Oriental Spice

Este blog é destinado às asiáticas maravilhosas que circulam pela net, pelos DVDs, vídeos e no imaginário de muita gente. Só fotos de orientais (japonesas, chinesas, coreanas, filipinas, mestiças) sensuais, acompanhadas de contos eróticos!


Blog in portuguese, erotic short stories and asian pictures.

Spicy Questions:

Sexo com Travestis - vote conforme seu sexo, por favor
(H) Não quero nem saber disso!
(H) Tenho curiosidade, mas não coragem
(H) Só falta a oportunidade!
(H) Já fiz
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(M) Tenho curiosidade, mas não coragem
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Diário Secreto de Sumire


30.1.05

A Professora de Literatura

— “Um hálito quente me faz voltar à realidade. Mélie me beija na parte interna das coxas. Já observei que sempre que choro isso lhe dá vontade de me acariciar. Ergo-me na cintura para ajudá-la a retirar minha calcinha e abro as pernas. É delicioso. Sua língua pontiaguda brinca com meu desejo, seus dedos me separam. Deixo-me ir e ser transportada pelo prazer. Gemo fracamente. Afasto sua cabeça de meu ventre e beijo-lhe os lábios repletos de meu perfume. Ela pega minha mão e a conduz até seu sexo. Meus dedos se fecham sobre uma pequena moita rechonchuda, voltada para mim, porém Mélie empurra com brutalidade minha mão no momento em que a porta se abre.”

Fechou o livro sobre o colo e ficou me olhando da cama, através do espelho, para ver qual seria a minha reação.

Aluna no Espelho

Tive vontade de dizer: “Preciso ir ao banheiro”, mas eu tinha acabado de sair do banho e vir do banheiro. Eu estava mortificada pela timidez e pelo desejo. Nesse momento eu soube que, além de amá-la, eu também a desejava.

Havia alguns meses, ela viera para substituir a professora de literatura francesa que havia saído de licença para ganhar os gêmeos. Eu gostava muito de literatura, mas a professora fazia com que isso fosse uma tortura, pois tínhamos que decorar períodos, datas e nomes para as provas (então literatura na faculdade era a mesma merda que era no colegial?). Eu estava frustrada. Foi quando ELA surgiu na minha vida, ouviu os alunos e disse que tinha uma outra proposta para nós. Então eu soube que ainda tínhamos salvação.

Ela devia ter entre 35 e 40 anos, mas, de certa forma eu achava que ela também tinha uns 18, pois não nos olhava como se fosse a “rainha toda poderosa” e nós os seus súditos, como vários professores-doutores-de-merda costumavam fazer, e, ao invés de nos fazer decorar coisas, nos fazia pensar. Aquilo que ela estava fazendo comigo, com a minha cabeça e com meu espírito era impagável e eu a amava por isso. Ela tinha um certo fetiche pela cultura japonesa e me fazia várias perguntas sobre um monte de coisas e me olhava fascinada enquanto eu explicava o que sabia (para mim, normalidades, pois meus pais são japoneses e íamos vez ou outra para o Japão para visitar parentes).

Nesse dia tínhamos voltado de um congresso de Lingüística que acontecera em Campinas e ela oferecera carona, já que eram duas da madrugada e ela morava no mesmo bairro onde ficava a minha república. Quando cheguei ao prédio, cadê a chave?? E ninguém atendia o interfone.
— Criança, entra no carro. Você pode dormir na minha casa hoje.
Na hora me veio um comentário feito por uma colega: “Sabia que todas as professoras de literatura são sáficas?”. Será mesmo? Eu ia saber dali a pouco.

Ela continuou me olhando pelo espelho, enquanto eu terminava de passar creme e me ajeitava para dormir... na cama de casal dela... ao lado dela... Acho que ela esperava que eu comentasse o trecho do livro que discutiríamos na terça que vem, mas eu não sabia o que dizer.
— Já leu essa parte? – ela perguntou.
— É um pouco apelativo – comentei, sem muita convicção.
— Por quê?
— Porque acho que ela só escreveu isso para vender... acho que a Régine Deforges não tem compromisso nenhum com a literatura, ela não me diz nada, não me acrescenta nada. Não vejo a hora de a gente discutir Marguerite Duras.
Eu havia sentado na beira da cama, quando notei que ela me olhava daquele mesmo jeito que ela costumava olhar quando eu falava sobre a cultura japonesa.
— Você vai dar uma ótima crítica literária.
— Crítica, sim, literária, não sei.

