também...&lt;br /&gt;- Mas, Dr. Cláudio...&lt;br /&gt;- Nada de “mas”. Vai ter que ser assim.&lt;br /&gt;Só tinha dado o cuzinho uma vez, com o meu ex-namorado, que era bem menos dotado. Tinha gostado, apesar da dor no começo, mas aquele pau enorme me deu um pouco de medo. Mas eu não tinha alternativa. Estava totalmente, literalmente, em suas mãos.&lt;br /&gt;- Vai devagar, por favor...&lt;br /&gt;Lubrificou meu cuzinho com o líquido da bucetinha, penetrando antes com o dedo melado. Colocou a cabecinha e foi pressionando lentamente. Para ajudar a relaxar, eu me masturbava. Doeu no início, mas eu estava achando bom. Começou a meter, primeiro devagar. Quando percebeu que eu estava agüentando bem, aumentou o ritmo. Eu ainda sentia um pouco de incômodo, mas o tesão era muito maior. Ele bombava forte, com ritmo, comia meu cuzinho bem gostoso. Quando senti que gozou, gozei também, mais uma vez.&lt;br /&gt;O Dr. Cláudio foi até o banheiro lavar-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto lavava meu pau na pia, senti vontade de rir. De rir de prazer, de alegria. Fazia tempo que queria comer esta enfermeirinha, só não sabia como. Não é que ela me entregou a chance de bandeja? Só não imaginava que ela fosse assim tão fogosa, que gostasse tanto do assunto. Sempre deu uma de difícil, mas naquele dia descobri que ela queria tanto quanto eu (ou talvez até mais). Vi que esta eu poderia traçar quando bem entendesse. Voltei para a sala dos médicos. Ela me olhou com uma cara safada, de quem adorou o que tinha acontecido e que queria mais. Até teria vontade e disposição para um “segundo round”, mas já estávamos muito tempo lá dentro, não poderia levantar suspeitas. E precisava deixar bem claro que quem comandava a situação era eu.&lt;br /&gt;- Está dispensada, Mitie. Pode ir.&lt;br /&gt;Vestiu a calcinha, deu uma ajeitada no vestido e estava quase na porta, quando acrescentei:&lt;br /&gt;- Pode ser que mais pra frente eu precise de você de novo...&lt;br /&gt;- Estarei sempre à sua disposição...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;continuado por Pinkerton&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110541266582442597?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110541266582442597/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110541266582442597' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110541266582442597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110541266582442597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/01/enfermeira-e-o-paciente-continuao.html' title='A Enfermeira e o Paciente - continuação'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110520423367348280</id><published>2005-01-08T15:10:00.000-02:00</published><updated>2005-01-11T01:11:02.013-02:00</updated><title type='text'>A Enfermeira e o Paciente</title><content type='html'>Eu e meu primo estávamos em cima do telhado da república, mexendo na antena parabólica, quando uma das telhas em que eu apoiava os pés cedeu, deslizei e caí sobre a grama do jardim da frente. Depois da queda, ouvi vozes me chamando, que aos poucos foram sumindo... acordei um tempo depois, meio zonzo e com uma dor insuportável no braço esquerdo. Me levaram pro hospital mais próximo, onde soube que teria que engessar o braço e ficar em observação por 24 horas. Meu primo e mais dois amigos da república entraram no quarto fazendo bagunça, mas logo tiveram que se retirar, na verdade foram expulsos pela enfermeira. Se despediram, ainda bagunçando, e disseram que me pegariam no dia seguinte.&lt;br /&gt;A enfermeira era uma japonesinha, bem gostosinha, por sinal. Foi conversando comigo pra me distrair, enquanto colocava camadas de coisas em mim, algodão, depois gaze e sei lá mais o quê; me falou que era estagiária, ainda estava estudando enfermagem, mas que eu não precisava me preocupar porque ela “fazia tudo direitinho” – nisso, senti um quê de malícia, ou seria só impressão? Com aquela bundinha e aquelas pernas, nem precisava ter me distraído com conversa. Às vezes ela se debruçava sobre mim e eu olhava descaradamente para os peitinhos dela (o decote do vestido era bem generoso).&lt;br /&gt;— Você gosta do meu peito?&lt;br /&gt;— Ooopa!!&lt;br /&gt;— Nunca viu peito na vida?&lt;br /&gt;— Como os seus, não.&lt;br /&gt;Nisso, riu e mudou de assunto. Disse pra eu ficar quietinho que o gesso ficaria duro em meia hora mais ou menos. Duro eu é que estava ficando, com aquela gata cuidando “direitinho” de mim.&lt;br /&gt;Enquanto ela me atendia, reparei que um dos médicos ficava secando a bunda dela!, mas ela não via ou fingia não ver; quando ela saiu, ele ficou contemplando o rebolar dela – que tarado! Eu achava que essas coisas só aconteciam em filme...&lt;br /&gt;Depois de meia hora, ela voltou. Havia um vozerio no corredor, então ela fechou a porta. Sentou na beira da cama em que eu estava, com a prancheta na mão e foi fazendo umas perguntas. Uma hora ela cruzou as pernas, deixando boa parte da coxa à mostra: eram lindas as pernas dela.&lt;br /&gt;Depois das perguntas, ela se levantou e veio até mim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="540" alt="Enfermeira" src="http://img144.exs.cx/img144/7238/enfermeira.jpg" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei perto dele para conferir se o gesso já havia endurecido. Achei que daria uma boa enfermeira mesmo, tinha feito um bom trabalho. Mas o melhor estava por vir. Ele tinha um corpo bonito, malhado, e estava só de bermuda; percebi que tentava disfarçar a excitação com a mão. Tive vontade de rir, mas a verdade é que aquilo me deixou excitada também. Deixei a prancheta e o estetoscópio em uma mesinha do lado da cama e fingi estar verificando melhor o gesso, enquanto minha mão deslizava para objeto do meu desejo. Acariciei-o sobre a bermuda, fazendo movimentos suaves, mas logo minha mão penetrou sua bermuda e eu pude senti-lo completamente rígido, e saber que ele estava assim por minha causa me excitava. Ele então me puxou para si, desabotoando os primeiros botões do meu vestido, para acariciar melhor os meus seios, cujos bicos já estavam durinhos também. Desabotoei sua bermuda e abri o velcro, afastei um pouco a cueca e agora eu podia vê-lo, imenso e excitante, enquanto eu batia uma para ele.&lt;br /&gt;A minha intenção era parar por ali, mas fiquei louca de vontade de chupá-lo, aquela ponta vermelhinha me excitava muito, queria que ele gozasse, quente, na minha boca. Comecei a lambê-lo, primeiro na pontinha e depois de cima para baixo e vice-versa, engolindo-o em seguida, enquanto passava os dedos por suas bolas. Enquanto isso, ele havia virado a minha bundinha para ele e começara a passar a mão nas minhas coxas. Percebi quando ele afastou um pouco minhas pernas para poder enfiar o dedo por dentro da calcinha e sentir minha umidade. Baixou um pouco a calcinha e me tocou com vontade. Seus dedos deslizavam facilmente por meu clitóris e pelo buraquinho porque eu estava muito molhada, às vezes o safado enfiava um ou dois dedinhos dentro de mim e eu gemia de prazer.&lt;br /&gt;— Quero te chupar, gostosa!!&lt;br /&gt;Eu já havia perdido o controle da situação faz tempo, não podia parar naquele momento. Me levantei, tirei a calcinha, chutando-a para baixo da cama e subi na cama, posicionando-me de quatro, de modo que ele pudesse me chupar também. Continuei chupando-o com vontade, queria-o todo dentro da minha boca. Eu o sentia me acariciar com sua língua quente de veludo ao mesmo tempo em que me penetrava com seus dedos, lubrificando-os com meu próprio líquido; às vezes abria minha xaninha com as mãos para poder chupá-la melhor, às vezes enfiava o dedinho no meu cuzinho piscando de tesão. Eu estava quase gozando, quando senti seu líquido em minha boca quando ouvi o barulho da porta se abrindo.&lt;br /&gt;— Mas o que está acontecendo aqui?!&lt;br /&gt;Ouvi a porta sendo fechada rapidamente e consegui limpar a boca antes de erguer a cabeça para ver quem era. Era o médico plantonista. Pulei cama abaixo, arrumando e abotoando meu vestido, ao mesmo tempo em que o paciente ajeitava a bermuda. Ainda consegui encontrar minha calcinha e colocá-la, enquanto ambos olhavam para mim naquele clima constrangedor.&lt;br /&gt;— Dr. Cláudio... eu estava...&lt;br /&gt;Depois de um breve silêncio, disse:&lt;br /&gt;— Eu sei muito bem o que você estava fazendo, Mitie... quero ter uma conversa particular com você. Me espere na sala dos médicos, por favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saí do quarto preocupada com o que poderia acontecer comigo dali em diante.&lt;br /&gt;Fui para a sala dos médicos e fiquei esperando lá. Quando o Dr. Cláudio abriu a porta, me levantei.&lt;br /&gt;Ele fez sinal para que eu ficasse sentada e puxou uma cadeira, sentando-se na minha frente, de modo que pudesse me encarar. Foi direto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Mitie, sua situação é delicada. Mas isso pode ficar entre nós se a gente puder resolver isso fora do hospital... depois do meu plantão, pode ser?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sabia que ele me desejava faz tempo. Mas ele não sabia que o desejo era recíproco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(continua)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por &lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Sumire&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;para ler a continuação, clique aqui: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://orientalspice.blogspot.com/2005/01/enfermeira-e-o-paciente-continuao.html"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Enfermeira e o Paciente - continuação&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110520423367348280?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110520423367348280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110520423367348280' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110520423367348280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110520423367348280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/01/enfermeira-e-o-paciente.html' title='A Enfermeira e o Paciente'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110480680150286178</id><published>2005-01-04T01:42:00.000-02:00</published><updated>2005-01-04T18:06:17.376-02:00</updated><title type='text'>Garoto de Programa Mais Ela</title><content type='html'>&lt;img height="386" alt="Identidade Preservada" src="http://img35.exs.cx/img35/8824/entrevista.jpg" width="401" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;L.D.K.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Depois de terminar a matéria sobre mulheres e garotos de programa, meu conceito sobre a questão havia mudado. Pude entender melhor as mulheres que pagam para ter prazer com homens que elas nunca viram na vida, assim como fazem, e sempre fizeram, os homens. Muitas relutaram em falar, mesmo sem ter suas fotos e identidades verdadeiras publicadas na revista feminina para a qual eu escrevia, outras falaram pouco e senti insinceridade ou exageros em vários relatos, mas guardo comigo uma “confissão” em especial. O texto a seguir é a transcrição integral do relato de uma pessoa que, por sua sinceridade e boa vontade, me despertou para uma concepção maior sobre sexo e liberdade. (Minhas perguntas estão em off, para que não interfiram/quebrem seu relato.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não sei exatamente quando comecei a fantasiar essa idéia de sair com garotos de programa... acho que foi depois que meu namorado – eu namorava ele fazia uns dois anos – me contou que saía com prostitutas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não foi por vingança. Na época lembro que fiquei chateada, mas fazer o quê? Eu gostava muito dele e continuamos juntos por mais um ano e meio mais ou menos. Conversamos sobre isso, ele me falou que sentia tesão em transar com garotas diferentes, mas que o que ele sentia por mim era diferente, que, além de me desejar, ele me amava pela pessoa que eu era. Acho que era verdade. Não sei se ele continuou saindo com prostitutas, mesmo estando comigo... quando eu perguntava, ele dizia que tinha parado, que aquilo tinha perdido a graça. Foi mais ou menos nessa época que comecei a pensar qual seria a sensação de transar com alguém diferente, não estando envolvida emocionalmente com essa pessoa. Uma amiga que já tinha saído com um garoto de programa contou que tinha sido ótimo, que o cara era lindo, que parecia um modelo, olhos verdes, alto, etc., e me imaginei podendo ‘comprar’ um Gianecchini [referindo-se ao ator Reynaldo Gianecchini] [risos].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tipo físico que me atrai? Não tem um tipo físico específico, mas gosto de homens com rostos bonitos e, se tiver um bom papo, melhor ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizar a minha fantasia não foi tão difícil quanto assumir para mim mesma que eu tinha vontade de fazer aquilo, sabe? Porque ainda existe muito preconceito contra mulheres que pagam para sair com garotos de programa e eu me sentia mal, achava que aquilo era o fim da picada... por que pagar para sair com um homem, sendo que eu poderia conquistar algum cara legal numa boate, numa festa, para depois rolar uma transa... Ah, nessa época eu já tinha terminado com meu namorado fazia um tempo. Mas não sei, acho que não era carência. Era mais curiosidade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu procurava em anúncios de jornais, de revistas, na Internet. Na Internet era mais prático porque tem fotos e o perfil, inclusive o dote dos caras [risos] e você pode escolher melhor... aí marquei com um garoto de programa que parecia ser bem sexy, moreno, parecia um pouco com o Paulo Zulu... encontrei o anúncio dele num site... nos falamos por telefone, combinamos que eu passaria para pegá-lo num shopping para irmos para um motel... e fomos. E aí aconteceu...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você me acha bonita?! [risos] Obrigada. Lembro de ele ter me perguntado algo do tipo, mas não lembro bem... comentou que me achava atraente e que se não estivesse precisando do dinheiro para pagar a pensão para filha até transaria comigo de graça [risos], acho que foi um elogio. Mas acho que sim, ele ficou surpreso por eu não ser tão trash... assim, por eu não ser horrível, fisicamente falando, e deve ter se perguntado por que alguém como eu estaria pagando para fazer sexo... ah é, falou que gostava de orientais, mas aí eu já não sei se era verdade ou ele só estava falando isso porque eu estava pagando. As prostitutas também devem mentir para os homens, né? Falar coisas do tipo: ‘Como você é bem dotado’ ou ‘Como você trepa bem!’... mas porque é o cliente que está pagando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É... passei para pegar ele na porta de um shopping. Acho que ele morava ali perto e ficou de me esperar lá. Perguntei se ele sabia de algum motel bom, e ele indicou um que eu não conhecia e fomos para lá. Parecia uma pessoa legal, foi falando umas coisas engraçadas porque eu estava um pouco apreensiva, acho...&lt;br /&gt;No quarto do motel ele pediu vinho. Bebemos. Falei que queria tomar um banho primeiro. Ele disse que tudo bem, que ficaria esperando na cama, ‘se animando’ com os filminhos. Então eu fui para o banheiro e entrei no chuveiro. Eu estava lá, estava feliz, a minha fantasia estava prestes a se realizar... foi quando ele entrou de mansinho no banheiro. Estava só de cueca e, vendo o volume dele, através da cueca, comecei a ficar excitada. Ele falou algo do tipo: ‘Também quero tomar banho’, com uma cara de sacana, jogou a cueca num canto e foi entrando embaixo do chuveiro comigo. Foi bem excitante, sabe... ele ensaboou as minhas costas, acariciando meus seios e eu também acariciava o membro dele...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não... tudo bem falar sobre isso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda no chuveiro eu me ajoelhei e chupei o pau dele, que já estava meio duro. Ele era todo bom, muito gostoso, tesudo mesmo. Enquanto chupava ele, eu sentia que ia ficando cada vez mais excitada também, o que achei que não fosse acontecer com tanta facilidade... aí ele gozou em mim, nos meus seios... e depois me ensaboou e me lavou de novo... foi tudo muito gostoso. Ainda embaixo do chuveiro ele me tocou, me masturbou um pouco. Nessa hora eu já estava subindo pelas paredes de tanto tesão. E falei que queria que ele me comesse. Aí a gente foi pra cama. Ele me enxugou um pouco... ah, fez uma coisa que parece de filme... ele deve fazer com todas isso... passou a toalha pela minha cintura e me puxou, com a toalha, para junto dele, para que eu sentisse como ele estava duro... foi bastante excitante.&lt;br /&gt;Na cama fizemos um meia-nove maravilhoso. Não sei bem o que ele fazia com a minha xana... ele abria ela com os dedos e fazia umas ‘mágicas’ com a língua, era muito bom. Eu também gosto de boquete, então acho que ele também sentiu prazer. Aí ele me perguntou se eu tinha uma posição preferida... falei que gostava de todas as posições. Nessa hora senti uma certa impessoalidade, porque estava acostumada com parceiros que já sabiam as minhas preferências e a pergunta dele meio que quebrou o clima. Mas tudo bem. Ele me comeu de quatro... entrou em mim com bastante carinho e, conforme eu pedia, ele aumentava a intensidade, até que gozei. Foi ótimo. Depois de um tempo ele me comeu de ladinho – falou que era a posição preferida dele –, fizemos de pé também. Fiquei de costas, com as mãos apoiadas na parede...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi uma experiência ótima. A única coisa que achei estranha, no começo, foi que não rola muito carinho depois, um abraço, um afago, beijinhos... diferente do que acontece quando você está com um namorado ou com algum parceiro que você conhece há algum tempo, por exemplo. Mas com isso eu já me acostumei. Nessa primeira vez, ficamos deitados, em silêncio... mas não me importei tanto, eu estava um pouco cansada. O cara era fera, fazia muito bem. Ele era bem... hã... profissional, digamos assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, sim. Usamos camisinha. Acho essencial, mesmo quando eu namorava fixo, sempre usei. Ele tinha um monte e eu também tinha comprado umas dez [risos].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim? Bom, eu deixei ele no mesmo shopping onde ele tinha ficado me esperando e não senti culpa, nem me senti mal... eu estava bem... tinha sido uma transa ótima, uma das melhores da minha vida. Acho que porque eu não me preocupei tanto com o prazer dele, estava mais concentrada no meu prazer e ele também prestava atenção no meu corpo para fazer as coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saí com mais uns dez garotos de programa. Com esse primeiro não voltei a sair. Cheguei a ir a shows e fazer programas mais light com alguns antes de irmos pra cama... isso aconteceu algumas vezes, sair e transar com um mesmo cara, mas procuro não sair sempre com a mesma pessoa, para não me apegar. Me envolver afetivamente com um garoto de programa seria complicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que todo mundo quer e busca isso, um ‘amor para vida inteira’... mas enquanto não encontro esse amor, estou tentando me descobrir mais, ter experiências sexuais diferentes para ter mais consciência da minha sexualidade, saber o que me agrada, saber do que gosto e do que não gosto... Acho importante isso, a gente se descobrir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É ‘só’ isso que você queria saber? [risos]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prazer foi meu. Espero ter contribuído para sua matéria.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;L.D.K., 27 anos, publicitária&lt;br /&gt;[Relato gravado em São Paulo, no apartamento da entrevistada, em março de 2001 e transcrito por mim, especialmente para este flog.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumire&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110480680150286178?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110480680150286178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110480680150286178' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110480680150286178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110480680150286178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/01/garoto-de-programa-mais-ela.html' title='Garoto de Programa Mais Ela'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110479555353245339</id><published>2005-01-03T21:39:00.000-02:00</published><updated>2005-01-03T21:39:13.533-02:00</updated><title type='text'>Enquete: O que mais te excita nas orientais?</title><content type='html'>Resultado (200 votos):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) O Conjunto - 30,5%&lt;br /&gt;2) Os olhos puxadinhos - 17,5%&lt;br /&gt;3) Os seios - 14%&lt;br /&gt;4) O jeito de ser - 13%&lt;br /&gt;5) O rosto - 12%&lt;br /&gt;6) O bumbum - 5,5%&lt;br /&gt;7) A boca - 5%&lt;br /&gt;8) As coxas - 2,5%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que o que mais excita o povo nas orientais é o conjunto, rosto oriental (com olhos puxadinhos), o jeito de ser.  Quanto a "regiões anatômicas", a preferência ficou com os seios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vocês acham? Comentem!!!&lt;br /&gt;E votem na próxima enquete!!!&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110479555353245339?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110479555353245339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110479555353245339' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110479555353245339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110479555353245339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2005/01/enquete-o-que-mais-te-excita-nas.html' title='Enquete: O que mais te excita nas orientais?'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110433657106949804</id><published>2004-12-29T14:09:00.000-02:00</published><updated>2004-12-29T14:09:31.070-02:00</updated><title type='text'>Gosto de Sal II</title><content type='html'>Acordei algumas horas depois, com a Yumi e a Gi conversando no quarto. Estava deitado de costas, coberto pelo lençol até a cintura. A Yumi saiu da cama, conversavam perto da janela. Não abri os olhos, fingi que ainda dormia e tentava entender o que cochichavam. Entre as risadinhas, consegui apenas entender “foi tudo de bom” e depois “hummm, assim me deixa com vontade”. Esperei mais um pouco e abri os olhos. Quando perceberam que eu tinha acordado, uma olhou para a outra com carinha de safada e depois as duas me encararam, com um sorriso malicioso na boca. A Yumi, vestida apenas com a minha camiseta, veio na direção da cama e puxou o lençol, deixando-me totalmente nu - na frente das duas. Deitou-se ao meu lado e, antes que pudesse falar algo, calou minha boca com um beijo lascivo. Instantes depois, a Gi, com uma blusa de moleton por cima do biquíni, deitou-se entre minhas pernas e começou a lamber as coxas, subindo lentamente com a língua, até encontrar minhas bolas. Não acreditava no que estava acontecendo! Enquanto a Yumi me beijava ardentemente, a Gi lambia minhas bolas e meu pau, até deixá-lo duro de novo - sabia fazer um oral maravilhoso. Perguntou, maliciosa:&lt;br /&gt;- Então, quem chupa mais gostoso?&lt;br /&gt;- Não sei... as duas são maravilhosas...&lt;br /&gt;Neste momento, a Yumi desceu com sua boquinha até o meu pau também. Uma me lambia as bolas, a outra a cabecinha. Depois trocavam. Entre uma lambida e outra, suas línguas se tocavam. Ver e sentir aquilo foi o verdadeiro nirvana.&lt;br /&gt;A Gi pediu para me cavalgar. Coloquei uma camisinha, ela puxou o biquíni de lado e sentou devagarzinho nele, até bater no fundo. Começou a rebolar no meu pau, gemendo de prazer. A Yumi, morrendo de tesão, tirou a camiseta e ajoelhou-se com meu rosto entre suas pernas, oferecendo sua bucetinha mais que melada à minha língua. Na luz fraca do final da madrugada, ouvia apenas os gemidos das duas, o quarto cheirava a sexo. Num grito contido, Yumi gozou na minha boca. Sentou-se ao lado da Gi, que me cavalgava alucinadamente, e a beijou, embriagada de desejo. Depois, tirou o moleton da amiga e acariciou seus seios, primeiro com as mãos, depois com os lábios e a língua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="379" alt="Tera Patrick &amp; Nikki Nova" src="http://img98.exs.cx/img98/331/tera-nikki.jpg" width="480" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tera Patrick &amp;amp; Nikki Nova&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gi gozou alucinada, apertando forte o meu pau. Juntas, tiraram a camisinha e me chuparam. E, juntas, sentiram o gosto da minha porra.&lt;br /&gt;Fomos todos tomar um ducha. Curioso, perguntei:&lt;br /&gt;- Era isso que estavam cochichando no quarto antes de eu acordar?&lt;br /&gt;- É... – respondeu Yumi – Era a minha maior fantasia... A Gi já tinha feito uma vez e ficou toda animadinha de repetir... Foi maravilhoso...&lt;br /&gt;- Eu que o diga...&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110433657106949804?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110433657106949804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110433657106949804' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110433657106949804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110433657106949804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/12/gosto-de-sal-ii.html' title='Gosto de Sal II'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110322409274091792</id><published>2004-12-16T17:03:00.000-02:00</published><updated>2004-12-16T17:08:12.740-02:00</updated><title type='text'>Enquete: Quais são as orientais "mais quentes"?</title><content type='html'>Computamos 100 votos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As japonesas (37%) e as mestiças (38%) lideraram, em empate técnico no primeiro lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir veio a categoria "outras" (7%), com tailandesas, filipinas etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ultimo, as chinesas (2%) e coreanas (3%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para 13% dos leitores, tanto faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você acha? Comente! E vote na nova enquete!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110322409274091792?