Oriental Spice

Este blog é destinado às asiáticas maravilhosas que circulam pela net, pelos DVDs, vídeos e no imaginário de muita gente. Só fotos de orientais (japonesas, chinesas, coreanas, filipinas, mestiças) sensuais, acompanhadas de contos eróticos!


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29.8.04

Marcinha Safadinha

Azumi Kawashima Posted by Hello


MARCINHA SAFADINHA

Sempre me dei muito bem com a minha prima Flávia. Ela é só dois anos mais nova, curtia as mesmas coisas que eu e, mesmo morando em outra cidade, éramos muito próximos. Na verdade, era para mim a irmã que nunca tive. Sempre trocamos confidências, até as mais íntimas, a ponto dela saber das minhas aventuras em detalhes e eu, as dela. Aliás, era o único da família que sabia da sua bissexualidade. Quando terminou o colegial prestou Direito, como eu, e entrou na mesma faculdade. Mudou-se para São Paulo, morou um tempo com a gente, na casa dos meus pais, e depois foi dividir um apartamento perto da faculdade com a Márcia, uma japonesa lindíssima, colega de turma – eu sabia que eram bem mais do que isso.
No começo de dezembro, época de provas, passei na casa da Flávia para pegar de volta uns livros de Direito Romano. Encontrei a Flávia de saída, muito apressada, atrasada para uma prova.
- Os livros tão no meu quarto, pega lá, depois a gente se fala. Qualquer coisa, a Márcia tá no quarto dela.
Estava um calor infernal, barulho de TV vindo do quarto fechado da Márcia. Parei na cozinha para tomar um copo de água. Fui até o quarto da Flávia, não achei os livros. Perguntei alto:
- Márcia, você tá aí?
- To no meu quarto!
- Você sabe onde estão os meus livros?
- Estão aqui no meu quarto! Vem buscar!
Abri a porta e dei de cara com a japonesinha, assistindo TV, deitada peladinha em sua cama. Rosto lindo, 18 anos, corpinho de ninfeta, delicado, suave, mas provocante. Eu não sabia o que falar.
- Ai, desculpa, esqueci que estava nua... Você não se importa, né? – e deu uma risadinha.
- Não, não me importo, muito pelo contrário! O problema é conseguir ficar sem fazer nada depois de ver você assim!
- Tá excitado? – perguntou, olhando fixamente para o óbvio volume debaixo do meu calção.
- O que você acha?
Fez uma carinha de menina safada e falou:
- Então vamos fazer um jogo. Bate aí uma pra mim... Se eu me excitar, você ganha um prêmio...
Ela me deixou insano de tesão. Tirei a camiseta, o calção, a cueca. Comecei a acariciá-lo, olhando para ela. Vi seus biquinhos ficando durinhos, ela não tirava o olho do meu pau. Me sentei na poltrona, de frente para a cama. Com uma mão, me masturbava forte, com a outra, acariciava minhas bolas. Ela, agora, passava as mãos em seus seios, nos biquinhos túrgidos de tesão. Abriu um pouco as pernas, o suficiente para encaixar sua mão e se tocar. O prazer estampado em seu rosto aumentava o meu. Ela gemia, apertava sua mão entre suas coxas, levantava o quadril da cama. Eu estava quase lá.
- Vou gozar!
- Não! Espera! Vem gozar nos meus peitinhos!
Me levantei e, num passo, fiquei do lado da sua cama. Gozei forte, gozei muito, melando seus peitinhos lindos. Ela, safadinha, passou um dedo no meu gozo e depois o chupou. Com a outra mão, massageava seus seios, espalhando todo o meu líquido.
- Você é muito safado, achei que não ia ter coragem! – falou, ainda gemendo.
Dei uma risadinha:
- Eu que sou safado?
Ela riu, maliciosa:
- Só tem um probleminha... Eu ainda não gozei.... Me ajuda?
Puxei-a para a beira da cama, e, de joelhos, enfiei meu rosto entre suas coxas. Passava a língua na sua entradinha, no seu grelinho, durinho. Apertava-o entre meus lábios, depois penetrava-a com a língua. Sentia-a quente, melada e, à medida que a chupava com mais vontade, apertava minha cabeça entre suas pernas, até a hora em que gozou, forte, alto.
Eu já estava duro de novo. Deitei-me na cama, por trás dela. Beijei sua nuca, acariciei seus seios, enquanto esfregava meu pau entre suas coxas. Falei no seu ouvido:
- Deixa eu colocar ele na sua bucetinha, deixa....
- Não... Minha bucetinha ainda é virgem de pau... Se quiser mesmo me comer, vai ter que ser no cuzinho.
Era meu ponto fraco. Eu era tarado por anal. Falei que estava sem camisinha, ela mandou pegar uma na gaveta do criado-mudo. Junto, encontrei um vibrador e um tubo de KY. Perguntei como ela usava tudo isso, se ainda era virgem. Disse que era para brincar com minha prima e, quando estava sozinha e com tesão, gostava de usá-lo no seu cuzinho, que lhe dava muito prazer. Isso me deixou mais excitado ainda. Coloquei a camisinha, passei o KY no meu pau e no seu cuzinho. Ainda de ladinho, encaixei a cabecinha e fui entrando, devagarzinho, até estar todo dentro. Esperei um pouco, até acomodar bem o volume. Comecei metendo devagarzinho. Ela gemia baixinho e massageava seu grelinho com os dedos. Comecei a meter cada vez mais forte e rápido, até ela pedir:
- Come meu cuzinho de quatro!
Ficou arrebitadinha, o peito encostado no travesseiro, o rosto virado de lado. Penetrei seu cuzinho de novo e comecei a meter bem gostoso, segurando-a pela cintura. Enquanto socava forte, via sua carinha de tesão, mordendo os lábios. Ela continuava a dedilhar seu grelinho e logo gozou. E eu também, agora jorrando dentro daquele cuzinho apertadinho e guloso.
Ficamos um tempo deitados na cama, sem falar nada. Eu ainda não tinha acreditado no que havia acontecido. Subitamente, ela interrompeu o silêncio:
- Tô morrendo de fome!
Saiu saltitante da cama, foi até a cozinha e voltou com um pacote de bolachas de chocolate. Peguei uma.
- Não quer mais?