Ela continuava me fitando e então eu disse que ia me deitar.
— Claro, fique à vontade.
Como eu estava cansada, acabei adormecendo rápido. Quando acordei, a luz do poste entrava pela cortina e senti sua mão sobre a minha coxa. “Devo estar sonhando.” Olhei para ela, que permanecia com os olhos fechados. Estaria mesmo dormindo? Tive vontade de beijá-la, de acariciá-la. Me aproximei e beijei sua boca de leve.
— Por que não continua? – perguntou, olhando para mim.
Levei um susto.
Ela então tirou a mão da minha coxa e passou-a pelo meu cabelo. Fechei os olhos para sentir melhor o prazer daquele momento. Eu sentia meu coração batendo rápido... tum-tum-tum-tum. Como eu a desejava! Abri os olhos e me aproximei de seus lábios. Beijei-a devagar, depois contornei seus lábios com a língua e introduzi-a em sua boca até encontrar sua língua. Nos beijávamos calorosamente enquanto ela passava sua mão entre as minhas coxas, acariciando a minha xaninha por cima da calcinha. A minha mão adentrou sua camisola e pude sentir seus mamilos durinhos. Ajudei-a a tirar a camisola e depois continuamos a nos acariciar; ela colocou a mão dentro da minha calcinha, lubrificou os dedos no meu líquido e deslizou-os em meu grelinho já intumescido. Tirou minha calcinha e minha camisola e eu aproveitei para tirar sua calcinha. Ela conduziu minha mão entre as pernas dela e fez com que eu a penetrasse com dois dedos e, enquanto eu fazia movimentos de vai-e-vem, ela me masturbava com os dedos. Depois ficou com uma perna de cada lado do meu quadril, por cima de mim, chupou meus seios e lambeu todo o meu corpo até chegar na xaninha. Passou a língua no meu grelinho túmido e no meu cuzinho. Pedi pra ser penetrada e ela o fez com os dedos enquanto continuava a me chupar. Senti quando ela penetrou de leve um dedo no meu cuzinho, gemi baixinho. Depois ela voltou a lamber o meu grelinho e eu gozei na boca dela. Eu estava entorpecida de prazer e me recuperando, quando ela se levantou e foi até o guarda-roupa... voltou com uma calcinha com dildo de silicone. Eu nunca tinha visto aquilo na vida. Pediu para que eu vestisse e a penetrasse. No início hesitei, mas fui dominada pelo desejo e não resisti. Ela se deitou novamente, acariciei todo seu corpo, abri delicadamente suas pernas e depois sua xaninha com os dedos, chupei seu grelinho inchado e vermelhinho, penetrei-a com um dedo, lambendo-a um pouco mais e depois introduzi a ponta do dildo nela. Tudo era novo para mim e eu me sentia desajeitada, mas, vendo que ela sentia prazer com aquilo, introduzi lentamente o resto do dildo para dentro dela e continuei fazendo movimentos de vai-e-vem, enquanto masturbava-a com os dedos. Ela gemia de prazer e eu me sentia cada vez mais excitada com o prazer dela. Até que ela explodiu em um orgasmo trêmulo e sem palavras. Enquanto eu tirava a calcinha com o dildo, me puxou para si, deu um beijo na minha testa e disse:

— Já está na hora de criança dormir.

Fingi para mim mesma que ela não iria embora para dar aula em outra universidade, em outra cidade, no mês seguinte e dormi em seu abraço de ninar.

Escrito por Sumire

posted by Pinkerton at 11:24 AM



27.1.05

DP

Conheci esta japonesinha na Internet, numa sala de imagens eróticas. Entre closes ginecológicos, urológicos e proctológicos, disse-me que tinha 25 anos, que adorava menàge e dupla-penetração. Era casada; o marido, bom de cama, mas careta. Então o traía apenas se fosse para sair com dois homens. Não botei muita fé, achei que era mais uma que entrava nestas salas apenas para fantasiar.

Teclamos mais algumas vezes, até que, em um sábado à tarde, falou que estava sozinha em casa, o marido tinha ido pescar com amigos e só voltaria no domingo à tarde. Como a conversa já estava um tanto quanto quente, propus que nos encontrássemos. Respondeu que adoraria, mas que só traía o marido pela tara dela. Ou seja: ou eu arranjava mais alguém, ou nada feito. Achei que estava só querendo dar uma desculpa e sugeri que nos conhecêssemos e, se pintasse um clima, eu ligaria para um primo, que sei que também topa estas paradas. Não é que ela concordou?

Marcamos num barzinho em Pinheiros. Ela chegou bem atrasada, eu já estava quase indo embora. Era linda! Um pouco mais alta que a média das orientais, seios pequenos e uma bundinha maravilhosa! Começamos a conversar e a beber. Depois da segunda caipirinha, ela não parava mais de falar sobre sexo. Por debaixo da mesa, comecei a acariciar suas coxas, o que ela retribuiu. O tesão foi aumentando, até ela pedir: “liga logo pro seu primo, por favor”. Comecei a digitar os números, torcendo para ele estar “disponível” – eu estava tão incrédulo que nem tinha lhe dado um toque antes. Caiu na caixa postal. Devia estar comendo alguém, pensei. Tentei de novo. Ele atendeu, com uma puta voz de sono – tinha tomado um fora da namorada, ficou em casa. Expliquei o que estava rolando, ele achou que eu estava de gozação. Quando o convenci de que era verdade, combinamos de nos encontrar no meu apartamento em uma hora.

