Oriental Spice

Este blog é destinado às asiáticas maravilhosas que circulam pela net, pelos DVDs, vídeos e no imaginário de muita gente. Só fotos de orientais (japonesas, chinesas, coreanas, filipinas, mestiças) sensuais, acompanhadas de contos eróticos!


Blog in portuguese, erotic short stories and asian pictures.

Spicy Questions:

Sexo com Travestis - vote conforme seu sexo, por favor
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(H) Tenho curiosidade, mas não coragem
(H) Só falta a oportunidade!
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29.11.04

Joana

Joana era assim. Independente, extrovertida, atirada, sensual. Foi morar sozinha aos 20 anos, tinha muitos amigos, era sempre o centro das atenções. Gostava de dizer que não era cantada – era ela quem cantava os homens; vestia-se sempre de uma maneira muito sexy e provocante. Com 25 anos colocou silicone nos seios, queria (e conseguiu) um corpo perfeito.

Felicia Tang

Mas Joana era solitária. Não tinha contato com a família, saiu brigada de casa. Muitos amigos, mas nenhum mais próximo e íntimo. Não conseguia manter nenhum relacionamento sério, não ficava com ninguém por mais de algumas semanas.

Trabalhava em uma agência de publicidade, ficava até tarde, dedicada, “workaholic”. De noite, sempre nas baladas. Dançava, bebia, seduzia. E trepava. Muito. Adorava chupar um pau, dar a bucetinha, o cuzinho e já tinha feito quase de tudo. Não “morava” no seu apartamento, na verdade era o seu “pit-stop”: só ia lá para tomar banho, dormir, trocar de roupa e se produzir.

Joana era assim. E morava no apartamento em frente ao meu. Um dia, perdeu o emprego. Começou a ficar muito mais tempo em casa, sentiu-se solitária, entrou em depressão. Parou de sair à noite, sem ânimo e tendo que controlar o dinheiro. Você deve estar pensando: “mas como ele sabe de tudo isso, só de ser vizinho?”. Vou explicar.

Era uma terça-feira à noite, depois das dez, estava vendo TV quando a campainha tocou. Achei estranho, não esperava ninguém, o porteiro também não tinha interfonado. Desconfiado, abri a porta. Era Joana. Desarrumada, amarrotada, olhos inchados, lágrimas no rosto. Com a voz chorosa, pediu:
- Oi... posso entrar?
- Nossa! Claro! Entre! Mas o que aconteceu?
Não conseguiu dizer nada. Chorava, aos soluços. Achei que tinha morrido alguém, que tinha sido assaltada, agredida, sei lá, quem mora em São Paulo é meio neurótico trágico. Acomodei-a no sofá e lhe trouxe um copo de água. Depois de uns dez minutos, finalmente conseguiu falar.
- Estou desesperada. Quase me matei. Quase pulei da sacada agora. Preciso desabafar.
E começou a me contar sua vida. Como tinha saído de casa, como era seu trabalho, suas noitadas. Como perdeu o emprego, como descobriu que não tinha amigos de verdade, como estava sozinha, triste, sem perspectiva. Fiquei morrendo de pena. E angustiado. Se ela pulasse da sacada depois de sair do meu apartamento, ia me sentir culpado pelo resto da vida. Tentei confortá-la, fiz um chá de erva-cidreira, ela se acalmou. Implorei para que dormisse em casa naquela noite. Ela concordou. Deixei-a no meu quarto e ajeitei-me no sofá. Assim, se ela acordasse e tentasse sair (ou ir para a sacada), teria que passar pela sala e eu perceberia.

Tomamos o café-da-manhã juntos. Falou que se sentia melhor. Eu ainda estava preocupado e tinha que ir trabalhar. Mas ela me garantiu que não pensava mais em fazer nenhuma besteira. Pedi seu telefone, deixei-a no seu apartamento e fui para o escritório. Na hora do almoço, liguei para saber se estava bem. Atendeu logo e, pela voz, percebi que estava melhor mesmo. De noite, quando cheguei em casa, encontrei um presente na minha porta, com um cartão: “Muito obrigada. Você foi muito gentil e legal comigo ontem à noite. Por favor, aceite isto”. Abri o pacote, era uma garrafa de Chivas. Toquei a campainha do seu apartamento, queria ver se estava mesmo bem e agradecer. Me atendeu com um sorriso nos olhos, agradeceu mais uma vez e disse que estava melhor, mas ainda se sentindo muito só. Convidei-a para jantar comigo, em casa, ela aceitou. Pedi uma pizza, bebemos um pouco do Chivas e conversamos mais, enquanto esperávamos a entrega. Jantamos. Perguntei se ela queria dormir também esta noite em casa, respondeu que não precisava, que estava bem. Voltou ao seu apartamento e fui dormir, sem conseguir parar de pensar nela.