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110322409274091792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110322409274091792' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110322409274091792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110322409274091792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/12/enquete-quais-so-as-orientais-mais.html' title='Enquete: Quais são as orientais &quot;mais quentes&quot;?'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110299357893822386</id><published>2004-12-14T01:03:00.000-02:00</published><updated>2004-12-14T01:06:18.936-02:00</updated><title type='text'>Gosto de Sal</title><content type='html'>Era Janeiro. Férias da faculdade. Camburi. Meus pais em São Paulo, a casa só para mim e meu irmão. De dia, praia. De noite, churrasco em casa, baladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele dia, umas onze da manhã,  mal pisei na areia, uma mulher começou a acenar e a me chamar pelo nome. De longe, não reconheci. Ela praticamente veio correndo na minha direção. Agora sim: era uma caloura da faculdade, uma japonesinha linda, a Yumi.&lt;br /&gt;- Oi! Você por aqui?&lt;br /&gt;- Olha só! Estou numa pousada com umas amigas, quem bom te ver por aqui!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img54.exs.cx/img54/1941/12547.jpg" width="363" height="509"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já tinha ficado com ela numa festa. Rosto lindo, pequena, mas muito gostosinha. Começamos a conversar. Depois de uns dez minutos, uma das amigas a chamou.&lt;br /&gt;- Ai... Desculpa... Preciso ir... Combinei com a Flá e a Gi de irmos até Maresias encontrar um povo do nosso colégio...&lt;br /&gt;- Vai lá... Mas, de noite, não querem vir em casa? Vou dar um churrasco... Eu, meu irmão e mais uns amigos...&lt;br /&gt;- Claro! Vamos sim!&lt;br /&gt;Expliquei onde era. Ela se foi, sorridente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De noite, estávamos tomando cerveja e começando a assar a carne – eu, meu irmão, o Digão e o Chapa, quando a Yumi chegou com suas amigas, a Flá, uma loira peituda e  a Gi, uma mestiça bem gostosa. Depois de algumas caipirinhas, todo mundo estava se entendo muito bem. Meu irmão chegou junto da Gi e o Digão, da Flá. Eu com a Yumi. E o Chapa (de Chapado), bem acompanhado da birita, comandava a churrasqueira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bebemos, comemos. O Chapa dormiu no sofá; meu irmão e a Gi, o Digão e a Flá, sumiram pelos quartos da casa. A Yumi, de biquíni e shortinho, falou que estava morrendo de vontade de dar um mergulho no mar. Fomos até a praia. Noite estrelada de verão, a lua refletida cheia no mar. Tentei beijá-la, mas ela foi correndo para a água, sem nem tirar o shortinho. Devia ser mais de duas da manhã, a praia aparentemente deserta, fiquei sentado na areia, observando aquela coisinha linda pulando as ondas e mergulhando. Saiu da água e veio na minha direção. Sentou-se ao meu lado, estava com frio. Abracei-a, oferecendo meu calor. Um minuto depois, estávamos trocando beijos cada vez mais safados. Beijei seu pescoço, ela gemeu gostoso e pediu que a beijasse um pouco mais para baixo. Puxei o biquíni de lado e beijei o biquinho do seu seio, durinho, com gosto de sal. Perguntei:&lt;br /&gt;- Será que seu corpo todo está salgado assim?&lt;br /&gt;- Quer descobrir? Vamos voltar para sua casa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando chegamos, a casa estava deserta. Apenas o ronco do Chapa no sofá, abafado pelos gemidos vindos do quarto do meu irmão e do de hóspedes – o que nos deixou ainda mais excitados. Entramos no meu quarto, tirei a parte de cima do biquíni e o shortinho, deixando a Yumi apenas com sua tanguinha. Ela tirou minha camiseta e nos beijamos, enquanto acariciava meu pau duro por cima do short. Deitei-a na cama, lambendo seus seios, seus biquinhos, e fui descendo com a língua pela sua barriguinha, até chegar na tanga. Mordisquei sua bucetinha, puxei a tanga de lado e passei a língua lentamente na sua bucetinha:&lt;br /&gt;- Hmmm... Você tá todinha com gosto de sal...&lt;br /&gt;Ela deu uma risada gostosa. Porém, à medida que eu chupava seu clitóris, passava a língua na sua entradinha, a risada se transformou em gemidos intensos de prazer. Ela pedia:&lt;br /&gt;- Me chupa, gostoso... quero gozar na sua boca...&lt;br /&gt;Seus gemidos, suas palavras e sua bucetinha melada me deixaram com mais tesão ainda. Enquanto acariciava seu clitóris com a ponta da língua, Yumi gozou forte. Tirei meu short e pedi que ficasse de quatro na cama. Coloquei uma camisinha e, depois de esfregar a cabecinha na sua bucetinha molhada, penetrei-a de uma vez, forte, num tranco. Ela gemeu alto:&lt;br /&gt;- Isso, adoro assim...&lt;br /&gt;Segurei firme pelo quadril, meti bem fundo, rápido. Olhava para baixo e via meu pau duro entrando naquela bucetinha apertada. Socava forte, via seus peitinhos balançando no meu ritmo. Quando senti sua bucetinha se contraindo, também gozei intensamente. Enquanto conversávamos, ouvimos a voz do meu irmão, no quarto ao lado:&lt;br /&gt;- Ah... Gi... Como você chupa gostoso...&lt;br /&gt;A Yumi não perdeu a deixa:&lt;br /&gt;- Quer apostar que eu chupo mais gostoso?&lt;br /&gt;Não deu nem tempo de responder, ela tirou a camisinha, lambeu o resto da porra e começou a me chupar. Sentia ele endurecendo dentro daquela boquinha safada. Chupava a cabecinha e punhetava a base, passava a língua nele todinho, depois nas bolas. Sabia mesmo usar as mãos, os lábios e a língua! Não demorou muito, gozei na sua boquinha.&lt;br /&gt;A casa agora estava em silêncio. Conversamos um pouco mais e dormimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei algumas horas depois com a Yumi a Gi conversando no quarto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso já é outra história.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110299357893822386?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110299357893822386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110299357893822386' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110299357893822386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110299357893822386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/12/gosto-de-sal.html' title='Gosto de Sal'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110248136108726212</id><published>2004-12-08T02:42:00.000-02:00</published><updated>2004-12-08T02:49:21.086-02:00</updated><title type='text'>Enquete: Por quê vc adora mulheres orientais?</title><content type='html'>Nesta enquete, tivemos 100 respostas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Pelos traços delicados - 34%&lt;br /&gt;2) Pelos traços exóticos - 33%&lt;br /&gt;3) São muito mais quentes na cama - 20%&lt;br /&gt;4) Apenas curiosidade pelo diferente - 7%&lt;br /&gt;5) São mais amigas e companheiras - 6%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Será que, quem prefere as orientais, procura mulheres delicadas e exóticas?&lt;br /&gt;- Será que as orientais serem mais quentes na cama é só um mito?&lt;br /&gt;- Lembrando de um comentário da Sumire, será que tem gente que não curte as orientais só pelo fato de serem orientais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vocês acham?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentem! E votem na nova enquete!&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110248136108726212?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110248136108726212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110248136108726212' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110248136108726212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110248136108726212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/12/enquete-por-qu-vc-adora-mulheres.html' title='Enquete: Por quê vc adora mulheres orientais?'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110170058437237372</id><published>2004-11-29T01:55:00.000-02:00</published><updated>2004-11-29T01:56:24.373-02:00</updated><title type='text'>Joana</title><content type='html'>Joana era assim. Independente, extrovertida, atirada, sensual. Foi morar sozinha aos 20 anos, tinha muitos amigos, era sempre o centro das atenções. Gostava de dizer que não era cantada – era ela quem cantava os homens; vestia-se sempre de uma maneira muito sexy e provocante. Com 25 anos colocou silicone nos seios, queria (e conseguiu) um corpo perfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img42.exs.cx/img42/40/felicia3.jpg" alt="Felicia Tang" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Joana era solitária. Não tinha contato com a família, saiu brigada de casa. Muitos amigos, mas nenhum mais próximo e íntimo. Não conseguia manter nenhum relacionamento sério, não ficava com ninguém por mais de algumas semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhava em uma agência de publicidade, ficava até tarde, dedicada, “workaholic”. De noite, sempre nas baladas. Dançava, bebia, seduzia. E trepava. Muito. Adorava chupar um pau, dar a bucetinha, o cuzinho e já tinha feito quase de tudo. Não “morava” no seu apartamento, na verdade era o seu “pit-stop”: só ia lá para tomar banho, dormir, trocar de roupa e se produzir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joana era assim. E morava no apartamento em frente ao meu. Um dia, perdeu o emprego. Começou a ficar muito mais tempo em casa, sentiu-se solitária, entrou em depressão. Parou de sair à noite, sem ânimo e tendo que controlar o dinheiro. Você deve estar pensando: “mas como ele sabe de tudo isso, só de ser vizinho?”. Vou explicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era uma terça-feira à noite, depois das dez, estava vendo TV quando a campainha tocou. Achei estranho, não esperava ninguém, o porteiro também não tinha interfonado. Desconfiado, abri a porta. Era Joana. Desarrumada, amarrotada, olhos inchados, lágrimas no rosto. Com a voz chorosa, pediu:&lt;br /&gt;- Oi... posso entrar?&lt;br /&gt;- Nossa! Claro! Entre! Mas o que aconteceu?&lt;br /&gt;Não conseguiu dizer nada. Chorava, aos soluços. Achei que tinha morrido alguém, que tinha sido assaltada, agredida, sei lá, quem mora em São Paulo é meio neurótico trágico. Acomodei-a no sofá e lhe trouxe um copo de água. Depois de uns dez minutos, finalmente conseguiu falar.&lt;br /&gt;- Estou desesperada. Quase me matei. Quase pulei da sacada agora. Preciso desabafar.&lt;br /&gt;E começou a me contar sua vida. Como tinha saído de casa, como era seu trabalho, suas noitadas. Como perdeu o emprego, como descobriu que não tinha amigos de verdade, como estava sozinha, triste, sem perspectiva. Fiquei morrendo de pena. E angustiado. Se ela pulasse da sacada depois de sair do meu apartamento, ia me sentir culpado pelo resto da vida. Tentei confortá-la, fiz um chá de erva-cidreira, ela se acalmou. Implorei para que dormisse em casa naquela noite. Ela concordou. Deixei-a no meu quarto e ajeitei-me no sofá. Assim, se ela acordasse e tentasse sair (ou ir para a sacada), teria que passar pela sala e eu perceberia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomamos o café-da-manhã juntos. Falou que se sentia melhor. Eu ainda estava preocupado e tinha que ir trabalhar. Mas ela me garantiu que não pensava mais em fazer nenhuma besteira. Pedi seu telefone, deixei-a no seu apartamento e fui para o escritório. Na hora do almoço, liguei para saber se estava bem. Atendeu logo e, pela voz, percebi que estava melhor mesmo. De noite, quando cheguei em casa, encontrei um presente na minha porta, com um cartão: “Muito obrigada. Você foi muito gentil e legal comigo ontem à noite. Por favor, aceite isto”. Abri o pacote, era uma garrafa de Chivas. Toquei a campainha do seu apartamento, queria ver se estava mesmo bem e agradecer. Me atendeu com um sorriso nos olhos, agradeceu mais uma vez e disse que estava melhor, mas ainda se sentindo muito só. Convidei-a para jantar comigo, em casa, ela aceitou. Pedi uma pizza, bebemos um pouco do Chivas e conversamos mais, enquanto esperávamos a entrega. Jantamos. Perguntei se ela queria dormir também esta noite em casa, respondeu que não precisava, que estava bem. Voltou ao seu apartamento e fui dormir, sem conseguir parar de pensar nela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, quando cheguei do trabalho, encontrei um bilhete grudado na minha porta: “Hoje você vai jantar comigo na minha casa”. Toquei a campainha. Quando abriu a porta, levei um susto, era outra Joana! Toda produzida, num vestido preto, muito sexy. Estava linda, sedutora, alto astral. Tinha pedido comida japonesa e me serviu champagne. Jantamos. Joana se insinuava cada vez mais, queria mesmo me seduzir. E conseguiu, na hora em que colocou um CD e pediu para dançar “Stand By Me”. Nos beijamos. No início com carinho, depois, um beijo devasso. Tirou minha camisa. Abriu e abaixou minha calça. Eu estava duro de tesão, ela o acariciava por cima da cueca, que logo tirou também. De pé, encostado na parede, ela se ajoelhou na minha frente e me chupou. Lambia minhas bolas, a cabecinha, enfiava meu pau quase inteiro na boca. Chupava forte, com muita vontade. Tirou sua roupa. Tinha mesmo um corpo perfeito. Esfregou seus biquinhos durinhos na cabecinha. Abraçou meu pau com seus seios e me fez uma espanhola fabulosa. Me levou até seu quarto, sua cama. Deitou-se de pernas abertas, oferecendo seu sexo. Chupei, lambi sua entradinha, suguei seu clitóris. Gozou na minha boca e se ofereceu de quatro. Coloquei uma camisinha (que ela tinha no criado-mudo) e penetrei-a, desesperado de tesão. Puxava-a contra mim, enfiava até o fundo, cada vez mais forte e rápido, até gozarmos intensamente. Enquanto me recuperava, ela me beijava, acariciava e se masturbava. Quando fiquei duro de novo, deitou-se de bruços e pediu que comesse seu cuzinho. Também tinha KY no criado-mudo, lambuzei meu pau e seu buraquinho. À medida que eu entrava, ela gemia, não de dor, mas de prazer. Apertadinha, não demorou para que eu gozasse de novo, junto com ela, que se masturbava enquanto eu metia atrás. Dormimos. De manhã, acordei com ela me chupando, fazendo-o ficar duro com seus lábios. Me chupou até o fim, até eu gozar em sua boquinha gostosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começamos a sair juntos. Baladas, restaurantes, conheci seus amigos e suas amigas. Uma semana depois, conseguiu um novo emprego, numa agência concorrente. Três semanas depois, numa festa, na minha frente, ficou com seu novo chefe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joana era assim. Me dispensou sem aviso prévio.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110170058437237372?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110170058437237372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110170058437237372' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110170058437237372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110170058437237372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/11/joana.html' title='Joana'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110126716874823843</id><published>2004-11-24T01:31:00.000-02:00</published><updated>2004-11-24T01:32:48.746-02:00</updated><title type='text'>A Fisioterapeuta</title><content type='html'>Tereza estudava fisioterapia. Queria, na verdade, seguir a tradição da família, do pai e do avô, de fazer shiatsu e acupuntura. Iria terminar a faculdade e tentar estudar um tempo no Japão. A família era do interior, morava sozinha num “apertamento” perto da faculdade. Levava uma vida regrada e controlada. Levantava todo dia no mesmo horário, às seis da manhã, estudava um pouco, ia para a faculdade. Primeira aluna da turma. Participava de várias atividades extra-curriculares. Não comia lanches nem tomava refrigerantes, tinha uma dieta monótona de arroz, peixe e legumes. Depois da faculdade, voltava para casa e estudava mais. Centro Acadêmico, Atlética, festas e baladas da turma, jamais. Sua única diversão era alugar filmes em japonês, úteis para ficar mais fluente no idioma. Aos 21 anos ainda era virgem e se orgulhava disto: namorar, sexo e essas coisas eram tentações que a desviariam de seu objetivo de vida. Tereza seria uma mulher desinteressante, que facilmente passaria desapercebida na faculdade, se não fosse por um detalhe: era uma sansei linda, que chamava muito a atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Vivian Hsu" src="http://img131.exs.cx/img131/7828/vivianfisio.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vivian Hsu&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marco era residente do segundo ano de ortopedia. Queria, na verdade, fazer qualquer outra coisa, mas o pai, ortopedista famoso, forçou sua carreira. Cumpria suas obrigações de residente, mas seu negócio mesmo era “papar” as colegas, as enfermeiras e as fisioterapeutas. Vivia nas baladas, mais de uma vez foi direto para o hospital vindo de uma boate. Nunca namorou, não conseguiria ser homem de uma mulher só. Como cedeu à vontade do pai, morava, às custas dele, em um belo flat perto do hospital, ganhou um Audi quando entrou na residência e tinha todo dinheiro que precisava para custear seu caro estilo de vida. Marco mereceria apenas um rótulo de “mauricinho galinha” se não fosse por um detalhe: tinha uma empatia, uma compaixão enorme pelos pacientes, que o adoravam. Dava uma atenção incomum em hospital público a todos, desde crianças até velhos alcoólatras moradores de rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tereza estava passando pelo estágio na Ortopedia, foi quando Marco a conheceu. Pensou: “preciso comer esta japinha, ela é um tesão!”. Tereza também pensou: “que mauricinho galinha babaca”. Marco tentou de tudo, mas Tereza o desprezava. E, quanto mais ela o desprezava, mais ele a queria, era uma questão de honra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tereza estava atendendo na enfermaria, quando Marco foi conversar com o paciente do leito ao lado. Um senhor que fora atropelado, com uma fratura complexa na perna direita. Tinham tentado de tudo, mas as artérias da perna foram lesadas e a perna teria que ser amputada. Marco, o residente do caso, tinha que dar a notícia ao paciente, que entrou em pânico, inconformado. Ficou mais de uma hora com ele, tentando confortá-lo, explicando que, com uma prótese, poderia voltar a andar e levar uma vida normal. Tereza ficou comovida com a compaixão que Marco, sinceramente, demonstrou pelo paciente. Passou a vê-lo com outros olhos. Aceitou o vigésimo-quinto convite para saírem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marco, arguto, levou-a ao melhor restaurante japonês de São Paulo. Cavalheiro, atencioso, gentil. Pediu que ela o ajudasse a escolher seu prato. Conversaram muito, mas Tereza sempre fugia dos assuntos pessoais e levava a conversa para o hospital, profissão, formação. Além da beleza, começou a admirá-la em sua determinação, pela sua paixão pela profissão. Tereza percebeu que o “mauricinho galinha” era um “gentleman” com bom coração e estava fascinada pela vida de luxo a que tinha acesso. Marco questionou seus valores. Tereza também. Conversaram tanto que foram os últimos clientes a deixar o restaurante. Pagou a conta e levou-a para casa. Na porta, um “muito obrigado pelo jantar maravilhoso” e um beijo no rosto. Marco, “galinha” profissional, pela primeira vez na vida considerou isto um final-de-noite perfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jantaram juntos mais treze vezes. À medida que ganhavam intimidade, trocavam idéias, reviam suas posições perante a vida, tornando-as relativas e flexíveis. Neste último jantar, Marco convidou-a para ir ao seu flat. Tereza aceitou. Chegando lá, conversaram mais. Marco sabia, a essas alturas, que Tereza era virgem e não quis forçar nada. Mas isto não vinha ao caso, ela já tinha decidido que Marco seria seu primeiro homem. Tudo fluiu com muita naturalidade. Beijos, carícias, peças de roupa caídas ao lado do sofá. No quarto, mais beijos e carícias, roupas íntimas caídas ao lado da cama. Marco sentiu o calor de seus lábios, a turgidez de seus mamilos, o mel do seu sexo. Rompeu seu hímen com carinho e delicadeza. Fez com que a dor se transformasse em prazer. Ele gozou, ela não. Na segunda vez, os dois gozaram. Gozaram uma terceira vez. Tereza dormiu lá naquela noite e chegou atrasada pela primeira vez na faculdade – gozaram uma quarta vez pela manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começaram a namorar. Marco, pela primeira vez, era homem de uma mulher só. Tereza descobriu que a vida é muito mais que estudar e trabalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um ano, eram noivos. Tereza foi aceita para um curso de um ano de shiatsu no Japão. Marco conseguiu um estágio no serviço de ortopedia de um hospital na mesma cidade. Casaram antes de viajar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje moram em Bastos, no interior de São Paulo, onde Tereza continua a clínica de shiatsu e acupuntura do pai e do avô, e Marco é o ortopedista mais famoso da cidade.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110126716874823843?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110126716874823843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110126716874823843' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110126716874823843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110126716874823843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/11/fisioterapeuta.html' title='A Fisioterapeuta'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110113880782202651</id><published>2004-11-22T13:40:00.000-02:00</published><updated>2004-11-22T13:53:27.823-02:00</updated><title type='text'>Enquete: Sexo Anal</title><content type='html'>Foram computados 91 votos, sendo 71 de homens e 20, de mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os homens, 11,2% não curtem sexo anal, 25,4% gostariam de experimentar, mas ainda não tiveram sua chance. 63,4% dos homens praticam sexo anal, sendo que 25,4% o fazem eventualmente e 38%, sempre que possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as mulheres, 20% não curtem sexo anal (nunca fizeram e não pretendem fazer). 20% ainda não fizeram, mas pretendem experimentar. 60% praticam sexo anal, sendo que 40% o fazem eventualmente e 20% adoram, a ponto de ter orgasmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A porcentagem de homens e mulheres que praticam  sexo anal é bastante semelhante (63,4% e 60%, respectivamente). A diferença está em quanto fazem e quanto curtem: 38% dos homens dizem que são fissurados e fazem sempre que possível, enquanto apenas 20% das mulheres adoram e têm orgasmos com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que podemos tirar estas duas conclusões?&lt;br /&gt;1) Os homens fazem menos anal do que gostariam&lt;br /&gt;2) Muitas vezes a mulher faz anal só para agradar o parceiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vocês acham? Comentem!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E participem da nova enquete!!!&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110113880782202651?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110113880782202651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110113880782202651' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110113880782202651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110113880782202651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/11/enquete-sexo-anal.html' title='Enquete: Sexo Anal'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110070199652314221</id><published>2004-11-17T13:38:00.000-02:00</published><updated>2004-11-17T12:39:18.200-02:00</updated><title type='text'>A Versão Dela - Coisas do Interior</title><content type='html'>Para entender melhor este conto, leia o anterior primeiro (caso ainda não tenha), neste link: &lt;a href="http://orientalspice.blogspot.com/2004/11/coisas-do-interior.html"&gt; Coisas do Interior &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Versão Dela - Coisas do Interior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela semana eu estava meio triste, desanimada. Meu namorado, que fora fazer faculdade em Ribeirão, já não vinha me ver fazia três semanas, dizia que estava muito ocupado com as matérias difíceis. Eu estava de saco cheio do cursinho, que fazia pela segunda vez, entediada mesmo. Minha irmã, que sempre foi grande companheira, estava estudando em Botucatu, mas ia passar a semana toda em aqui, jogar tênis pela faculdade dela na competição que estava acontecendo. Isso me deixou um pouco mais animada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na quinta fui no alojamento do pessoal da Unesp, iam dar uma festa. Não estava a fim de balada, fui com duas amigas para encontrar minha irmã, queria conversar com ela sobre meu namorado. Mal cheguei, estava pegando uma cerveja, um carinha já veio me cantar. Até que era bem gatinho, mas eu não estava com cabeça pra isso, acabei dispensando ele de uma maneira até um pouco rude. Acho que ficou chateado, foi embora logo depois. Encontrei a maninha, conversamos bastante. Achava que, se meu namorado realmente estivesse a fim de mim, daria um jeito de vir me ver, de me dar mais atenção. Que eu não deveria deixar de me divertir por causa dele, estar aberta a outras possibilidades, ou então terminar de vez o namoro. Eu gostava muito do Roberto, mas o lance entre a gente não estava legal, o que minha irmã falou fazia sentido, percebi que podia contar com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sexta, ela me chamou para ir a uma balada de “confraternização” entre as várias faculdades. Eu me animei, estava a fim de me divertir e lá fui eu, bem linda, num vestidinho provocante. Bebi um pouco e fui dançar. Mas estava muito chato, tinha um monte de bêbado falando baixaria, querendo passar a mão. Estava quase indo embora, quando dei de cara com o gatinho que tinha tentado me cantar no dia anterior. Achei que ele ia passar reto, tinha sido muito grossa com ele. Mas não! Ele se aproximou e falou:&lt;br /&gt;- Acho que o destino quer dar mais uma chance pra gente se conhecer!