Meia hora depois eu já estava em casa, com aquela japonesa ninfomaníaca e deliciosa. Tomamos mais um whisky, entre beijos e pegadas. Quando meu primo chegou, eu já estava só de cueca e ela, só de calcinha. Dois minutos depois, estávamos todos nus no sofá.

Sung Hi Lee

Caiu de boca no meu pau, enquanto meu primo chupava sua bucetinha. Louco de tesão, colocou uma camisinha e enfiou fundo, de uma vez, enquanto a japonesinha literalmente engolia o meu pau. Já não sabia mais se chupava ou gemia de tesão e, logo depois, gozou, um pouco antes do meu primo. Deitei-me no chão, coloquei uma camisinha e ela veio por cima. Sentou-se lentamente no meu pau, engolindo milímetro por milímetro, até bater no fundo. Alucinada, começou a me cavalgar. Enquanto rebolava em mim, chupava aqueles peitinhos pequenos, durinhos e pontudos. Meu primo, vendo a cena, logo ficou duro de novo. Começou a dedilhar seu cuzinho, o que a deixou maluca de tesão: “vem, me fode atrás, quero essas duas picas gostosas dentro de mim”. Lambuzou o pau encapotado de KY e foi entrando. A japonesa safada urrava de tesão: “isso, mete fundo, me arregaça”. Gozei forte e ela também. Ela então ficou de quatro, enquanto meu primo continuava bombando no seu rabinho, até gozar. Eu, rapidamente refeito, nem deixei que mudasse de posição. Meti na sua bucetinha quente e melada, até que gozasse de novo. Passei KY e meti naquele cuzinho safado, enquanto meu primo se deliciava nos seus peitos e massageava seu grelinho. Como já estava “amaciado”, pude enfiar forte. A cada estocada, ela gemia alto, gostoso. Tentei segurar ao máximo, mas aquilo era excitante demais, gozei forte. Dormimos juntos no carpete e, de manhã, rolou um repeteco.

Desde então, uma vez por mês, quando o marido dela vai pescar, fazemos uma festinha no meu apartamento.

O nome dela? O nick? Não falo nem a pau.

posted by Pinkerton at 12:40 AM



26.1.05

Enquete: Você já transou com alguém que conheceu pela Internet?

Tivemos um total de 100 votos, 14 de mulheres, 86 de homens.

Entre os homens, 53,5% já transaram com alguém que conheceram pela Internet e 46,5%, não.

Entre as mulheres, 50% respondeu que sim e 50%, que não.

Obrigado pela participação e votem na próxima enquete!

posted by Pinkerton at 3:36 PM



25.1.05

República Caliente

Telefone.
- Oi, Rodrigo! ... Tudo, meu amor ... Eu também ... Sei ... Ah, então por que não vem aqui? A Drica saiu, vai voltar bem tarde ... Tá bom então ... Tô te esperando.

Mayumi fazia faculdade em outra cidade, longe dos pais, e dividia o apartamento com a Drica, colega de turma. Eram boas amigas, mas Mayumi achava-a meio estranha. Gostava de andar nua pelo apartamento, às vezes sumia por um ou dois dias, sem dar nenhuma satisfação: “estava por aí, acabei dormindo na casa de amigos”.

Mayumi e Rodrigo namoravam fazia quase um ano. Tinham um relacionamento quente, rolava muito tesão entre os dois. Sempre que estavam juntos, davam um jeito de transar, nem que tivesse que ser no carro, num banheiro ou nas escadarias do prédio.

Rodrigo mal entrou no apartamento, ela já o puxou para o quarto. Tiraram a roupa rapidamente e pularam na cama. Beijos, carícias, um tocava o sexo do outro. Ele já estava colocando a camisinha quando ouviram alguém entrar. Era a Drica. Nem tiveram tempo de se cobrir com o lençol.

- Uau! Que cena! – e começou a rir maliciosamente.
- Desculpa, Drica... Achei que ia voltar tarde...
- Não precisa se desculpar. Eu também adoro sexo. Acho isso tudo muito normal.Podem continuar – falou, mas continuou na porta, olhando para o corpo nu de Mayumi.
Rodrigo e Mayumi se entreolharam, sem entender nada.
Drica não se conteve:
- Ai, gente, tô muito excitada. Queria estar aí na cama com vocês. Posso?