No dia seguinte, quando cheguei do trabalho, encontrei um bilhete grudado na minha porta: “Hoje você vai jantar comigo na minha casa”. Toquei a campainha. Quando abriu a porta, levei um susto, era outra Joana! Toda produzida, num vestido preto, muito sexy. Estava linda, sedutora, alto astral. Tinha pedido comida japonesa e me serviu champagne. Jantamos. Joana se insinuava cada vez mais, queria mesmo me seduzir. E conseguiu, na hora em que colocou um CD e pediu para dançar “Stand By Me”. Nos beijamos. No início com carinho, depois, um beijo devasso. Tirou minha camisa. Abriu e abaixou minha calça. Eu estava duro de tesão, ela o acariciava por cima da cueca, que logo tirou também. De pé, encostado na parede, ela se ajoelhou na minha frente e me chupou. Lambia minhas bolas, a cabecinha, enfiava meu pau quase inteiro na boca. Chupava forte, com muita vontade. Tirou sua roupa. Tinha mesmo um corpo perfeito. Esfregou seus biquinhos durinhos na cabecinha. Abraçou meu pau com seus seios e me fez uma espanhola fabulosa. Me levou até seu quarto, sua cama. Deitou-se de pernas abertas, oferecendo seu sexo. Chupei, lambi sua entradinha, suguei seu clitóris. Gozou na minha boca e se ofereceu de quatro. Coloquei uma camisinha (que ela tinha no criado-mudo) e penetrei-a, desesperado de tesão. Puxava-a contra mim, enfiava até o fundo, cada vez mais forte e rápido, até gozarmos intensamente. Enquanto me recuperava, ela me beijava, acariciava e se masturbava. Quando fiquei duro de novo, deitou-se de bruços e pediu que comesse seu cuzinho. Também tinha KY no criado-mudo, lambuzei meu pau e seu buraquinho. À medida que eu entrava, ela gemia, não de dor, mas de prazer. Apertadinha, não demorou para que eu gozasse de novo, junto com ela, que se masturbava enquanto eu metia atrás. Dormimos. De manhã, acordei com ela me chupando, fazendo-o ficar duro com seus lábios. Me chupou até o fim, até eu gozar em sua boquinha gostosa.

Começamos a sair juntos. Baladas, restaurantes, conheci seus amigos e suas amigas. Uma semana depois, conseguiu um novo emprego, numa agência concorrente. Três semanas depois, numa festa, na minha frente, ficou com seu novo chefe.

Joana era assim. Me dispensou sem aviso prévio.

posted by Pinkerton at 1:55 AM



24.11.04

A Fisioterapeuta

Tereza estudava fisioterapia. Queria, na verdade, seguir a tradição da família, do pai e do avô, de fazer shiatsu e acupuntura. Iria terminar a faculdade e tentar estudar um tempo no Japão. A família era do interior, morava sozinha num “apertamento” perto da faculdade. Levava uma vida regrada e controlada. Levantava todo dia no mesmo horário, às seis da manhã, estudava um pouco, ia para a faculdade. Primeira aluna da turma. Participava de várias atividades extra-curriculares. Não comia lanches nem tomava refrigerantes, tinha uma dieta monótona de arroz, peixe e legumes. Depois da faculdade, voltava para casa e estudava mais. Centro Acadêmico, Atlética, festas e baladas da turma, jamais. Sua única diversão era alugar filmes em japonês, úteis para ficar mais fluente no idioma. Aos 21 anos ainda era virgem e se orgulhava disto: namorar, sexo e essas coisas eram tentações que a desviariam de seu objetivo de vida. Tereza seria uma mulher desinteressante, que facilmente passaria desapercebida na faculdade, se não fosse por um detalhe: era uma sansei linda, que chamava muito a atenção.

