Oriental Spice

Este blog é destinado às asiáticas maravilhosas que circulam pela net, pelos DVDs, vídeos e no imaginário de muita gente. Só fotos de orientais (japonesas, chinesas, coreanas, filipinas, mestiças) sensuais, acompanhadas de contos eróticos!


Blog in portuguese, erotic short stories and asian pictures.

Spicy Questions:

Sexo com Travestis - vote conforme seu sexo, por favor
(H) Não quero nem saber disso!
(H) Tenho curiosidade, mas não coragem
(H) Só falta a oportunidade!
(H) Já fiz
(M) Não quero nem saber disso!
(M) Tenho curiosidade, mas não coragem
(M) Só falta a oportunidade!
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28.10.04

Sob o Sol


-Olha ali.
Acompanhei a direção de seu olhar, sem saber exatamente o que havia para ser olhado.
-O quê?
-Tá vendo aquela garota de chapéu?
-Tô...
-Não pára de te olhar...
-!

Vivian Hsu

Era uma garota oriental de rosto e corpo delicados. Estava com um biquíni azul, recostada em uma cadeira de praia.
-Melhor você dar um mergulho porque o sol deve estar cozinhando os seus miolos!
-Vou mesmo... você vem?
-Vou daqui a pouco...
Continuei deitada sobre a esteira e sob o guarda-sol, sem a menor intenção de ir para o mar. De uma das barracas de coco vinha uma música da Daniela Mercury, crianças passavam correndo, casais passavam de mãos dadas: era férias!
-Vai um sorvete aí, moça?
-Tem de uva? – levantei os óculos de sol.
-Tem, sim.
Me levantei para pegar o dinheiro, mas... onde é que o Alberto tinha escondido mesmo? Demorei uns dois minutos para achar e, quando me virei, vi a garota japonesa-ou-chinesa-ou-coreana-ou-sei-lá-o-quê ao lado do sorveteiro, me encarando com um sorriso.
- Eu pago o dela também – disse, com o sorvete dela na mão.
-Se liga, garota! Nem te conheço – meu tom variava entre surpreso e indignado.
Me apressei em pagar o sorvete e sair dali. Fui caminhando em direção à barraca de coco mais lotada e qual não foi a minha surpresa quando notei que ela estava caminhando ao meu lado.
-Eu também gosto de sorvete de uva.
Ela tinha o mesmo tom de voz de uma amiga do colégio que tentara me beijar numa festa a fantasia havia muito tempo.
-Ahhh – respondi, sem interesse, olhando para o lugar onde ela estivera sentada. — Você tá sozinha aqui na praia?
-É, os meus pais me trouxeram aqui mas já voltaram para Campinas. Eles acham que eu estou um pouco estressada...
Aquele tom de voz suave me fez lembrar a trajetória da outra: depois que ela tentara me beijar, cortei relações com ela por achar que aquilo era pecado, mesmo assim ela me mandava bilhetes apaixonados e, por fim, tentara se matar; depois disso, seus pais acharam melhor mudarem de cidade e eu nunca mais a vira. Ela então sorriu para mim e tentei desanuviar os pensamentos.
-E você? Tá com o seu marido?
-É... quer dizer, não... é meu noivo. A gente vai se casar no ano que vem.
-E você gosta dele?
-!
Aquela situação era completamente absurda. Falei que tinha que ir, já caminhando em direção ao mar, mas ouvi que ela estaria ali todos os dias, até o fim das férias.

***

Eu estava, em parte, de férias, mas o Alberto não, de modo que ele ia a São José dos Campos toda segunda de manhã e voltava sexta à noite para ficar comigo. Estávamos em um apartamento emprestado por amigos, em Ubatuba, e nos dias de semana eu me ocupava em dar seqüência ao romance que estava escrevendo; o prazo de entrega dos originais se esgotaria em poucas semanas e eu não havia pensado em um desfecho ainda. Às vezes ficava sentada em frente ao laptop por muito tempo sem conseguir produzir nada, então eu ia dar uma volta pela praia, evitando a parte em que a garota disse que estaria “todos os dias, até o fim das férias”. Mas foi num dia desses, entre frustração e tédio, que ela me achou. Tapou meus olhos, perguntando quem era. Me assustei um pouco, mas sabia que era ela, com aquele tom de voz...
-Não adianta tentar adivinhar quem é, porque você não me conhece pelo nome. E, destapando os meus olhos: — Prazer, meu nome é Vivian... esqueci de dizer no outro dia.
Eu estava perplexa e não consegui disfarçar o sorriso.
-Pede uma água de coco ali... fala que é por minha conta.
-Tá, depois te pago um sorvete – disse ela, sorrindo.
E ela foi. Estava com o mesmo biquíni do outro dia e com uma canga, no mesmo tom de azul, amarrada na cintura. A água do mar escorria por seus cabelos, molhando suas costas e cintilando ao sol.
Depois de alguns minutos voltou com o coco na mão e sentou-se na cadeira ao meu lado.
-Você gosta bastante de azul, né?
-Adoro azul... por isso gosto dos seus olhos também – disse, olhando nos meus olhos, ao que desviei o olhar. Minha amiga me olhara daquela forma antes de tentar me beijar.
Era difícil admitir para mim mesma que eu havia pensado muito naquela garota e talvez por ter convivido um bom tempo com ela em pensamento, sua presença já não era tão perturbadora.
-Tá vendo aquele prédio verde ali? – apontou. — Eu moro ali... quer dizer, vou ficar ali até o fim das férias...
-Que bom, é bem perto da praia.
-É... quer ir lá?
Aceitei sem pensar muito. Paguei pelos cocos e fomos.
-E o seu chapéu?
-Ah, perdi na ventania de ontem... saiu voando...

***

Era um apartamento típico de veraneio, sem muitos móveis. Um pouco triste.
Depois de ela me mostrar o apartamento e conversarmos um pouco, olhando o mar e as pessoas no beiral sacada, falei que tinha que ir porque já estava anoitecendo. Ela então me olhou da mesma forma que havia me olhado quando estávamos na mesa do quiosque de coco... e me beijou. Dessa vez não relutei, não pensei em Deus nem em pecado, apenas retribuí o beijo, doce como ela. E quando me puxou para o quarto, eu fui. Me sentou na cama e foi tirando o meu vestido enquanto me beijava, procurando minha língua. Tirou meu sutiã, beijou os meus seios, acariciou minhas coxas com as mãos e depois com a língua morna. Abaixou minha calcinha úmida pelo calor e pela excitação. Me puxou para o banheiro, me colocou debaixo da ducha fria e depois de tirar a canga e o biquíni, também entrou no boxe. Procurou minha boca sob a água e acariciou meu corpo enquanto me beijava, agora um pouco mais voraz.
-Eu nunca fiz isso – cochichei em seu ouvido.
-Não se preocupe, você vai gostar...
Eu a ensaboei, acariciando todo o seu corpo e senti que ela estava ficando muito excitada, o que me deixava mais excitada ainda. Chupei seus mamilos, já durinhos, e ouvi seus gemidos abafados. Ela fez o mesmo comigo, passando a mão entre as minhas pernas, até alcançar a parte que implorava para ser tocada. Continuou me tocando por um tempo e, vendo a minha indecisão, conduziu minha mão entre suas pernas; ao tocá-la, estremeceu de prazer. Ficamos assim por um tempo, depois lavou meu cabelo e meu corpo, beijando minha nuca e minhas costas, me abraçando por trás e acariciando meus seios com as mãos de vez em quando. Seus toques eram suaves, quase distraídos, e me causavam uma excitação diferente da que eu sentia com homens.
Banho tomado, nos enxugamos e ela me conduziu para sua cama desfeita. Me deitou gentilmente sobre o travesseiro cheirando a lavanda, entrelaçando suas pernas nas minhas enquanto me beijava e sua mão percorria minha pele arrepiada. Acariciando-lhe, senti seu sexo molhado e quis beijá-la ali. Troquei de posição, ficando por cima, e fui sentindo seu corpo com a minha boca, até chegar onde queria. Abri suas pernas, beijei o interior de suas coxas e lambi de leve seus pelinhos, para depois sentir seu gosto. Seu clitóris estava intumescido e ela começou a ter leves contorções assim que minha língua o tocou. Lambi-a com vontade, primeiro devagar, depois com movimentos mais rápidos, cuja intensidade aumentou assim que senti suas pernas tremerem, o que resultou em um gemido quase sem fôlego. Beijei seu corpo, agora de baixo para cima, alcançando sua boca e sua língua, abraçando-a como se fosse a última vez. Ela se livrou dos meus braços, quis me dar prazer também, e repetiu o que eu fizera com ela; eu estava inebriada, todos os meus sentidos estavam famintos e ao mesmo tempo saciados.