Os dois namorados adoravam sexo. Mas nunca tinham feito menàge, na verdade nem nunca tinham conversado sobre o assunto. Pasmos, não sabiam o que responder. Diante do silêncio paralisante, Drica tirou a roupa e caminhou na direção da Mayumi. Deu um “selinho” em sua boca, depois chupou aqueles peitinhos orientais lindos. Ora sugava, ora passava a língua nos biquinhos durinhos, que denunciavam o tesão inesperado que Mayumi sentia. Deu-lhe um banho de língua e acabou com a cabeça entre suas pernas, passando a língua naquela bucetinha raspadinha, na entradinha, no clitóris. Mayumi gemia baixinho, gostoso, e Rodrigo, depois de passado o espanto, ficou excitado de novo. Ajoelhou-se ao lado de Mayumi e colocou seu pau duríssimo em sua boca. Ela o chupava deliciosamente, enquanto sentia a boca de Drica na sua bucetinha.
Drica então deitou-se na cama e sugeriu que Mayumi sentasse com a bucetinha em seu rosto. Continuava sentindo aquela língua gostosa no seu clitóris, enquanto Rodrigo a beijava e lambia seus peitinhos. Drica então ofereceu:
- Não quer sentir o gosto da minha xaninha?
Mayumi deitou-se por cima dela e iniciaram um delicioso 69. Rodrigo, atrás delas, via a bundinha da sua namorada e a língua de Drica em sua bucetinha. Excitado, passou a lamber o cuzinho dela. Na primeira passada de língua, Mayumi soltou um gemido alto, cheio de tesão. Foi quando sentiu vontade de comer o seu cuzinho. Colocou uma camisinha, melou seu cuzinho com um hidratante, na falta de KY, e encostou a cabecinha. Drica, percebendo a situação, chupava a bucetinha dela como nunca. Rodrigo foi entrando devagarzinho. Nunca foi tão fácil penetrar aquele cuzinho apertado! Começou a meter ritmado, cada vez mais forte. Drica acariciava suas bolas, enquanto continuava a chupar a bucetinha da Mayumi, que logo gozou. Drica então pediu para ser comida. Rodrigo trocou de camisinha e enfiou forte na bucetinha quente da amiga da sua namorada. Meteram de quatro e logo explodiram num gozo alucinante.

Drica então contou que nas noites em que sumia, ia a casas de swing. Mayumi e Rodrigo gostaram tanto da experiência que começaram a ir junto e viraram adeptos.

Charmane&Miko
Charmane Star & Miko Lee

posted by Pinkerton at 12:49 AM



21.1.05

Enquete: com que freqüência você lê "Oriental Spice"?

Foram computados 100 votos.

1º - É a primeira vez que venho aqui - 75%
2º - Todos os dias - 10%
3º - Algumas vezes por semana - 9%
4º - Quase todos os dias - 3%
Algumas vezes por mês - 3%

Obrigado pelas visitas e votem na próxima enquete!!!

posted by Pinkerton at 11:49 PM



18.1.05

A Estagiária

Meus últimos dez anos foram em função do trabalho. Formado em engenharia pela Poli, acabei trabalhando na área financeira de um banco americano, que me deu a oportunidade de ficar dois anos nos EUA, fazendo MBA. Voltei como Diretor Financeiro da filial brasileira. Trabalho, em média, 16 horas por dia, sem contar uma viagem mensal aos EUA e idas semanais a outras cidades do Brasil.

Ah, também casei. Tive um filho. Minha esposa, depois de alguns anos, começou a beber. Não sei por quê. Meu filho, apesar de estar em um excelente colégio, já repetiu duas vezes de ano e vive na diretoria – coisas de colégio muito exigente. Já tive muita raiva da minha esposa, afinal, ela com seu alcoolismo, arruinou nosso casamento. Ficou gorda, disforme, deprimida. Mas a raiva passou. Hoje tenho dó dela. E, como bom marido, pago os melhores psiquiatras e endocrinologistas. Mas ela deve ser um caso muito difícil mesmo, não melhora, é uma mulher muito doente. Não preciso dizer que meu tesão por ela acabou. Mas é a mãe dos meus filhos. Por ela, para poder manter o casamento, procuro prazer fora. Assim consigo manter uma vida familiar sem problemas.

Mas o que quero contar é de uma estagiária que começou na firma faz um mês. É uma japinha linda, peituda! Sensual, adora usar jeans bem apertado. Vive provocando os gerentes e diretores, dando indiretas. No mês passado, antes de uma reunião, o Henrique, Diretor de Recursos Humanos, contou que tinha conseguido comer a Midori (o primeiro nome dela é Virgínia, mas prefere ser chamada pelo do meio). Devia ser mesmo uma putinha. Convidou-a para jantar no Figueira, ela aceitou. Levou-a para casa, ela o chamou para subir e tomar um uísque. Acabaram na cama. E o Henrique ainda deixou escapar que ela faz um boquete fabuloso. Resolvi tentar a minha sorte.