Vivian Hsu
Vivian Hsu

Marco era residente do segundo ano de ortopedia. Queria, na verdade, fazer qualquer outra coisa, mas o pai, ortopedista famoso, forçou sua carreira. Cumpria suas obrigações de residente, mas seu negócio mesmo era “papar” as colegas, as enfermeiras e as fisioterapeutas. Vivia nas baladas, mais de uma vez foi direto para o hospital vindo de uma boate. Nunca namorou, não conseguiria ser homem de uma mulher só. Como cedeu à vontade do pai, morava, às custas dele, em um belo flat perto do hospital, ganhou um Audi quando entrou na residência e tinha todo dinheiro que precisava para custear seu caro estilo de vida. Marco mereceria apenas um rótulo de “mauricinho galinha” se não fosse por um detalhe: tinha uma empatia, uma compaixão enorme pelos pacientes, que o adoravam. Dava uma atenção incomum em hospital público a todos, desde crianças até velhos alcoólatras moradores de rua.

Tereza estava passando pelo estágio na Ortopedia, foi quando Marco a conheceu. Pensou: “preciso comer esta japinha, ela é um tesão!”. Tereza também pensou: “que mauricinho galinha babaca”. Marco tentou de tudo, mas Tereza o desprezava. E, quanto mais ela o desprezava, mais ele a queria, era uma questão de honra.

Tereza estava atendendo na enfermaria, quando Marco foi conversar com o paciente do leito ao lado. Um senhor que fora atropelado, com uma fratura complexa na perna direita. Tinham tentado de tudo, mas as artérias da perna foram lesadas e a perna teria que ser amputada. Marco, o residente do caso, tinha que dar a notícia ao paciente, que entrou em pânico, inconformado. Ficou mais de uma hora com ele, tentando confortá-lo, explicando que, com uma prótese, poderia voltar a andar e levar uma vida normal. Tereza ficou comovida com a compaixão que Marco, sinceramente, demonstrou pelo paciente. Passou a vê-lo com outros olhos. Aceitou o vigésimo-quinto convite para saírem.

Marco, arguto, levou-a ao melhor restaurante japonês de São Paulo. Cavalheiro, atencioso, gentil. Pediu que ela o ajudasse a escolher seu prato. Conversaram muito, mas Tereza sempre fugia dos assuntos pessoais e levava a conversa para o hospital, profissão, formação. Além da beleza, começou a admirá-la em sua determinação, pela sua paixão pela profissão. Tereza percebeu que o “mauricinho galinha” era um “gentleman” com bom coração e estava fascinada pela vida de luxo a que tinha acesso. Marco questionou seus valores. Tereza também. Conversaram tanto que foram os últimos clientes a deixar o restaurante. Pagou a conta e levou-a para casa. Na porta, um “muito obrigado pelo jantar maravilhoso” e um beijo no rosto. Marco, “galinha” profissional, pela primeira vez na vida considerou isto um final-de-noite perfeito.

Jantaram juntos mais treze vezes. À medida que ganhavam intimidade, trocavam idéias, reviam suas posições perante a vida, tornando-as relativas e flexíveis. Neste último jantar, Marco convidou-a para ir ao seu flat. Tereza aceitou. Chegando lá, conversaram mais. Marco sabia, a essas alturas, que Tereza era virgem e não quis forçar nada. Mas isto não vinha ao caso, ela já tinha decidido que Marco seria seu primeiro homem. Tudo fluiu com muita naturalidade. Beijos, carícias, peças de roupa caídas ao lado do sofá. No quarto, mais beijos e carícias, roupas íntimas caídas ao lado da cama. Marco sentiu o calor de seus lábios, a turgidez de seus mamilos, o mel do seu sexo. Rompeu seu hímen com carinho e delicadeza. Fez com que a dor se transformasse em prazer. Ele gozou, ela não. Na segunda vez, os dois gozaram. Gozaram uma terceira vez. Tereza dormiu lá naquela noite e chegou atrasada pela primeira vez na faculdade – gozaram uma quarta vez pela manhã.

Começaram a namorar. Marco, pela primeira vez, era homem de uma mulher só. Tereza descobriu que a vida é muito mais que estudar e trabalhar.

Depois de um ano, eram noivos. Tereza foi aceita para um curso de um ano de shiatsu no Japão. Marco conseguiu um estágio no serviço de ortopedia de um hospital na mesma cidade. Casaram antes de viajar.

Hoje moram em Bastos, no interior de São Paulo, onde Tereza continua a clínica de shiatsu e acupuntura do pai e do avô, e Marco é o ortopedista mais famoso da cidade.

posted by Pinkerton at 1:31 AM



22.11.04

Enquete: Sexo Anal

Foram computados 91 votos, sendo 71 de homens e 20, de mulheres.