Naquela noite, escrevi por horas a fio e consegui terminar o livro. A última frase eu lembro de cor: “Como se tocados pelo sol, depois de uma longa geada, despertaram sedentos de vida”.

No verão seguinte, passei em seu prédio verde para entregar-lhe o livro que dedicara a ela: Para Vivian, pelo sol. Ela continuava irradiando uma beleza indizível, embora estivesse um pouco diferente. Pedi que me escrevesse quando terminasse de ler o livro e até hoje espero uma carta, um e-mail, um telefonema, uma palavra.

Escrito por Sumire

posted by Pinkerton at 12:04 AM



26.10.04

Enquete - Posição

Em relação à pergunta "em que posição prefere transar", mais da metade dos leitores respondeu "de quatro". Em segundo lugar ficou a opção "cavalgando" e, depois, praticamente empatadas, "papai-mamãe", "de lado" e "69". Abaixo, o resultado completo:

De quatro - 54%
Cavalgando - 18%
Papai-mamãe - 8%
De lado - 6%
69 - 6%
Tanto faz - 6%
Outras - 0%

posted by Pinkerton at 8:53 PM



25.10.04

Aniversário Solitário

Marina era uma colega de turma bonita, mas muito tímida. Tinha um corpo lindo, seios médios, pontudos, cintura fina e uma bundinha muito bem feita. Apesar de retraída, era muito amável com quem conseguisse ganhar sua confiança. Sua beleza atraía muitos olhares e sua timidez lhe conferia uma condição especial, pelo desafio que seria conquistá-la ou pela curiosidade em saber o que se escondia por trás desse comportamento tão acanhado (diziam que as mais tímidas eram as mais quentes na cama).

Para a tristeza de todos, Marina começou a namorar um cara de fora da faculdade, um estudante de engenharia. Estava realmente apaixonada, mas o rapaz, vendo que o jogo já estava ganho, tratava-a com prepotência, até com certo desprezo. Saía com os amigos, viajava sem ela e nunca dava maiores satisfações. Ele foi seu primeiro namorado, a única pessoa com quem tinha transado e também seu único grande amor – assim, relevava tudo, desculpava as faltas, apesar da mágoa que crescia e apertava seu coração.

A gota d’água foi o seu aniversário de 23 anos. Seria num sábado. Dispensou a festa da família, imaginava uma comemoração a dois, em um restaurante romântico, terminando a noite com seu namorado no motel. Na quinta-feira, depois do jantar, ele ligou, anunciando que iria viajar para a praia com os amigos, pois precisaria ajudar um deles a consertar o jet-sky. Ela pediu, implorou, mas ele não mudou de idéia, justificou-se dizendo que tinha assumido um compromisso com o amigo, que poderiam comemorar no domingo à noite, quando voltasse. Marina chorou a noite inteira, mas não contou nada a ninguém. A tristeza imensa que sentiu na sexta-feira transformou-se em ódio, desejo de vingança, no sábado. De noite, inventou uma história para os pais: o carro do namorado tinha quebrado, iria pegá-lo para irem jantar.

Na verdade, foi a uma danceteria, disposta a dar para o primeiro homem bonito que tentasse cantá-la. Caprichou na produção, estava “vestida para matar”: batom realçando seus lábios carnudos, blusa bem decotada, uma calça bem justa, que valorizava sua bundinha. Entrou na danceteria e começou a beber. Cerveja. Caipirinha. Mais cerveja. Mais caipirinha. Já bem alta, foi dançar sozinha na pista. Vários homens chegaram junto, mas nenhum que agradasse. De repente, um casal veio dançar com ela. O rapaz era lindo, olhos verdes, corpo bem definido, bem vestido. A garota que estava com ele também era linda, olhos azuis, loira, corpo perfeito. Dançaram algumas músicas trocando olhares, sentiu-se envolvida. O rapaz convidou-a para sentar com eles. Foram até a mesa, onde ficou entre os dois. Conversaram sobre como a música estava boa, como estavam se divertindo. Pediram três caipirinhas. Beberam. Fábio e Carol, já alisando as coxas de Marina, disseram o quanto a achavam bonita. Ela retribuiu o elogio, falando que nunca tinha visto casal tão lindo. Fábio, então, beijou sua boca, enquanto Carol acariciava-a entre as coxas. Marina ficou confusa, assustada, mas, ao mesmo tempo com tanto tesão que deixou que acontecesse. Carol sussurrou no seu ouvido:

- Quer ir para um lugar mais aconchegante com a gente?

Marina hesitou, mas, bêbada e morrendo de tesão, acabou concordando. Deixou seu carro no estacionamento e foi com eles. Fábio foi dirigindo e Carol foi atrás, junto com Marina. Enquanto iam para o motel, Carol tentou beijá-la. A princípio não deixou, mas acabou cedendo. Nunca tinha beijado uma mulher, mas ficou surpresa, achou delicioso tocar os lábios de uma mulher. Continuava confusa, mas extremamente excitada. Quando finalmente chegaram na suíte do motel, Marina travou. Pediu para ir embora. Fábio falou:

- Não vai não... Se quiser, não tocamos em você, pode ficar só olhando.

Marina concordou e sentou-se num banquinho. Fábio e Carol se beijaram, cheios de tesão. Tiraram a roupa um do outro. Fábio sentou-se na cama e Carol, ajoelhada na sua frente, começou a chupá-lo, bem gulosa. “Que pau lindo, duro e gostoso” pensou Marina, acariciando seus seios com uma mão e tocando sua bucetinha, por cima da calça, com a outra. A cara de tesão de Fábio, aquele pau lindo, o jeito de chupar da Carol deixaram Marina louca de tesão. Não se conteve. Foi chupá-lo também. Engoliu o pau todo, enquanto Carol lambia as bolas. Deram-se um beijo. Chuparam mais. Dividiram aquele pau como se fosse o último do mundo. Fábio e Carol, juntos, tiraram a roupa de Marina e a deitaram na cama. Enquanto Fábio beijava sua boca e seus seios, Carol chupava sua bucetinha. Gozou rápido. Trocaram de posição. Fábio colocou uma camisinha e meteu fundo na bucetinha da Marina, enquanto a Carol lambia e mamava nos seus seios. Quando sentiu Fábio gozando, Marina gozou também, de novo. Deitados na cama, se acariciaram, até Fábio ficar duro de novo. Carol ficou de quatro, arrebitadinha, chupando a bucetinha da Marina, enquanto Fábio metia gostoso nela. Marina gozou fácil, Fábio e Carol logo depois também. Adormeceram.