&lt;br /&gt;Achei tão bonitinho o jeito dele falar! Fui com ele até o bar, bebemos uma cerveja, conversamos bastante. Ele era muito gentil, atencioso e alto astral. Fomos dançar um pouco e ele me beijou. Depois, me puxou para um cantinho. Me beijou mais, me acariciou muito, falou que me achava linda. Senti sua mão subindo por debaixo do vestido, entre minhas coxas. A princípio, não queria deixar, mas eu estava com tanto tesão que não resisti. Quanto seus dedos tocaram minha calcinha, eu já estava úmida de excitação. Quando acariciei ele por cima da calça e senti como estava duro, fiquei morrendo de vontade. Acho que ele percebeu, pois falou para irmos a um motel. Apesar do tesão, eu ainda estava namorando, mal tinha conhecido ele, não queria ir rápido demais, inventei uma desculpa. Aí ele foi mais ousado (adoro homens de iniciativa): abriu sua calça e colocou minha mão nele, por debaixo da cueca. Senti muito tesão, na hora me deu uma vontade de chupá-lo e falei:&lt;br /&gt;- Que duro!&lt;br /&gt;- Você que deixou ele assim... Não quer mesmo ir a outro lugar?&lt;br /&gt;Naquela hora, eu queria ir. Já tinha traído o Roberto, mas, por outro lado, transar assim já era demais.&lt;br /&gt;- Eu tenho namorado... Ele faz facu em Ribeirão...&lt;br /&gt;- Mas... olha só... trair você já traiu... me beijou... me acariciou... quase gozou na minha mão... Por que parar por aqui?&lt;br /&gt;Fiquei sem saber o que responder:&lt;br /&gt;- Mas transar é diferente...&lt;br /&gt;- Diferente por quê?&lt;br /&gt;- É diferente...&lt;br /&gt;- Então vamos só para um lugar mais tranqüilo, a gente não precisa transar...&lt;br /&gt;- Não sei... É que também tô com muito tesão... Quero e não quero...&lt;br /&gt;- Então! Vamos!&lt;br /&gt;Eu achei que ia me sentir muito mal se transasse com ele, mas estava morrendo de vontade de ser tocada, acariciada, beijada. E morrendo de vontade de, pelo menos, chupar aquela coisa dura que tinha acabado de sentir.&lt;br /&gt;- Tá bom... Vamos sim... Mas posso confiar em você?&lt;br /&gt;- Claro que pode. Só tem uma coisa, não conheço nada da cidade...&lt;br /&gt;- Tudo bem, a gente pode ir no motel que meu namorado me leva, eu sei o caminho. Você tá de carro?&lt;br /&gt;- Tô sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No carro, me contive, senão ia me perder, sou meio ruim de lembrar caminhos. O motel era meio longe, mas eu prefiro assim, é mais discreto. No quarto, ele me levou até a cama, ficamos sentados, ele me acariciava e beijava com muito fogo. Tirou sua camisa, eu fui descendo com minha boca. Não agüentava mais de tesão, abri sua calça e o coloquei pra fora, estava muito duro. Lambi lentamente, da base até a pontinha e depois chupei com muita vontade. Ele gozou rápido na minha boca. Aí foi a vez dele me chupar. Nossa!!! Nunca me chuparam tão gostoso, sentia algo muito bom, muito forte, eu gemia e me contorcia de tesão, aquela língua era maravilhosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Ami Ayukawa" src="http://img75.exs.cx/img75/5293/ayukawa2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ami Ayukawa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gozei forte, como nunca tinha gozado com oral. A única coisa que consegui pensar e falar foi:&lt;br /&gt;- Ai... não agüento... Quero você dentro de mim...&lt;br /&gt;Chupei de novo, senti-lo endurecendo na minha boca me deixou alucinada. Coloquei ele entre meus seios, massageando bem gostoso. Pediu que eu ficasse de quatro, adivinhou minha posição preferida. Colocou uma camisinha e ficou ralando em mim antes de penetrar, só pra me deixar com mais vontade. Na hora em que senti aquela coisa dura entrando em mim, gozei. Quando me pegou pela cintura firme, decidido, e senti seus movimentos fortes, eu me senti a mais safada das mulheres:&lt;br /&gt;- Come sua putinha... Me fode forte...&lt;br /&gt;- Sua vadia... Vou arregaçar sua bucetinha de tanto meter...&lt;br /&gt;Eu estava mesmo me sentindo uma vadia, uma putinha safada. Sentindo o vai-vem, gozei de novo, muito forte, naquele pau gostoso. Logo senti meu macho gozando também.&lt;br /&gt;Fomos tomar uma ducha, aí eu vi que eram quatro da manhã, precisava voltar, senão ia me ferrar com meus pais.&lt;br /&gt;Quando me deixou em casa, combinamos de sair de novo. Passei o sábado e o domingo com ele, nunca tive tanto prazer com um homem. Até hoje ainda fico molhadinha quando lembro desses dias.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110070199652314221?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110070199652314221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110070199652314221' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110070199652314221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110070199652314221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/11/verso-dela-coisas-do-interior.html' title='A Versão Dela - Coisas do Interior'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110013666133334804</id><published>2004-11-10T23:28:00.000-02:00</published><updated>2004-11-10T23:31:01.333-02:00</updated><title type='text'>Coisas Do Interior</title><content type='html'>Durante a faculdade, sempre freqüentei a atlética. Treinava handebol, fui titular algumas vezes, não era lá um grande jogador, mas curtia o pessoal, o ambiente. Uma vez por ano, tínhamos uma competição entre várias faculdades, sempre numa cidade do interior, que durava uma semana. Competir era o de menos, o espírito da coisa eram as baladas e os porres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passei a semana toda em Piracicaba. Nos dois primeiros dias, enchi a lata. No terceiro, peguei leve, teríamos jogo logo pela manhã, no dia seguinte. Mesmo assim, fui numa festa do pessoal da Unesp, no alojamento deles, com mais dois colegas do time. Tudo meio devagar, pouca mulher, um som sofrível. Estava pensando em cair fora, quando vi uma japonesa maravilhosa. Acabara de chegar com duas amigas, foram logo pegar cerveja. Cabelos longos, rosto e boca perfeitos, seios grandes, acima da média oriental, cintura fininha. Fiquei enfeitiçado. Fui conversar com ela, mas me deu uma esnobada. Deixei quieto e fui embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De manhã jogamos e ganhamos, placar disputado. O dia seguinte livre, fui pra balada de novo, desta vez numa boate da cidade, que organizou um evento para a competição. Muitas mulheres, quase que se jogando em cima da gente. Fui ao banheiro, me aliviar do excesso de cerveja e, quando voltei, dou de cara com a japonesinha do dia anterior, linda, num vestido decotado, com aqueles seios me provocando. Puxei conversa de novo. Vai entender as mulheres, desta vez estava toda simpática, até um pouco insinuante. Fazia cursinho em Piracicaba, a irmã era caloura da Unesp. Bebemos um pouco, conversamos mais e fomos dançar. Não demorou muito, consegui beijá-la. Fomos para um canto mais escuro e reservado, onde trocamos carícias cada vez mais íntimas. Minha mão, por debaixo do vestido, entre suas coxas, acariciava sua calcinha úmida. Ela apertava o meu pau, duríssimo, por cima da calça. Clima de pura excitação, sugeri que fôssemos a um lugar mais privativo. Falou que não, precisava ficar e voltar com a irmã. Abri então a minha calça e guiei sua mãozinha até ele, por debaixo da cueca. Deu um sorriso maroto e falou:&lt;br /&gt;- Que duro...&lt;br /&gt;- Você que deixou ele assim... Não quer mesmo ir a outro lugar?&lt;br /&gt;Ela ficou meio sem jeito. Depois de um tempo, falou:&lt;br /&gt;- Eu tenho namorado... Ele faz facu em Ribeirão...&lt;br /&gt;- Mas... olha só... trair você já traiu... me beijou... me acariciou... quase gozou na minha mão... Por que parar por aqui?&lt;br /&gt;Ela titubeou:&lt;br /&gt;- Mas transar é diferente...&lt;br /&gt;- Diferente por quê?&lt;br /&gt;- É diferente...&lt;br /&gt;- Então vamos só para um lugar mais tranqüilo, a gente não precisa transar...&lt;br /&gt;- Não sei... É que também tô com muito tesão... Quero e não quero...&lt;br /&gt;- Então! Vamos!&lt;br /&gt;Pensou, hesitou, pensou mais. Depois de uma pausa longa, aceitou:&lt;br /&gt;- Tá bom... Vamos sim... Mas posso confiar em você?&lt;br /&gt;- Claro que pode. Só tem uma coisa, não conheço nada da cidade...&lt;br /&gt;- Tudo bem, a gente pode ir no motel que meu namorado me leva, eu sei o caminho. Você tá de carro?&lt;br /&gt;- Tô sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E fomos. Meio longe, chegamos depois de uns 20 minutos, não tinha a menor idéia de onde estava. No quarto, sentamos na cama e começamos a nos beijar de novo. Tirei a camisa, ela me acariciou o tórax, beijou-o o foi descendo com a boca. Desta vez, ela mesmo abriu minha calça e o colocou para fora. Passou a língua nele todo e depois me chupou. Do jeito que estava excitado, gozei logo na sua boquinha. Tiramos a roupa um do outro. Ela já estava muito melada quando comecei a chupar a sua bucetinha; depois de passar a língua na entradinha, comecei a lamber seu clitóris, com a pontinha da língua. Ela gemia, com a respiração ofegante, levantava o quadril da cama, até explodir num gozo forte, na minha boca.&lt;br /&gt;- Ai... não agüento... Quero você dentro de mim...&lt;br /&gt;Eu já estava ficando duro de novo, pedi para que me chupasse mais. Lambeu, chupou, me masturbou e o colocou entre seus seios, fazendo uma “espanhola” maravilhosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Ami Ayukawa" src="http://img16.exs.cx/img16/7981/ayukawa.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ami Ayukawa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedi que ficasse de quatro. Coloquei uma camisinha e brinquei com ele um pouco na entradinha, antes de penetrá-la, lentamente. Estava muito melada, mas era bem apertada. Segurando firme pelos quadris, fui metendo cada vez mais rápido e forte. Ela gemia, me chamava de safado, tarado, gostoso, o que me excitava mais ainda.&lt;br /&gt;- Come sua putinha... Me fode forte...&lt;br /&gt;Sentia meu pau batendo no fundo de sua bucetinha, via seus peitões balançando no meu ritmo.&lt;br /&gt;- Sua vadia... Vou arregaçar sua bucetinha de tanto meter...&lt;br /&gt;Quando falei isso, ela gozou forte no meu pau. Sentindo suas contrações, cheguei ao clímax também.&lt;br /&gt;Tomamos uma ducha.&lt;br /&gt;Quando voltamos ao quarto, ela viu o relógio:&lt;br /&gt;- Ai... Quatro da manhã... preciso ir para casa.&lt;br /&gt;Na porta de sua casa, nos beijamos mais. Combinamos de nos ver de novo, as minhas duas últimas noites em Piracicaba foram com ela, naquele motel perdido não sei aonde.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110013666133334804?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110013666133334804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110013666133334804' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110013666133334804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110013666133334804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/11/coisas-do-interior.html' title='Coisas Do Interior'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-110011013508894242</id><published>2004-11-10T16:07:00.000-02:00</published><updated>2004-11-10T16:08:55.086-02:00</updated><title type='text'>Enquete - Garotas/Garotos de Programa</title><content type='html'>A enquete recebe um total de 69 novos votos, 54 homens e 15 mulheres. No total, houve praticamente um empate: 50,7%  já transaram com garotas ou garotos de programa e 49,3%, não.&lt;br /&gt;Separando conforme o sexo, as coisas ficam bem diferentes. 59,3% dos homens responderam que sim e 40,7%, que não. Entre as mulheres, 20% respondeu que sim e 80% que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado a quem participou e votem na nova enquete!&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-110011013508894242?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/110011013508894242/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=110011013508894242' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110011013508894242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/110011013508894242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/11/enquete-garotasgarotos-de-programa.html' title='Enquete - Garotas/Garotos de Programa'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109961030234216050</id><published>2004-11-04T21:15:00.000-02:00</published><updated>2004-11-04T21:18:22.343-02:00</updated><title type='text'>Na Biblioteca</title><content type='html'>Quando estava preparando minha dissertação de mestrado, passava horas e horas mergulhado nos livros, teclando absorto no meu notebook, na biblioteca da faculdade. O tempo corria, tardes em segundos, eu não percebia o que acontecia ao meu redor. Mas, mesmo assim, comecei a reparar que uma garota oriental, todas as terças e quintas, sentava-se na mesma mesa de estudos que eu, na minha frente. Várias vezes, ao levantar a cabeça para descansar a vista, percebi que ela olhava para mim e, quando olhava em sua direção, voltava rapidamente o olhar para seus livros. Devia ter uns 20 anos, ser aluna da graduação, tinha um rosto delicado, suave. Eu estava tão estressado e preocupado em escrever a dissertação, que não dei maior importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que, numa terça-feira, ela veio sentar-se do meu lado. Perguntou:&lt;br /&gt;- Se importa se eu sentar aqui?&lt;br /&gt;Respondi que não e continuei a escrever. A minha indiferença deve tê-la incomodado – logo depois foi embora. Só quando fui arrumar minhas coisas para sair, percebi que tinha deixado um bilhete: “Vejo que está muito ocupado. Não quero atrapalhar, mas preciso conversar com você.” Fiquei intrigado, mas, de novo, não dei muita importância. Na quinta-feira, ela cumpriu o mesmo ritual. Cumprimentei a linda garota, ela retribuiu com um sorriso. Perguntei o que tanto precisava conversar comigo.&lt;br /&gt;- É uma longa história... não dá pra conversar aqui... Se puder, me procura amanhã na cervejada de happy-hour no “Bar do Ferraz”.&lt;br /&gt;Disse isto e foi embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei intrigado. Na sexta à tarde, resolvi ir ao “Bar do Ferraz”, que ficava em frente à faculdade. Ela estava lá, bebendo cerveja com uma amiga. Quando me viu, sorriu e fez sinal para que sentasse com elas. Depois de alguns minutos, a amiga inventou uma desculpa e foi embora, deixando-nos a sós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você não lembra de mim, né?&lt;br /&gt;Cara de interrogação. Lembrava dela na biblioteca, nada mais.&lt;br /&gt;- Sou a Andréia, prima da Midori, a gente se conheceu no aniversário dela.&lt;br /&gt;Midori tinha sido minha namorada até dois meses atrás, quando terminamos, ela não agüentou a concorrência com meu mestrado. Caiu a ficha, lembrei de ter reparado nela, estava acompanhada do namorado na festa. Tinha conversado um pouco com ela, mas o namorado, ciumento, não lhe dava espaço. Lembrei, então, de como ela tinha ficado bêbada e fora carregada para casa. Após lhe contar minhas lembranças, ela falou, constrangida:&lt;br /&gt;- É... passei dos limites naquela festa... Mas não agüentava mais o mala do meu namorado... Terminei com ele no dia seguinte...&lt;br /&gt;Pedimos mais uma cerveja.&lt;br /&gt;- Mas o que tanto precisa falar comigo?&lt;br /&gt;Ela ficou vermelha. Desconversou.&lt;br /&gt;- Quando vai defender seu mestrado?&lt;br /&gt;- Se tudo der certo, no mês que vem.&lt;br /&gt;Ela, apesar de um pouco tímida, tinha uma conversa muito agradável. Ficamos horas trocando idéias sobre a faculdade, carreira, baladas etc. Quando nos demos conta, já eram quase onze horas, estávamos na sétima garrafa de cerveja e ela, bem tontinha. Perguntei de novo:&lt;br /&gt;- Mas, Andréia, o que tanto precisava falar comigo?&lt;br /&gt;- É uma longa história, vou contar, mas acho que a Midori vai ficar brava comigo...&lt;br /&gt;- Brava por quê?&lt;br /&gt;- É o seguinte... eu e a Midori somos bi... a gente “fica” de vez em quando... Ninguém mais sabe disso...&lt;br /&gt;Por esta eu não esperava. Nunca tinha me passado pela cabeça a minha ex-namorada ser bi.&lt;br /&gt;- Então... Uma vez ela me contou de algumas coisas que vocês faziam na cama... Fiquei morrendo de vontade...&lt;br /&gt;- Como assim? Fazer o quê?&lt;br /&gt;- Assim... ela me contou que vocês faziam anal... Eu nunca consegui, sempre doeu muito... aí ela falou que pra ela também era assim, mas que você fazia de um jeito especial, que ela até gozou dando atrás pra você...&lt;br /&gt;Agora eu que fiquei vermelho. Sabia que mulheres conversam entre si sobre sexo, posições, talvez até sobre performances, mas isto já estava em desdobramentos insólitos.&lt;br /&gt;Andréia virou o copo de cerveja, colocou-o sobre a mesa e, à queima-roupa, pediu:&lt;br /&gt;- Faz o mesmo comigo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei atônito. A cena era absolutamente surreal. A prima da minha ex-namorada, que transou com ela, que mal me conhece, pedindo para eu fazer anal com ela. Olhei descrente para Andréia, sem conseguir falar nada.&lt;br /&gt;- É verdade... Sei que parece que sou louca, mas é verdade... Acho você lindo, muito gato... E tudo que a Midori falou me deixou morrendo de vontade...&lt;br /&gt;Ela então se levantou, deu a volta na mesinha e me beijou. Depois, sussurrou no meu ouvido:&lt;br /&gt;- Me leva pro motel... Você não vai se arrepender...&lt;br /&gt;Eu não tinha mais o domínio da situação, estava ainda atônito, mas já totalmente seduzido.&lt;br /&gt;Fomos para o motel. No carro, ela me acariciava por cima da calça. Quando entramos no quarto, mal fechei a porta e ela tirou toda a roupa. Tinha um corpo delicado, seios pequenos, durinhos, cintura fina, uma bundinha também pequena, mas firme e redondinha. Deitei-a na cama, me ajoelhei na sua frente, com a cabeça entre suas coxas. Beijei, lambi, chupei seu sexo. Passava a língua no seu clitóris, intumescido, na entradinha, totalmente melada. Gozou na minha boca. Tirei minha roupa e coloquei-a de quatro na cama. Passei a língua no seu cuzinho, enquanto a masturbava. Gemendo de prazer, pediu:&lt;br /&gt;- Me come... Quero sentir você dentro de mim....&lt;br /&gt;Coloquei a camisinha e penetrei sua bucetinha, de quatro. Enquanto metia, forte e rápido, acariciava seu cuzinho com um dedo. Andréia, sentindo as repetidas estocadas, fundas, gozou novamente. Virou-se, tirou a camisinha e me chupou intensamente, até eu encher a sua boca com minha porra quente. Engoliu tudo, tirou o que ainda estava no meu pau com seus dedinhos e espalhou sobre seus lindos seios.&lt;br /&gt;- Agora só falta comer o meu cuzinho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Miho Kiuchi" src="http://img129.exs.cx/img129/2786/miki.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Miho Kiuchi&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela estava mesmo determinada. Pedi na recepção um tubo de KY. Fomos tomar uma ducha. Enquanto a ensaboava, massageava seus seios, sua bundinha. Ela retribuía, acariciando meu tórax, minhas costas e meu pau, que logo ficou duro de novo. Voltamos para a cama, ainda molhados. Pedi que Andréia se deitasse de lado, com uma perna dobrada, levantada. Chupei de novo sua bucetinha, seu clitóris, até senti-la novamente molhada e quente. Passei a lamber seu cuzinho, tentando penetrá-lo com a língua, enquanto a masturbava. Coloquei outra camisinha, passei muito KY no seu cuzinho e no meu pau. Encaixei apenas a cabecinha, senti seu anelzinho piscando e, depois, relaxando. Fui entrando lentamente, em etapas, à medida que se abria para mim, sempre acariciando sua bucetinha com os dedos. Quando finalmente, estava todo dentro, esperei um pouco para começar a meter. Primeiro, lentamente, suavemente. Quando a senti totalmente relaxada, com mais prazer que incômodo, pedi para que ficasse de quatro. Entrei novamente, devagar, mas já com bem menos resistência. Ela agora se masturbava, enquanto eu a segurava firme pelos quadris, metendo um pouco mais rápido. Gemeu:&lt;br /&gt;- Isso, tesudo... Come meu cuzinho bem gostoso...&lt;br /&gt;Passei a meter mais ritmado, ela se masturbava intensamente. Gozou forte, senti seu cuzinho se contrair junto, isso fez com que eu também chegasse ao clímax, senti minha porra jorrando de novo.&lt;br /&gt;- Tesão... acho que vou ficar viciada nisso...&lt;br /&gt;E ficou mesmo. Todas terças e quintas, depois de me ajudar com minha dissertação de mestrado, na biblioteca, terminávamos a tarde no motel. Paramos de nos ver só no ano seguinte, quando tive que mudar de cidade, por causa de um emprego.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109961030234216050?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109961030234216050/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109961030234216050' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109961030234216050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109961030234216050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/11/na-biblioteca.html' title='Na Biblioteca'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109893291828603976</id><published>2004-10-28T00:04:00.000-03:00</published><updated>2004-10-28T00:28:59.836-03:00</updated><title type='text'>Sob o Sol</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;-Olha ali.&lt;br /&gt;Acompanhei a direção de seu olhar, sem saber exatamente o que havia para ser olhado.&lt;br /&gt;-O quê?&lt;br /&gt;-Tá vendo aquela garota de chapéu?&lt;br /&gt;-Tô...&lt;br /&gt;-Não pára de te olhar...&lt;br /&gt;-!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Vivian Hsu" src="http://img45.exs.cx/img45/1412/viv6.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era uma garota oriental de rosto e corpo delicados. Estava com um biquíni azul, recostada em uma cadeira de praia.&lt;br /&gt;-Melhor você dar um mergulho porque o sol deve estar cozinhando os seus miolos!&lt;br /&gt;-Vou mesmo... você vem?&lt;br /&gt;-Vou daqui a pouco...&lt;br /&gt;Continuei deitada sobre a esteira e sob o guarda-sol, sem a menor intenção de ir para o mar. De uma das barracas de coco vinha uma música da Daniela Mercury, crianças passavam correndo, casais passavam de mãos dadas: era férias!&lt;br /&gt;-Vai um sorvete aí, moça?&lt;br /&gt;-Tem de uva? – levantei os óculos de sol.&lt;br /&gt;-Tem, sim.&lt;br /&gt;Me levantei para pegar o dinheiro, mas... onde é que o Alberto tinha escondido mesmo? Demorei uns dois minutos para achar e, quando me virei, vi a garota japonesa-ou-chinesa-ou-coreana-ou-sei-lá-o-quê ao lado do sorveteiro, me encarando com um sorriso.&lt;br /&gt;- Eu pago o dela também – disse, com o sorvete dela na mão.&lt;br /&gt;-Se liga, garota! Nem te conheço – meu tom variava entre surpreso e indignado.&lt;br /&gt;Me apressei em pagar o sorvete e sair dali. Fui caminhando em direção à barraca de coco mais lotada e qual não foi a minha surpresa quando notei que ela estava caminhando ao meu lado.&lt;br /&gt;-Eu também gosto de sorvete de uva.&lt;br /&gt;Ela tinha o mesmo tom de voz de uma amiga do colégio que tentara me beijar numa festa a fantasia havia muito tempo.&lt;br /&gt;-Ahhh – respondi, sem interesse, olhando para o lugar onde ela estivera sentada. — Você tá sozinha aqui na praia?&lt;br /&gt;-É, os meus pais me trouxeram aqui mas já voltaram para Campinas. Eles acham que eu estou um pouco estressada...&lt;br /&gt;Aquele tom de voz suave me fez lembrar a trajetória da outra: depois que ela tentara me beijar, cortei relações com ela por achar que aquilo era pecado, mesmo assim ela me mandava bilhetes apaixonados e, por fim, tentara se matar; depois disso, seus pais acharam melhor mudarem de cidade e eu nunca mais a vira. Ela então sorriu para mim e tentei desanuviar os pensamentos.&lt;br /&gt;-E você? Tá com o seu marido?&lt;br /&gt;-É... quer dizer, não... é meu noivo. A gente vai se casar no ano que vem.&lt;br /&gt;-E você gosta dele?&lt;br /&gt;-!&lt;br /&gt;Aquela situação era completamente absurda. Falei que tinha que ir, já caminhando em direção ao mar, mas ouvi que ela estaria ali todos os dias, até o fim das férias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Eu estava, em parte, de férias, mas o Alberto não, de modo que ele ia a São José dos Campos toda segunda de manhã e voltava sexta à noite para ficar comigo. Estávamos em um apartamento emprestado por amigos, em Ubatuba, e nos dias de semana eu me ocupava em dar seqüência ao romance que estava escrevendo; o prazo de entrega dos originais se esgotaria em poucas semanas e eu não havia pensado em um desfecho ainda. Às vezes ficava sentada em frente ao laptop por muito tempo sem conseguir produzir nada, então eu ia dar uma volta pela praia, evitando a parte em que a garota disse que estaria “todos os dias, até o fim das férias”. Mas foi num dia desses, entre frustração e tédio, que ela me achou. Tapou meus olhos, perguntando quem era. Me assustei um pouco, mas sabia que era ela, com aquele tom de voz...&lt;br /&gt;-Não adianta tentar adivinhar quem é, porque você não me conhece pelo nome. E, destapando os meus olhos: — Prazer, meu nome é Vivian... esqueci de dizer no outro dia.&lt;br /&gt;Eu estava perplexa e não consegui disfarçar o sorriso.&lt;br /&gt;-Pede uma água de coco ali... fala que é por minha conta.&lt;br /&gt;-Tá, depois te pago um sorvete – disse ela, sorrindo.&lt;br /&gt;E ela foi. Estava com o mesmo biquíni do outro dia e com uma canga, no mesmo tom de azul, amarrada na cintura. A água do mar escorria por seus cabelos, molhando suas costas e cintilando ao sol.&lt;br /&gt;Depois de alguns minutos voltou com o coco na mão e sentou-se na cadeira ao meu lado.&lt;br /&gt;-Você gosta bastante de azul, né?&lt;br /&gt;-Adoro azul... por isso gosto dos seus olhos também – disse, olhando nos meus olhos, ao que desviei o olhar. Minha amiga me olhara daquela forma antes de tentar me beijar.&lt;br /&gt;Era difícil admitir para mim mesma que eu havia pensado muito naquela garota e talvez por ter convivido um bom tempo com ela em pensamento, sua presença já não era tão perturbadora.&lt;br /&gt;-Tá vendo aquele prédio verde ali? – apontou. — Eu moro ali... quer dizer, vou ficar ali até o fim das férias...&lt;br /&gt;-Que bom, é bem perto da praia.&lt;br /&gt;-É... quer ir lá?&lt;br /&gt;Aceitei sem pensar muito. Paguei pelos cocos e fomos.&lt;br /&gt;-E o seu chapéu?&lt;br /&gt;-Ah, perdi na ventania de ontem... saiu voando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era um apartamento típico de veraneio, sem muitos móveis. Um pouco triste.&lt;br /&gt;Depois de ela me mostrar o apartamento e conversarmos um pouco, olhando o mar e as pessoas no beiral sacada, falei que tinha que ir porque já estava anoitecendo. Ela então me olhou da mesma forma que havia me olhado quando estávamos na mesa do quiosque de coco... e me beijou. Dessa vez não relutei, não pensei em Deus nem em pecado, apenas retribuí o beijo, doce como ela. E quando me puxou para o quarto, eu fui. Me sentou na cama e foi tirando o meu vestido enquanto me beijava, procurando minha língua. Tirou meu sutiã, beijou os meus seios, acariciou minhas coxas com as mãos e depois com a língua morna. Abaixou minha calcinha úmida pelo calor e pela excitação. Me puxou para o banheiro, me colocou debaixo da ducha fria e depois de tirar a canga e o biquíni, também entrou no boxe. Procurou minha boca sob a água e acariciou meu corpo enquanto me beijava, agora um pouco mais voraz.