Entre os homens, 11,2% não curtem sexo anal, 25,4% gostariam de experimentar, mas ainda não tiveram sua chance. 63,4% dos homens praticam sexo anal, sendo que 25,4% o fazem eventualmente e 38%, sempre que possível.

Entre as mulheres, 20% não curtem sexo anal (nunca fizeram e não pretendem fazer). 20% ainda não fizeram, mas pretendem experimentar. 60% praticam sexo anal, sendo que 40% o fazem eventualmente e 20% adoram, a ponto de ter orgasmos.

A porcentagem de homens e mulheres que praticam sexo anal é bastante semelhante (63,4% e 60%, respectivamente). A diferença está em quanto fazem e quanto curtem: 38% dos homens dizem que são fissurados e fazem sempre que possível, enquanto apenas 20% das mulheres adoram e têm orgasmos com isso.

Será que podemos tirar estas duas conclusões?
1) Os homens fazem menos anal do que gostariam
2) Muitas vezes a mulher faz anal só para agradar o parceiro

O que vocês acham? Comentem!!!

E participem da nova enquete!!!

posted by Pinkerton at 1:40 PM



17.11.04

A Versão Dela - Coisas do Interior

Para entender melhor este conto, leia o anterior primeiro (caso ainda não tenha), neste link: Coisas do Interior


A Versão Dela - Coisas do Interior

Naquela semana eu estava meio triste, desanimada. Meu namorado, que fora fazer faculdade em Ribeirão, já não vinha me ver fazia três semanas, dizia que estava muito ocupado com as matérias difíceis. Eu estava de saco cheio do cursinho, que fazia pela segunda vez, entediada mesmo. Minha irmã, que sempre foi grande companheira, estava estudando em Botucatu, mas ia passar a semana toda em aqui, jogar tênis pela faculdade dela na competição que estava acontecendo. Isso me deixou um pouco mais animada.

Na quinta fui no alojamento do pessoal da Unesp, iam dar uma festa. Não estava a fim de balada, fui com duas amigas para encontrar minha irmã, queria conversar com ela sobre meu namorado. Mal cheguei, estava pegando uma cerveja, um carinha já veio me cantar. Até que era bem gatinho, mas eu não estava com cabeça pra isso, acabei dispensando ele de uma maneira até um pouco rude. Acho que ficou chateado, foi embora logo depois. Encontrei a maninha, conversamos bastante. Achava que, se meu namorado realmente estivesse a fim de mim, daria um jeito de vir me ver, de me dar mais atenção. Que eu não deveria deixar de me divertir por causa dele, estar aberta a outras possibilidades, ou então terminar de vez o namoro. Eu gostava muito do Roberto, mas o lance entre a gente não estava legal, o que minha irmã falou fazia sentido, percebi que podia contar com ela.

Na sexta, ela me chamou para ir a uma balada de “confraternização” entre as várias faculdades. Eu me animei, estava a fim de me divertir e lá fui eu, bem linda, num vestidinho provocante. Bebi um pouco e fui dançar. Mas estava muito chato, tinha um monte de bêbado falando baixaria, querendo passar a mão. Estava quase indo embora, quando dei de cara com o gatinho que tinha tentado me cantar no dia anterior. Achei que ele ia passar reto, tinha sido muito grossa com ele. Mas não! Ele se aproximou e falou:
- Acho que o destino quer dar mais uma chance pra gente se conhecer!
Achei tão bonitinho o jeito dele falar! Fui com ele até o bar, bebemos uma cerveja, conversamos bastante. Ele era muito gentil, atencioso e alto astral. Fomos dançar um pouco e ele me beijou. Depois, me puxou para um cantinho. Me beijou mais, me acariciou muito, falou que me achava linda. Senti sua mão subindo por debaixo do vestido, entre minhas coxas. A princípio, não queria deixar, mas eu estava com tanto tesão que não resisti. Quanto seus dedos tocaram minha calcinha, eu já estava úmida de excitação. Quando acariciei ele por cima da calça e senti como estava duro, fiquei morrendo de vontade. Acho que ele percebeu, pois falou para irmos a um motel. Apesar do tesão, eu ainda estava namorando, mal tinha conhecido ele, não queria ir rápido demais, inventei uma desculpa. Aí ele foi mais ousado (adoro homens de iniciativa): abriu sua calça e colocou minha mão nele, por debaixo da cueca. Senti muito tesão, na hora me deu uma vontade de chupá-lo e falei:
- Que duro!
- Você que deixou ele assim... Não quer mesmo ir a outro lugar?
Naquela hora, eu queria ir. Já tinha traído o Roberto, mas, por outro lado, transar assim já era demais.
- Eu tenho namorado... Ele faz facu em Ribeirão...
- Mas... olha só... trair você já traiu... me beijou... me acariciou... quase gozou na minha mão... Por que parar por aqui?
Fiquei sem saber o que responder:
- Mas transar é diferente...
- Diferente por quê?
- É diferente...
- Então vamos só para um lugar mais tranqüilo, a gente não precisa transar...
- Não sei... É que também tô com muito tesão... Quero e não quero...
- Então! Vamos!
Eu achei que ia me sentir muito mal se transasse com ele, mas estava morrendo de vontade de ser tocada, acariciada, beijada. E morrendo de vontade de, pelo menos, chupar aquela coisa dura que tinha acabado de sentir.
- Tá bom... Vamos sim... Mas posso confiar em você?
- Claro que pode. Só tem uma coisa, não conheço nada da cidade...
- Tudo bem, a gente pode ir no motel que meu namorado me leva, eu sei o caminho. Você tá de carro?
- Tô sim.