Marina acordou com a língua de Fábio no seu cuzinho e Carol, logo depois, com os gemidos. Foi lamber o clitóris de Marina. Fábio a colocou de quatro, vestiu outra camisinha e passou lubrificante no seu cuzinho. Foi entrando devagarzinho, enquanto Carol lambia sua bucetinha. Foi relaxando, até acomodar todo o pau de Fábio. Ele agora metia cada vez mais forte, mais rápido, até gozar naquele cuzinho virgem. Enquanto chupava a bucetinha da Marina, Carol se masturbava. As duas logo gozaram também. Adormeceram de novo, Marina entre os dois. Acordaram de manhã, com o interfone, avisando que o período tinha acabado.

Depois daquela noite, Marina nunca mais foi a mesma. No domingo mesmo terminou com o namorado. Depois, transou com todos e todas que quis.

posted by Pinkerton at 12:30 PM



21.10.04

A Vizinha Gostosa

Moro neste prédio há muitos anos, desde que vim fazer faculdade em São Paulo. Nunca liguei muito para os vizinhos, sempre fui um dos poucos sozinhos em um condomínio em que quase todos os moradores são casais com filhos pequenos e barulhentos.
Faz algumas semanas, um sábado, quando o sol voltou forte, estava à toa em casa e resolvi descer para a piscina. Fui de manhã cedo, antes da criançada chegar, estava sozinho. Como não curto muito ficar simplesmente largado no sol, levei junto “Cem Contos Escolhidos”, de Nelson Rodrigues, que tinha finalmente encontrado. Envolvido pela leitura, não vi o tempo passar. Sentindo o sol quente na pele, procurei meu relógio. Foi então que vi, tomando sol do outro lado da piscina, uma mulher de formas maravilhosas. Deitada de barriga para baixo, só consegui ver seus longos cabelos negros e uma bundinha linda dentro de um biquíni minúsculo. Perdi a concentração. A cada conto que lia, parava para “descansar a vista” naquele colírio. Ela então se levantou, ajeitou o biquíni e mergulhou na piscina. Deslizou pela água até a borda do meu lado. Saiu da água na minha frente, as gotas de água caindo e lambendo seu corpo.

Natasha Yi

Natasha Yi

De olhos fechados, ajeitou o cabelo, tinha um rosto lindo. Olhou para mim, deu um sorriso e falou:
- Meu nome é Sandra, mudei para cá faz dois dias!
Me apresentei, conversamos um pouco sobre o tempo, o condomínio, coisas à toa. Olhou para o meu livro:
- Curte Nelson Rodrigues?
- Muito!
- Eu também!
Me contou, então, que tinha feito faculdade de biologia em Londrina e iria começar seu mestrado aqui em Sampa. Conversamos mais um pouco e ela pediu licença, precisava subir e se arrumar, tinha combinado de almoçar com uma prima. Fiquei mais uma meia hora e subi para meu apartamento. Enquanto procurava chave, surpresa maravilhosa, a Sandra saiu do apartamento em frente! De camiseta e jeans, básica e muito linda, deu outro sorriso:
- Olha só! Somos vizinhos!
Isso tudo estava ficando muito bom. Falei que, se precisasse de algo, poderia contar comigo, um vizinho muito solícito. Deu uma risadinha, agradeceu e sumiu atrás da porta do elevador.
Eu estava na maior seca, tinha terminado meu namoro havia três semanas. Tomado por devaneios com minha nova vizinha, debaixo do chuveiro, me masturbei.
Dois dias se passaram. Voltei a cruzar com ela na terça de manhã, na garagem, os dois atrasados, e apenas nos cumprimentamos. Neste mesmo dia, de noite, sem vontade de cozinhar, pedi uma pizza. Enquanto esperava, fiquei tomando uma cervejinha e assistindo “Sexy Hot” na TV a cabo. Quando fui buscar a entrega, na volta, dou de cara com a Sandra no elevador. Muito espontânea, falou:
- Que cheirinho bom de comida! Desculpa, é que tô morrendo de fome.
Obviamente convidei-a para dividir a pizza comigo.
- Não quero incomodar, não quero dar trabalho.
Insisti no convite, que não daria trabalho nenhum, só o de pegar um prato a mais. Ela aceitou. Na excitação em que estava, esqueci completamente que meu apartamento estava uma zona. E, pior, que deixei a TV ligada no “Sexy Hot”.
Entramos no meu apartamento. Fomos primeiro até a cozinha pegar pratos, talheres e duas latinhas de cerveja. Quando entramos na sala, demos de cara com a televisão: uma loira cavalgando um cara com um negão na boca. Não sabia onde enfiar a cara. Ela começou a rir:
- Vida dura de solteiro, né? Tá sem namorada?
Constrangido, falei que tinha terminado um namoro fazia três semanas e que estava sozinho.
- Na boa, não fica assim não. Sei como é. Meu noivo ficou em Londrina, não vejo ele faz um mês.
Ainda sem jeito, desliguei a televisão e coloquei um cd. Comemos a pizza, tomamos algumas cervejas e conversamos bastante. Disse que se sentia muito sozinha em Sampa, que a mudança de cidade esfriou o relacionamento com o noivo, que ligava cada vez menos para ela, tinha a impressão de que tinha arranjado outra. Contei do meu fim de namoro, que não era privilégio dela sentir-se sozinha nesta cidade imensa. A Sandra pediu mais uma cerveja, mas meu estoque tinha acabado, ofereci uma cuba-libre. Já estávamos meio chapados quando ela pediu para ir ao banheiro. Voltou com a minha Playboy na mão, e, depois de uma risada cheia de álcool, falou:
- Você deve estar subindo pelas paredes! Se masturbando muito!
- Acho que não menos do que você!
- Nem me fala...
Desinibido pela bebida, perguntei:
- Sempre achei que mulher se masturbava menos do que homem...
- Ih, não sei, minhas amigas não comentam muito disso não... Posso falar por mim... Agora que estou sozinha aqui eu me masturbo quase todos os dias...
- Pois é... eu também... Quase todos os dias... Já se masturbou hoje?
Ela riu, um pouco constrangida:
- Não, ainda não... E você?
- Também não...
Ficou um silêncio no ar. Tomei a iniciativa:
- Sabe, acho um pecado uma mulher linda como você ter que ficar se masturbando...
- Eu ia dizer o mesmo de você...
Nos beijamos. Que boca gostosa ela tinha, como beijava bem! Comecei a acariciar sua nuca, suas costas, ela me abraçava forte. Toquei seus seios por cima da roupa, ela ficou louca de tesão. De repente começou a dançar no ritmo da música, a rebolar sensualmente enquanto tirava a blusa. Tirou o sutien. Caí de boca naqueles seios lindos, lambi, beijei, chupei, arrancando gemidos roucos. Subi minhas mãos por debaixo da saia e acariciei aquela bundinha durinha e gostosa, que tinha me deixado louco na piscina. Quando passei a mão entre suas coxas, senti sua calcinha bem úmida. Nisso, ela gemeu alto, gostoso. Deixei-a nua e ela sentou-se no sofá. Ajoelhado na sua frente, afastei suas pernas e dei uma lambida lenta, forte, em toda sua bucetinha.
- Ai, gostoso... Me chupa....
Lambi sua entradinha, seu clitóris. Enquanto chupava, enfiei um dedo, depois dois. Ela acariciava os próprios seios e se contorcia de tesão, até gozar forte na minha boca.
- Tesudo, como você chupa gostoso... Deixa eu te dar o mesmo prazer....
Tirei a calça, a cueca, e, parado do lado do sofá, esfreguei meu pau bem duro no seu rostinho. Ela o pegou na mão, me masturbou um pouco e passou a língua nas minhas bolas. Subiu com ela da base até a pontinha, que beijou muito antes de enfiar meu pau todo na sua boca. Começou a me chupar forte, cada vez mais rápido, bem gulosa. Depois apertou a pontinha entre os lábios e me masturbou, até eu encher sua boca em vários jatos de porra quente. Engoliu tudo, depois limpou meu pau com sua língua.
Sentamos no sofá, liguei a TV no “Sexy Hot”. Tomamos mais uma cuba enquanto víamos um casal transando no carro. Logo fiquei duro de novo, a Sandra já se masturbava vendo as cenas. Fui pegar uma camisinha, coloquei-a de quatro no sofá e penetrei sua bucetinha por trás, forte.
- Isso... fode a minha bucetinha... safado... tesudo....
Ela rebolava enquanto eu metia, isso me deixou doido. Puxei-a pelos ombros, entrando bem fundo. Senti sua bucetinha apertar meu pau bem forte, Sandra gozou num gemido alto. Continuei a meter, me segurando para prolongar ao máximo aquela situação. Quando senti de novo as contrações da sua bucetinha, gozei também, intensamente.
Dormimos juntos, nus, bêbados, gozados e abraçados. Acordamos de ressaca em plena quarta-feira.
Sandra não terminou com o noivo, mas continuava carente. Eu quis continuar curtindo a liberdade de estar solteiro. Durante um ano, até ela voltar a Londrina, “comemos pizza” juntos várias vezes, isso era bem melhor que sexo solitário...