&lt;br /&gt;-Eu nunca fiz isso – cochichei em seu ouvido.&lt;br /&gt;-Não se preocupe, você vai gostar...&lt;br /&gt;Eu a ensaboei, acariciando todo o seu corpo e senti que ela estava ficando muito excitada, o que me deixava mais excitada ainda. Chupei seus mamilos, já durinhos, e ouvi seus gemidos abafados. Ela fez o mesmo comigo, passando a mão entre as minhas pernas, até alcançar a parte que implorava para ser tocada. Continuou me tocando por um tempo e, vendo a minha indecisão, conduziu minha mão entre suas pernas; ao tocá-la, estremeceu de prazer. Ficamos assim por um tempo, depois lavou meu cabelo e meu corpo, beijando minha nuca e minhas costas, me abraçando por trás e acariciando meus seios com as mãos de vez em quando. Seus toques eram suaves, quase distraídos, e me causavam uma excitação diferente da que eu sentia com homens.&lt;br /&gt;Banho tomado, nos enxugamos e ela me conduziu para sua cama desfeita. Me deitou gentilmente sobre o travesseiro cheirando a lavanda, entrelaçando suas pernas nas minhas enquanto me beijava e sua mão percorria minha pele arrepiada. Acariciando-lhe, senti seu sexo molhado e quis beijá-la ali. Troquei de posição, ficando por cima, e fui sentindo seu corpo com a minha boca, até chegar onde queria. Abri suas pernas, beijei o interior de suas coxas e lambi de leve seus pelinhos, para depois sentir seu gosto. Seu clitóris estava intumescido e ela começou a ter leves contorções assim que minha língua o tocou. Lambi-a com vontade, primeiro devagar, depois com movimentos mais rápidos, cuja intensidade aumentou assim que senti suas pernas tremerem, o que resultou em um gemido quase sem fôlego. Beijei seu corpo, agora de baixo para cima, alcançando sua boca e sua língua, abraçando-a como se fosse a última vez. Ela se livrou dos meus braços, quis me dar prazer também, e repetiu o que eu fizera com ela; eu estava inebriada, todos os meus sentidos estavam famintos e ao mesmo tempo saciados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela noite, escrevi por horas a fio e consegui terminar o livro. A última frase eu lembro de cor: “Como se tocados pelo sol, depois de uma longa geada, despertaram sedentos de vida”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No verão seguinte, passei em seu prédio verde para entregar-lhe o livro que dedicara a ela: &lt;em&gt;Para Vivian, pelo sol.&lt;/em&gt; Ela continuava irradiando uma beleza indizível, embora estivesse um pouco diferente. Pedi que me escrevesse quando terminasse de ler o livro e até hoje espero uma carta, um e-mail, um telefonema, uma palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Sumire&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109893291828603976?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109893291828603976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109893291828603976' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109893291828603976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109893291828603976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/10/sob-o-sol.html' title='Sob o Sol'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109883510041997354</id><published>2004-10-26T20:53:00.000-03:00</published><updated>2004-10-26T20:58:20.420-03:00</updated><title type='text'>Enquete - Posição</title><content type='html'>Em relação à pergunta "em que posição prefere transar", mais da metade dos leitores respondeu "de quatro". Em segundo lugar ficou a opção "cavalgando" e, depois, praticamente empatadas, "papai-mamãe", "de lado" e "69". Abaixo, o resultado completo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      De quatro - 54%&lt;br /&gt;   Cavalgando - 18%&lt;br /&gt;Papai-mamãe - 8%&lt;br /&gt;           De lado - 6%&lt;br /&gt;                    69 - 6%&lt;br /&gt;        Tanto faz - 6%&lt;br /&gt;            Outras - 0%&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109883510041997354?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109883510041997354/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109883510041997354' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109883510041997354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109883510041997354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/10/enquete-posio.html' title='Enquete - Posição'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109871485341856428</id><published>2004-10-25T12:30:00.000-03:00</published><updated>2004-10-25T11:34:13.423-03:00</updated><title type='text'>Aniversário Solitário</title><content type='html'>Marina era uma colega de turma bonita, mas muito tímida. Tinha um corpo lindo, seios médios, pontudos, cintura fina e uma bundinha muito bem feita. Apesar de retraída, era muito amável com quem conseguisse ganhar sua confiança. Sua beleza atraía muitos olhares e sua timidez lhe conferia uma condição especial, pelo desafio que seria conquistá-la ou pela curiosidade em saber o que se escondia por trás desse comportamento tão acanhado (diziam que as mais tímidas eram as mais quentes na cama).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a tristeza de todos, Marina começou a namorar um cara de fora da faculdade, um estudante de engenharia. Estava realmente apaixonada, mas o rapaz, vendo que o jogo já estava ganho, tratava-a com prepotência, até com certo desprezo. Saía com os amigos, viajava sem ela e nunca dava maiores satisfações. Ele foi seu primeiro namorado, a única pessoa com quem tinha transado e também seu único grande amor – assim, relevava tudo, desculpava as faltas, apesar da mágoa que crescia e apertava seu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gota d’água foi o seu aniversário de 23 anos. Seria num sábado. Dispensou a festa da família, imaginava uma comemoração a dois, em um restaurante romântico, terminando a noite com seu namorado no motel. Na quinta-feira, depois do jantar, ele ligou, anunciando que iria viajar para a praia com os amigos, pois precisaria ajudar um deles a consertar o jet-sky. Ela pediu, implorou, mas ele não mudou de idéia, justificou-se dizendo que tinha assumido um compromisso com o amigo, que poderiam comemorar no domingo à noite, quando voltasse. Marina chorou a noite inteira, mas não contou nada a ninguém. A tristeza imensa que sentiu na sexta-feira transformou-se em ódio, desejo de vingança, no sábado. De noite, inventou uma história para os pais: o carro do namorado tinha quebrado, iria pegá-lo para irem jantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, foi a uma danceteria, disposta a dar para o primeiro homem bonito que tentasse cantá-la. Caprichou na produção, estava “vestida para matar”: batom realçando seus lábios carnudos, blusa bem decotada, uma calça bem justa, que valorizava sua bundinha. Entrou na danceteria e começou a beber. Cerveja. Caipirinha. Mais cerveja. Mais caipirinha. Já bem alta, foi dançar sozinha na pista. Vários homens chegaram junto, mas nenhum que agradasse. De repente, um casal veio dançar com ela. O rapaz era lindo, olhos verdes, corpo bem definido, bem vestido. A garota que estava com ele também era linda, olhos azuis, loira, corpo perfeito. Dançaram algumas músicas trocando olhares, sentiu-se envolvida. O rapaz convidou-a para sentar com eles. Foram até a mesa, onde ficou entre os dois. Conversaram sobre como a música estava boa, como estavam se divertindo. Pediram três caipirinhas. Beberam. Fábio e Carol, já alisando as coxas de Marina, disseram o quanto a achavam bonita. Ela retribuiu o elogio, falando que nunca tinha visto casal tão lindo. Fábio, então, beijou sua boca, enquanto Carol acariciava-a entre as coxas. Marina ficou confusa, assustada, mas, ao mesmo tempo com tanto tesão que deixou que acontecesse. Carol sussurrou no seu ouvido:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quer ir para um lugar mais aconchegante com a gente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marina hesitou, mas, bêbada e morrendo de tesão, acabou concordando. Deixou seu carro no estacionamento e foi com eles. Fábio foi dirigindo e Carol foi atrás, junto com Marina. Enquanto iam para o motel, Carol tentou beijá-la. A princípio não deixou, mas acabou cedendo. Nunca tinha beijado uma mulher, mas ficou surpresa, achou delicioso tocar os lábios de uma mulher. Continuava confusa, mas extremamente excitada. Quando finalmente chegaram na suíte do motel, Marina travou. Pediu para ir embora. Fábio falou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não vai não... Se quiser, não tocamos em você, pode ficar só olhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marina concordou e sentou-se num banquinho. Fábio e Carol se beijaram, cheios de tesão. Tiraram a roupa um do outro. Fábio sentou-se na cama e Carol, ajoelhada na sua frente, começou a chupá-lo, bem gulosa. “Que pau lindo, duro e gostoso” pensou Marina, acariciando seus seios com uma mão e tocando sua bucetinha, por cima da calça, com a outra. A cara de tesão de Fábio, aquele pau lindo, o jeito de chupar da Carol deixaram Marina louca de tesão. Não se conteve. Foi chupá-lo também. Engoliu o pau todo, enquanto Carol lambia as bolas. Deram-se um beijo. Chuparam mais. Dividiram aquele pau como se fosse o último do mundo. Fábio e Carol, juntos, tiraram a roupa de Marina e a deitaram na cama. Enquanto Fábio beijava sua boca e seus seios, Carol chupava sua bucetinha. Gozou rápido. Trocaram de posição. Fábio colocou uma camisinha e meteu fundo na bucetinha da Marina, enquanto a Carol lambia e mamava nos seus seios. Quando sentiu Fábio gozando, Marina gozou também, de novo. Deitados na cama, se acariciaram, até Fábio ficar duro de novo. Carol ficou de quatro, arrebitadinha, chupando a bucetinha da Marina, enquanto Fábio metia gostoso nela. Marina gozou fácil, Fábio e Carol logo depois também. Adormeceram.&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img96.exs.cx/img96/1668/tits.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;Marina acordou com a língua de Fábio no seu cuzinho e Carol, logo depois, com os gemidos. Foi lamber o clitóris de Marina. Fábio a colocou de quatro, vestiu outra camisinha e passou lubrificante no seu cuzinho. Foi entrando devagarzinho, enquanto Carol lambia sua bucetinha. Foi relaxando, até acomodar todo o pau de Fábio. Ele agora metia cada vez mais forte, mais rápido, até gozar naquele cuzinho virgem. Enquanto chupava a bucetinha da Marina, Carol se masturbava. As duas logo gozaram também. Adormeceram de novo, Marina entre os dois. Acordaram de manhã, com o interfone, avisando que o período tinha acabado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois daquela noite, Marina nunca mais foi a mesma. No domingo mesmo terminou com o namorado. Depois, transou com todos e todas que quis.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109871485341856428?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109871485341856428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109871485341856428' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109871485341856428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109871485341856428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/10/aniversrio-solitrio.html' title='Aniversário Solitário'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109838778020682951</id><published>2004-10-21T15:41:00.000-03:00</published><updated>2004-10-21T16:43:00.206-03:00</updated><title type='text'>A Vizinha Gostosa</title><content type='html'>&lt;p&gt;Moro neste prédio há muitos anos, desde que vim fazer faculdade em São Paulo. Nunca liguei muito para os vizinhos, sempre fui um dos poucos sozinhos em um condomínio em que quase todos os moradores são casais com filhos pequenos e barulhentos.&lt;br /&gt;Faz algumas semanas, um sábado, quando o sol voltou forte, estava à toa em casa e resolvi descer para a piscina. Fui de manhã cedo, antes da criançada chegar, estava sozinho. Como não curto muito ficar simplesmente largado no sol, levei junto “Cem Contos Escolhidos”, de Nelson Rodrigues, que tinha finalmente encontrado. Envolvido pela leitura, não vi o tempo passar. Sentindo o sol quente na pele, procurei meu relógio. Foi então que vi, tomando sol do outro lado da piscina, uma mulher de formas maravilhosas. Deitada de barriga para baixo, só consegui ver seus longos cabelos negros e uma bundinha linda dentro de um biquíni minúsculo. Perdi a concentração. A cada conto que lia, parava para “descansar a vista” naquele colírio. Ela então se levantou, ajeitou o biquíni e mergulhou na piscina. Deslizou pela água até a borda do meu lado. Saiu da água na minha frente, as gotas de água caindo e lambendo seu corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Natasha Yi" src="http://img58.exs.cx/img58/9499/natasha1.jpg" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Natasha Yi&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De olhos fechados, ajeitou o cabelo, tinha um rosto lindo. Olhou para mim, deu um sorriso e falou:&lt;br /&gt;- Meu nome é Sandra, mudei para cá faz dois dias!&lt;br /&gt;Me apresentei, conversamos um pouco sobre o tempo, o condomínio, coisas à toa. Olhou para o meu livro:&lt;br /&gt;- Curte Nelson Rodrigues?&lt;br /&gt;- Muito!&lt;br /&gt;- Eu também!&lt;br /&gt;Me contou, então, que tinha feito faculdade de biologia em Londrina e iria começar seu mestrado aqui em Sampa. Conversamos mais um pouco e ela pediu licença, precisava subir e se arrumar, tinha combinado de almoçar com uma prima. Fiquei mais uma meia hora e subi para meu apartamento. Enquanto procurava chave, surpresa maravilhosa, a Sandra saiu do apartamento em frente! De camiseta e jeans, básica e muito linda, deu outro sorriso:&lt;br /&gt;- Olha só! Somos vizinhos!&lt;br /&gt;Isso tudo estava ficando muito bom. Falei que, se precisasse de algo, poderia contar comigo, um vizinho muito solícito. Deu uma risadinha, agradeceu e sumiu atrás da porta do elevador.&lt;br /&gt;Eu estava na maior seca, tinha terminado meu namoro havia três semanas. Tomado por devaneios com minha nova vizinha, debaixo do chuveiro, me masturbei.&lt;br /&gt;Dois dias se passaram. Voltei a cruzar com ela na terça de manhã, na garagem, os dois atrasados, e apenas nos cumprimentamos. Neste mesmo dia, de noite, sem vontade de cozinhar, pedi uma pizza. Enquanto esperava, fiquei tomando uma cervejinha e assistindo “Sexy Hot” na TV a cabo. Quando fui buscar a entrega, na volta, dou de cara com a Sandra no elevador. Muito espontânea, falou:&lt;br /&gt;- Que cheirinho bom de comida! Desculpa, é que tô morrendo de fome.&lt;br /&gt;Obviamente convidei-a para dividir a pizza comigo.&lt;br /&gt;- Não quero incomodar, não quero dar trabalho.&lt;br /&gt;Insisti no convite, que não daria trabalho nenhum, só o de pegar um prato a mais. Ela aceitou. Na excitação em que estava, esqueci completamente que meu apartamento estava uma zona. E, pior, que deixei a TV ligada no “Sexy Hot”.&lt;br /&gt;Entramos no meu apartamento. Fomos primeiro até a cozinha pegar pratos, talheres e duas latinhas de cerveja. Quando entramos na sala, demos de cara com a televisão: uma loira cavalgando um cara com um negão na boca. Não sabia onde enfiar a cara. Ela começou a rir:&lt;br /&gt;- Vida dura de solteiro, né? Tá sem namorada?&lt;br /&gt;Constrangido, falei que tinha terminado um namoro fazia três semanas e que estava sozinho.&lt;br /&gt;- Na boa, não fica assim não. Sei como é. Meu noivo ficou em Londrina, não vejo ele faz um mês.&lt;br /&gt;Ainda sem jeito, desliguei a televisão e coloquei um cd. Comemos a pizza, tomamos algumas cervejas e conversamos bastante. Disse que se sentia muito sozinha em Sampa, que a mudança de cidade esfriou o relacionamento com o noivo, que ligava cada vez menos para ela, tinha a impressão de que tinha arranjado outra. Contei do meu fim de namoro, que não era privilégio dela sentir-se sozinha nesta cidade imensa. A Sandra pediu mais uma cerveja, mas meu estoque tinha acabado, ofereci uma cuba-libre. Já estávamos meio chapados quando ela pediu para ir ao banheiro. Voltou com a minha Playboy na mão, e, depois de uma risada cheia de álcool, falou:&lt;br /&gt;- Você deve estar subindo pelas paredes! Se masturbando muito!&lt;br /&gt;- Acho que não menos do que você!&lt;br /&gt;- Nem me fala...&lt;br /&gt;Desinibido pela bebida, perguntei:&lt;br /&gt;- Sempre achei que mulher se masturbava menos do que homem...&lt;br /&gt;- Ih, não sei, minhas amigas não comentam muito disso não... Posso falar por mim... Agora que estou sozinha aqui eu me masturbo quase todos os dias...&lt;br /&gt;- Pois é... eu também... Quase todos os dias... Já se masturbou hoje?&lt;br /&gt;Ela riu, um pouco constrangida:&lt;br /&gt;- Não, ainda não... E você?&lt;br /&gt;- Também não...&lt;br /&gt;Ficou um silêncio no ar. Tomei a iniciativa:&lt;br /&gt;- Sabe, acho um pecado uma mulher linda como você ter que ficar se masturbando...&lt;br /&gt;- Eu ia dizer o mesmo de você...&lt;br /&gt;Nos beijamos. Que boca gostosa ela tinha, como beijava bem! Comecei a acariciar sua nuca, suas costas, ela me abraçava forte. Toquei seus seios por cima da roupa, ela ficou louca de tesão. De repente começou a dançar no ritmo da música, a rebolar sensualmente enquanto tirava a blusa. Tirou o sutien. Caí de boca naqueles seios lindos, lambi, beijei, chupei, arrancando gemidos roucos. Subi minhas mãos por debaixo da saia e acariciei aquela bundinha durinha e gostosa, que tinha me deixado louco na piscina. Quando passei a mão entre suas coxas, senti sua calcinha bem úmida. Nisso, ela gemeu alto, gostoso. Deixei-a nua e ela sentou-se no sofá. Ajoelhado na sua frente, afastei suas pernas e dei uma lambida lenta, forte, em toda sua bucetinha.&lt;br /&gt;- Ai, gostoso... Me chupa....&lt;br /&gt;Lambi sua entradinha, seu clitóris. Enquanto chupava, enfiei um dedo, depois dois. Ela acariciava os próprios seios e se contorcia de tesão, até gozar forte na minha boca.&lt;br /&gt;- Tesudo, como você chupa gostoso... Deixa eu te dar o mesmo prazer....&lt;br /&gt;Tirei a calça, a cueca, e, parado do lado do sofá, esfreguei meu pau bem duro no seu rostinho. Ela o pegou na mão, me masturbou um pouco e passou a língua nas minhas bolas. Subiu com ela da base até a pontinha, que beijou muito antes de enfiar meu pau todo na sua boca. Começou a me chupar forte, cada vez mais rápido, bem gulosa. Depois apertou a pontinha entre os lábios e me masturbou, até eu encher sua boca em vários jatos de porra quente. Engoliu tudo, depois limpou meu pau com sua língua.&lt;br /&gt;Sentamos no sofá, liguei a TV no “Sexy Hot”. Tomamos mais uma cuba enquanto víamos um casal transando no carro. Logo fiquei duro de novo, a Sandra já se masturbava vendo as cenas. Fui pegar uma camisinha, coloquei-a de quatro no sofá e penetrei sua bucetinha por trás, forte.&lt;br /&gt;- Isso... fode a minha bucetinha... safado... tesudo....&lt;br /&gt;Ela rebolava enquanto eu metia, isso me deixou doido. Puxei-a pelos ombros, entrando bem fundo. Senti sua bucetinha apertar meu pau bem forte, Sandra gozou num gemido alto. Continuei a meter, me segurando para prolongar ao máximo aquela situação. Quando senti de novo as contrações da sua bucetinha, gozei também, intensamente.&lt;br /&gt;Dormimos juntos, nus, bêbados, gozados e abraçados. Acordamos de ressaca em plena quarta-feira.&lt;br /&gt;Sandra não terminou com o noivo, mas continuava carente. Eu quis continuar curtindo a liberdade de estar solteiro. Durante um ano, até ela voltar a Londrina, “comemos pizza” juntos várias vezes, isso era bem melhor que sexo solitário...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109838778020682951?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109838778020682951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109838778020682951' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109838778020682951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109838778020682951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/10/vizinha-gostosa.html' title='A Vizinha Gostosa'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109805303879955574</id><published>2004-10-17T18:44:00.000-03:00</published><updated>2004-10-17T19:57:42.716-03:00</updated><title type='text'>A Garota do Bar</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Era noite fria e escura, eu sozinho e recém-chegado nesta cidade perdida &lt;br /&gt;no interior da Califórnia. Quase meia-noite, única luz acesa da rua, um pub meio suspeito. Nada a  perder, entrei, precisava de um trago. Casa meio vazia, luz amarelada, ar enfumaçado. Olhei ao redor. No balcão, três gringos, bêbados, dormiam segurando o copo. No palco, uma banda  decadente tocava um country lento. Um casal, lânguido, mais se esfregava  do que dançava na pequena pista improvisada. Nas mesas, homens solitários  namorando o copo de cerveja e alguns casais trocando olhares vermelhos, carícias lentas, desajeitadas.&lt;br /&gt;Pedi um Jack Daniels. Pedi outro.&lt;br /&gt;De repente, do nada, surgiu do meu lado uma garçonete, com aquela  mesinha pendurada no pescoço, vendendo cigarros, balas e rosas vermelhas. Estava mesmo afim de um cigarro. Levantei os olhos e vi uma linda oriental, um  rosto quase perfeito, só prejudicado pela maquiagem forte. Cabelo tingido,castanho claro, com uma flor de gosto discutível presa em  cima da orelha esquerda. Olhos e sorriso radiantes. Seios voluptuosos,  quase saltando em mim. Um vestidinho vermelho, agarradinho e curtinho,  mostrando as coxas grossas e bem feitas. Uau, era tudo que eu não  esperava ver ali. Pedi um maço de cigarros. Ela perguntou se não queria comprar  uma rosa também. De cara, achei que estava sendo sarcástica - era óbvio  que eu estava sozinho. Mas, na terra dos jogadores de pôquer, resolvi  blefar. Comprei a rosa. Ela, surpresa, perguntou para quem eu a daria:&lt;br /&gt;- Vou deixar em cima da mesa, será da primeira garota que sentar comigo  aqui.&lt;br /&gt;Paguei, ela foi embora. Deixei a rosa no lugar vazio da minha mesa. Pedi  mais um Jack Daniels. Eu, meu copo, a rosa, aquele country melancólico e  mal tocado, me senti solitário como nunca. Acendi um cigarro.&lt;br /&gt;Uma da manhã, a banda parou de tocar. Eu, procurando, no fundo do copo,  lembranças das mulheres que tive. De repente, senti um perfume de mulher. Levantei a cabeça. Ela tinha voltado. Parada do lado da minha mesa, rosto lavado, apenas de  batom, sem aquela mesinha esdrúxula pendurada no pescoço - agora  consegui ver melhor, que corpo maravilhoso ela tinha. Olhando para a  rosa, perguntou:&lt;br /&gt;- Ninguém ainda sentou aí?&lt;br /&gt;Respondi balançando negativamente a cabeça. Puxou a cadeira e foi  sentando, enquanto falava:&lt;br /&gt;- Eu adoro rosas vermelhas. Meu turno acabou e não quero voltar para  casa.&lt;br /&gt;O barman gritou, grosso e entediado:&lt;br /&gt;- Vamos fechar em meia hora. Peçam suas últimas bebidas.&lt;br /&gt;Ofereci um drink.. Também pediu Jack Daniels. Enquanto bebia, pegou um dos  cigarros que tinha me vendido.&lt;br /&gt;- Pelo  sotaque, você não é daqui, né? Veio daonde?&lt;br /&gt;- Sou do Brasil, e você?&lt;br /&gt;Começou a contar sua história. Que tinha nascido em Los Angeles, que com  18 anos fugiu de casa para ficar com o namorado negro, que seu pai, um  chinês de Xangai, não aprovava. Terminaram. Ela, por orgulho, não quis  voltar para casa. Foi morar com uma prima nesta cidade, estava fazendo  college e trabalhava de garçonete para pagar suas contas.&lt;br /&gt;A meia-hora passou e o pub fechou. Ofereci-me para levá-la para casa.  Ela, de novo, falou que não queria voltar para casa, mas que aceitava a  carona. &lt;br /&gt;- Mas, a essa hora, não tem mais nada aberto nesta cidade. Aonde quer ir?&lt;br /&gt;- Aonde você quiser me levar.&lt;br /&gt;Tive, então, a certeza de que não terminaria esta noite sozinho. Fomos para o  motelzinho de estrada aonde eu tinha me hospedado. Teria de continuar  minha viagem de manhã, mas, a essa altura, já não sabia de mais nada.&lt;br /&gt;No carro, me perguntou do Brasil, do Carnaval, se era verdade mesmo que  as mulheres desfilavam nuas na rua. Confirmei.&lt;br /&gt;- Adoraria morar num país quente e sensual como o seu.&lt;br /&gt;Já não conseguia disfarçar minha excitação. Começou a acariciar minha  coxa.&lt;br /&gt;- Achei você muito bonito, charmoso. E adoro estrangeiros, não vão depois  ficar por aqui pegando no meu pé.&lt;br /&gt;Falou isso enquanto sua mão subia e agora o acariciava, totalmente  duro, por cima da calça. Abriu meu zíper, sua mão achou facilmente o  caminho, e começou a me masturbar. Chegamos.&lt;br /&gt;Entrando no quarto, mal tive tempo de trancar a porta. Ela me agarrou, me  beijou desesperadamente. Ajoelhou-se na minha frente, tirou ele para fora e  começou a me fazer um oral, alucinada. Eu, incrédulo, olhava para baixo e  via aquele rosto lindo, aquela boca quente. Começou a me masturbar e  falou, maliciosa:&lt;br /&gt;- Me disseram que os brasileiros são muito quentes na cama!&lt;br /&gt;- São sim, mas só se a mulher também for muito quente e safada!&lt;br /&gt;- Então acho que não vamos ter nenhum problema hoje! - e se levantou.&lt;br /&gt;Apertei-a num abraço forte, agora eu que a beijava desesperadamente. Boca  quente, lábios carnudos, língua safada. Abaixei o vestido, tirei o  sutien, que seios maravilhosos! Beijei-os, chupei seus mamilos durinhos,  enquanto acariciava sua bundinha, suas coxas, até chegar à sua calcinha.  Senti-a quente e molhada, muito molhada. Puxei a calcinha de lado e a  acariciei, melando meus dedos. Deitei-a a na cama, levantei seu  vestidinho vermelho e tirei, alucinado, sua calcinha. Beijei suas pernas,  suas coxas, fui subindo até chegar aonde queria. Retribuí o oral, até  senti-la gozar na minha língua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Kira Kener" src="http://img31.exs.cx/img31/6739/kirakener.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantei, fui pegar uma camisinha. Ia colocá-la, quando ela falou:&lt;br /&gt;- Deixa que eu faço isso.