posted by Pinkerton at 10:32 PM



Assédio no Escritório

office Posted by Hello


Assédio no escritório

Sempre que eu sentia o olhar dele em mim, olhava para ele também, descaradamente. Mas ele sempre fingia estar olhando para outro lugar ou desviava os olhos para algum papel sobre sua mesa, pois sabia que eu estava noiva. Meu colega de trabalho era tímido e moralmente correto demais, e isso me excitava.
Desde adolescente, os homens diziam que eu era “uma oriental linda”. Talvez assim, eu desse para eles. Mas eu não gostava dos que davam em cima, preferia os mais quietos; esses me excitavam mais pela possibilidade de seduzi-los e fazer com eles o que bem entendesse. Nesse caso não era diferente e eu sentia o meu desejo correr pelas veias só de olhar para ele.
Eu já havia me tocado várias vezes, pensando nele. Imaginava-o acariciando meus seios, eu chupando-o e levando-o às alturas, ele me comendo bem gostoso na mesa do escritório. Mas eu sabia que ao vivo seria mil vezes melhor e resolvi agir.
Numa sexta-feira, inventei um problema com as planilhas do relatório do mês e pedi para que ele me ajudasse. Acabei me enrolando de propósito, para ficar a sós com ele após o expediente. Quando o outro colega com quem dividíamos a sala foi embora, fechei a porta e girei a chave. Ele então me olhou um tanto perturbado. Com certeza já sabia o que aconteceria ali.
Sem dizer palavra, caminhei para minha mesa, sentindo o olhar dele em mim.
- Você gosta de brincar? – falei, virando-me para ele.
Estava atônito, ainda sentado em sua cadeira. Tive vontade de rir. Caminhei lentamente para a mesa dele, desabotoando minha camisa, sem sutiã por baixo.
-Que brincadeira é essa?
-Se você falar, vai ser pior. Eu começo a gritar e te acuso de estupro. Acho melhor você ficar quieto.
Subi um pouco a saia e fiz com que ele passasse a mão pelo meu corpo. Passei a mão por sua virilha e senti seu pau endurecendo sob a calça. Beijei-o com voracidade, minha língua se enroscando desesperadamente na sua, enquanto minha mão passeava pelo objeto do meu desejo. Quando ele tentou tirar minha calcinha, me afastei. Tirei a camisa e a saia, e jogando-as na mesa. Caminhei, só de calcinha, até a mesa onde estava minha bolsa; tirei uma venda, um pedaço de corda e um lenço que serviria de mordaça.
Em seus olhos corriam medo e desejo, o que me deixava com mais tesão. Eu o vendei e amordacei, sem que ele resistisse. E, antes de atar suas mãos atrás da cadeira, tirei seu paletó, gravata e camisa, acariciando seu peito com as mãos. Estava completamente indefeso. Passei a mão por sua virilha, queria aquilo na minha boca. Abri o cinto, desci o zíper e comecei a chupá-lo... primeiro, só a cabecinha e depois colocava quase tudo na boca. Sentia-o gemer e chupava-o com mais intensidade. Então eu o quis dentro de mim.