posted by Pinkerton at 3:41 PM



17.10.04

A Garota do Bar


Era noite fria e escura, eu sozinho e recém-chegado nesta cidade perdida
no interior da Califórnia. Quase meia-noite, única luz acesa da rua, um pub meio suspeito. Nada a perder, entrei, precisava de um trago. Casa meio vazia, luz amarelada, ar enfumaçado. Olhei ao redor. No balcão, três gringos, bêbados, dormiam segurando o copo. No palco, uma banda decadente tocava um country lento. Um casal, lânguido, mais se esfregava do que dançava na pequena pista improvisada. Nas mesas, homens solitários namorando o copo de cerveja e alguns casais trocando olhares vermelhos, carícias lentas, desajeitadas.
Pedi um Jack Daniels. Pedi outro.
De repente, do nada, surgiu do meu lado uma garçonete, com aquela mesinha pendurada no pescoço, vendendo cigarros, balas e rosas vermelhas. Estava mesmo afim de um cigarro. Levantei os olhos e vi uma linda oriental, um rosto quase perfeito, só prejudicado pela maquiagem forte. Cabelo tingido,castanho claro, com uma flor de gosto discutível presa em cima da orelha esquerda. Olhos e sorriso radiantes. Seios voluptuosos, quase saltando em mim. Um vestidinho vermelho, agarradinho e curtinho, mostrando as coxas grossas e bem feitas. Uau, era tudo que eu não esperava ver ali. Pedi um maço de cigarros. Ela perguntou se não queria comprar uma rosa também. De cara, achei que estava sendo sarcástica - era óbvio que eu estava sozinho. Mas, na terra dos jogadores de pôquer, resolvi blefar. Comprei a rosa. Ela, surpresa, perguntou para quem eu a daria:
- Vou deixar em cima da mesa, será da primeira garota que sentar comigo aqui.
Paguei, ela foi embora. Deixei a rosa no lugar vazio da minha mesa. Pedi mais um Jack Daniels. Eu, meu copo, a rosa, aquele country melancólico e mal tocado, me senti solitário como nunca. Acendi um cigarro.
Uma da manhã, a banda parou de tocar. Eu, procurando, no fundo do copo, lembranças das mulheres que tive. De repente, senti um perfume de mulher. Levantei a cabeça. Ela tinha voltado. Parada do lado da minha mesa, rosto lavado, apenas de batom, sem aquela mesinha esdrúxula pendurada no pescoço - agora consegui ver melhor, que corpo maravilhoso ela tinha. Olhando para a rosa, perguntou:
- Ninguém ainda sentou aí?
Respondi balançando negativamente a cabeça. Puxou a cadeira e foi sentando, enquanto falava:
- Eu adoro rosas vermelhas. Meu turno acabou e não quero voltar para casa.
O barman gritou, grosso e entediado:
- Vamos fechar em meia hora. Peçam suas últimas bebidas.
Ofereci um drink.. Também pediu Jack Daniels. Enquanto bebia, pegou um dos cigarros que tinha me vendido.
- Pelo sotaque, você não é daqui, né? Veio daonde?
- Sou do Brasil, e você?
Começou a contar sua história. Que tinha nascido em Los Angeles, que com 18 anos fugiu de casa para ficar com o namorado negro, que seu pai, um chinês de Xangai, não aprovava. Terminaram. Ela, por orgulho, não quis voltar para casa. Foi morar com uma prima nesta cidade, estava fazendo college e trabalhava de garçonete para pagar suas contas.
A meia-hora passou e o pub fechou. Ofereci-me para levá-la para casa. Ela, de novo, falou que não queria voltar para casa, mas que aceitava a carona.
- Mas, a essa hora, não tem mais nada aberto nesta cidade. Aonde quer ir?
- Aonde você quiser me levar.
Tive, então, a certeza de que não terminaria esta noite sozinho. Fomos para o motelzinho de estrada aonde eu tinha me hospedado. Teria de continuar minha viagem de manhã, mas, a essa altura, já não sabia de mais nada.
No carro, me perguntou do Brasil, do Carnaval, se era verdade mesmo que as mulheres desfilavam nuas na rua. Confirmei.
- Adoraria morar num país quente e sensual como o seu.
Já não conseguia disfarçar minha excitação. Começou a acariciar minha coxa.
- Achei você muito bonito, charmoso. E adoro estrangeiros, não vão depois ficar por aqui pegando no meu pé.
Falou isso enquanto sua mão subia e agora o acariciava, totalmente duro, por cima da calça. Abriu meu zíper, sua mão achou facilmente o caminho, e começou a me masturbar. Chegamos.
Entrando no quarto, mal tive tempo de trancar a porta. Ela me agarrou, me beijou desesperadamente. Ajoelhou-se na minha frente, tirou ele para fora e começou a me fazer um oral, alucinada. Eu, incrédulo, olhava para baixo e via aquele rosto lindo, aquela boca quente. Começou a me masturbar e falou, maliciosa:
- Me disseram que os brasileiros são muito quentes na cama!
- São sim, mas só se a mulher também for muito quente e safada!
- Então acho que não vamos ter nenhum problema hoje! - e se levantou.
Apertei-a num abraço forte, agora eu que a beijava desesperadamente. Boca quente, lábios carnudos, língua safada. Abaixei o vestido, tirei o sutien, que seios maravilhosos! Beijei-os, chupei seus mamilos durinhos, enquanto acariciava sua bundinha, suas coxas, até chegar à sua calcinha. Senti-a quente e molhada, muito molhada. Puxei a calcinha de lado e a acariciei, melando meus dedos. Deitei-a a na cama, levantei seu vestidinho vermelho e tirei, alucinado, sua calcinha. Beijei suas pernas, suas coxas, fui subindo até chegar aonde queria. Retribuí o oral, até senti-la gozar na minha língua.