No carro, me contive, senão ia me perder, sou meio ruim de lembrar caminhos. O motel era meio longe, mas eu prefiro assim, é mais discreto. No quarto, ele me levou até a cama, ficamos sentados, ele me acariciava e beijava com muito fogo. Tirou sua camisa, eu fui descendo com minha boca. Não agüentava mais de tesão, abri sua calça e o coloquei pra fora, estava muito duro. Lambi lentamente, da base até a pontinha e depois chupei com muita vontade. Ele gozou rápido na minha boca. Aí foi a vez dele me chupar. Nossa!!! Nunca me chuparam tão gostoso, sentia algo muito bom, muito forte, eu gemia e me contorcia de tesão, aquela língua era maravilhosa.

Ami Ayukawa
Ami Ayukawa

Gozei forte, como nunca tinha gozado com oral. A única coisa que consegui pensar e falar foi:
- Ai... não agüento... Quero você dentro de mim...
Chupei de novo, senti-lo endurecendo na minha boca me deixou alucinada. Coloquei ele entre meus seios, massageando bem gostoso. Pediu que eu ficasse de quatro, adivinhou minha posição preferida. Colocou uma camisinha e ficou ralando em mim antes de penetrar, só pra me deixar com mais vontade. Na hora em que senti aquela coisa dura entrando em mim, gozei. Quando me pegou pela cintura firme, decidido, e senti seus movimentos fortes, eu me senti a mais safada das mulheres:
- Come sua putinha... Me fode forte...
- Sua vadia... Vou arregaçar sua bucetinha de tanto meter...
Eu estava mesmo me sentindo uma vadia, uma putinha safada. Sentindo o vai-vem, gozei de novo, muito forte, naquele pau gostoso. Logo senti meu macho gozando também.
Fomos tomar uma ducha, aí eu vi que eram quatro da manhã, precisava voltar, senão ia me ferrar com meus pais.
Quando me deixou em casa, combinamos de sair de novo. Passei o sábado e o domingo com ele, nunca tive tanto prazer com um homem. Até hoje ainda fico molhadinha quando lembro desses dias.

posted by Pinkerton at 1:38 PM



10.11.04

Coisas Do Interior

Durante a faculdade, sempre freqüentei a atlética. Treinava handebol, fui titular algumas vezes, não era lá um grande jogador, mas curtia o pessoal, o ambiente. Uma vez por ano, tínhamos uma competição entre várias faculdades, sempre numa cidade do interior, que durava uma semana. Competir era o de menos, o espírito da coisa eram as baladas e os porres.

Passei a semana toda em Piracicaba. Nos dois primeiros dias, enchi a lata. No terceiro, peguei leve, teríamos jogo logo pela manhã, no dia seguinte. Mesmo assim, fui numa festa do pessoal da Unesp, no alojamento deles, com mais dois colegas do time. Tudo meio devagar, pouca mulher, um som sofrível. Estava pensando em cair fora, quando vi uma japonesa maravilhosa. Acabara de chegar com duas amigas, foram logo pegar cerveja. Cabelos longos, rosto e boca perfeitos, seios grandes, acima da média oriental, cintura fininha. Fiquei enfeitiçado. Fui conversar com ela, mas me deu uma esnobada. Deixei quieto e fui embora.