Empurrei a cadeira de rodinhas para perto da parede, baixei suas calças e a cueca, chupando-o mais um pouco antes de achar a camisinha dentro da bolsa e colocá-la com a boca. Tirei a calcinha e me sentei em seu colo, de frente, encaixando-me nele, enquanto beijava e passava a língua por seu pescoço. Desatei suas mãos e permiti que ele me tocasse. Segurou minha cintura com uma mão e, com a outra, acariciava meus seios fartos. Me comeu por um tempo assim, e depois me deitou no carpete. Tirei sua mordaça e beijei-o, estávamos quase chegando ao êxtase. Ele tirou a venda e sussurrou que queria me ver gozando, o que não demorou muito para acontecer. Ficamos deitados no carpete por um tempo e quando me recuperei, pedi para que ele ficasse de quatro, ao que me obedeceu prontamente. Acariciei seu traseiro com a mão e, quando passei os dedos por seu cuzinho, ele se retraiu. Lambi-o e depois de chupar o dedo do meio para lubrificá-lo, introduzi-o naquele cuzinho que pedia para ser comido. Quando achei que já tínhamos tido prazer suficiente com isso, fiz com que ele se deitasse e me deitei por cima, ordenando-lhe que me chupasse. E eu fiz o mesmo com ele: lambi sua pica, que logo se petrificou, e depois eu a engoli toda, acariciando suas bolas com a mão. Ele chupava muito bem, percorria sua língua quente em toda minha buceta molhada, cheia de tesão.
De repente parou de me lamber e, pegando-me pelo braço, conduziu-me até sua mesa, sobre a qual fez com que eu me debruçasse e falou que agora era a sua vez de comer meu cuzinho. Um arrepio de prazer percorreu todo meu corpo. Tirou uma camisinha não sei de onde, colocou-a rapidamente e penetrou-me com uma estocada forte. Eu sussurrava: “Mais, mais...”, e ele me comia mais e mais intensamente. Sentia sua respiração arfante e quando senti que ele estava prestes a gozar, pedi para que ele o fizesse na minha boca. Senti seu gozo quente encher e transbordar minha boca; e, de joelhos, pus-me a boquetear seu cacete ainda duro até alguém bater na porta e perguntar:
-Tem alguém aí?

Escrito por Sumire

posted by Pinkerton at 8:30 PM



28.8.04

ORIENTAL SPICE

Oriental Spice, vítima de censura no Uol, inicia migração para blogger

posted by Pinkerton at 11:35 PM


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A Enfermeira e o Paciente
A Enfermeira e o Paciente - Continuação
A Estagiária
A Estrada
A Fisioterapeuta
A Garota do Bar
A Loira do Colégio
A Primeira Vez de Betty
A Professora de Literatura
A Surpresa
A Vadia da Revista
A Vizinha Gostosa
Aniversário Solitário
Às Escuras
Assédio no Escritório
Caindo em Tentação
Canção Sem Seu Nome
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Coisas do Interior
Coisas do Interior: A Versão Dela
Crimes, Castigos e Delícias!
De Verão
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No Banheiro da Namorada
No Gerúndio
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O Professor e a Aluna
O Quarto da Noiva
Onde Há Fumaça, Há Fogo!
Que País é Este?
Reconciliação
República Caliente
Sayuri, Anne e Eu
Sob o Sol
Vontade de Ser Puta


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Alcool e Sexo
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Comportamento Sexual
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Idade na Primeira Vez
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Opção Sexual
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Posição
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Sexo Anal
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