Kira Kener

Levantei, fui pegar uma camisinha. Ia colocá-la, quando ela falou:
- Deixa que eu faço isso.
Colocou-a com a boca e me fez mais um oral delicioso. Eu não agüentava mais, precisava tê-la. Deitei-me por cima dela, sentia sua respiração ofegante. Beijei-a mais. Beijei seus seios e a penetrei, como estava quente e molhada! Ela gemia no meu ouvido, acariciava minhas costas e me puxava com suas pernas dobradas. Senti-a gozando e não agüentei, logo gozei também.Ficamos deitados, lado a lado, ela acariciando meu tórax, naquele estado sublime de pós-coito. Sem palavras, apenas aquele calor e carícias.
Adormeci.
Acordei com ela beijando minha boca. Desceu com sua língua até meu tórax, minha barriga e começou a me fazer outro oral. Sentia ele endurecendo de novo naquela boca safada. Quando estava de novo totalmente duro, esfregou-o entre seus seios. Que sensação, que visão maravilhosa. Ora esfregava os mamilos na pontinha dele, ora apertava-o entre eles. Pegou outra camisinha do pacote, na cabeceira, e colocou-a de novo com a boca. Veio por cima, encaixando-o e sentando devagarzinho, sentia cada milímetro entrando. Começou a me cavalgar, rebolava, subia e descia, cada vez mais forte, cada vez mais rápido e ritmado. Eu beijava seus seios, apertava seus mamilos entre meus lábios, apertava e acariciava suas
coxas, sua bundinha. Cavalgou-me até gozar e se deitou por cima de mim, com ele encaixado, me beijou, enquanto sentia suas contrações.
- Como você quer agora?
- De quatro.
Então ela ficou de quatro na cama, bem arrebitada. Que visão! Não resisti e, antes de penetrar, caí de boca de novo. Ela rebolava sensualmente. Encaixei-o e ela veio para trás, engolindo-o inteirinho. Segurei-a firme pelo quadril, puxando-a contra mim. Movimentos fortes, rápidos. A cama rangia, via seus seios balançando no mesmo ritmo dos meus movimentos. Ela gemia mais alto que a cama. Senti de novo suas contrações me apertando e gozei de novo. Caímos na cama, extenuados e embriagados de prazer. Ela adormeceu com a cabeça deitada no meu peito, logo adormeci também.
Acordei tarde da manhã, meio zonzo. Não estava mais na cama. Não estava no banheiro. Encontrei apenas um bilhete, do lado do pacote de camisinhas:
- Acho que tudo que ouvi falar sobre os brasileiros é verdade. Obrigada pela noite maravilhosa! Beijos e boa sorte!
Tomei um banho demorado e bebi o café que eu mesmo preparei. Guardei o bilhete no meu guia, na página daquela cidade, e peguei a estrada.

posted by Pinkerton at 6:44 PM



14.10.04

Enquete - Aonde Você Já Transou

Os locais "mais transados" foram no carro, nas escadas do prédio e no local de trabalho. Por último, ficaram no cinema, no elevador e banheiro de local público. Abaixo, o resultado completo:

No carro: 29 votos(14,95%)
Nas escadas do prédio: 25 votos (12,89%)
No local de trabalho: 22 votos (11,34%)
Na praia: 20 votos (10,31%)
No mar: 19 votos (9,79%)
Na piscina: 17 votos (8,76%)
Numa festa/danceteria/barzinho: 16 votos (8,25%)
Na sacada do apartamento: 13 votos (6,70%)
No cinema: 12 votos (6,19%)
No elevador: 11 votos (5,67%)
Banheiro de local público: 10 votos (5,15%)

Mais uma vez, obrigado pela participação e votem nas próximas enquetes também!!!

posted by Pinkerton at 5:13 PM



12.10.04

A Cunhada do Meu Amigo

Henrique, um grande amigo de infância, casou muito cedo, aos 20, porque engravidou a namorada e as famílias acharam que assim seria melhor. Acabei então conhecendo a Cláudia, sua cunhada. Era a irmã mais nova da sua esposa, tinha acabado de completar 18 anos, uma mestiça linda, metade japonesa, metade espanhola. Seu rosto bem oriental, os cabelos negros e longos, os olhos verdes, faziam conjunto perfeito com seu corpo de curvas insinuantes, seios volumosos, uma bundinha linda e coxas perfeitas. Era muito reservada, ficava vermelha com qualquer brincadeirinha, mantinha no rosto sempre uma expressão de inocência, que se opunha de uma maneira excitante ao corpo voluptuoso.
Já tínhamos conversado várias vezes, dancei um pouco com ela na festa de casamento da sua irmã, mas nunca rolou nada. Para ser sincero, me sentia um pouco constrangido em ir além; sempre tive a impressão, por causa das suas reações, de que nunca havia sido beijada.

No começo de novembro, o Henrique me convidou para passar o final de semana no apartamento do sogro, no Guarujá. Fui sozinho, só pude viajar no sábado à tarde. Chegando lá, encontrei apenas meu amigo, sua esposa e os pais dela. Não vi a Cláudia e fiquei frustrado, mas sem jeito de perguntar. Troquei de roupa - calção e camiseta, e fui tomar uma cervejinha com meu amigo na varanda do apartamento. Depois de um tempo, eis que surge a Cláudia. Voltou da praia, cabelos presos, de canga, deixando as coxas e metade da bundinha à mostra. Veio sentar-se conosco na varanda, queria ainda aproveitar o restinho de sol, foi então que tirou a canga. Usava um biquíni branco, os seios transbordando e, a parte de baixo, estreita sem exageros, deixava ver a bundinha durinha, lisinha e redondinha. Queria pegar mais uma cerveja, mas tive de esperar, tinha ficado duro e, só de calção como eu estava, ia dar bandeira. Continuei conversando com o Henrique, mas a Cláudia ficou na dela, não quis participar.

De noite, depois de jantarmos um lanche leve, Cláudia falou que desceria ao calçadão para tomar sorvete e perguntou se alguém mais queria ir. Henrique e a esposa não foram, ela estava enjoada por causa da gravidez. Ofereci minha companhia à Cláudia, que deu um sorriso tímido, mas de quem tinha gostado. Ela estava linda, a pele bronzeada, úmida e brilhante dos hidrantes, com um top e shortinho de jeans. Descemos, compramos os sorvetes, paguei o dela, fomos passear um pouco. Conversamos sobre cursinho, faculdade, viagens. Após um daqueles silêncios, que dão a impressão de que o assunto acabou, ela me perguntou se eu não a achava bonita.
- Bonita? Você é linda!!! É uma das garotas mais lindas que conheço!!
- Eu me acho tão esquisita, tão feia... Queria ser que nem minhas primas japonesinhas, pequenas, delicadas... Ou então que nem as minhas outras primas... Todo mundo me olha como se eu fosse de outro planeta... Isso me deixa tão insegura...
- Imagina! Todo mundo olha assim porque é linda demais! Você tem uma beleza exótica, a mistura ficou perfeita!
- Eu não queria ser exótica, queria ser normal. Isso me dá insegurança... Acho que os homens olham pra mim de curiosidade, não porque me acham bonita.
- Mas você é bonita, acredite!
- Se me acha tão bonita, porque nunca tentou me beijar?
Fiquei mudo. O que ia dizer? O que ela estava querendo com essa conversa? Hesitante, acariciei seu rosto e o sorriso que deu foi a senha para finalmente beijá-la. Os lábios frios de sorvete logo ficaram quentes, muito quentes. O gosto de morango foi embora, senti o doce sabor da sua boca. Seus lábios, carnudos, macios, apertavam os meus, sua língua procurava a minha, ela me beijava ardentemente. Fomos para trás de um quiosque, onde passamos um bom tempo nos beijando. Eu estava muito duro e, quando sentiu o volume se esfregando nas suas coxas, me beijou de uma maneira mais safada ainda. Tentei acariciar seus seios, mas ela afastou minha mão e falou:
- Já é tarde, vamos voltar.
Estávamos bem perto do apartamento, chegamos num instante, todo mundo dormindo. Antes de ir para o seu quarto, sussurrou:
- Não sou tão inocente e ingênua como você pensa...
- Como assim?
- Ouvi você conversando com um amigo, depois de dançar comigo na festa de casamento...
Fiquei vermelho de vergonha. Antes que pudesse responder qualquer coisa, ela entrou no quarto e fechou a porta. Me ajeitei no sofá da sala, onde iria dormir. Estava excitado e confuso, demorei para pegar no sono.