Convidei-a para jantar, disse que poderia escolher o restaurante. Ela aceitou, com um sorriso malicioso, desde que fosse no Fasano. E teria que ser no sábado, pois estava terminando de escrever o TCC, que entregaria na sexta. Concordei, fiquei de pegá-la às oito. Cheguei pontualmente. O porteiro interfonou, ela mandou avisar que ainda não estava pronta e que eu subisse. Toquei a campainha, ela gritou que estava no banho, que a porta estava aberta, que eu trancasse depois de entrar. Foi o que eu fiz. Mal fechei a porta, ela pediu que eu entrasse no seu quarto, para ajudar a escolher o sapato. Quando a vi, estava sentada na cadeira, só de shortinho de jeans, com uma flor no cabelo. “Estou sem apetite... Apenas com fome de ser comida...” – estas palavras me subiram às duas cabeças.

Akira Fubuki
Akira Fubuki

Caí de boca nos seus seios maravilhosos. Tirei seu shortinho, chupei sua bucetinha. Melada, quente, deliciosa. Gozou. Tirou minha roupa e abocanhou meu pau. O Henrique tinha razão. Era um boquete de outro mundo. Lambia as bolas, o pau. Chupava. Engolia ele todo. Beijava a cabecinha. Pediu que a comece. Não tinha camisinha. Ela falou que tudo bem, que tomava pílula. Doido de tesão, comi aquela putinha safada. Por cima. De lado. De bruços. De quatro. Só tirei quando senti que estava gozando, esporrei na sua linda bundinha, respingou até nas suas costas e no seu cabelo. Elogiou meu pau, meu jeito de meter. Me chupou de novo, até ficar duro na sua boquinha. Comi ela de quatro, acariciando seu cuzinho lindo com um dedo. “Quer o meu cuzinho também? É todo seu”. Foi a seco, mas ela agüentou bem. Enchi seu cuzinho de porra. Foi uma bela trepada.

Ontem ela apareceu na minha sala. Com um teste de gravidez positivo. Pediu R$100.000,00 para abortar. “É seu, tenho certeza”.

Hoje cruzei com o Henrique: “Sabe a Midori? Disse que está grávida. E de mim. Quer R$100.000,00 para abortar. Acredita?”

É. Não dá mais para confiar nas mulheres.

posted by Pinkerton at 10:25 PM



15.1.05

O Professor e a Aluna

Lacrou o envelope com cola. Olhou pela janela. Ainda podia desistir, se quisesse. Se quisesse. Mas não podia. Colocou o envelope no meio do fichário e desceu para jantar.

...

Ao terminar de ler, tirou os óculos e cruzou os dedos sobre a mesa. Não sabia o que pensar. Seria uma brincadeira?
No dia seguinte soube que não. Quando a aula terminou e depois que todos saíram, ela passou a chave na porta, trancando-os por dentro na sala.
— Leu a minha carta?
— Li – respondeu, enquanto juntava seus pertences.
— E aí?
Evitava olhar para ela; sabia que seria tomado pelo mesmo desejo que sentira ao ler certas passagens da carta: “... posso te levar ao delírio...”, “... você vai sentir prazer como nunca na vida...”. Olhando para ela, ninguém diria que era capaz de escrever coisas desse tipo, até então seu desejo era sublime... será que ela percebia quando ele olhava para suas coxas durante as aulas? Quando se virou para ela, havia baixado a saia e estava tirando a blusa.

A Aluna

Ficou estarrecido, medo e desejo se misturaram assim que ele se aproximou dela, pedindo para que ela se vestisse.
— Aqui, não.
— Onde, então?
— No “Chão de Estrelas”, conhece?
— Já fui lá com meu namorado.
“É uma vadia mesmo”, pensou, mas logo reprimiu o pensamento. Se ela era vadia, ele era o quê? Um canalha que estava se rendendo a uma proposta indecente com sua aluna menor de idade. Treparia com ela, aproveitando-se de seu desespero, pois ela tinha que passar de ano a qualquer preço. Era seu último ano do colegial, depois, a faculdade, iria para outra cidade, quem sabe outro país, e esqueceria aquela sujeira.

No dia seguinte, a última aula dele acabava às 15h. Ela então matou as duas últimas aulas para que pudessem ir ao “Chão de Estrelas”.
No carro, reparou no fichário de Hello Kitty, repleto de corações, sobre o colo dela. Era uma menina. Teve vontade de desistir, passá-la de ano sem a necessidade daquilo, mas seu desejo era incontrolável. Já não sabia se o que o excitava mais era o fato de ela ser oriental ou menor ou o fato de a situação ser uma coisa “imoral”.
Ela sentia o perfume que ele colocara especialmente para a ocasião. “Até que ele tem bom gosto”, pensou. Estava mais calma do que achou que estaria. Olhava o trânsito, as ruas, quase sem estar ali.

Passaram em uma lanchonete para comer algo. Beberam umas cervejas. Agora ambos se sentiam mais à vontade. Ele tentava ser gentil. Ela gostava dele, era uma pessoa legal, só que francês não era seu forte mesmo. Depois de várias notas baixas e uma trepada com o professor, adeus colégio francês!