&lt;br /&gt;Colocou-a com a boca e me fez mais um oral delicioso. Eu não agüentava mais, precisava tê-la. Deitei-me por cima dela, sentia sua respiração ofegante. Beijei-a mais. Beijei seus seios e a penetrei, como estava quente e molhada! Ela gemia no meu ouvido, acariciava minhas costas e me puxava com suas pernas dobradas. Senti-a gozando e não agüentei, logo gozei também.Ficamos deitados, lado a lado, ela acariciando meu tórax, naquele estado sublime de pós-coito. Sem palavras, apenas aquele calor e carícias.&lt;br /&gt;Adormeci.&lt;br /&gt;Acordei com ela beijando minha boca. Desceu com sua língua até meu tórax, minha barriga e começou a me fazer outro oral. Sentia ele endurecendo de novo naquela boca safada. Quando estava de novo totalmente duro, esfregou-o entre seus seios. Que sensação, que visão maravilhosa. Ora esfregava os mamilos na pontinha dele, ora apertava-o entre eles. Pegou outra camisinha do pacote, na cabeceira, e colocou-a de novo com a boca. Veio por cima, encaixando-o e sentando devagarzinho, sentia cada milímetro entrando. Começou a me cavalgar, rebolava, subia e descia, cada vez mais forte, cada vez mais rápido e ritmado. Eu beijava seus seios, apertava seus mamilos entre meus lábios, apertava e acariciava suas&lt;br /&gt;coxas, sua bundinha. Cavalgou-me até gozar e se deitou por cima de mim, com ele encaixado, me beijou, enquanto sentia suas contrações.&lt;br /&gt;- Como você quer agora?&lt;br /&gt;- De quatro.&lt;br /&gt;Então ela ficou de quatro na cama, bem arrebitada. Que visão! Não resisti e, antes de penetrar, caí de boca de novo. Ela rebolava sensualmente. Encaixei-o e ela veio para trás, engolindo-o inteirinho. Segurei-a firme pelo quadril, puxando-a contra mim. Movimentos fortes, rápidos. A cama rangia, via seus seios balançando no mesmo ritmo dos meus movimentos. Ela gemia mais alto que a cama. Senti de novo suas contrações me apertando e gozei de novo. Caímos na cama, extenuados e embriagados de prazer. Ela adormeceu com a cabeça deitada no meu peito, logo adormeci também.&lt;br /&gt;Acordei tarde da manhã, meio zonzo. Não estava mais na cama. Não estava no banheiro. Encontrei apenas um bilhete, do lado do pacote de camisinhas:&lt;br /&gt;- Acho que tudo que ouvi falar sobre os brasileiros é verdade. Obrigada pela noite maravilhosa! Beijos e boa sorte!&lt;br /&gt;Tomei um banho demorado e bebi o café que eu mesmo preparei. Guardei o bilhete no meu guia, na página daquela cidade, e peguei a estrada.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109805303879955574?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109805303879955574/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109805303879955574' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109805303879955574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109805303879955574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/10/garota-do-bar.html' title='A Garota do Bar'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109778925758683209</id><published>2004-10-14T17:13:00.000-03:00</published><updated>2004-10-16T20:14:20.056-03:00</updated><title type='text'>Enquete - Aonde Você Já Transou</title><content type='html'>Os locais "mais transados" foram no carro, nas escadas do prédio e no local de trabalho. Por último, ficaram no cinema, no elevador e banheiro de local público. Abaixo, o resultado completo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No carro: 29 votos(14,95%)&lt;br /&gt;Nas escadas do prédio: 25 votos (12,89%)&lt;br /&gt;No local de trabalho: 22 votos (11,34%)&lt;br /&gt;Na praia: 20 votos (10,31%)&lt;br /&gt;No mar: 19 votos (9,79%)&lt;br /&gt;Na piscina: 17 votos (8,76%)&lt;br /&gt;Numa festa/danceteria/barzinho: 16 votos (8,25%)&lt;br /&gt;Na sacada do apartamento: 13 votos (6,70%)&lt;br /&gt;No cinema: 12 votos (6,19%)&lt;br /&gt;No elevador: 11 votos (5,67%)&lt;br /&gt;Banheiro de local público: 10 votos (5,15%)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, obrigado pela participação e votem nas próximas enquetes também!!!&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109778925758683209?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109778925758683209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109778925758683209' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109778925758683209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109778925758683209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/10/enquete-aonde-voc-j-transou.html' title='Enquete - Aonde Você Já Transou'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109746456115845232</id><published>2004-10-12T01:17:00.000-03:00</published><updated>2004-10-12T02:16:26.273-03:00</updated><title type='text'>A Cunhada do Meu Amigo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Henrique, um grande amigo de infância, casou muito cedo, aos 20, porque engravidou a namorada e as famílias acharam que assim seria melhor. Acabei então conhecendo a Cláudia, sua cunhada. Era a irmã mais nova da sua esposa, tinha acabado de completar 18 anos, uma mestiça linda, metade japonesa, metade espanhola. Seu rosto bem oriental, os cabelos negros e longos, os olhos verdes, faziam conjunto perfeito com seu corpo de curvas insinuantes, seios volumosos, uma bundinha linda e coxas perfeitas. Era muito reservada, ficava vermelha com qualquer brincadeirinha, mantinha no rosto sempre uma expressão de inocência, que se opunha de uma maneira excitante ao corpo voluptuoso.&lt;br /&gt;Já tínhamos conversado várias vezes, dancei um pouco com ela na festa de casamento da sua irmã, mas nunca rolou nada. Para ser sincero, me sentia um pouco constrangido em ir além; sempre tive a impressão, por causa das suas reações, de que nunca havia sido beijada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No começo de novembro, o Henrique me convidou para passar o final de semana no apartamento do sogro, no Guarujá. Fui sozinho, só pude viajar no sábado à tarde. Chegando lá, encontrei apenas meu amigo, sua esposa e os pais dela. Não vi a Cláudia e fiquei frustrado, mas sem jeito de perguntar. Troquei de roupa - calção e camiseta, e fui tomar uma cervejinha com meu amigo na varanda do apartamento. Depois de um tempo, eis que surge a Cláudia. Voltou da praia, cabelos presos, de canga, deixando as coxas e metade da bundinha à mostra. Veio sentar-se conosco na varanda, queria ainda aproveitar o restinho de sol, foi então que tirou a canga. Usava um biquíni branco, os seios transbordando e, a parte de baixo, estreita sem exageros, deixava ver a bundinha durinha, lisinha e redondinha. Queria pegar mais uma cerveja, mas tive de esperar, tinha ficado duro e, só de calção como eu estava, ia dar bandeira. Continuei conversando com o Henrique, mas a Cláudia ficou na dela, não quis participar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De noite, depois de jantarmos um lanche leve, Cláudia falou que desceria ao calçadão para tomar sorvete e perguntou se alguém mais queria ir. Henrique e a esposa não foram, ela estava enjoada por causa da gravidez. Ofereci minha companhia à Cláudia, que deu um sorriso tímido, mas de quem tinha gostado. Ela estava linda, a pele bronzeada, úmida e brilhante dos hidrantes, com um top e shortinho de jeans. Descemos, compramos os sorvetes, paguei o dela, fomos passear um pouco. Conversamos sobre cursinho, faculdade, viagens. Após um daqueles silêncios, que dão a impressão de que o assunto acabou, ela me perguntou se eu não a achava bonita.&lt;br /&gt;- Bonita? Você é linda!!! É uma das garotas mais lindas que conheço!!&lt;br /&gt;- Eu me acho tão esquisita, tão feia... Queria ser que nem minhas primas japonesinhas, pequenas, delicadas... Ou então que nem as minhas outras primas... Todo mundo me olha como se eu fosse de outro planeta... Isso me deixa tão insegura...&lt;br /&gt;- Imagina! Todo mundo olha assim porque é linda demais! Você tem uma beleza exótica, a mistura ficou perfeita!&lt;br /&gt;- Eu não queria ser exótica, queria ser normal. Isso me dá insegurança... Acho que os homens olham pra mim de curiosidade, não porque me acham bonita.&lt;br /&gt;- Mas você é bonita, acredite!&lt;br /&gt;- Se me acha tão bonita, porque nunca tentou me beijar?&lt;br /&gt;Fiquei mudo. O que ia dizer? O que ela estava querendo com essa conversa? Hesitante, acariciei seu rosto e o sorriso que deu foi a senha para finalmente beijá-la. Os lábios frios de sorvete logo ficaram quentes, muito quentes. O gosto de morango foi embora, senti o doce sabor da sua boca. Seus lábios, carnudos, macios, apertavam os meus, sua língua procurava a minha, ela me beijava ardentemente. Fomos para trás de um quiosque, onde passamos um bom tempo nos beijando. Eu estava muito duro e, quando sentiu o volume se esfregando nas suas coxas, me beijou de uma maneira mais safada ainda. Tentei acariciar seus seios, mas ela afastou minha mão e falou:&lt;br /&gt;- Já é tarde, vamos voltar.&lt;br /&gt;Estávamos bem perto do apartamento, chegamos num instante, todo mundo dormindo. Antes de ir para o seu quarto, sussurrou:&lt;br /&gt;- Não sou tão inocente e ingênua como você pensa...&lt;br /&gt;- Como assim?&lt;br /&gt;- Ouvi você conversando com um amigo, depois de dançar comigo na festa de casamento...&lt;br /&gt;Fiquei vermelho de vergonha. Antes que pudesse responder qualquer coisa, ela entrou no quarto e fechou a porta. Me ajeitei no sofá da sala, onde iria dormir. Estava excitado e confuso, demorei para pegar no sono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devia ser umas três da manhã, acordei com um beijo. Abri os olhos e vi a Cláudia, de canga, ajoelhada na frente do sofá, com o dedo na frente da boca, pedindo silêncio. Beijou minha boca intensamente e afastou o lençol. Eu estava dormindo só de calção, ela então beijou meu tórax, acariciou-o e deitou sua cabeça nele, enquanto começou a acariciar ele já duro de novo, por cima do calção, que abaixou logo depois. Me masturbou um pouco antes de beijá-lo. Deu então várias lambidas da base até a ponta, antes de colocá-lo dentro de sua boca. Sentia agora seu lábios carnudos e macios, bem molhados, fazendo um oral maravilhoso. De vez em quando, tirava-o da boca para esfregá-lo no seu rosto e, depois, me chupar mais intensamente ainda. Com ele dentro da boca, acariciava a cabecinha com a língua e depois fazia movimentos rápidos de vai-vem com sua cabeça. Voltou a me beijar e perguntou baixinho:&lt;br /&gt;- Você tem camisinha?&lt;br /&gt;- Tenho sim, tá na minha mochila.&lt;br /&gt;- Quer foder a minha bucetinha?&lt;br /&gt;- Que pergunta... é o que mais quero...&lt;br /&gt;- Então pega lá. Mas tem que ser na varanda e sem fazer barulho, senão tem risco de alguém acordar.&lt;br /&gt;Fechamos a cortina e a porta de correr. Ela apoiou o peito na sacada e empinou sua bundinha. Levantei a canga, estava sem nada por baixo. Acaricei-a, estava muito melada. Coloquei a camisinha e, quando encaixei a cabecinha, ela veio para trás, literalmente me engolindo, e começou a rebolar. Segurei-a pelos quadris e comecei a meter. Era bem apertada, mas deslizava com facilidade, estava mesmo muito molhada. Meti forte, rápido, do jeito que estava excitado não consegui segurar por muito tempo e gozei. Ela rebolou um pouco mais nele ainda duro e gozou também.&lt;br /&gt;Entramos, ela me deu um beijo gostoso e voltou ao seu quarto. Não consegui mais dormir nada naquela noite. &lt;img src="http://img17.exs.cx/img17/261/tera2.jpg" align=left&gt;&lt;br /&gt;No domingo, fomos todos à praia. A Cláudia estava maravilhosa no seu biquini e, pela primeira vez, me olhava com uma carinha bem maliciosa. Não demorou muito, falou que precisava voltar ao apartamento, que havia esquecido que teria prova de biologia na segunda. Falei que, se quisesse, poderia ajudá-la a estudar, que biologia era meu forte. Mal entramos no apartamento, nos agarramos. Tirei a parte de cima do seu biquini e beijei seus seios, chupei seus biquinhos, durinhos de tesão. Passava a língua neles, mordiscava de leve, arrancando suaves gemidos. Ela então se ajoelhou na minha frente e me chupou de novo, gulosa e safada. Depois, abraçou-o com seus seios e me fez uma espanhola maravilhosa. Pedi para comê-la, mas ela disse que não, só depois que eu gozasse nos seus seios, e continuou. Enquanto me fazia a espanhola, se masturbava e gemia. Gozei. Ela espalhou a minha porra toda, como se fosse um creme hidrante. Depois, passou a língua nele, até lamber a última gota. Fomos para o seu quarto e transamos mais duas vezes, até a hora do pessoal voltar da praia. &lt;br /&gt;Namoramos três meses, até ela se mudar para Ribeirão, onde foi fazer faculdade. Encontrei com ela na semana passada, no aniversário do seu sobrinho, filho do Henrique. Conversamos muito, lembramos juntos deste final de semana e acabamos em casa, num maravilhoso "flash-back".&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109746456115845232?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109746456115845232/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109746456115845232' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109746456115845232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109746456115845232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/10/cunhada-do-meu-amigo.html' title='A Cunhada do Meu Amigo'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109716411827378231</id><published>2004-10-07T13:42:00.000-03:00</published><updated>2004-10-07T12:52:04.576-03:00</updated><title type='text'>Vontade de Ser Puta</title><content type='html'>Frank Zappa: Stick It Out&lt;br /&gt;&lt;embed name="mymidi" pluginspage="http://www.apple.com/qui cktime/download/" src="http://www.nd.edu/~faltos/main/2000_01/Frank_Zappa-Stick_It_Out.mp3" width="80" height="25" type="audio/mpeg" autostart="false" loop="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pode demorar um pouco, mas vale a pena...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele dia eu não tinha acordado direito. Fiquei até as quatro da manhã na net, nos chats da vida. Nunca fui muito fã disso, mas tinha brigado com o namorado fazia um mês, sozinha, resolvi ver o que rolava por lá. Na noite anterior, tinha entrado numa sala do UOL, a famosa “Vontade de Ser Puta”, com o nick “Japonesa Safada”. Nunca fui tão assediada! Isso mexeu muito comigo, descobri que tinha essa fantasia, de me sentir uma putinha de verdade por um dia. Beijar um estranho, sentir ele me apertando, dar pra ele sem nenhum pudor e depois nunca mais vê-lo, vi que isso realmente me excitava. Um carinha ficou conversando comigo, tentando me convencer a colocar a fantasia em prática, me contou o que faria comigo se eu fosse a putinha dele. Gente, pra ser sincera, balancei, mas achei que ia ser loucura demais. Fiquei com o e-mail dele, desconectei e fui pra cama. Não consegui dormir, sentia um calor, uma excitação, a minha cabeça a mil, imaginando tudo que tinha rolado no chat. Acabei me tocando debaixo das cobertas, gozei gostoso e consegui dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três horas depois tive de acordar. Saí da cama em cima da hora, meio zonza, com sono e aquelas fantasias ainda martelando na minha cabeça. Tomei um banho, me arrumei rapidinho, tempo só para uma produzida bem básica e fui trabalhar. Nunca gostei do meu emprego, recepcionista de uma clínica de estética. A arrogância daquelas peruas sempre me deixou louca de raiva, sei que sou muito mais gostosa que elas. A única vantagem é que eu podia usar a clínica de graça – e sou hiper-vaidosa! Ando sempre de salto alto e calças apertadas, para valorizar minha bundinha gostosinha e decotes insinuantes, gosto de me sentir muito sexy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, tinha conseguido terminar mais um dia e fui pra casa. Estava sozinha no ponto de ônibus quando encostou uma daquelas motos imensas, de filme. Em cima, um coroa meio gordinho, mas boa pinta, de jaqueta de couro. Chegou junto e já foi perguntando:&lt;br /&gt;- E aí, gata, quanto é o programa?&lt;br /&gt;Fiquei sem reação. Depois de alguns segundos, consegui responder:&lt;br /&gt;- Cara, você tá me confundindo!&lt;br /&gt;- Desculpa gata, foi mal.&lt;br /&gt;Ficou um silêncio no ar, eu não sabia o que fazer, estava ficando com medo, o carinha não ia embora, me secando. Depois de um tempo ele falou:&lt;br /&gt;- Tá, entendi que você não é garota de programa. Mas toda mulher tem seu preço! Qual o seu?&lt;br /&gt;Nossa, na hora em que falou isto, fiquei vermelha, senti uma mistura de indignação e tesão. Assustada, comecei a andar em direção da clínica, mas ele insistiu. Finalmente consegui falar:&lt;br /&gt;- Se toda mulher tem seu preço, o meu é muito alto, não vai conseguir pagar.&lt;br /&gt;- Fala sério gata. Você é muito linda!!! Faça seu preço, eu te digo se posso pagar ou não.&lt;br /&gt;Fiquei parada, estática, mil coisas passaram pela minha cabeça. Medo, vergonha, indignação, mas também a minha fantasia, meu tesão, vontade de transgredir, de experimentar o proibido. Respondi de novo um não, mas já sem tanta convicção. Ele percebeu e falou:&lt;br /&gt;- Se quiser, me faz só um boquete. Quanto quer por um boquete?&lt;br /&gt;Comecei a me sentir uma verdadeira puta, negociando sexo, boquete etc, e isso estava me excitando. Veio uma coragem não sei daonde e falei:&lt;br /&gt;- Quer um boquete? Por quinhentos eu faço!!!&lt;br /&gt;Não acreditei em mim mesma. Mas já tinha falado.&lt;br /&gt;- Vai ser o boquete mais caro da minha vida, mas você é muito gata, vamos lá! Sobe na moto!&lt;br /&gt;Subi na garupa, me segurei firme nele, tinha o maior medo de moto! Senti o perfume dele, delicioso. Me levou até o seu prédio, lá perto. Que luxo!!! Na porta do flat, travei.&lt;br /&gt;- Desculpa, não vou conseguir, vou embora!&lt;br /&gt;Ele massageou meus ombros, carinhoso, falou manso no meu ouvido:&lt;br /&gt;- Calma, você está muito tensa. É normal. Vamos entrar, te dou algo para relaxar, conversamos um pouco, aí você decide se fica ou vai.&lt;br /&gt;Abriu a porta e colocou a chave na minha mão:&lt;br /&gt;- Fica com a chave, é sua garantia de que pode sair quando quiser.&lt;br /&gt;Nossa! Não esperava por isso! Resolvi entrar.&lt;br /&gt;Me deixou no sofá, preparou dois copos de uísque e colocou um cd, bem suave. Quase virei o copo todo no primeiro gole, de tão nervosa que estava. Ele começou a falar, a perguntar de mim, me envolveu com a sua conversa. Massageou mais os meus ombros, fez carinhos no meu rosto. Quando me dei conta, estava abraçada no sofá com ele. Daí ao primeiro beijo, foi um pulinho. Ele, com uma voz bem safada, perguntou:&lt;br /&gt;- E aí, vai ficar?&lt;br /&gt;Respondi tirando a blusa e o sutien. Modéstia à parte, tenho seios lindos, não são grandes, afinal, sou oriental. Mas são bem formados, durinhos e já estava com os biquinhos pontudos. Lembro até hoje da cara de espanto e tesão dele nesta hora. Ele me puxou, me sentou no seu colo e começou a me beijar a boca, o pescoço, os seios... Chupava meus biquinhos, enquanto suas mãos acariciavam todo o meu corpo. Tinha um toque gentil, mas às vezes me pegava com força - como eu gosto assim! Começou a desabotoar minha calça. Afastei a mão dele.&lt;br /&gt;- É só um boquete, lembra?&lt;br /&gt;- Mas faz o boquete só de calcinha, pode ser?&lt;br /&gt;Concordei. Fiquei só de calcinha. Ele sentado no sofá, me ajoelhei na sua frente. Comecei a beijá-lo por cima da calça, já bem duro. Abri o cinto, o botão, o zíper. Coloquei ele pra fora. Que imenso! Dei um beijinho na pontinha e tirei a calça e a cueca. Comecei beijando as coxas, depois lambendo as bolas. Subi com a língua até a pontinha. Lambi como um sorvete gostoso, que nunca amolecia. Comecei a chupar a pontinha, enquanto masturbava ele com uma mão. Depois engoli ele todinho, chupava, louca de tesão, enquanto acariciava as bolas com a mão. Olhava para cima, com ele na boca, e via o tesão estampado na sua cara. Olhos meio fechados, gemendo baixinho, respiração já ofegante. Começou a acariciar minha nuca, meu pescoço, meu rosto, enquanto eu me deliciava no oral. Uma hora parei e comecei a esfregar meus seios nele. Não tenho o suficiente pra fazer uma espanhola, mas ele curtiu muito esse carinho. Eu já estava muito, muito excitada, molhada mesmo. Comecei a me acariciar, dedinho nela, e voltei a chupar, agora mais forte e ritmado. Ele gemia mais alto, mexia os quadris. Até que gritou:&lt;br /&gt;- Vou gozar!&lt;br /&gt;Tirei da boca e deixei gozar nos meus seios. Que delícia... Com uma mão, espalhava seu líquido, com a outra, me tocava e gozei também, bem forte. Ficamos assim, uns minutos, sem falar nada, ele sentado no sofá, eu ajoelhada na frente, com a cabeça no colo dele.&lt;br /&gt;- Gata, que boquete!&lt;br /&gt;Meio envergonhada, meio orgulhosa, não sabia bem o que falar.&lt;br /&gt;- Então valeu os R$500,00?&lt;br /&gt;- E como valeu! – respondeu, dando uma risada.&lt;br /&gt;O calor do tesão tinha passado, comecei a tremer de frio. Me vestiu com sua jaqueta de couro. Acendeu um cigarro e me ofereceu um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img72.exs.cx/img72/1959/charmane.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Charmane Star&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversamos mais um pouco, pedi para tomar uma ducha. Quando saí, ele perguntou se não teria mais.&lt;br /&gt;- O combinado foi só um boquete!&lt;br /&gt;Ele concordou, resignado. Tirou 10 notas de R$50,00 da carteira e me deu. Se ofereceu pra me levar de volta ao ponto de ônibus, disse que não precisava.&lt;br /&gt;Dei um beijinho de despedida, fui embora e nunca mais o vi. Nem sei seu nome.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109716411827378231?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109716411827378231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109716411827378231' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109716411827378231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109716411827378231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/10/vontade-de-ser-puta.html' title='Vontade de Ser Puta'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109685738430655643</id><published>2004-10-03T23:28:00.000-03:00</published><updated>2004-10-03T23:36:24.306-03:00</updated><title type='text'>Na Madrugada</title><content type='html'>&lt;p&gt;Conheci a Carol em um chat, uma dessas salas por idades. Ficamos teclando lá um bom tempo e acabamos no Messenger. Depois deste dia, as conversas foram ficando mais freqüentes e interessantes, tínhamos opiniões divergentes sobre uma série de assuntos e isto nos levava a tentar entender a postura do outro e a repensar a nossa. Entre os tópicos de discórdia estavam “sexo casual” e “relações com pessoas comprometidas”. Eu, sempre a favor, e ela, contra. Depois de um tempo, acabou me contando que estava saindo de um relacionamento de quase dois anos com um rapaz noivo de outra. Começou como sexo casual com alguém comprometido e, ao longo do tempo, ela acabou se apaixonando. Saiu extremamente machucada desta história, o que me ajudou a compreender suas posições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuamos a teclar quase que diariamente e fui ficando cada vez mais fascinado por ela, por sua capacidade de argumentação e argúcia nas respostas. Acabamos trocando fotos e foi aí que descobri que, além de ser uma grande companhia, era também uma sansei extremamente atraente. Pequena e com um rosto lindo, comecei a desejá-la. Claro, isto transpareceu nas nossas conversas, não conseguia disfarçar. Eu morava sozinho, mas era comprometido, ela sabia disto, mas eu sentia (ou queria sentir) que era correspondido. E sempre que a conversa enveredava por temas sexualmente mais íntimos, ela desconversava ou acabávamos discutindo – chegamos, em um momento, quase a parar de teclar. Por outro lado, a empatia sempre foi muito grande, continuamos a conversar, agora também por telefone, como grandes amigos, que sabiam de detalhes da vida do outro que “amigos reais” desconheciam. Ela permitia algumas frases de duplo sentido, como quando, de madrugada, nos despedíamos para ir dormir:&lt;br /&gt;- Vamos para a cama?&lt;br /&gt;Respondia: “na sua ou na minha” ou, então, “me leva no colo?”, sempre em tom de brincadeira. Esta era a maior intimidade virtual possível. Descrever o que faria com ela na cama, nem pensar, discussão séria com certeza. A única outra “brecha íntima” acontecia quando me falava de suas lingeries, gostava de usar as pequenas, insinuantes, bem sexy. Isto era uma tortura, ficava tomado de desejo ao imaginá-la assim. Não queria perder sua amizade, por isto me policiava para não ser mais incisivo e não tocar em assuntos que viraram “tabu”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa madrugada de sábado para domingo, depois de teclar por muito tempo, nos despedimos. Perguntei:&lt;br /&gt;- Vamos para a cama?&lt;br /&gt;- Na sua ou na minha?&lt;br /&gt;- Você escolhe.&lt;br /&gt;- Então vem aqui, meus pais estão viajando, estou sozinha em casa. Mas tem uma condição, vai ter que me carregar no colo até a cama.&lt;br /&gt;- Claro, faço o que você quiser.&lt;br /&gt;Rimos, desconectamos e fui dormir. Já estava no sétimo sono, quando meu celular toca:&lt;br /&gt;- Oi! É a Carol, desculpe ter te acordado....&lt;br /&gt;- Oi, não tem problema... mas o que foi?&lt;br /&gt;- Tô me sentindo tão sozinha... Falando sério, não quer vir aqui? Quero colo... Você é meu melhor amigo....&lt;br /&gt;Não sabia o que falar, nem estava acordado o suficiente para pensar. Silêncio.&lt;br /&gt;- É sério... Tô com medo de dormir sozinha aqui em casa. Por favor, vem aqui.&lt;br /&gt;- Tem certeza?&lt;br /&gt;- Sim...&lt;br /&gt;- Então me dá o endereço.&lt;br /&gt;Confuso, mas excitado, lá fui eu. Me perdi perto da casa dela, tive que ligar para me explicar o caminho. Três horas da manhã. Cheguei. Mal toquei a campainha, ela já veio abrir o portão, de baby-doll. Era mais bonita ainda do que nas fotos e, vestida daquele jeito, estava sexy, muito sexy. O baby-doll curtinho transparecia uma bundinha malhadinha, mostrava coxas bem torneadas, que não apareciam nas fotos. Os seios, pequenos, imprimiam um contorno discreto, mas insinuando serem durinhos, pontudos.&lt;br /&gt;- Não imaginava te conhecer assim, desse jeito. Mas eu tô me sentindo tão sozinha... Obrigada por ter vindo... Entra...&lt;br /&gt;Fomos para a sala.&lt;br /&gt;- Mas o que foi?&lt;br /&gt;- Bateu uma solidão, uma insegurança tão grande quando fui pra cama... Me senti tão desprotegida...&lt;br /&gt;Começamos a conversar, o papo fluía muito bem, como se já nos conhecemos havia muito tempo. Aos poucos, ela foi se soltando. Contou que desde que terminou aquele relacionamento sentia-se muito sozinha. Mais um pouco, contou que desde então também estava sem fazer amor (mais de seis meses). Perguntei do que mais sentia falta.