Devia ser umas três da manhã, acordei com um beijo. Abri os olhos e vi a Cláudia, de canga, ajoelhada na frente do sofá, com o dedo na frente da boca, pedindo silêncio. Beijou minha boca intensamente e afastou o lençol. Eu estava dormindo só de calção, ela então beijou meu tórax, acariciou-o e deitou sua cabeça nele, enquanto começou a acariciar ele já duro de novo, por cima do calção, que abaixou logo depois. Me masturbou um pouco antes de beijá-lo. Deu então várias lambidas da base até a ponta, antes de colocá-lo dentro de sua boca. Sentia agora seu lábios carnudos e macios, bem molhados, fazendo um oral maravilhoso. De vez em quando, tirava-o da boca para esfregá-lo no seu rosto e, depois, me chupar mais intensamente ainda. Com ele dentro da boca, acariciava a cabecinha com a língua e depois fazia movimentos rápidos de vai-vem com sua cabeça. Voltou a me beijar e perguntou baixinho:
- Você tem camisinha?
- Tenho sim, tá na minha mochila.
- Quer foder a minha bucetinha?
- Que pergunta... é o que mais quero...
- Então pega lá. Mas tem que ser na varanda e sem fazer barulho, senão tem risco de alguém acordar.
Fechamos a cortina e a porta de correr. Ela apoiou o peito na sacada e empinou sua bundinha. Levantei a canga, estava sem nada por baixo. Acaricei-a, estava muito melada. Coloquei a camisinha e, quando encaixei a cabecinha, ela veio para trás, literalmente me engolindo, e começou a rebolar. Segurei-a pelos quadris e comecei a meter. Era bem apertada, mas deslizava com facilidade, estava mesmo muito molhada. Meti forte, rápido, do jeito que estava excitado não consegui segurar por muito tempo e gozei. Ela rebolou um pouco mais nele ainda duro e gozou também.
Entramos, ela me deu um beijo gostoso e voltou ao seu quarto. Não consegui mais dormir nada naquela noite.
No domingo, fomos todos à praia. A Cláudia estava maravilhosa no seu biquini e, pela primeira vez, me olhava com uma carinha bem maliciosa. Não demorou muito, falou que precisava voltar ao apartamento, que havia esquecido que teria prova de biologia na segunda. Falei que, se quisesse, poderia ajudá-la a estudar, que biologia era meu forte. Mal entramos no apartamento, nos agarramos. Tirei a parte de cima do seu biquini e beijei seus seios, chupei seus biquinhos, durinhos de tesão. Passava a língua neles, mordiscava de leve, arrancando suaves gemidos. Ela então se ajoelhou na minha frente e me chupou de novo, gulosa e safada. Depois, abraçou-o com seus seios e me fez uma espanhola maravilhosa. Pedi para comê-la, mas ela disse que não, só depois que eu gozasse nos seus seios, e continuou. Enquanto me fazia a espanhola, se masturbava e gemia. Gozei. Ela espalhou a minha porra toda, como se fosse um creme hidrante. Depois, passou a língua nele, até lamber a última gota. Fomos para o seu quarto e transamos mais duas vezes, até a hora do pessoal voltar da praia.
Namoramos três meses, até ela se mudar para Ribeirão, onde foi fazer faculdade. Encontrei com ela na semana passada, no aniversário do seu sobrinho, filho do Henrique. Conversamos muito, lembramos juntos deste final de semana e acabamos em casa, num maravilhoso "flash-back".

posted by Pinkerton at 1:17 AM



7.10.04

Vontade de Ser Puta

Frank Zappa: Stick It Out

Pode demorar um pouco, mas vale a pena...


Naquele dia eu não tinha acordado direito. Fiquei até as quatro da manhã na net, nos chats da vida. Nunca fui muito fã disso, mas tinha brigado com o namorado fazia um mês, sozinha, resolvi ver o que rolava por lá. Na noite anterior, tinha entrado numa sala do UOL, a famosa “Vontade de Ser Puta”, com o nick “Japonesa Safada”. Nunca fui tão assediada! Isso mexeu muito comigo, descobri que tinha essa fantasia, de me sentir uma putinha de verdade por um dia. Beijar um estranho, sentir ele me apertando, dar pra ele sem nenhum pudor e depois nunca mais vê-lo, vi que isso realmente me excitava. Um carinha ficou conversando comigo, tentando me convencer a colocar a fantasia em prática, me contou o que faria comigo se eu fosse a putinha dele. Gente, pra ser sincera, balancei, mas achei que ia ser loucura demais. Fiquei com o e-mail dele, desconectei e fui pra cama. Não consegui dormir, sentia um calor, uma excitação, a minha cabeça a mil, imaginando tudo que tinha rolado no chat. Acabei me tocando debaixo das cobertas, gozei gostoso e consegui dormir.

Três horas depois tive de acordar. Saí da cama em cima da hora, meio zonza, com sono e aquelas fantasias ainda martelando na minha cabeça. Tomei um banho, me arrumei rapidinho, tempo só para uma produzida bem básica e fui trabalhar. Nunca gostei do meu emprego, recepcionista de uma clínica de estética. A arrogância daquelas peruas sempre me deixou louca de raiva, sei que sou muito mais gostosa que elas. A única vantagem é que eu podia usar a clínica de graça – e sou hiper-vaidosa! Ando sempre de salto alto e calças apertadas, para valorizar minha bundinha gostosinha e decotes insinuantes, gosto de me sentir muito sexy.