...

No início foi um pouco constrangedor, não sabiam por onde começar. Ela tirou a sandália e deixou-a em um canto do quarto, enquanto ele pedia um champanhe pelo telefone, que veio logo em seguida, acompanhado de duas taças. Beberam e, já altos, ele começou a beijá-la no pescoço e, logo depois, procurou sua boca. Beijavam-se primeiro de leve, e depois com vontade, línguas se enroscando. A percepção dela estava lenta, às vezes tudo parecia rodar, realidade e imaginação se mesclavam num ambiente de sonho, estava completamente inebriada. Ele abriu o zíper e conduziu a mão dela para dentro de sua calça. Acariciando-o, ela cochichou para que ele a chupasse. Então ele deitou-a na cama, acariciando suas coxas, várias vezes desejadas durante as aulas, e baixou sua saia. Beijou suas pernas, coxas e barriga, passou a língua em seu umbiguinho e, com os dedos, acariciou-a entre suas pernas, sobre a calcinha, antes de retirá-la e começar a lambê-la ali, entre seus pêlos macios. Lambeu-a até seu grelinho ficar túmido e vermelhinho, ele estava quase explodindo de desejo. Introduziu um dedinho em sua xaninha bem lubrificada e, enquanto fazia movimentos de vai-e-vem, sentiu que ela gemia baixinho e não pôde mais adiar, tinha de comê-la naquele instante! Sacou uma camisinha do bolso e, depois de tirar, desajeitadamente, calça, camisa, sapato e cueca, colocou a camisinha sabor morango; deitou-se ao lado dela, por trás, e fez com que ela, de lado apoiasse uma de suas pernas sobre ele, e penetrou seu buraquinho molhado e quente, devagar, pois tinha um certo receio de machucá-la. Ela gemia abafado e ele achou que podia aumentar o ritmo de suas estocadas; foi o que fez, agora acariciando com os dedos seu grelinho ainda mais inchado. Depois de um tempo, ele quis mudar de posição e aproveitou para tirar a blusa e o sutiã, chupando seus mamilos durinhos. Ficou por cima e encaixou-se nela, beijando-a na boca com desespero. Ela mantinha os olhos fechados, talvez imaginando outra pessoa ali com ela, talvez para sentir mais prazer, nem ela sabia. O gozo dele veio logo, o dela veio em seguida. Depois disso, permaneceram deitados.
Entorpecida, ela conseguiu dizer:
— Tu es vraiment magnifique! – e riu. Essa frase era dele. Era o que ele dizia em sala quando alguém acertava uma pergunta.

...

No último dia de aula, ela foi até o mural para ver a nota da prova de recuperação que havia feito dias antes: DEZ.

Escrito por Sumire

posted by Pinkerton at 12:19 AM



13.1.05

Enquete: Até onde vai seu interesse pelas orientais?

100 leitores/leitoras participaram desta enquete.

Resultado:
1º - eu curto, mas ainda não rolou nada com nenhuma - 42%
2º - sou fissurado, quase só fico/transo com orientais - 23%
3º - eu curto e já transei com mais de uma - 15%
4º - eu curto e já transei com uma - 9%
5º - eu curto e já fiquei com uma - 6%
6º - eu não curto, nem sei por que entrei neste blog - 5%

Apenas 5% de quem acessa este blog não curte orientais. 42% curte, mas ainda não teve a felicidade de ter algo com uma.
A maioria (53%) já ficou ou transou com pelo menos uma oriental. Interesante notar a progressão: 6% ficou, 9% transou com uma, 15% transou com mais de uma e 23% são fissurados. Será que as orientais viciam????

O que vc acha? Comente!!! e Vote na próxima enquete!!!


posted by Pinkerton at 12:07 AM



11.1.05

A Enfermeira e o Paciente - continuação


Para ler a primeira parte deste conto, clique aqui:
A Enfermeira e o Paciente

Eu estava totalmente confusa. Constrangida, envergonhada, mas também morrendo de tesão. Aquele moleque sarado e safado tinha me deixado muito excitada, mas fomos interrompidos antes que eu conseguisse gozar. Agora estava frente a frente com o Dr. Cláudio, o médico mais charmoso daquele Pronto Socorro. Tinha 40 e poucos anos e era o chefe da Ortopedia. Solteiro, sempre bronzeado, roupas impecáveis, tinha uma linda BMW. Ele, também objeto do meu desejo, tinha agora o meu destino em suas mãos.
- Mas, Dr. Cláudio...
- Mas o quê? Não percebeu a gravidade da sua situação? Pode ser expulsa da faculdade! Vai querer que eu leve o assunto à Superintendência? Ou vai querer resolver isso comigo depois do plantão?
O seu jeito firme e enérgico me deixou ainda mais excitada. Não conseguia mais controlar meu tesão. Fui até a porta.
- Vai embora? Quer ser expulsa?
Não respondi. Apenas tranquei a porta. Lentamente, caminhei na direção do Dr. Cláudio e sentei-me no seu colo. Beijei sua boca. Sussurrei no seu ouvido:
- Pra que esperar mais 4 horas se podemos resolver isso agora?
- Mas estamos no Hospital!
- Eu sei que você já traçou outras enfermeiras aqui! A Vânia, a Shirley e a Regina, só pra falar das que eu tenho certeza...
Respondeu levantando meu vestido. Tirei seu pau duro pra fora e comecei a chupá-lo. Era o meu segundo em menos de uma hora! Me senti uma devassa, mas isto me deixava ainda mais excitada. Lambi, chupei, punhetei aquele pau duro e enorme, até ele mandar eu parar e ficar de costas pra ele, debruçada sobre a bancada.