De manhã jogamos e ganhamos, placar disputado. O dia seguinte livre, fui pra balada de novo, desta vez numa boate da cidade, que organizou um evento para a competição. Muitas mulheres, quase que se jogando em cima da gente. Fui ao banheiro, me aliviar do excesso de cerveja e, quando voltei, dou de cara com a japonesinha do dia anterior, linda, num vestido decotado, com aqueles seios me provocando. Puxei conversa de novo. Vai entender as mulheres, desta vez estava toda simpática, até um pouco insinuante. Fazia cursinho em Piracicaba, a irmã era caloura da Unesp. Bebemos um pouco, conversamos mais e fomos dançar. Não demorou muito, consegui beijá-la. Fomos para um canto mais escuro e reservado, onde trocamos carícias cada vez mais íntimas. Minha mão, por debaixo do vestido, entre suas coxas, acariciava sua calcinha úmida. Ela apertava o meu pau, duríssimo, por cima da calça. Clima de pura excitação, sugeri que fôssemos a um lugar mais privativo. Falou que não, precisava ficar e voltar com a irmã. Abri então a minha calça e guiei sua mãozinha até ele, por debaixo da cueca. Deu um sorriso maroto e falou:
- Que duro...
- Você que deixou ele assim... Não quer mesmo ir a outro lugar?
Ela ficou meio sem jeito. Depois de um tempo, falou:
- Eu tenho namorado... Ele faz facu em Ribeirão...
- Mas... olha só... trair você já traiu... me beijou... me acariciou... quase gozou na minha mão... Por que parar por aqui?
Ela titubeou:
- Mas transar é diferente...
- Diferente por quê?
- É diferente...
- Então vamos só para um lugar mais tranqüilo, a gente não precisa transar...
- Não sei... É que também tô com muito tesão... Quero e não quero...
- Então! Vamos!
Pensou, hesitou, pensou mais. Depois de uma pausa longa, aceitou:
- Tá bom... Vamos sim... Mas posso confiar em você?
- Claro que pode. Só tem uma coisa, não conheço nada da cidade...
- Tudo bem, a gente pode ir no motel que meu namorado me leva, eu sei o caminho. Você tá de carro?
- Tô sim.

E fomos. Meio longe, chegamos depois de uns 20 minutos, não tinha a menor idéia de onde estava. No quarto, sentamos na cama e começamos a nos beijar de novo. Tirei a camisa, ela me acariciou o tórax, beijou-o o foi descendo com a boca. Desta vez, ela mesmo abriu minha calça e o colocou para fora. Passou a língua nele todo e depois me chupou. Do jeito que estava excitado, gozei logo na sua boquinha. Tiramos a roupa um do outro. Ela já estava muito melada quando comecei a chupar a sua bucetinha; depois de passar a língua na entradinha, comecei a lamber seu clitóris, com a pontinha da língua. Ela gemia, com a respiração ofegante, levantava o quadril da cama, até explodir num gozo forte, na minha boca.
- Ai... não agüento... Quero você dentro de mim...
Eu já estava ficando duro de novo, pedi para que me chupasse mais. Lambeu, chupou, me masturbou e o colocou entre seus seios, fazendo uma “espanhola” maravilhosa.

Ami Ayukawa
Ami Ayukawa

Pedi que ficasse de quatro. Coloquei uma camisinha e brinquei com ele um pouco na entradinha, antes de penetrá-la, lentamente. Estava muito melada, mas era bem apertada. Segurando firme pelos quadris, fui metendo cada vez mais rápido e forte. Ela gemia, me chamava de safado, tarado, gostoso, o que me excitava mais ainda.
- Come sua putinha... Me fode forte...
Sentia meu pau batendo no fundo de sua bucetinha, via seus peitões balançando no meu ritmo.
- Sua vadia... Vou arregaçar sua bucetinha de tanto meter...
Quando falei isso, ela gozou forte no meu pau. Sentindo suas contrações, cheguei ao clímax também.
Tomamos uma ducha.
Quando voltamos ao quarto, ela viu o relógio:
- Ai... Quatro da manhã... preciso ir para casa.
Na porta de sua casa, nos beijamos mais. Combinamos de nos ver de novo, as minhas duas últimas noites em Piracicaba foram com ela, naquele motel perdido não sei aonde.

posted by Pinkerton at 11:28 PM



Enquete - Garotas/Garotos de Programa

A enquete recebe um total de 69 novos votos, 54 homens e 15 mulheres. No total, houve praticamente um empate: 50,7% já transaram com garotas ou garotos de programa e 49,3%, não.
Separando conforme o sexo, as coisas ficam bem diferentes. 59,3% dos homens responderam que sim e 40,7%, que não. Entre as mulheres, 20% respondeu que sim e 80% que não.