Bom, tinha conseguido terminar mais um dia e fui pra casa. Estava sozinha no ponto de ônibus quando encostou uma daquelas motos imensas, de filme. Em cima, um coroa meio gordinho, mas boa pinta, de jaqueta de couro. Chegou junto e já foi perguntando:
- E aí, gata, quanto é o programa?
Fiquei sem reação. Depois de alguns segundos, consegui responder:
- Cara, você tá me confundindo!
- Desculpa gata, foi mal.
Ficou um silêncio no ar, eu não sabia o que fazer, estava ficando com medo, o carinha não ia embora, me secando. Depois de um tempo ele falou:
- Tá, entendi que você não é garota de programa. Mas toda mulher tem seu preço! Qual o seu?
Nossa, na hora em que falou isto, fiquei vermelha, senti uma mistura de indignação e tesão. Assustada, comecei a andar em direção da clínica, mas ele insistiu. Finalmente consegui falar:
- Se toda mulher tem seu preço, o meu é muito alto, não vai conseguir pagar.
- Fala sério gata. Você é muito linda!!! Faça seu preço, eu te digo se posso pagar ou não.
Fiquei parada, estática, mil coisas passaram pela minha cabeça. Medo, vergonha, indignação, mas também a minha fantasia, meu tesão, vontade de transgredir, de experimentar o proibido. Respondi de novo um não, mas já sem tanta convicção. Ele percebeu e falou:
- Se quiser, me faz só um boquete. Quanto quer por um boquete?
Comecei a me sentir uma verdadeira puta, negociando sexo, boquete etc, e isso estava me excitando. Veio uma coragem não sei daonde e falei:
- Quer um boquete? Por quinhentos eu faço!!!
Não acreditei em mim mesma. Mas já tinha falado.
- Vai ser o boquete mais caro da minha vida, mas você é muito gata, vamos lá! Sobe na moto!
Subi na garupa, me segurei firme nele, tinha o maior medo de moto! Senti o perfume dele, delicioso. Me levou até o seu prédio, lá perto. Que luxo!!! Na porta do flat, travei.
- Desculpa, não vou conseguir, vou embora!
Ele massageou meus ombros, carinhoso, falou manso no meu ouvido:
- Calma, você está muito tensa. É normal. Vamos entrar, te dou algo para relaxar, conversamos um pouco, aí você decide se fica ou vai.
Abriu a porta e colocou a chave na minha mão:
- Fica com a chave, é sua garantia de que pode sair quando quiser.
Nossa! Não esperava por isso! Resolvi entrar.
Me deixou no sofá, preparou dois copos de uísque e colocou um cd, bem suave. Quase virei o copo todo no primeiro gole, de tão nervosa que estava. Ele começou a falar, a perguntar de mim, me envolveu com a sua conversa. Massageou mais os meus ombros, fez carinhos no meu rosto. Quando me dei conta, estava abraçada no sofá com ele. Daí ao primeiro beijo, foi um pulinho. Ele, com uma voz bem safada, perguntou:
- E aí, vai ficar?
Respondi tirando a blusa e o sutien. Modéstia à parte, tenho seios lindos, não são grandes, afinal, sou oriental. Mas são bem formados, durinhos e já estava com os biquinhos pontudos. Lembro até hoje da cara de espanto e tesão dele nesta hora. Ele me puxou, me sentou no seu colo e começou a me beijar a boca, o pescoço, os seios... Chupava meus biquinhos, enquanto suas mãos acariciavam todo o meu corpo. Tinha um toque gentil, mas às vezes me pegava com força - como eu gosto assim! Começou a desabotoar minha calça. Afastei a mão dele.
- É só um boquete, lembra?
- Mas faz o boquete só de calcinha, pode ser?
Concordei. Fiquei só de calcinha. Ele sentado no sofá, me ajoelhei na sua frente. Comecei a beijá-lo por cima da calça, já bem duro. Abri o cinto, o botão, o zíper. Coloquei ele pra fora. Que imenso! Dei um beijinho na pontinha e tirei a calça e a cueca. Comecei beijando as coxas, depois lambendo as bolas. Subi com a língua até a pontinha. Lambi como um sorvete gostoso, que nunca amolecia. Comecei a chupar a pontinha, enquanto masturbava ele com uma mão. Depois engoli ele todinho, chupava, louca de tesão, enquanto acariciava as bolas com a mão. Olhava para cima, com ele na boca, e via o tesão estampado na sua cara. Olhos meio fechados, gemendo baixinho, respiração já ofegante. Começou a acariciar minha nuca, meu pescoço, meu rosto, enquanto eu me deliciava no oral. Uma hora parei e comecei a esfregar meus seios nele. Não tenho o suficiente pra fazer uma espanhola, mas ele curtiu muito esse carinho. Eu já estava muito, muito excitada, molhada mesmo. Comecei a me acariciar, dedinho nela, e voltei a chupar, agora mais forte e ritmado. Ele gemia mais alto, mexia os quadris. Até que gritou:
- Vou gozar!
Tirei da boca e deixei gozar nos meus seios. Que delícia... Com uma mão, espalhava seu líquido, com a outra, me tocava e gozei também, bem forte. Ficamos assim, uns minutos, sem falar nada, ele sentado no sofá, eu ajoelhada na frente, com a cabeça no colo dele.
- Gata, que boquete!
Meio envergonhada, meio orgulhosa, não sabia bem o que falar.
- Então valeu os R$500,00?
- E como valeu! – respondeu, dando uma risada.
O calor do tesão tinha passado, comecei a tremer de frio. Me vestiu com sua jaqueta de couro. Acendeu um cigarro e me ofereceu um.


Charmane Star


Conversamos mais um pouco, pedi para tomar uma ducha. Quando saí, ele perguntou se não teria mais.
- O combinado foi só um boquete!
Ele concordou, resignado. Tirou 10 notas de R$50,00 da carteira e me deu. Se ofereceu pra me levar de volta ao ponto de ônibus, disse que não precisava.
Dei um beijinho de despedida, fui embora e nunca mais o vi. Nem sei seu nome.

posted by Pinkerton at 1:42 PM



3.10.04

Na Madrugada

Conheci a Carol em um chat, uma dessas salas por idades. Ficamos teclando lá um bom tempo e acabamos no Messenger. Depois deste dia, as conversas foram ficando mais freqüentes e interessantes, tínhamos opiniões divergentes sobre uma série de assuntos e isto nos levava a tentar entender a postura do outro e a repensar a nossa. Entre os tópicos de discórdia estavam “sexo casual” e “relações com pessoas comprometidas”. Eu, sempre a favor, e ela, contra. Depois de um tempo, acabou me contando que estava saindo de um relacionamento de quase dois anos com um rapaz noivo de outra. Começou como sexo casual com alguém comprometido e, ao longo do tempo, ela acabou se apaixonando. Saiu extremamente machucada desta história, o que me ajudou a compreender suas posições.

Continuamos a teclar quase que diariamente e fui ficando cada vez mais fascinado por ela, por sua capacidade de argumentação e argúcia nas respostas. Acabamos trocando fotos e foi aí que descobri que, além de ser uma grande companhia, era também uma sansei extremamente atraente. Pequena e com um rosto lindo, comecei a desejá-la. Claro, isto transpareceu nas nossas conversas, não conseguia disfarçar. Eu morava sozinho, mas era comprometido, ela sabia disto, mas eu sentia (ou queria sentir) que era correspondido. E sempre que a conversa enveredava por temas sexualmente mais íntimos, ela desconversava ou acabávamos discutindo – chegamos, em um momento, quase a parar de teclar. Por outro lado, a empatia sempre foi muito grande, continuamos a conversar, agora também por telefone, como grandes amigos, que sabiam de detalhes da vida do outro que “amigos reais” desconheciam. Ela permitia algumas frases de duplo sentido, como quando, de madrugada, nos despedíamos para ir dormir:
- Vamos para a cama?
Respondia: “na sua ou na minha” ou, então, “me leva no colo?”, sempre em tom de brincadeira. Esta era a maior intimidade virtual possível. Descrever o que faria com ela na cama, nem pensar, discussão séria com certeza. A única outra “brecha íntima” acontecia quando me falava de suas lingeries, gostava de usar as pequenas, insinuantes, bem sexy. Isto era uma tortura, ficava tomado de desejo ao imaginá-la assim. Não queria perder sua amizade, por isto me policiava para não ser mais incisivo e não tocar em assuntos que viraram “tabu”.