Enfermeira

Puxou minha calcinha de lado e passou sua língua na minha bucetinha. Depois no meu cuzinho. Me chupava deliciosamente. Eu estava quase gozando de novo quando ele parou e foi até sua maleta pegar uma camisinha. Enquanto ele abaixava as calças e a cueca e a colocava, tirei a calcinha e acariciei minha xaninha até gozar. Estava pronta para receber aquele pau delicioso. Me pegou firme pelo quadril. Falando que eu era mesmo uma putinha safada, encaixou a pontinha e me penetrou de uma vez. Senti minha bucetinha sendo arregaçada, ele metia sem dó, cada vez mais forte, selvagem. Apertava minha bundinha e repetia:
- É disso que você gosta, né? Sua putinha... De um pau bem grosso arregaçando sua bucetinha safada...
Gozei mais uma vez naquele pau delicioso.
- O que você fez muito muito grave. Só vou poder te desculpar se me der o cuzinho também...
- Mas, Dr. Cláudio...
- Nada de “mas”. Vai ter que ser assim.
Só tinha dado o cuzinho uma vez, com o meu ex-namorado, que era bem menos dotado. Tinha gostado, apesar da dor no começo, mas aquele pau enorme me deu um pouco de medo. Mas eu não tinha alternativa. Estava totalmente, literalmente, em suas mãos.
- Vai devagar, por favor...
Lubrificou meu cuzinho com o líquido da bucetinha, penetrando antes com o dedo melado. Colocou a cabecinha e foi pressionando lentamente. Para ajudar a relaxar, eu me masturbava. Doeu no início, mas eu estava achando bom. Começou a meter, primeiro devagar. Quando percebeu que eu estava agüentando bem, aumentou o ritmo. Eu ainda sentia um pouco de incômodo, mas o tesão era muito maior. Ele bombava forte, com ritmo, comia meu cuzinho bem gostoso. Quando senti que gozou, gozei também, mais uma vez.
O Dr. Cláudio foi até o banheiro lavar-se.

***

Enquanto lavava meu pau na pia, senti vontade de rir. De rir de prazer, de alegria. Fazia tempo que queria comer esta enfermeirinha, só não sabia como. Não é que ela me entregou a chance de bandeja? Só não imaginava que ela fosse assim tão fogosa, que gostasse tanto do assunto. Sempre deu uma de difícil, mas naquele dia descobri que ela queria tanto quanto eu (ou talvez até mais). Vi que esta eu poderia traçar quando bem entendesse. Voltei para a sala dos médicos. Ela me olhou com uma cara safada, de quem adorou o que tinha acontecido e que queria mais. Até teria vontade e disposição para um “segundo round”, mas já estávamos muito tempo lá dentro, não poderia levantar suspeitas. E precisava deixar bem claro que quem comandava a situação era eu.
- Está dispensada, Mitie. Pode ir.
Vestiu a calcinha, deu uma ajeitada no vestido e estava quase na porta, quando acrescentei:
- Pode ser que mais pra frente eu precise de você de novo...
- Estarei sempre à sua disposição...