Obrigado a quem participou e votem na nova enquete!

posted by Pinkerton at 4:07 PM



4.11.04

Na Biblioteca

Quando estava preparando minha dissertação de mestrado, passava horas e horas mergulhado nos livros, teclando absorto no meu notebook, na biblioteca da faculdade. O tempo corria, tardes em segundos, eu não percebia o que acontecia ao meu redor. Mas, mesmo assim, comecei a reparar que uma garota oriental, todas as terças e quintas, sentava-se na mesma mesa de estudos que eu, na minha frente. Várias vezes, ao levantar a cabeça para descansar a vista, percebi que ela olhava para mim e, quando olhava em sua direção, voltava rapidamente o olhar para seus livros. Devia ter uns 20 anos, ser aluna da graduação, tinha um rosto delicado, suave. Eu estava tão estressado e preocupado em escrever a dissertação, que não dei maior importância.

Até que, numa terça-feira, ela veio sentar-se do meu lado. Perguntou:
- Se importa se eu sentar aqui?
Respondi que não e continuei a escrever. A minha indiferença deve tê-la incomodado – logo depois foi embora. Só quando fui arrumar minhas coisas para sair, percebi que tinha deixado um bilhete: “Vejo que está muito ocupado. Não quero atrapalhar, mas preciso conversar com você.” Fiquei intrigado, mas, de novo, não dei muita importância. Na quinta-feira, ela cumpriu o mesmo ritual. Cumprimentei a linda garota, ela retribuiu com um sorriso. Perguntei o que tanto precisava conversar comigo.
- É uma longa história... não dá pra conversar aqui... Se puder, me procura amanhã na cervejada de happy-hour no “Bar do Ferraz”.
Disse isto e foi embora.

Fiquei intrigado. Na sexta à tarde, resolvi ir ao “Bar do Ferraz”, que ficava em frente à faculdade. Ela estava lá, bebendo cerveja com uma amiga. Quando me viu, sorriu e fez sinal para que sentasse com elas. Depois de alguns minutos, a amiga inventou uma desculpa e foi embora, deixando-nos a sós.

- Você não lembra de mim, né?
Cara de interrogação. Lembrava dela na biblioteca, nada mais.
- Sou a Andréia, prima da Midori, a gente se conheceu no aniversário dela.
Midori tinha sido minha namorada até dois meses atrás, quando terminamos, ela não agüentou a concorrência com meu mestrado. Caiu a ficha, lembrei de ter reparado nela, estava acompanhada do namorado na festa. Tinha conversado um pouco com ela, mas o namorado, ciumento, não lhe dava espaço. Lembrei, então, de como ela tinha ficado bêbada e fora carregada para casa. Após lhe contar minhas lembranças, ela falou, constrangida:
- É... passei dos limites naquela festa... Mas não agüentava mais o mala do meu namorado... Terminei com ele no dia seguinte...
Pedimos mais uma cerveja.
- Mas o que tanto precisa falar comigo?
Ela ficou vermelha. Desconversou.
- Quando vai defender seu mestrado?
- Se tudo der certo, no mês que vem.
Ela, apesar de um pouco tímida, tinha uma conversa muito agradável. Ficamos horas trocando idéias sobre a faculdade, carreira, baladas etc. Quando nos demos conta, já eram quase onze horas, estávamos na sétima garrafa de cerveja e ela, bem tontinha. Perguntei de novo:
- Mas, Andréia, o que tanto precisava falar comigo?
- É uma longa história, vou contar, mas acho que a Midori vai ficar brava comigo...
- Brava por quê?
- É o seguinte... eu e a Midori somos bi... a gente “fica” de vez em quando... Ninguém mais sabe disso...
Por esta eu não esperava. Nunca tinha me passado pela cabeça a minha ex-namorada ser bi.
- Então... Uma vez ela me contou de algumas coisas que vocês faziam na cama... Fiquei morrendo de vontade...
- Como assim? Fazer o quê?
- Assim... ela me contou que vocês faziam anal... Eu nunca consegui, sempre doeu muito... aí ela falou que pra ela também era assim, mas que você fazia de um jeito especial, que ela até gozou dando atrás pra você...
Agora eu que fiquei vermelho. Sabia que mulheres conversam entre si sobre sexo, posições, talvez até sobre performances, mas isto já estava em desdobramentos insólitos.
Andréia virou o copo de cerveja, colocou-o sobre a mesa e, à queima-roupa, pediu:
- Faz o mesmo comigo?