Numa madrugada de sábado para domingo, depois de teclar por muito tempo, nos despedimos. Perguntei:
- Vamos para a cama?
- Na sua ou na minha?
- Você escolhe.
- Então vem aqui, meus pais estão viajando, estou sozinha em casa. Mas tem uma condição, vai ter que me carregar no colo até a cama.
- Claro, faço o que você quiser.
Rimos, desconectamos e fui dormir. Já estava no sétimo sono, quando meu celular toca:
- Oi! É a Carol, desculpe ter te acordado....
- Oi, não tem problema... mas o que foi?
- Tô me sentindo tão sozinha... Falando sério, não quer vir aqui? Quero colo... Você é meu melhor amigo....
Não sabia o que falar, nem estava acordado o suficiente para pensar. Silêncio.
- É sério... Tô com medo de dormir sozinha aqui em casa. Por favor, vem aqui.
- Tem certeza?
- Sim...
- Então me dá o endereço.
Confuso, mas excitado, lá fui eu. Me perdi perto da casa dela, tive que ligar para me explicar o caminho. Três horas da manhã. Cheguei. Mal toquei a campainha, ela já veio abrir o portão, de baby-doll. Era mais bonita ainda do que nas fotos e, vestida daquele jeito, estava sexy, muito sexy. O baby-doll curtinho transparecia uma bundinha malhadinha, mostrava coxas bem torneadas, que não apareciam nas fotos. Os seios, pequenos, imprimiam um contorno discreto, mas insinuando serem durinhos, pontudos.
- Não imaginava te conhecer assim, desse jeito. Mas eu tô me sentindo tão sozinha... Obrigada por ter vindo... Entra...
Fomos para a sala.
- Mas o que foi?
- Bateu uma solidão, uma insegurança tão grande quando fui pra cama... Me senti tão desprotegida...
Começamos a conversar, o papo fluía muito bem, como se já nos conhecemos havia muito tempo. Aos poucos, ela foi se soltando. Contou que desde que terminou aquele relacionamento sentia-se muito sozinha. Mais um pouco, contou que desde então também estava sem fazer amor (mais de seis meses). Perguntei do que mais sentia falta.
- Companhia, colo... – respondeu, deitando sua cabeça nas minhas coxas.
Comecei a acariciar seu rosto, a lhe fazer cafuné. Ficou quietinha, a cabeça aninhada no meu colo, abraçou minha cintura e falou:
- Você é tão gentil, tão carinhoso...
- Imagina... Tá se sentindo melhor agora?
- Sim... Bem mais relaxada, que está até me dando um soninho... Vamos pra cama?
- Na sua ou na minha? – falei, rindo da nossa brincadeira...
- Na minha! – e riu também.
- Quer que te leve no colo?
- Quero sim!
Não sabia se estava falando sério ou apenas dando seqüência à nossa brincadeira virtual. Ela percebeu minha hesitação, ficou quietinha, mas seus gestos disseram tudo: abraçou meu pescoço e descansou a cabeça no meu peito. Levantei-me, segurando-a no colo.
- Segue o corredor, é o quarto do fundo.
Segui até lá, acendi a luz, deitei-a na cama. Ela se virou, ficando de bruços, o rosto virado para mim. Nisso, o baby-doll subiu, deixando à mostra sua linda bundinha e uma calcinha pequena e sexy.
- O que tá olhando?
Fiquei vermelho. Nervoso, acabei sendo sincero:
- A sua bundinha... É linda...



Mirano Matsushita

Sentou-se na cama, me encarou nos olhos e perguntou à queima-roupa:
- Você sente tesão por mim?
- Sinto sim... Achei que já tivesse percebido isso...
- Eu também sinto. Nunca quis demonstrar, medo de me machucar de novo e de perder a nossa amizade, que eu curto tanto... Sempre que terminávamos de teclar no messenger, eu me deitava aqui e ficava imaginando o que faria comigo se estivesse na minha cama. Isso me excitava muito e eu acabava me tocando. Depois de gozar, conseguia dormir tranqüila....
- Você imagina que eu fazia o mesmo, né?
- É... tenho certeza que sim... Sempre achei que tinha tesão por mim...
Nisso ela me puxou pela mão, sentei-me na cama ao seu lado. Acariciei seu rosto e nos beijamos. Os lábios grudados, as línguas se tocando, eu acariciei seu pescoço, depois suas coxas. Suas mãos primeiro percorreram meu corpo e, depois, desabotoaram minha camisa. Beijou meu tórax, minha barriga. Deitei-me, ela abriu minha calça e a tirou. Acariciou-o, duro, por cima da cueca. Colocou sua mão por debaixo dela e me masturbou um pouco, antes de tirá-la também. Beijou minhas coxas e foi subindo, até chegar nele. Beijou-o, lambeu e depois começou a me chupar, no início tímida, mas depois, quase voraz. Deitou-se por cima de mim, me beijou e depois deitou-se ao meu lado. Deixei-a nua, beijei seu pescoço e depois seus seios, chupei seus biquinhos, durinhos. Em um banho de língua, desci até suas coxas. Timidamente, afastou suas pernas e beijei seu sexo, melado e quente. Passei a língua em volta, na entradinha, apertei seu clitóris intumescido entre meus lábios, chupei-a até gozar na minha boca. Refeita, falou:
- Péra aí, vou buscar uma camisinha no quarto do meu irmão, sei onde ele esconde.
Enquanto eu colocava a camisinha, ela me esperou de quatro na cama. Encaixei a cabecinha e a penetrei devagar. Segurando firme pelos quadris, comecei a mexer. Ouvindo seus gemidos, ficava cada vez mais excitado, aumentado meu ritmo. Senti-a gozar, em fortes e repetidas contrações. Não consegui mais me segurar e gozei também.
Conversamos um pouco e adormecemos, entorpecidos.
De repente, sou acordado por um bip alto e repetitivo. Olho em volta, vejo meu quarto. Olho do outro lado da cama, não vejo ninguém.

posted by Pinkerton at 11:28 PM



2.10.04

Enquete - Masturbação

O resultado desta enquete foi:


mais de uma vez por dia: 26%
uma vez por dia: 32%
algumas vezes por semana: 26%
algumas vezes por mes: 10%
nunca: 06%

Isto quer dizer que 58% dos leitores se masturbam todo o dia e 84%, toda a semana.

Mais uma vez, obrigado pela participação e votem na enquete atual!

posted by Pinkerton at 4:11 PM


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A Enfermeira e o Paciente
A Enfermeira e o Paciente - Continuação
A Estagiária
A Estrada
A Fisioterapeuta
A Garota do Bar
A Loira do Colégio
A Primeira Vez de Betty
A Professora de Literatura
A Surpresa
A Vadia da Revista
A Vizinha Gostosa
Aniversário Solitário
Às Escuras
Assédio no Escritório
Caindo em Tentação
Canção Sem Seu Nome
Cine Fantasia
Coisas do Interior
Coisas do Interior: A Versão Dela
Crimes, Castigos e Delícias!
De Verão
Despedida
DP
Emocticons Orientais
Feriado Ardente
Feriado em "Ex-Família"
Fidelidade
Garoto de Programa Mais Ela
Gosto de Sal
Gosto de Sal II
I'm Too Sexy
Império dos Sentidos
Joana
Juliana e Roberta
Lanternas Vermelhas
Marcinha Safadinha
MSN Sex
Mundo Minúsculo
Na Biblioteca
Na Casa de Swing
Na Madrugada
Na Real
No Banheiro da Namorada
No Gerúndio
No Stand Center
O Professor e a Aluna
O Quarto da Noiva
Onde Há Fumaça, Há Fogo!
Que País é Este?
Reconciliação
República Caliente
Sayuri, Anne e Eu
Sob o Sol
Vontade de Ser Puta


INDICE DE ENQUETES

Alcool e Sexo
Aonde você já transou?
Até onde vai seu interesse pelas Orientais?
Camisinha
Com que freqüência você lê Oriental Spice?
Com Quem Foi sua Primeira Transa
Comportamento Sexual
Etnia dos Leitores
Garotas/Garotos de Programa
Idade na Primeira Vez
Masturbação
O que te excita mais antes da penetração?
O que mais te excita nas Orientais?
Opção Sexual
Por quê vc adora mulheres Orientais?
Posição
Quais são as Orientais mais quentes?
Que tipos de contos você gostaria de ler mais no Oriental Spice?
Sexo Anal
Você já foi a uma Casa de Swing?
Você já participou de menage ou swing?
Você já transou com alguém que conheceu pela Internet?