&lt;br /&gt;- Companhia, colo... – respondeu, deitando sua cabeça nas minhas coxas.&lt;br /&gt;Comecei a acariciar seu rosto, a lhe fazer cafuné. Ficou quietinha, a cabeça aninhada no meu colo, abraçou minha cintura e falou:&lt;br /&gt;- Você é tão gentil, tão carinhoso...&lt;br /&gt;- Imagina... Tá se sentindo melhor agora?&lt;br /&gt;- Sim... Bem mais relaxada, que está até me dando um soninho... Vamos pra cama?&lt;br /&gt;- Na sua ou na minha? – falei, rindo da nossa brincadeira...&lt;br /&gt;- Na minha! – e riu também.&lt;br /&gt;- Quer que te leve no colo?&lt;br /&gt;- Quero sim!&lt;br /&gt;Não sabia se estava falando sério ou apenas dando seqüência à nossa brincadeira virtual. Ela percebeu minha hesitação, ficou quietinha, mas seus gestos disseram tudo: abraçou meu pescoço e descansou a cabeça no meu peito. Levantei-me, segurando-a no colo.&lt;br /&gt;- Segue o corredor, é o quarto do fundo.&lt;br /&gt;Segui até lá, acendi a luz, deitei-a na cama. Ela se virou, ficando de bruços, o rosto virado para mim. Nisso, o baby-doll subiu, deixando à mostra sua linda bundinha e uma calcinha pequena e sexy.&lt;br /&gt;- O que tá olhando?&lt;br /&gt;Fiquei vermelho. Nervoso, acabei sendo sincero:&lt;br /&gt;- A sua bundinha... É linda...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img13.exs.cx/img13/727/miranomatsushita10.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mirano Matsushita&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentou-se na cama, me encarou nos olhos e perguntou à queima-roupa:&lt;br /&gt;- Você sente tesão por mim?&lt;br /&gt;- Sinto sim... Achei que já tivesse percebido isso...&lt;br /&gt;- Eu também sinto. Nunca quis demonstrar, medo de me machucar de novo e de perder a nossa amizade, que eu curto tanto... Sempre que terminávamos de teclar no messenger, eu me deitava aqui e ficava imaginando o que faria comigo se estivesse na minha cama. Isso me excitava muito e eu acabava me tocando. Depois de gozar, conseguia dormir tranqüila....&lt;br /&gt;- Você imagina que eu fazia o mesmo, né?&lt;br /&gt;- É... tenho certeza que sim... Sempre achei que tinha tesão por mim...&lt;br /&gt;Nisso ela me puxou pela mão, sentei-me na cama ao seu lado. Acariciei seu rosto e nos beijamos. Os lábios grudados, as línguas se tocando, eu acariciei seu pescoço, depois suas coxas. Suas mãos primeiro percorreram meu corpo e, depois, desabotoaram minha camisa. Beijou meu tórax, minha barriga. Deitei-me, ela abriu minha calça e a tirou. Acariciou-o, duro, por cima da cueca. Colocou sua mão por debaixo dela e me masturbou um pouco, antes de tirá-la também. Beijou minhas coxas e foi subindo, até chegar nele. Beijou-o, lambeu e depois começou a me chupar, no início tímida, mas depois, quase voraz. Deitou-se por cima de mim, me beijou e depois deitou-se ao meu lado. Deixei-a nua, beijei seu pescoço e depois seus seios, chupei seus biquinhos, durinhos. Em um banho de língua, desci até suas coxas. Timidamente, afastou suas pernas e beijei seu sexo, melado e quente. Passei a língua em volta, na entradinha, apertei seu clitóris intumescido entre meus lábios, chupei-a até gozar na minha boca. Refeita, falou:&lt;br /&gt;- Péra aí, vou buscar uma camisinha no quarto do meu irmão, sei onde ele esconde.&lt;br /&gt;Enquanto eu colocava a camisinha, ela me esperou de quatro na cama. Encaixei a cabecinha e a penetrei devagar. Segurando firme pelos quadris, comecei a mexer. Ouvindo seus gemidos, ficava cada vez mais excitado, aumentado meu ritmo. Senti-a gozar, em fortes e repetidas contrações. Não consegui mais me segurar e gozei também.&lt;br /&gt;Conversamos um pouco e adormecemos, entorpecidos.&lt;br /&gt;De repente, sou acordado por um bip alto e repetitivo. Olho em volta, vejo meu quarto. Olho do outro lado da cama, não vejo ninguém. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109685738430655643?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109685738430655643/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109685738430655643' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109685738430655643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109685738430655643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/10/na-madrugada.html' title='Na Madrugada'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109674467667024745</id><published>2004-10-02T16:11:00.000-03:00</published><updated>2004-10-02T16:17:56.670-03:00</updated><title type='text'>Enquete - Masturbação</title><content type='html'>O resultado desta enquete foi:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    mais de uma vez por dia: 26%&lt;br /&gt;                   uma vez por dia: 32%&lt;br /&gt;algumas vezes por semana: 26%&lt;br /&gt;      algumas vezes por mes: 10%&lt;br /&gt;                                    nunca: 06%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto quer dizer que 58% dos leitores se masturbam todo o dia e 84%, toda a semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, obrigado pela participação e votem na enquete atual!&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109674467667024745?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109674467667024745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109674467667024745' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109674467667024745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109674467667024745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/10/enquete-masturbao.html' title='Enquete - Masturbação'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109649717292510229</id><published>2004-09-29T19:21:00.000-03:00</published><updated>2004-09-29T20:45:46.646-03:00</updated><title type='text'>Lanternas Vermelhas</title><content type='html'>David Bowie: China Girl&lt;br /&gt;&lt;embed name="mymidi" pluginspage="http://www.apple.com/quicktime/download/" src="http://home.planet.nl/~koksh024/software/chinagirl.mp3" width="80" height="25" type="audio/mpeg" loop="true" autostart="false"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes eu não pegava o ônibus pra voltar do colégio, ia a pé pra casa. Eu caminhava por uns trinta ou quarenta minutos, mas não me importava. Valia a pena. Comecei a fazer isso depois de colegas terem comentado sobre a Casa de Chá da Liberdade, bairro oriental de São Paulo. Eu já havia passado ali em frente várias vezes; pensei que fosse mesmo uma “casa de chá”, em que os japoneses se reuniam para tomar chá em rituais excêntricos. Mas não. Segundo o Mariano, era um “puteiro” mesmo. E, segundo ele também, a casa tinha sido de um japonês rico, que tinha se casado com quatro mulheres e sustentava todas elas; um dia o cara morreu, o dinheiro não durou muito e as esposas tiveram que se virar. O Paulo também já tinha ouvido a mesma história. Acho que cidade inteira sabia da história, menos eu.&lt;br /&gt;Não raramente, quando eu passava em frente à Casa de Chá, via algum homem entrando ou saindo, o que sustentava a história. Na frente da casa tinha um jardim japonês com gramado, pedras, um laguinho com carpas coloridas atravessado por uma pequena ponte de madeira e, perto da ponte, uma placa com inscrições em ideogramas orientais e, embaixo, “Casa de Chá”. Ao lado desse jardim, um espaço para as pessoas estacionarem o carro. A casa, instalada no centro de dois terrenos, era uma construção grande, tipicamente oriental: telhado curvilíneo nas bordas, as portas de correr quadriculadas, a varanda com piso de madeira, um pouco acima do solo, estátuas de dragão na entrada. Aquele ambiente exótico me fascinava: daria tudo para saber o que acontecia lá dentro.&lt;br /&gt;Na época, eu estava com 17 anos e era virgem. Via filmes pornôs e comprava várias revistas de mulher pelada para aliviar meu desejo e minha ansiedade. Ficava imaginando como seria a primeira vez, imaginando se, depois de tantos filmes, eu saberia o que fazer na hora H. Talvez devesse mesmo contratar uma prostituta loira gostosona (sugestão do Mariano), ela saberia como conduzir a situação. Não raro me lembrava da “Casa de Chá” e minha mente fervilhava em fantasias.&lt;br /&gt;Eu estava resolvido a ir à Casa, mas para isso precisava de dinheiro. Acabei vendendo minha guitarra e mentindo para os meus pais depois, dizendo que haviam me roubado quando eu voltava da aula. Nesse dia, na verdade, eu tinha ido até a casa de um camarada, levar a guitarra e depois já ia passar pelo “puteiro”, como dizia o Mariano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegando lá, passei pelo portão, atravessei a pequena ponte sobre o lago e, ao chegar na varanda, hesitei por um instante. A porta de correr estava entreaberta e logo uma senhora de quimono abriu-a um pouco mais, colocando o rosto e parte do corpo para fora. Eu não sabia o que dizer. Ela então falou, com sotaque carregado, para que eu tirasse o tênis, que ela guardaria para mim. Assim que entreguei o tênis, ela fez um gesto com a mão. Era pra eu entrar.&lt;br /&gt;- Chá?&lt;br /&gt;Olhei ao redor. Havia outras mulheres de quimono, cabelo preso, rosto branco, lábios vermelhos; duas estavam tomando chá com alguns homens de terno, em uma mesa baixa, num canto da sala, outras se encarregavam de servi-los. Também reparei nas lanternas vermelhas no teto, na pequena fonte ornada com pedras e bambus que enfeitava o lado direito do balcão de recepção, sobre o qual havia um arranjo de flores, que mais tarde descobri ser um “ikebana”, nos quadros com ideogramas afixados nas paredes e, para completar, baixinho, havia uma música oriental. Eu estava extasiado. A senhora repetiu a pergunta e segundos depois consegui dizer:&lt;br /&gt;- É... vou querer chá, sim.&lt;br /&gt;Ela então me conduziu para uma das mesas baixas da sala e indicou para que eu sentasse sobre a almofada. Já estava começando a me arrepender de ter entrado ali, quando uma garota de quimono se aproximou com a chaleira e uma “xícara” sem asa, tipicamente oriental, sobre a bandeja. Agachou-se sobre os joelhos e, delicadamente, colocou um guardanapo de pano sobre a mesa, depois a xícara na qual derramaria o chá. Olhou para mim, sorriu e se retirou. Logo depois, a senhora apareceu com uma pasta preta para mim e se deixou estar ao meu lado. Abri a pasta e, automaticamente, fechei-a. Havia fotos de mulheres nuas em poses insinuantes. Olhei para a senhora, que sorriu e disse:&lt;br /&gt;- Pode escolher, né.&lt;br /&gt;Abri a pasta de novo. Todas as garotas eram orientais. As fotos não eram vulgares, ao contrário, tinham um quê artístico, talvez para deixarem as garotas ainda mais bonitas.&lt;br /&gt;Por fim, escolhi Felícia. Rosto delicado e ao mesmo tempo provocante, corpo perfeito. A senhora me conduziu até o andar de cima, passamos por um corredor iluminado, cercado de portas de correr, até chegarmos ao quarto 5. Ela bateu e entrou, pediu para que eu esperasse ali fora. Minutos depois, indicou para que eu entrasse. Entrei e ela saiu, fechando a porta. Logo percebi Felícia atrás do biombo, se arrumando, sob a luz de uma das lanternas vermelhas do quarto. Dava pra ver as linhas de seu corpo se movendo por trás do biombo.&lt;br /&gt;- Se quiser, pode tirar a roupa e entrar no ofurô, fico pronta em um minuto.&lt;br /&gt;- Entrar onde?&lt;br /&gt;- Ah, desculpa, você deve ser brasileiro, né? Se quiser pode me esperar na banheira... o banheiro é à direita da porta.&lt;br /&gt;Eu estava ansioso. O grande momento estava chegando. Tirei a roupa e deixei-a sobre o tatame que serviria de cama logo mais. Caminhei para o banheiro só de cueca, que tirei antes de entrar no “ofurô”. A água estava morna e recendia um perfume suave. Procurei controlar a ansiedade e relaxar. Minutos depois, olhei pela porta do banheiro; Felícia vinha caminhando com o penhoar aberto, sem nada por baixo, como se pisasse em nuvens. Estava mais linda do que na foto.&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img50.exs.cx/img50/52/felicia.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Felicia Tang&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorriu sensualmente e, já no banheiro, virou-se de costas, deixando o penhoar deslizar sobre seu corpo e colocou-o num canto. Entrou no ofurô e foi logo beijando minha boca e meu pescoço. Me arrepiei todo. Conduziu minha mão para os seus seios, enquanto ela passeava a mão pelo meu corpo, carícias que foram retribuídas em seguida. Pediu para que eu me sentasse na beira, obedeci. Me acariciou, primeiro com a mão, depois com a boca. Passava a língua no meu pau já duro e nas minhas bolas, devagarinho, deliciosamente. Depois colocou-o na boca, chupando a pontinha e depois todo o resto, quando eu estava prestes a gozar, ela mirou em seus seios; o líquido escorreu e percebi que ela se excitava com aquilo. Passei a mão entre suas pernas, sob a água, e a senti estremecer. Propus irmos pro tatame... e fomos, molhados mesmo.&lt;br /&gt;Ela se deitou de lado e ficou me olhando, esperando que eu tomasse a iniciativa. De repente me senti atrapalhado e deixei transparecer certa insegurança, acho.&lt;br /&gt;- É sua primeira vez?&lt;br /&gt;Quis mentir, dizer que não, mas acabei assentindo com a cabeça. Me sentia um pouco humilhado. Ela sorriu me olhando nos olhos, se aproximou rastejando pelo tatame e sussurrou no meu ouvido: “Vai ser inesquecível”. Me beijou na boca, dessa vez, de língua. Fiz com que ela deitasse, passei a mão por seu corpo – era realmente divino –, beijei seu pescoço, seus ombros, passei a língua em seus seios e senti os mamilos endurecendo, enquanto acariciava-a entre as pernas com a mão. Ela estava molhadinha e se contorcia de leve. Abri suas pernas, beijei o interior das coxas, passei a língua por seus pêlos macios até achar o clitóris, já durinho. Chupei-a por algum tempo, até ela me puxar e falar que queria me sentir dentro dela. Me acariciou com a mão, me beijando e procurando enroscar minha língua na dela com desespero. De repente parou de me tocar e vasculhou embaixo de um dos travesseiros. A camisinha.&lt;br /&gt;- Eu coloco – disse ela, abrindo a embalagem.&lt;br /&gt;E foi o que fez. Me beijou lá embaixo e, enquanto desenrolava a camisinha, lambia minhas bolas. Quase gozei.&lt;br /&gt;Depois ficou por cima, com as pernas abertas sobre meu quadril, e me deixei ser “comido” por ela. Me cavalgou devagar mas com vontade. Vê-la deslizando para dentro de mim era extasiante. Quis ficar por cima, ela consentiu. Encaixei-me nela e, durante os movimentos, eu sentia seus mamilos roçando em meu peito, ela estava realmente excitada! Tanto que gozou um pouco antes de mim. Me senti mais homem a partir daquele momento: eu tinha feito uma mulher gozar. Comecei a rir, falei que estava feliz, que ela não ligasse, que ela era maravilhosa. Nisso me deu um beijo no rosto.&lt;br /&gt;Ficamos deitados por um tempo. Eu estava um pouco sonolento, mas não podia ficar mais. Já era hora de voltar.&lt;br /&gt;Me vesti e, tirando todo o dinheiro da carteira, disse que aquilo era tudo que eu tinha, mas se tivesse mais, certamente daria para ela. Me beijou na boca pela última vez e saí, coração aos pulos, do quarto dela. Precisava pegar meu tênis com a senhora e depois ir correndo para casa. O Mariano e o Paulo deviam estar me esperando para irmos acampar. Mal esperava encontrá-los para contar tudo. Era verdade o que diziam sobre a Casa de Chá!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por Sumire&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109649717292510229?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109649717292510229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109649717292510229' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109649717292510229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109649717292510229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/09/lanternas-vermelhas.html' title='Lanternas Vermelhas'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109615862017540052</id><published>2004-09-25T22:28:00.000-03:00</published><updated>2004-09-26T21:26:15.100-03:00</updated><title type='text'>No Banheiro da  Namorada</title><content type='html'>Pizzicato Five - Baby Portable Rock (Mexican Mix)&lt;!-- inicio --&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.rayfilm.com/sound/BABYPORTABLEROCK(mexicanmix).mp3" width=80 height=25 autostart="true"  loop="true" name="mymidi pluginspage="http://www.apple.com/quicktime/download/"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- fim --&gt;&lt;br /&gt;Eu já estava namorando com a Gisele fazia mais de um ano. Era colega de classe da faculdade, uma japonesa de rosto lindo, os seios até que grandes para uma oriental, cintura fininha e uma bundinha redondinha, malhada, que ela sabia valorizar bem com as roupas que usava. Os pais preferiam que ela namorasse algum japonês, pois achavam os ocidentais muito safados (com certeza não conheciam bem a filha), mas sempre fui bem recebido na casa dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img59.exs.cx/img59/5180/mizuno.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Haruki Mizuno&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele sábado iríamos na casa de uma amiga, noite de fondue, para comemorar seu aniversário. Combinei de pegá-la às oito, mas acabei chegando um pouco mais cedo. Toquei a campainha várias vezes, ninguém atendia. Depois de alguns minutos, ela veio ao portão, só com uma camiseta comprida, até os joelhos. Desculpou-se, os pais estavam vendo TV no quarto, não ouviram a campainha, e ela tinha acabado de sair do banho. Quando entramos na sala, vazia, abracei-a e demos um beijo bem gostoso. Acariciando suas costas, percebi que estava sem sutien. Depois, acariciando sua bundinha, percebi que também estava sem calcinha. Isso me deixou muito excitado, fiquei duro.&lt;br /&gt;Perguntei, malicioso:&lt;br /&gt;- Tá sem nada por baixo?&lt;br /&gt;Com um sorriso maroto, respondeu:&lt;br /&gt;- Acabei de sair do banho, coloquei a camiseta rapidinho pra ir abrir o portão pra você.&lt;br /&gt;Estava com aquele cheirinho fresco, gostoso, de banho e os cabelos pretos, longos, ainda úmidos.&lt;br /&gt;- Vem, sobe comigo pro quarto, vou terminar de me arrumar.&lt;br /&gt;Entramos, encostei a porta. Abracei-a de novo, agora acariciava sua bundinha por debaixo da camiseta. Coloquei sua mão por cima da calça, para ela perceber como tinha me deixado. Acariciei-a então entre as pernas, até chegar na sua bucetinha. Entre beijos, comecei a masturbá-la, já estava ficando molhada.&lt;br /&gt;- Aqui não, meus pais podem entrar. Não posso trancar a porta, eles vão achar suspeito.&lt;br /&gt;Introduzi um dedo na sua bucetinha, massageando ela por dentro. Começou a mudar de idéia, pois abriu minha calça para poder tê-lo em suas mãos, mas logo depois falou:&lt;br /&gt;- Pára! É muito arriscado!&lt;br /&gt;Beijei então seu pescocinho, sua nuca, e falei no seu ouvido:&lt;br /&gt;- Estou com muito tesão!&lt;br /&gt;Levantei então sua camiseta e beijei seus seios, lambi e suguei seus biquinhos, que já estavam bem durinhos, esse era seu ponto fraco.&lt;br /&gt;Seu rosto já estava tomado por uma expressão de prazer, de desejo. Voltei a masturbá-la, meus dedos ficaram totalmente melados.&lt;br /&gt;- Vem, entra comigo no banheiro, eles nunca entram quando estou no banho.&lt;br /&gt;Encostamos a porta e ligamos o chuveiro, para disfarçar e encobrir qualquer barulho. Com a calça e a cueca nos tornozelos, de pé, levantei sua camiseta até a cintura e comecei a esfregar meu pau entre suas coxas, roçando na sua bucetinha. Ela apoiou uma das coxas na pia, com isso consegui penetrá-la, com um pouco de malabarismo. Mexia gostoso dentro dela, enquanto beijava seus lábios, seu pescoço, e acariciava aqueles seios maravilhosos por cima da camiseta. Ela então se abaixou e me chupou, ávida. Subiu deliciosamente com a língua dos testículos até a pontinha e depois o engoliu, com os lábios quentes, macios. O oral estava maravilhoso, mas queria comer mais aquela bucetinha apertada e molhada. Pedi para que ficasse de costas pra mim, reclinada, apoiada na pia. Ela, bem safada, ficou bem empinadinha. Vendo a bundinha maravilhosa dela assim, arrebitadinha, não resisti e caí de joelhos, para chupá-la também. Lambi seu clitóris, sua entradinha. Melei minha boca naquela bucetinha gostosa e me levantei. Penetrei-a por trás, entrei fácil, de tão molhada. Enquanto metia, podia ver sua carinha de tesão refletida no espelho da pia. Metia fundo, abraçado por trás, com as mãos nos seus seios, beijando e mordiscando sua nuca. Ela gemeu bem baixinho:&lt;br /&gt;- Vou gozar, tesudo...&lt;br /&gt;Quando senti sua bucetinha se contraindo, apertando meu pau, gozei também, jorrei minha porra quente dentro dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela foi tomar outro banho, me lavei na pia.&lt;br /&gt;Enquanto se arrumava, falou:&lt;br /&gt;- Você é mesmo louco, tarado, imagina se meus pais pegam a gente!&lt;br /&gt;Dei uma risada e perguntei:&lt;br /&gt;- E você não gostou?&lt;br /&gt;- Gostei sim... Acho que o medo de ser pega no flagra me fez ficar mais excitada ainda...&lt;br /&gt;Quando estávamos indo embora, abrindo a porta da sala, o pai desceu do quarto e falou:&lt;br /&gt;- Não vi você chegar!&lt;br /&gt;Tentando disfarçar aquela cara de “acabei de comer a sua filha”, respondi, sério:&lt;br /&gt;- Cheguei faz alguns minutos, é que eu estava no banheiro...&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109615862017540052?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109615862017540052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109615862017540052' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109615862017540052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109615862017540052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/09/no-banheiro-da-namorada.html' title='No Banheiro da  Namorada'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109596789493872870</id><published>2004-09-23T17:30:00.000-03:00</published><updated>2004-09-23T16:34:04.353-03:00</updated><title type='text'>Aula de Pintura</title><content type='html'>&lt;p align="left"&gt;&lt;img src="http://img89.exs.cx/img89/6326/vivianhsu.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vivian Hsu&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Aula de Pintura&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Comecei a pintar apenas como hobby, aos 16 anos, influenciado pelo meu avô, artista plástico famoso em São Paulo. Fui tomando gosto pela coisa e acabei fazendo o curso na Belas Artes. Estava, então, no último ano e nunca tinha exposto ou participado de concursos. Por insistência do meu avô, acabei me inscrevendo em uma mostra relacionada à comemoração dos 100 anos de imigração japonesa. Sempre adorei pintar a nudez feminina e a delicadeza do corpo das orientais me fascinava. O único problema é que todas as modelos que conhecia eram ocidentais. Tinha uma colega de turma que era sansei, lindíssima, mas extremamente reservada. De qualquer forma, resolvi tentar a sorte e convidá-la para posar. Quando lhe fiz a proposta ficou vermelha, encabulada, mas, de tanto insistir, prometeu que pensaria no assunto. Dois dias depois, veio conversar comigo. Disse que toparia, pois achava que era importante para sua formação conhecer o outro lado, saber o que a pessoa sente quando está posando. Fiquei atônito, tinha como certo que a resposta seria não. Combinamos a primeira sessão para a tarde seguinte, na minha casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ela chegou, tomamos um chá e conversamos amenidades para quebrar o gelo. Fomos até o quarto que transformei num “atelier” improvisado. Expliquei que queria pintá-la nua, da cintura para cima, e pedi que tirasse a blusa e o sutien. Percebi que relutou um pouco, foram alguns segundos de silêncio até que começasse se despir. Estava com um lindo colar azul, que pedi que deixasse. Ela tinha um corpo lindo, delicado e um rosto inocente, angelical. Comecei a trabalhar, mas não conseguia me concentrar. Toda aquela suavidade mexia comigo, me instigava, me excitava. Aqueles seios pequenos, perfeitos tiravam minha atenção. Queria beijá-los, a boca, o rosto, tudo. Mas o seu profissionalismo, sua serenidade, sua seriedade impediam que eu fizesse qualquer coisa além de pintar. Quando me dei conta, já eram seis da tarde e ela precisava ir, trabalhava à noite para pagar o curso. Combinamos que ela viria nos próximos três dias, no mesmo horário, para que eu pudesse terminar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois dias seguintes, foram semelhantes. Quando a campainha tocava no horário combinado, a excitação já tomava conta de mim. Seguimos o mesmo ritual do primeiro dia. No “atelier” praticamente não conversávamos. Eu tentava pintar, tomado cada vez mais pelo desejo, e ficava imaginando no que ela pensava durante as horas em que estava imóvel, posando. Apesar de sufocado pela excitação, não tive coragem de tentar qualquer coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terceiro e último dia começou da mesma maneira. Quando fomos para o atelier, ela viu a pintura já tomando sua forma final e comentou que achava que estava mais bonita lá do que quando se via no espelho. Respondi que seria impossível superar a delicada perfeição das suas formas. Ficou meio vermelha, ameaçou falar algo, mas desviou o olhar para o chão e preparou-se para posar a última vez. Eu olhava para a pintura, mas conseguia ver apenas o meu desejo: ela sentada, sendo beijada, acariciada por mim. Estava transtornado com sua beleza. Não olhava para ela, apenas para a tela, numa tentativa desesperada de conseguir me controlar. Quando finalmente encarei seu rosto novamente, percebi uma expressão totalmente diferente. As bochechas mais vermelhas, os olhos semicerrados e os lábios apertados. Olhei um pouco mais para baixo, os seios, os mamilos estavam túrgidos. Olhei mais para baixo ainda e vi que estava com uma mãozinha por dentro da saia, se acariciando. Fiquei estático, o pincel caiu da minha mão. Nisso, olhou para mim, com o desejo estampado em seu rosto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esses três dias foram uma tortura para mim. Enquanto estava aqui seminua, posando e você, compenetrado na sua pintura, só conseguia pensar em como seria bom se você me beijasse, acariciasse meus seios, meu corpo, meu sexo. Nos três dias saí daqui com a minha calcinha úmida e nos três dias a primeira coisa que fiz quando cheguei em casa foi me masturbar. Te quero! Te quero muito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nesses três dias não consegui pintar direito, excitado pela sua beleza. Enquanto trabalhava, só conseguia pensar em como seria bom te ter, beijar seus lábios, seus seios, possuir o seu corpo. Nesses três dias, a primeira coisa que eu fazia quando você ia embora era me masturbar. Também te quero! Te quero muito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomei-a em um abraço forte, beijei seus lábios quentes, nossas línguas se tocaram pela primeira vez. Apertei-a contra mim e acariciei seu lindo dorso. Acariciei seus seios, seus mamilos intumescidos de prazer. Beijei seu pescoço e desci com minha boca ávida até seus seios. Chupei-os com voracidade, enquanto acariciava sua bundinha, já com minhas mãos por debaixo de sua saia. Tirou minha camisa e me abraçou, sentia agora seus mamilos roçando em meu peito. Pegou minha mão esquerda e colocou-a em um de seus seios. Depois guiou a direita até o seu sexo. Estava quente e molhada, muito molhada. Comecei a acariciá-la, rapidamente gozou na minha mão. Então se ajoelhou na minha frente e terminou de me despir. Acariciou minhas coxas e foi subindo com suas mãozinhas até encontrá-lo, duro de tesão. Masturbou-me um pouco e depois o beijou todinho, antes de colocá-lo em sua boca. Chupava avidamente, como se tivesse esperado a vida toda por isso. Não agüentava mais, pedi para penetrá-la. Fui até o banheiro pegar uma camisinha e quando voltei, ela estava totalmente nua, sentada de pernas abertas no banquinho. Toquei seu sexo com meus lábios, acariciei-o com a língua, suguei seu pequeno clitóris, túrgido de prazer. Ela novamente gozou, agora em minha boca. Ainda gemendo, pediu para ser penetrada. Levantou-se, ficou de costas para mim, pernas entreabertas, reclinou-se para frente, apoiando-se no banquinho. Coloquei a camisinha e fiquei esfregando a ponta no clitóris e na entradinha, o que a deixou com ainda mais tesão. Implorou que a penetrasse. Tomei-a firme pelos quadris e entrei de uma vez, até bater no fundo. Meus movimentos iam ficando cada vez mais fortes e rápidos, ritmados. Enquanto a penetrava, acariciava, por trás, aqueles lindos seios, que balançavam no meu ritmo. Nossa respiração foi ficando ofegante, forte, ela gemia baixinho, apenas para mim. Ela gozou, senti forte as suas contrações, isso me deixou louco. Explodi em diversos jorros de prazer dentro dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deitamos no chão, abraçados, entorpecidos de prazer, sem falar nada. Apenas o êxtase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente já eram seis horas, ela precisou ir. No dia seguinte, na faculdade, conversamos. Era noiva. Mas continuamos a nos ver por quase um ano, quando ela casou e mudou de cidade. Quanto ao concurso, não ganhei nada. Mas guardo essa pintura até hoje no meu atelier. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109596789493872870?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109596789493872870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109596789493872870' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109596789493872870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109596789493872870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/09/aula-de-pintura.html' title='Aula de Pintura'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109596570040896031</id><published>2004-09-23T15:48:00.000-03:00</published><updated>2004-09-23T15:55:00.406-03:00</updated><title type='text'>Enquete - Idade</title><content type='html'>Resultado da segunda enquete, sobre a idade dos leitores de "Oriental Spice":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18 anos ou menos: 12%&lt;br /&gt;         19 a 24: 44%&lt;br /&gt;         25 a 30: 16%&lt;br /&gt;         30 a 40: 18%&lt;br /&gt;      mais de 40: 10%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase metade dos leitores tem entre 19 e 24 anos, 90% têm menos de 40 anos e praticamente 75% têm entre 19 e 40 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado pela participação e votem nas próximas!       &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109596570040896031?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109596570040896031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109596570040896031' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109596570040896031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109596570040896031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/09/enquete-idade.html' title='Enquete - Idade'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109578595170301845</id><published>2004-09-21T14:57:00.000-03:00</published><updated>2004-09-21T14:03:12.016-03:00</updated><title type='text'>Sexo Nada Virtual 2</title><content type='html'>No dia seguinte, encontrei a Silvia no messenger e ficamos relembrando a loucura que tinha sido a noite de sexta-feira. Ficamos um tempão online, as lembranças quentes da noite anterior, estávamos muito excitados novamente. Convidei-a para sair, mas ela disse que não podia. Meu tesão fez com que eu insistisse muito, talvez até tenha sido um pouco inconveniente, o fato é que as desculpas dela não me convenceram, fiquei meio ressabiado. No domingo tentei ligar no seu celular, mas caía direto na caixa postal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos a conversar apenas na terça, quando a encontrei online de novo. Disse que precisava me contar uma coisa: que era noiva de um coreano super-machista e ciumento, que só conseguiu sair comigo na sexta por saber que ele estaria com os amigos numa despedida de solteiro. E começou a desabafar. Que não gostava dele, mas que a pressão da família para que casasse era imensa, pois era de uma família muito rica e importante na colônia. Ele vivia “na putaria”, mas não admitia que ela nem sequer tomasse um café na faculdade com algum amigo. Era tratada, na cama, como um mero objeto sexual, ele queria apenas gozar e pronto, sem preliminares, sem a menor preocupação com o prazer dela. Ultimamente, os seus únicos momentos de prazer eram quando estava online comigo e terminou falando que nunca tinha transado tão gostoso como na noite de sexta. Pediu que eu compreendesse a sua situação, que ela queria muito sair comigo de novo, mas não sabia quando poderia. Fiquei sem saber direito o que falar, consegui apenas dizer que ficasse tranquila, que eu a entendia e que me avisasse quando poderia sair de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuamos a nos falar depois disso, mas a coisa esfriou um pouco. Os intervalos eram maiores e a intensidade, menor. Já estava me acostumando com a idéia de que nunca mais a teria, quando, numa quinta, quase meia-noite, ela ligou no celular:&lt;br /&gt;- Meu noivo foi levar uns coreanos da firma pra sair. Tenho certeza que foram pra putaria. Estou com muita vontade de te ver... Não fui pra casa, estou num barzinho perto da facu... Vem aqui?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava sozinho em casa, meus pais foram viajar. Como morava lá perto, fui buscá-la. Ela entrou no carro e me beijou, ávida. Chegamos logo no apartamento e perguntei se ela queria beber algo. Fui pegar um vinho e quando voltei, ela estava só de calcinha e sutien, vermelhos, sentada no sofá. Fiquei que parado, garrafa e copos na mão, apreciando o que via. Um sorriso maroto no rosto, seios lindos, piercing no umbigo, coxas bem feitas. Nisso, ela se levantou e ficou ajoelhada no sofá, de costas pra mim e sussurrou, enquanto rebolava a bundinha deliciosa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Avena Lee&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src="http://img59.exs.cx/img59/6817/avena2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gosta da minha bundinha, né?&lt;br /&gt;Deixei o vinho e os copos na mesa, me ajoelhei e beijei aquele bumbum delicioso. Passava a língua nos seus glúteos, enquanto acariciava aquele belo par de coxas. Minhas mãos foram subindo, até encontrar sua bucetinha, tão melada que a calcinha estava úmida. Puxei-a de lado e comecei a chupá-la. Ela, safada, ficou de quatro, arrebitada, abertinha. Coloquei um dedo na sua bucetinha, depois dois, massageando ela por dentro, enquanto lambia seu cuzinho. Tentava penetrá-lo com a língua, o que fazia Silvia gemer bem gostoso. Coloquei meu dedo, que estava lubrificado com seu mel, no seu cuzinho, lentamente, e voltei a lamber sua entradinha e seu clitóris. Foi quando ela pediu, com a voz trêmula de tesão:&lt;br /&gt;- Vem, me come... Me come todinha....&lt;br /&gt;Fui voando até meu quarto, pegar o pacote de camisinhas. Quando voltei, ela estava na mesma posição, mas com os dedinhos massageando a bucetinha. Coloquei a camisinha, puxei a calcinha de lado e encaixei meu pau, duro que nem ferro. Ela estava tão melada que entrei de uma vez. Comecei a meter, forte, fundo, cada vez mais rápido, enquanto acariciava seu cuzinho com um dedo, até ele entrar. Ela rebolava, possuída de tesão e gemia cada vez mais alto, até gozar no meu pau, que, nesse momento, jorrou meu gozo forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curtimos o pós-coito tomando um pouco de vinho, trocando palavras safadas.&lt;br /&gt;- Você quer ser o primeiro a comer meu cuzinho, quer?&lt;br /&gt;Era tudo que eu queria. Não tinha KY em casa, apelei para a clássica manteiga. Besuntei a camisinha, o cuzinho dela e encaixei a pontinha, com ela de quatro no tapete da sala. Fui entrando bem devagarzinho, enquanto acariciava seu clitóris. Ouvindo ela gemer, perguntei se estava doendo.&lt;br /&gt;- Um pouco, mas tá gostoso... Continua....&lt;br /&gt;Quando estava todo dentro, esperei um pouco, até sentir que estava mais relaxada. Comecei a mexer lentamente.&lt;br /&gt;- Ai, tesudo, vem... fode meu cuzinho....&lt;br /&gt;Ela massageava seu clitóris, enquanto eu metia mais forte.&lt;br /&gt;- Safado, goza no meu cuzinho também...&lt;br /&gt;Seu anelzinho já estava bem mais relaxado, meu pau saía e entrava fundo, rápido, meu saco batendo na sua bucetinha. Não consegui mais segurar e gozei gostoso. Ela se sentou no sofá, de pernas abertas. Chupei de novo sua bucetinha, que escorria de tão molhada, até ela gozar também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomamos uma ducha, bebemos mais um pouco de vinho e a levei para casa.&lt;br /&gt;No dia seguinte, quando abri meu e-mail, tinha uma mensagem dela:&lt;br /&gt;- Meu cuzinho ainda está ardendo, mas é bom... lembro a todo instante da noite maravilhosa....&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109578595170301845?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109578595170301845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109578595170301845' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109578595170301845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109578595170301845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/09/sexo-nada-virtual-2.html' title='Sexo Nada Virtual 2'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109571591474363425</id><published>2004-09-20T18:26:00.000-03:00</published><updated>2004-09-21T14:05:39.840-03:00</updated><title type='text'>Sexo Nada Virtual</title><content type='html'>Conheci esta gatinha na net, numa sala de sexo virtual. Na primeira vez que teclamos, já rolou um clima legal, muita empatia e entrosamento, fizemos um sexo virtual muito gostoso. Não sou fã de virtual, mas em algumas ocasiões – como esta, pode ser muito bom. Depois disto teclamos durante uma semana, quase todos os dias, quando resolvemos trocar fotos. Primeiro me passou uma dela toda produzida, do baile de formatura do irmão. Pedi que me mandasse uma “mais à vontade”. Achei que não daria em nada, mas eis que, no dia seguinte, abri o e-mail e vi esta foto dela só de lingerie, absolutamente provocante: uma oriental com um corpo maravilhoso, 19 anos e aparelho nos dentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Avena Lee&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img37.exs.cx/img37/2931/Avena-01.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;Minha vontade de sair com ela só cresceu. A princípio ela ficou com medo, nunca tinha encontrado alguém da net antes. Trocamos telefones e, depois de muita conversa, numa sexta-feira, acabamos saindo.&lt;br /&gt;Fui buscá-la na faculdade, eram umas dez da noite. Estava mais provocante do que nunca. Um jeans agarradinho mostrava as curvas do seu bumbum, que de oriental não tinha nada, e o contorno das suas coxas, bem torneadas. Em cima apenas um top, que deixava à mostra a barriguinha - linda, com o piercing no umbigo, e insinuava a forma dos seus seios - generosos para uma coreana. A princípio ela estava bastante tímida, falou que era difícil me encarar depois de ter falado “tanta besteira” comigo. Procurei deixá-la bem à vontade, conversamos sobre faculdade, cinema, baladas, enquanto dirigia até o barzinho que tinha escolhido. Acabamos num enorme congestionamento, quem mora em São Paulo sabe como é. Depois de 40 minutos no carro, ela já estava bem mais à vontade. Contou que numa das vezes que fizemos virtual, quase que o pai a pegou “no flagra”, se masturbando na frente do computador. Rimos juntos disto e também quando contei dos “quase flagras” que vivi, especialmente de uma vez em que uma amiga me fez um oral no carro, no estacionamento do seu prédio. Com esse novo rumo da conversa, fui ficando excitado e ela também - podia ver seus mamilos durinhos por debaixo do top. Não perdi a deixa:&lt;br /&gt;- Tá ficando excitada, é? – perguntei bem malicioso.&lt;br /&gt;- Estou... E você também, né?&lt;br /&gt;- Muito.&lt;br /&gt;Depois de alguns segundos de silêncio, resolvi arriscar:&lt;br /&gt;- Que tal irmos a um outro lugar?&lt;br /&gt;Ela se fez de desentendida:&lt;br /&gt;- Que tipo de lugar?&lt;br /&gt;Achei que tinha me precipitado, fui mais manso, cheio de eufemismos:&lt;br /&gt;- Ah, um lugar mais tranquilo, onde a gente pode ficar a sós bem sossegado...&lt;br /&gt;Ela deu uma risada safada:&lt;br /&gt;- Você quer dizer um motel?&lt;br /&gt;Confirmei, achando que ela não toparia.&lt;br /&gt;- Hmmm... Eu iria adorar...&lt;br /&gt;Meu pau já estava duríssimo, mudei o caminho e fomos para um motel na Raposo. Não via a hora de chegar. Dirigi com apenas uma mão, a outra acariciava suas coxas durinhas, deliciosas. Até a hora em que ela abriu o jeans e colocou minha mão lá dentro, pude sentir como estava molhada. Ela retribuiu abrindo meu ziper e acariciando meu pau.&lt;br /&gt;Chegamos. Foi só fechar a porta que nos agarramos, num beijo ardente, lascivo. Tiramos a roupa, que surpresa: ela estava usando a mesma lingerie da foto. Tirei seu sutien e beijei seus seios, suguei seus mamilos túrgidos de tesão. Beijei-a novamente, peguei-a no colo e a levei até a cama. Tirei sua calcinha e lambi sua bucetinha molhada. À medida que passava minha língua em sua entradinha, no seu clitóris, ela gemia cada vez mais forte, até gozar gostoso na minha boca. Coloquei a camisinha e passei a esfregar a cabecinha, sem penetrar. Isso a deixou louca de tesão:&lt;br /&gt;- Ai... Vem... Me come.... Quero te sentir durinho assim dentro de mim....&lt;br /&gt;Fui entrando, devagarzinho, até bater no fundo. Comecei a meter forte, rápido. Beijava seus biquinhos enquanto comia a bucetinha apertada e molhada. Não demorou muito e gozamos forte.&lt;br /&gt;Fomos tomar uma ducha. Um ensaboando o outro, não demorou para eu ficar duro de novo. Ela se ajoelhou na minha frente e me chupou muito. Esfregava meu pau nos seus lábios, na sua língua, no seu lindo rosto, nos seus seios. Ensaboou meu pau e fez uma espanhola, debaixo do chuveiro. Voltamos para a cama, comi ela de quatro. Segurando firme pelo quadril, enfiava meu pau bem fundo naquela bucetinha gulosa. Socando forte, ritmado, minhas bolas batiam na sua xaninha e os seios balançavam no mesmo ritmo. A cama rangia, ela gemia, o mundo se resumia ao que estava acontecendo naquele quarto. Gozamos forte pela segunda vez.&lt;br /&gt;Falamos sobre as nossas conversas virtuais, nossas fantasias e vontades. Assistimos uns “filminhos” e acabamos num terceiro round, com ela me cavalgando bem gostoso.&lt;br /&gt;Depois deste dia ainda saímos muitas vezes, mas isto eu conto outra hora.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109571591474363425?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109571591474363425/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109571591474363425' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109571591474363425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109571591474363425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/09/sexo-nada-virtual.html' title='Sexo Nada Virtual'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109513135763977834</id><published>2004-09-13T23:08:00.000-03:00</published><updated>2004-09-17T13:55:16.616-03:00</updated><title type='text'>Oriental Spice Wants You</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Charmane Star &amp;amp; Miko Lee&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;&lt;img src="http://img10.exs.cx/img10/8903/charmanemiko.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rsolvi mudar um pouco o foco. Sem contos desta vez. Vamos usar os comentarios para falar das nossas fantasias, realizadas ou nao. Vamos trocar ideias, conceitos, experiencias...&lt;br /&gt;Colaborem e comentem!&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109513135763977834?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109513135763977834/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109513135763977834' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109513135763977834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109513135763977834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/09/oriental-spice-wants-you.html' title='Oriental Spice Wants You'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109477334389538065</id><published>2004-09-09T21:42:00.000-03:00</published><updated>2004-09-10T17:20:42.316-03:00</updated><title type='text'>A Vadia da Revista</title><content type='html'>Sabrina &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/265/1575/682/sabrina.jpg"&gt;&lt;img class="phostImg" src="http://photos1.blogger.com/img/265/1575/480/sabrina.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A VADIA DA REVISTA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu nunca gostei do Big Brother, mas este eu assisti. Assisti só por causa desta linda mestiça, a Sabrina. Não preciso nem dizer, quando saiu a Playboy com ela na capa, fui correndo comprar. Minha namorada, a Cris, nunca teve ciúmes de artistas ou das minhas revistas, mas com a Sabrina ela ficou realmente incomodada, achava que por ela também ser mestiça.&lt;br /&gt;No sábado, meus pais tinham viajado, estávamos sozinhos, eu louco para dar uma com a Cris. Estava linda, de mini-saia, deixando à mostra suas coxas bem feitas e com um top, que mal escondia seus seios grandes e durinhos. Fomos para o meu quarto, ela viu a revista no criado mudo. Ficou louca.&lt;br /&gt;- O que ela tem que eu não tenho?&lt;br /&gt;Por mais que eu tentasse explicar, não adiantava. Estava irada.&lt;br /&gt;-Fala a verdade, você já se masturbou pra ela, né?&lt;br /&gt;Eu, claro, menti e neguei. Ela duvidou, insistia na pergunta, como se soubesse a verdade. Até eu perder a paciência e admitir (não por ser honesto, mas de raiva mesmo).&lt;br /&gt;- Homem é tudo igual mesmo, não presta. Fica aí com essa vadia da revista que eu vou embora.&lt;br /&gt;Esgotei meu estoque de argumentos. Ela não queria conversa. Falei que sempre soube das minhas revistas, comentava, na boa, quando achava uma mulher bonita, enfim, nunca tinha feito nada escondido dela.&lt;br /&gt;- Fez sim, se masturbou pra ela escondido de mim.&lt;br /&gt;Falei que era só fantasia, que era normal, que ela também provavelmente se masturbava.&lt;br /&gt;- Me masturbo sim, mas só pra você.&lt;br /&gt;Agora eu que comecei a insistir na pergunta, duvidava que ela nunca tivesse se masturbado para alguém outro. Ela continuou negando, mas foi ficando cada vez mais vermelha e começou a gaguejar. Em cima, perguntei por que tinha ficado assim, se o que falou era verdade. Sem jeito, respondeu:&lt;br /&gt;- É... Assim... Quase sempre que eu me masturbo eu não imagino pessoas, apenas cenas, situações, sensações... E, na minha cabeça, é você que está comigo... Só uma vez me masturbei imaginando alguém específico...&lt;br /&gt;Perguntei se nessa ocasião era eu que estava transando com ela.&lt;br /&gt;Silêncio.&lt;br /&gt;Insisti na pergunta.&lt;br /&gt;- Mais ou menos.&lt;br /&gt;“Mais ou menos”. Ou era eu, ou não era. Não entendia mais nada.&lt;br /&gt;- Quer mesmo saber? – perguntou, num tom de voz meio desafiador.&lt;br /&gt;Pedi que ela contasse.&lt;br /&gt;- Fiquei imaginando você sim, mas você estava comendo outra mulher.&lt;br /&gt;Cara de interrogação.&lt;br /&gt;- Imaginei você comendo a Sabrina...&lt;br /&gt;Cara de quem não estava mais entendendo absolutamente nada.&lt;br /&gt;- É... eu também fico confusa... Imaginar você tendo prazer com outra pessoa, ao mesmo tempo me excita e me deixa louca de ciúmes....&lt;br /&gt;Não sabia o que responder.&lt;br /&gt;- Me desculpa? Ciúme besta, né?&lt;br /&gt;Nisso, me abraçou e me deu um beijo quente, intenso. Começamos a nos acariciar. Lábios grudados, mãos percorrendo o corpo. Logo ela encontrou o meu, duro, e eu, a dela, molhada.&lt;br /&gt;- Posso te pedir uma coisa?&lt;br /&gt;Fiz que sim com a cabeça.&lt;br /&gt;- Bate uma pra Sabrina na minha frente?&lt;br /&gt;Arregalei os olhos, continuava sem palavras.&lt;br /&gt;- Por favor...&lt;br /&gt;Pegou a revista, abriu na página da Sabrina, colocou-a na cama, do meu lado, e se sentou na cadeira em frente. Levantou a saia, abriu as pernas, pôs sua mãozinha dentro da calcinha e pediu de novo.&lt;br /&gt;- Por favor, quero ver...&lt;br /&gt;Obedeci. Comecei a me masturbar olhando para a revista. Mas o que me excitava mesmo era vê-la assim tesuda, se tocando.&lt;br /&gt;- Não olha pra mim, olha pra revista...&lt;br /&gt;Não conseguia me concentrar na Sabrina, disfarçadamente olhava para a Cris. Até que ela não agüentou mais e veio até mim.&lt;br /&gt;- Deixa eu terminar – falou, enquanto tirava minhas mãos dele.&lt;br /&gt;Começou a me masturbar com a mão que usou para se tocar. Depois me chupou, gulosa, ávida. Engolia ele todo, sugava, lambia, beijava, enquanto uma mão brincava com as minhas bolas. Tirou a calcinha, mas ficou de saia. Pegou uma camisinha do criado mudo, ela mesmo colocou. Sentou em mim, me cavalgou loucamente. Rebolava, subia e descia, gemia, acariciava os próprios seios por cima do top, totalmente possuída de desejo. Gozou alto, senti suas contrações, intensas, repetidas. Eu também já estava quase lá, o tesão dela duplicava o meu.&lt;br /&gt;- Goza na minha boca, quero sentir sua porra quente...&lt;br /&gt;Caiu de boca e tirou a camisinha. Chupava e lambia a pontinha, enquanto me masturbava na base. Quando falei que ia gozar, engoliu ele todo. Gozei forte, em vários jatos, dentro da sua boquinha. Deitou-se por cima de mim e me beijou. Sentia o gosto do meu gozo em sua boca, em seus lábios. Deu uma risadinha e perguntou:&lt;br /&gt;- Será que a Sabrina te faz gozar gostoso assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota de esclarecimento (10.09.2004) - Gostaria de deixar claro que não estou chamando a Sabrina de vadia, não estou julgando ninguém. O título está relacionado ao conteúdo do texto, apenas isso.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109477334389538065?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109477334389538065/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109477334389538065' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109477334389538065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109477334389538065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/09/vadia-da-revista.html' title='A Vadia da Revista'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109469688985742508</id><published>2004-09-08T23:15:00.000-03:00</published><updated>2004-09-08T23:31:31.630-03:00</updated><title type='text'>Enquete - Opção Sexual</title><content type='html'>Resutaldo da enquete (50 respostas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homens bissexuais: 6%&lt;br /&gt;Homens heterossexuais: 48%&lt;br /&gt;Homens homossexuais: 2%&lt;br /&gt;Mulheres bissexuais: 14%&lt;br /&gt;Mulheres heterossexuais: 22%&lt;br /&gt;Mulheres homossexuais: 4%&lt;br /&gt;Ainda não sabem a opção: 4%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto também quer dizer que (sem contar os que ainda não fizeram sua opção sexual):&lt;br /&gt;- 58,3% dos leitores são homens e 41,7%, mulheres.&lt;br /&gt;- 20,8% são bissexuais, 73%, heterossexuais e 6,2%, homossexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E VIVA A DIVERSIDADE SEXUAL!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109469688985742508?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109469688985742508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109469688985742508' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109469688985742508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109469688985742508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/09/enquete-opo-sexual.html' title='Enquete - Opção Sexual'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109451539757894058</id><published>2004-09-06T21:03:00.000-03:00</published><updated>2004-09-06T21:12:16.956-03:00</updated><title type='text'>Juliana e Roberta</title><content type='html'>Vivian Hsu&amp;nbsp;&lt;a href='http://www.hello.com/' target='ext'&gt;&lt;img src='http://photos1.blogger.com/pbh.gif' alt='Posted by Hello' border='0' style='border:0px;padding:0px;background:transparent;' align='absmiddle'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://photos1.blogger.com/img/265/1575/860/vivian_hsu_25.jpg'&gt;&lt;img border='0' class='phostImg' src='http://photos1.blogger.com/img/265/1575/480/vivian_hsu_25.jpg'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JULIANA E ROBERTA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teria sido uma noite comum, se ela não tivesse me procurado. O interfone deve ter tocado milhares de vezes até que eu conseguisse acordar e ver que o barulho não vinha do sonho, mas da cozinha. Olhei para o rádio-relógio: 2:42. O que era aquilo? Será que o prédio estava pegando fogo? Vontade de virar pro outro lado e continuar dormindo. Mas o interfone continuou berrando e o jeito foi levantar e ver o que era. &lt;br /&gt;- Oi?  &lt;br /&gt;- Sra. Juliana?  &lt;br /&gt;- Fala, Seu Antônio...  &lt;br /&gt;- Tem uma moça aqui... qual é mesmo o seu nome?  &lt;br /&gt;Ouvi alguém responder “Roberta”, o que foi repetido por Seu Antônio em seguida.  &lt;br /&gt;- Posso mandar subir?  &lt;br /&gt;- Pode, sim...  &lt;br /&gt;Acontece que havia duas Robertas na minha vida: uma amiga de infância, que já estava casada e morava num bairro distante dali e a outra era uma colega de trabalho. Pela lógica, quem subia era a segunda.  &lt;br /&gt;Fui esperá-la no corredor, perto do elevador. Quando eu o abri, surpresa. Era a amiga de infância. Continuava linda com seus traços orientais, e visivelmente bêbada.  &lt;br /&gt;- Me ajuda... me ajuda, Ju!!  &lt;br /&gt;Abracei-a e levei-a para dentro. Eu estava assustada, nunca a tinha visto daquele jeito. Sentei-a no sofá, enquanto tentava entender suas falas confusas e chorosas. Acho que o marido tinha aprontado, não consegui entender direito. Falei que seria bom ela tomar um banho e depois eu ia colocá-la para dormir.  &lt;br /&gt;- Só se você tomar banho comigo!  &lt;br /&gt;Ri. Ela sabia de minha opção sexual e sempre me respeitara. Estava bêbada mesmo.  &lt;br /&gt;Levei-a até o quarto e sentei-a na beira da cama. Tirei seus sapatos e meias. Ela tinha deitado na cama e continuava falando coisas incompreensíveis, ainda alterada. Hesitei em tirar o resto da roupa dela. Pedi para que ela mesma fizesse isso, enquanto pegava uma toalha no guarda-roupa, mas a única coisa que ela fazia era resmungar. Falei que ia tirar a roupa dela, já que nem para isso ela servia; desabotoei o botão da calça, desci o zíper e fui puxando a calça por baixo. Sua calcinha era branca, de renda. Desabotoei sua blusa e sentei-a novamente, para que eu pudesse tirá-la. O sutiã branco, tirei-o também, deixando à mostra aquele belo par de seios. Pedi para que ela se levantasse um pouco para que eu pudesse tirar a calcinha. A luz da suíte batia em cheio nela. Era a primeira vez que a via completamente nua depois de mulher feita. Achei-a maravilhosa deitada em minha cama e me culpei por desejá-la. Ela tinha parado de falar e fechado os olhos. Parecia um anjo. De repente, abriu os olhos:  &lt;br /&gt;- O que tá olhando?  &lt;br /&gt;- Nada. Vou te pôr debaixo do chuveiro agora.  &lt;br /&gt;Tirei a camiseta e entrei com ela na ducha; lavei seus cabelos que cheiravam a fumaça de cigarro (por onde ela andara?) e ensaboei seu corpo. Uma hora ela me abraçou e agradeceu. Tive vontade de beijá-la.  &lt;br /&gt;Depois do banho, arranjei uma calcinha e uma camiseta para ela vestir. Sentadas na cama, sequei seus cabelos com o secador e penteei-os, eram lindos e macios. Ela estava bem mais calma. Depois do chá, fomos para cama de casal, grande o suficiente para nós duas. Estávamos cansadas. Dali a algumas horas começaria o domingo.  &lt;br /&gt;Estava pegando no sono, quando ela me perguntou:  &lt;br /&gt;- Você me acha bonita?  &lt;br /&gt;- Você é linda e sabe disso.  &lt;br /&gt;- Mas eu perguntei se você acha...  &lt;br /&gt;- Acho. Claro que acho.  &lt;br /&gt;E nisso beijou minha boca, primeiro de leve e depois mais ousada. Senti sua língua deslizar à procura da minha e me senti tomada pelo desejo. Continuamos assim, nos beijando e nos acariciando por um tempo. Eu acariciava seu corpo e ela correspondia. Senti seus mamilos durinhos sob a camiseta no meu corpo. Passei as pernas ao redor do seu quadril, fiquei por cima dela e continuei beijando-a, enquanto tirava sua camiseta. Beijei seu pescoço, seus seios e o resto do corpo e a sentia estremecer. Voltei a deitar ao seu lado, ao que ela me beijou, provocando-me: ela queria mais. Minhas mãos correram por entre suas pernas e acariciei-a por cima da calcinha já molhada. Afastei o elástico com os dedos, senti sua xaninha encharcada. Comecei a masturbá-la e como ela hesitasse, conduzi sua mão para dentro da minha calcinha, que ela tirou, continuando a me tocar, depois foi a minha vez de tirar a dela. Tirei também minha camiseta e ela começou a beijar o meu corpo, chupou meus mamilos, que ficaram ainda mais durinhos, e voltou para a boca. Beijei seu pescoço, passei a língua por seus mamilos, beijei sua barriga, o interior de suas coxas e então minha língua encontrou seu grelinho intumescido. Eu a ouvia gemer baixinho, o que me excitava ainda mais. Queria que ela gozasse na minha boca. Introduzi um dedinho, depois dois, e continuei a chupá-la com vontade, até que ela gozou. Ela toda tremia... beijei seu corpo até chegar à boca. Ela me abraçou, sorriu, passou a mão pelos meus cabelos e logo depois adormeceu. Puxei o edredom para ela e velei seu sono até onde pude, depois adormeci também.  &lt;br /&gt;De manhã, acordei com seus olhos me perscrutando. Num segundo lembrei de tudo que acontecera e não soube o que dizer, será que ela lembrava? Então ela sorriu e disse:  &lt;br /&gt;- Tive um sonho bom...  &lt;br /&gt;E eu também.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Escrito por Sumire&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109451539757894058?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109451539757894058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109451539757894058' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109451539757894058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109451539757894058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/09/juliana-e-roberta.html' title='Juliana e Roberta'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109434149076947671</id><published>2004-09-04T20:44:00.000-03:00</published><updated>2004-09-06T00:55:16.983-03:00</updated><title type='text'>Feriado Ardente</title><content type='html'>Charmane Star&amp;nbsp;&lt;a href='http://www.hello.com/' target='ext'&gt;&lt;img src='http://photos1.blogger.com/pbh.gif' alt='Posted by Hello' border='0' style='border:0px;padding:0px;background:transparent;' align='absmiddle'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://photos1.blogger.com/img/265/1575/640/CharmaneStar6.jpg'&gt;&lt;img border='0' class='phostImg' src='http://photos1.blogger.com/img/265/1575/480/CharmaneStar6.jpg'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;FERIADO ARDENTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Feriado prolongado, o sol voltando a esquentar as praias e os ânimos, resolvemos viajar até Ilhabela. Chegamos na sexta, tarde da noite, por sorte ainda achamos vaga em uma pousada. Já namorava com a Liu fazia alguns meses, mas só agora o pai, chinês linha dura, deixava que viajássemos, isso porque falamos que ia uma turma grande da faculdade.  Para ela, estar sozinha comigo longe dos pais, era uma ocasião em que todos os segundos tinham que ser bem aproveitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Ela quis tomar banho, falei que poderia ir primeiro. Estava cansado de dirigir seis horas naquele congestionamento infernal, deitei-me na cama e adormeci enquanto esperava. Acordei com seus beijos, que começaram na boca e terminaram nele, que logo ficou em posição de prontidão. Transamos gostoso, tomei um banho e fomos dormir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Acordamos tarde, tomamos café e chegamos na praia, lotada. Procurando por um lugar ao sol, topamos com um caiçara que se ofereceu para nos levar a uma praia deserta, só acessível por barco; poderíamos ficar o dia todo, voltaria para nos buscar no final da tarde. A Liu vibrou com a idéia, eu também, e 40 minutos depois estávamos em uma praia paradisíaca e, o melhor, acompanhados apenas de um guarda-sol, esteira e um isopor com algumas cervejas e Gatorade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Liu, entusiasmada, falou que sempre quis fazer “top-less” e já foi tirando a parte de cima do biquíni. Seus seios não eram grandes, mas durinhos e bem formados. Vê-los assim, com gotas de suor refletindo o sol quente, era algo irresistível. Beije-a e, no abraço, senti seus seios apertados contra meu peito, os biquinhos ficando durinhos. Deitei-a na esteira e beijei sua boca, seu pescoço, seus seios. Apertava seus biquinhos entre meus lábios, enquanto acariciava seu corpo lindo. Desci minha boca até suas coxas. Ela então colocou sua mão na sua bucetinha e pediu que a beijasse lá. Obedeci. Puxei o biquíni de lado e, depois de dar o beijo, comecei a passar a língua na entradinha, sentindo seu calor, seu mel. Quando acariciava seu clitóris, ela gemia gostoso e mexia os quadris, pedindo que não parasse. Enfiei um dedo nela, massageando por dentro, enquanto minha língua dava prazer ao clitóris, intumescido de prazer. Seus gemidos misturavam-se ao barulho das ondas quebrando, até o momento em que gozou na minha boca. Deitei-me ao seu lado, ela tirou o biquíni, abaixou minha sunga e veio por cima. Encaixou a pontinha e foi descendo devagarzinho, até engoli-lo totalmente. Ficou olhando para mim com carinha de safada e começou a me cavalgar, rebolando gostoso, subindo e descendo. Eu acariciava suas costas, sua bundinha, suas coxas. Levantei a cabeça e comecei a chupar seus biquinhos, enquanto ela cavalgava intensamente. Ela gozou novamente, eu me segurava, ainda a queria de quatro. Ficou em posição, toda arrebitadinha, oferecida. Possuí sua bucetinha com força, com ímpeto. O mar, as ondas, a praia, o verde em volta, já não via mais nada disso, apenas seu dorso, seus seios balançando no meu ritmo, meu membro entrando e saindo dela. Não demorou muito e gozei também.&lt;br /&gt;	&lt;br /&gt;Fomos tomar um banho de mar, brincamos na água como crianças. Deitamo-nos junto às pedras, secando o corpo ao sol, e bebemos uma cerveja. Mas Liu queria mais. Deitou sua cabeça no meu colo e fez com que eu ficasse novamente duro, em sua boca. Quando percebeu que estava no ponto, levantou-se, apoiou os braços nas pedras, inclinada, e pediu que a possuísse assim. Penetrei-a por trás, de pé. A brisa morna do mar lambia nossos corpos salgados de mar e de suor, enquanto o sol forte, refletido em nossos corpos, imprimia esta cena nos meus olhos, definitivamente.  Meus movimentos foram ficando mais rápidos e mais intensos, até gozarmos juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	 Entre beijos, carícias e trocas de juras carregadas de volúpia, não vimos o tempo passar. Quando o caiçara foi nos buscar,  acertamos de voltar lá nos outros três dias. A Liu, no último dia, perguntou o nome da praia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Tem vários nomes. Praia do Paraíso, Praia dos Namorados, Praia do Desejo.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109434149076947671?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109434149076947671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109434149076947671' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109434149076947671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109434149076947671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/09/feriado-ardente.html' title='Feriado Ardente'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109407004886080061</id><published>2004-09-01T17:20:00.000-03:00</published><updated>2004-09-04T18:54:57.983-03:00</updated><title type='text'>selo</title><content type='html'>selo&amp;nbsp;&lt;a href='http://www.hello.com/' target='ext'&gt;&lt;img src='http://photos1.blogger.com/pbh.gif' alt='Posted by Hello' border='0' style='border:0px;padding:0px;background:transparent;' align='absmiddle'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://photos1.blogger.com/img/265/1575/120/selo.jpg'&gt;&lt;img border='0' class='phostImg' src='http://photos1.blogger.com/img/265/1575/120/selo.jpg'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Selo de "Oriental Spice". Clique na imagem com o botão esquerdo do mouse. Poderá copiar o arquivo e o endereço na nova página.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109407004886080061?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109407004886080061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109407004886080061' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109407004886080061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109407004886080061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/09/selo.html' title='selo'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109382953586141404</id><published>2004-08-29T22:32:00.000-03:00</published><updated>2004-09-06T00:57:00.380-03:00</updated><title type='text'>Marcinha Safadinha</title><content type='html'>Azumi Kawashima&amp;nbsp;&lt;a href='http://www.hello.com/' target='ext'&gt;&lt;img src='http://photos1.blogger.com/pbh.gif' alt='Posted by Hello' border='0' style='border:0px;padding:0px;background:transparent;' align='absmiddle'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://photos1.blogger.com/img/265/1575/640/azumi.jpg'&gt;&lt;img border='0' style='border:1px solid #660000; margin:2px' src='http://photos1.blogger.com/img/265/1575/400/azumi.jpg'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARCINHA SAFADINHA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre me dei muito bem com a minha prima Flávia. Ela é só dois anos mais nova, curtia as mesmas coisas que eu e, mesmo morando em outra cidade, éramos muito próximos. Na verdade, era para mim a irmã que nunca tive. Sempre trocamos confidências, até as mais íntimas, a ponto dela saber das minhas aventuras em detalhes e eu, as dela. Aliás, era o único da família que sabia da sua bissexualidade. Quando terminou o colegial  prestou Direito, como eu, e entrou na mesma faculdade. Mudou-se para São Paulo, morou um tempo com a gente, na casa dos meus pais, e depois foi dividir um apartamento perto da faculdade com a Márcia, uma japonesa lindíssima, colega de turma –  eu sabia que eram bem mais do que isso.&lt;br /&gt;No começo de dezembro, época de provas, passei na casa da Flávia para pegar de volta uns livros de Direito Romano. Encontrei a Flávia de saída, muito apressada, atrasada para uma prova.&lt;br /&gt;- Os livros tão no meu quarto, pega lá, depois a gente se fala. Qualquer coisa, a Márcia tá no quarto dela.&lt;br /&gt;Estava um calor infernal, barulho de TV vindo do quarto fechado da Márcia. Parei na cozinha para tomar um copo de água. Fui até o quarto da Flávia, não achei os livros. Perguntei alto:&lt;br /&gt;- Márcia, você tá aí?&lt;br /&gt;- To no meu quarto!&lt;br /&gt;- Você sabe onde estão os meus livros?&lt;br /&gt;- Estão aqui no meu quarto! Vem buscar!&lt;br /&gt;Abri a porta e dei de cara com a japonesinha, assistindo TV, deitada peladinha em sua cama. Rosto lindo, 18 anos, corpinho de ninfeta, delicado, suave, mas provocante. Eu não sabia o que falar.&lt;br /&gt;- Ai, desculpa, esqueci que estava nua... Você não se importa, né? – e deu uma risadinha.&lt;br /&gt;- Não, não me importo, muito pelo contrário! O problema é conseguir ficar sem fazer nada depois de ver você assim!&lt;br /&gt;- Tá excitado? – perguntou, olhando fixamente para o óbvio volume debaixo do meu calção.&lt;br /&gt;- O que você acha?&lt;br /&gt;Fez uma carinha de menina safada e falou:&lt;br /&gt;- Então vamos fazer um jogo. Bate aí uma pra mim... Se eu me excitar, você ganha um prêmio...&lt;br /&gt;Ela me deixou insano de tesão. Tirei a camiseta, o calção, a cueca. Comecei a acariciá-lo, olhando para ela. Vi seus biquinhos ficando durinhos, ela não tirava o olho do meu pau. Me sentei na poltrona, de frente para a cama. Com uma mão, me masturbava forte, com a outra, acariciava minhas bolas. Ela, agora, passava as mãos em seus seios, nos biquinhos túrgidos de tesão. Abriu um pouco as pernas, o suficiente para encaixar sua mão e se tocar. O prazer estampado em seu rosto aumentava o meu. Ela gemia, apertava sua mão entre suas coxas, levantava o quadril da cama. Eu estava quase lá.&lt;br /&gt;- Vou gozar!&lt;br /&gt;- Não! Espera! Vem gozar nos meus peitinhos!&lt;br /&gt;Me levantei e, num passo, fiquei do lado da sua cama. Gozei forte, gozei muito, melando seus peitinhos lindos. Ela, safadinha, passou um dedo no meu gozo e depois o chupou. Com a outra mão, massageava seus seios, espalhando todo o meu líquido.&lt;br /&gt;- Você é muito safado, achei que não ia ter coragem! – falou, ainda gemendo.&lt;br /&gt;Dei uma risadinha:&lt;br /&gt;- Eu que sou safado?&lt;br /&gt;Ela riu, maliciosa:&lt;br /&gt;- Só tem um probleminha... Eu ainda não gozei.... Me ajuda?&lt;br /&gt;Puxei-a para a beira da cama, e, de joelhos, enfiei meu rosto entre suas coxas. Passava a língua na sua entradinha, no seu grelinho, durinho. Apertava-o entre meus lábios, depois penetrava-a com a língua. Sentia-a quente, melada e, à medida que a chupava com mais vontade, apertava minha cabeça entre suas pernas, até a hora em que gozou, forte, alto.&lt;br /&gt;Eu já estava duro de novo. Deitei-me na cama, por trás dela. Beijei sua nuca, acariciei seus seios, enquanto esfregava meu pau entre suas coxas. Falei no seu ouvido:&lt;br /&gt;- Deixa eu colocar ele na sua bucetinha, deixa....&lt;br /&gt;- Não... Minha bucetinha ainda é virgem de pau... Se quiser mesmo me comer, vai ter que ser no cuzinho.&lt;br /&gt;Era meu ponto fraco. Eu era tarado por anal. Falei que estava sem camisinha, ela mandou pegar uma na gaveta do criado-mudo. Junto, encontrei um vibrador e um tubo de KY. Perguntei como ela usava tudo isso, se ainda era virgem. Disse que era para brincar com minha prima e, quando estava sozinha e com tesão, gostava de usá-lo no seu cuzinho, que lhe dava muito prazer. Isso me deixou mais excitado ainda. Coloquei a camisinha, passei o KY no meu pau e no seu cuzinho. Ainda de ladinho, encaixei a cabecinha e fui entrando, devagarzinho, até estar todo dentro. Esperei um pouco, até acomodar bem o volume. Comecei metendo devagarzinho. Ela gemia baixinho e massageava seu grelinho com os dedos. Comecei a meter cada vez mais forte e rápido, até ela pedir:&lt;br /&gt;- Come meu cuzinho de quatro!&lt;br /&gt;Ficou arrebitadinha, o peito encostado no travesseiro, o rosto virado de lado. Penetrei seu cuzinho de novo e comecei a meter bem gostoso, segurando-a pela cintura. Enquanto socava forte, via sua carinha de tesão, mordendo os lábios.  Ela continuava a dedilhar seu grelinho e logo gozou. E eu também, agora jorrando dentro daquele cuzinho apertadinho e guloso.&lt;br /&gt;Ficamos um tempo deitados na cama, sem falar nada. Eu ainda não tinha acreditado no que havia acontecido. Subitamente, ela interrompeu o silêncio:&lt;br /&gt;- Tô morrendo de fome!&lt;br /&gt;Saiu saltitante da cama, foi até a cozinha e voltou com um pacote de bolachas de chocolate. Peguei uma.&lt;br /&gt;- Não quer mais?&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109382953586141404?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109382953586141404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109382953586141404' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109382953586141404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109382953586141404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/08/marcinha-safadinha.html' title='Marcinha Safadinha'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109382224562342967</id><published>2004-08-29T20:30:00.000-03:00</published><updated>2004-08-29T22:06:24.996-03:00</updated><title type='text'>Assédio no Escritório</title><content type='html'>office&amp;nbsp;&lt;a href='http://www.hello.com/' target='ext'&gt;&lt;img src='http://photos1.blogger.com/pbh.gif' alt='Posted by Hello' border='0' style='border:0px;padding:0px;background:transparent;' align='absmiddle'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://photos1.blogger.com/img/265/1575/640/asian_officegirl_02.jpg'&gt;&lt;img border='0' style='border:1px solid #660000; margin:2px' src='http://photos1.blogger.com/img/265/1575/400/asian_officegirl_02.jpg'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assédio no escritório&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre que eu sentia o olhar dele em mim, olhava para ele também, descaradamente. Mas ele sempre fingia estar olhando para outro lugar ou desviava os olhos para algum papel sobre sua mesa, pois sabia que eu estava noiva. Meu colega de trabalho era tímido e moralmente correto demais, e isso me excitava.&lt;br /&gt;Desde adolescente, os homens diziam que eu era “uma oriental linda”. Talvez assim, eu desse para eles. Mas eu não gostava dos que davam em cima, preferia os mais quietos; esses me excitavam mais pela possibilidade de seduzi-los e fazer com eles o que bem entendesse. Nesse caso não era diferente e eu sentia o meu desejo correr pelas veias só de olhar para ele.&lt;br /&gt;Eu já havia me tocado várias vezes, pensando nele. Imaginava-o acariciando meus seios, eu chupando-o e levando-o às alturas, ele me comendo bem gostoso na mesa do escritório. Mas eu sabia que ao vivo seria mil vezes melhor e resolvi agir.&lt;br /&gt;Numa sexta-feira, inventei um problema com as planilhas do relatório do mês e pedi para que ele me ajudasse. Acabei me enrolando de propósito, para ficar a sós com ele após o expediente. Quando o outro colega com quem dividíamos a sala foi embora, fechei a porta e girei a chave. Ele então me olhou um tanto perturbado. Com certeza já sabia o que aconteceria ali.&lt;br /&gt;Sem dizer palavra, caminhei para minha mesa, sentindo o olhar dele em mim.&lt;br /&gt;- Você gosta de brincar? – falei, virando-me para ele.&lt;br /&gt;Estava atônito, ainda sentado em sua cadeira. Tive vontade de rir. Caminhei lentamente para a mesa dele, desabotoando minha camisa, sem sutiã por baixo.&lt;br /&gt;-Que brincadeira é essa?&lt;br /&gt;-Se você falar, vai ser pior. Eu começo a gritar e te acuso de estupro. Acho melhor você ficar quieto.&lt;br /&gt;Subi um pouco a saia e fiz com que ele passasse a mão pelo meu corpo. Passei a mão por sua virilha e senti seu pau endurecendo sob a calça. Beijei-o com voracidade, minha língua se enroscando desesperadamente na sua, enquanto minha mão passeava pelo objeto do meu desejo. Quando ele tentou tirar minha calcinha, me afastei. Tirei a camisa e a saia, e jogando-as na mesa. Caminhei, só de calcinha, até a mesa onde estava minha bolsa; tirei uma venda, um pedaço de corda e um lenço que serviria de mordaça.&lt;br /&gt;Em seus olhos corriam medo e desejo, o que me deixava com mais tesão. Eu o vendei e amordacei, sem que ele resistisse. E, antes de atar suas mãos atrás da cadeira, tirei seu paletó, gravata e camisa, acariciando seu peito com as mãos. Estava completamente indefeso. Passei a mão por sua virilha, queria aquilo na minha boca. Abri o cinto, desci o zíper e comecei a chupá-lo... primeiro, só a cabecinha e depois colocava quase tudo na boca. Sentia-o gemer e chupava-o com mais intensidade. Então eu o quis dentro de mim.&lt;br /&gt;Empurrei a cadeira de rodinhas para perto da parede, baixei suas calças e a cueca, chupando-o mais um pouco antes de achar a camisinha dentro da bolsa e colocá-la com a boca. Tirei a calcinha e me sentei em seu colo, de frente, encaixando-me nele, enquanto beijava e passava a língua por seu pescoço. Desatei suas mãos e permiti que ele me tocasse. Segurou minha cintura com uma mão e, com a outra, acariciava meus seios fartos. Me comeu por um tempo assim, e depois me deitou no carpete. Tirei sua mordaça e beijei-o, estávamos quase chegando ao êxtase. Ele tirou a venda e sussurrou que queria me ver gozando, o que não demorou muito para acontecer. Ficamos deitados no carpete por um tempo e quando me recuperei, pedi para que ele ficasse de quatro, ao que me obedeceu prontamente. Acariciei seu traseiro com a mão e, quando passei os dedos por seu cuzinho, ele se retraiu. Lambi-o e depois de chupar o dedo do meio para lubrificá-lo, introduzi-o naquele cuzinho que pedia para ser comido. Quando achei que já tínhamos tido prazer suficiente com isso, fiz com que ele se deitasse e me deitei por cima, ordenando-lhe que me chupasse. E eu fiz o mesmo com ele: lambi sua pica, que logo se petrificou, e depois eu a engoli toda, acariciando suas bolas com a mão. Ele chupava muito bem, percorria sua língua quente em toda minha buceta molhada, cheia de tesão.&lt;br /&gt;De repente parou de me lamber e, pegando-me pelo braço, conduziu-me até sua mesa, sobre a qual fez com que eu me debruçasse e falou que agora era a sua vez de comer meu cuzinho. Um arrepio de prazer percorreu todo meu corpo. Tirou uma camisinha não sei de onde, colocou-a rapidamente e penetrou-me com uma estocada forte. Eu sussurrava: “Mais, mais...”, e ele me comia mais e mais intensamente. Sentia sua respiração arfante e quando senti que ele estava prestes a gozar, pedi para que ele o fizesse na minha boca. Senti seu gozo quente encher e transbordar minha boca; e, de joelhos, pus-me a boquetear seu cacete ainda duro até alguém bater na porta e perguntar:&lt;br /&gt;-Tem alguém aí?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por Sumire&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109382224562342967?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109382224562342967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109382224562342967' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109382224562342967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109382224562342967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/08/assdio-no-escritrio_29.html' title='Assédio no Escritório'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8115559.post-109374704642668011</id><published>2004-08-28T23:35:00.000-03:00</published><updated>2004-08-28T23:37:26.426-03:00</updated><title type='text'>ORIENTAL  SPICE</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Oriental Spice, vítima de censura no Uol, inicia migração para blogger&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8115559-109374704642668011?l=orientalspice.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orientalspice.blogspot.com/feeds/109374704642668011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8115559&amp;postID=109374704642668011' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109374704642668011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8115559/posts/default/109374704642668011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orientalspice.blogspot.com/2004/08/oriental-spice.html' title='ORIENTAL  SPICE'/><author><name>Pinkerton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03981181169518591600</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