Fiquei atônito. A cena era absolutamente surreal. A prima da minha ex-namorada, que transou com ela, que mal me conhece, pedindo para eu fazer anal com ela. Olhei descrente para Andréia, sem conseguir falar nada.
- É verdade... Sei que parece que sou louca, mas é verdade... Acho você lindo, muito gato... E tudo que a Midori falou me deixou morrendo de vontade...
Ela então se levantou, deu a volta na mesinha e me beijou. Depois, sussurrou no meu ouvido:
- Me leva pro motel... Você não vai se arrepender...
Eu não tinha mais o domínio da situação, estava ainda atônito, mas já totalmente seduzido.
Fomos para o motel. No carro, ela me acariciava por cima da calça. Quando entramos no quarto, mal fechei a porta e ela tirou toda a roupa. Tinha um corpo delicado, seios pequenos, durinhos, cintura fina, uma bundinha também pequena, mas firme e redondinha. Deitei-a na cama, me ajoelhei na sua frente, com a cabeça entre suas coxas. Beijei, lambi, chupei seu sexo. Passava a língua no seu clitóris, intumescido, na entradinha, totalmente melada. Gozou na minha boca. Tirei minha roupa e coloquei-a de quatro na cama. Passei a língua no seu cuzinho, enquanto a masturbava. Gemendo de prazer, pediu:
- Me come... Quero sentir você dentro de mim....
Coloquei a camisinha e penetrei sua bucetinha, de quatro. Enquanto metia, forte e rápido, acariciava seu cuzinho com um dedo. Andréia, sentindo as repetidas estocadas, fundas, gozou novamente. Virou-se, tirou a camisinha e me chupou intensamente, até eu encher a sua boca com minha porra quente. Engoliu tudo, tirou o que ainda estava no meu pau com seus dedinhos e espalhou sobre seus lindos seios.
- Agora só falta comer o meu cuzinho...

Miho Kiuchi
Miho Kiuchi

Ela estava mesmo determinada. Pedi na recepção um tubo de KY. Fomos tomar uma ducha. Enquanto a ensaboava, massageava seus seios, sua bundinha. Ela retribuía, acariciando meu tórax, minhas costas e meu pau, que logo ficou duro de novo. Voltamos para a cama, ainda molhados. Pedi que Andréia se deitasse de lado, com uma perna dobrada, levantada. Chupei de novo sua bucetinha, seu clitóris, até senti-la novamente molhada e quente. Passei a lamber seu cuzinho, tentando penetrá-lo com a língua, enquanto a masturbava. Coloquei outra camisinha, passei muito KY no seu cuzinho e no meu pau. Encaixei apenas a cabecinha, senti seu anelzinho piscando e, depois, relaxando. Fui entrando lentamente, em etapas, à medida que se abria para mim, sempre acariciando sua bucetinha com os dedos. Quando finalmente, estava todo dentro, esperei um pouco para começar a meter. Primeiro, lentamente, suavemente. Quando a senti totalmente relaxada, com mais prazer que incômodo, pedi para que ficasse de quatro. Entrei novamente, devagar, mas já com bem menos resistência. Ela agora se masturbava, enquanto eu a segurava firme pelos quadris, metendo um pouco mais rápido. Gemeu:
- Isso, tesudo... Come meu cuzinho bem gostoso...
Passei a meter mais ritmado, ela se masturbava intensamente. Gozou forte, senti seu cuzinho se contrair junto, isso fez com que eu também chegasse ao clímax, senti minha porra jorrando de novo.
- Tesão... acho que vou ficar viciada nisso...
E ficou mesmo. Todas terças e quintas, depois de me ajudar com minha dissertação de mestrado, na biblioteca, terminávamos a tarde no motel. Paramos de nos ver só no ano seguinte, quando tive que mudar de cidade, por causa de um emprego.

posted by Pinkerton at 9:15 PM


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