continuado por Pinkerton

posted by Pinkerton at 1:05 AM



8.1.05

A Enfermeira e o Paciente

Eu e meu primo estávamos em cima do telhado da república, mexendo na antena parabólica, quando uma das telhas em que eu apoiava os pés cedeu, deslizei e caí sobre a grama do jardim da frente. Depois da queda, ouvi vozes me chamando, que aos poucos foram sumindo... acordei um tempo depois, meio zonzo e com uma dor insuportável no braço esquerdo. Me levaram pro hospital mais próximo, onde soube que teria que engessar o braço e ficar em observação por 24 horas. Meu primo e mais dois amigos da república entraram no quarto fazendo bagunça, mas logo tiveram que se retirar, na verdade foram expulsos pela enfermeira. Se despediram, ainda bagunçando, e disseram que me pegariam no dia seguinte.
A enfermeira era uma japonesinha, bem gostosinha, por sinal. Foi conversando comigo pra me distrair, enquanto colocava camadas de coisas em mim, algodão, depois gaze e sei lá mais o quê; me falou que era estagiária, ainda estava estudando enfermagem, mas que eu não precisava me preocupar porque ela “fazia tudo direitinho” – nisso, senti um quê de malícia, ou seria só impressão? Com aquela bundinha e aquelas pernas, nem precisava ter me distraído com conversa. Às vezes ela se debruçava sobre mim e eu olhava descaradamente para os peitinhos dela (o decote do vestido era bem generoso).
— Você gosta do meu peito?
— Ooopa!!
— Nunca viu peito na vida?
— Como os seus, não.
Nisso, riu e mudou de assunto. Disse pra eu ficar quietinho que o gesso ficaria duro em meia hora mais ou menos. Duro eu é que estava ficando, com aquela gata cuidando “direitinho” de mim.
Enquanto ela me atendia, reparei que um dos médicos ficava secando a bunda dela!, mas ela não via ou fingia não ver; quando ela saiu, ele ficou contemplando o rebolar dela – que tarado! Eu achava que essas coisas só aconteciam em filme...
Depois de meia hora, ela voltou. Havia um vozerio no corredor, então ela fechou a porta. Sentou na beira da cama em que eu estava, com a prancheta na mão e foi fazendo umas perguntas. Uma hora ela cruzou as pernas, deixando boa parte da coxa à mostra: eram lindas as pernas dela.
Depois das perguntas, ela se levantou e veio até mim...

Enfermeira


***

Cheguei perto dele para conferir se o gesso já havia endurecido. Achei que daria uma boa enfermeira mesmo, tinha feito um bom trabalho. Mas o melhor estava por vir. Ele tinha um corpo bonito, malhado, e estava só de bermuda; percebi que tentava disfarçar a excitação com a mão. Tive vontade de rir, mas a verdade é que aquilo me deixou excitada também. Deixei a prancheta e o estetoscópio em uma mesinha do lado da cama e fingi estar verificando melhor o gesso, enquanto minha mão deslizava para objeto do meu desejo. Acariciei-o sobre a bermuda, fazendo movimentos suaves, mas logo minha mão penetrou sua bermuda e eu pude senti-lo completamente rígido, e saber que ele estava assim por minha causa me excitava. Ele então me puxou para si, desabotoando os primeiros botões do meu vestido, para acariciar melhor os meus seios, cujos bicos já estavam durinhos também. Desabotoei sua bermuda e abri o velcro, afastei um pouco a cueca e agora eu podia vê-lo, imenso e excitante, enquanto eu batia uma para ele.
A minha intenção era parar por ali, mas fiquei louca de vontade de chupá-lo, aquela ponta vermelhinha me excitava muito, queria que ele gozasse, quente, na minha boca. Comecei a lambê-lo, primeiro na pontinha e depois de cima para baixo e vice-versa, engolindo-o em seguida, enquanto passava os dedos por suas bolas. Enquanto isso, ele havia virado a minha bundinha para ele e começara a passar a mão nas minhas coxas. Percebi quando ele afastou um pouco minhas pernas para poder enfiar o dedo por dentro da calcinha e sentir minha umidade. Baixou um pouco a calcinha e me tocou com vontade. Seus dedos deslizavam facilmente por meu clitóris e pelo buraquinho porque eu estava muito molhada, às vezes o safado enfiava um ou dois dedinhos dentro de mim e eu gemia de prazer.
— Quero te chupar, gostosa!!
Eu já havia perdido o controle da situação faz tempo, não podia parar naquele momento. Me levantei, tirei a calcinha, chutando-a para baixo da cama e subi na cama, posicionando-me de quatro, de modo que ele pudesse me chupar também. Continuei chupando-o com vontade, queria-o todo dentro da minha boca. Eu o sentia me acariciar com sua língua quente de veludo ao mesmo tempo em que me penetrava com seus dedos, lubrificando-os com meu próprio líquido; às vezes abria minha xaninha com as mãos para poder chupá-la melhor, às vezes enfiava o dedinho no meu cuzinho piscando de tesão. Eu estava quase gozando, quando senti seu líquido em minha boca quando ouvi o barulho da porta se abrindo.
— Mas o que está acontecendo aqui?!
Ouvi a porta sendo fechada rapidamente e consegui limpar a boca antes de erguer a cabeça para ver quem era. Era o médico plantonista. Pulei cama abaixo, arrumando e abotoando meu vestido, ao mesmo tempo em que o paciente ajeitava a bermuda. Ainda consegui encontrar minha calcinha e colocá-la, enquanto ambos olhavam para mim naquele clima constrangedor.
— Dr. Cláudio... eu estava...
Depois de um breve silêncio, disse:
— Eu sei muito bem o que você estava fazendo, Mitie... quero ter uma conversa particular com você. Me espere na sala dos médicos, por favor.

Saí do quarto preocupada com o que poderia acontecer comigo dali em diante.
Fui para a sala dos médicos e fiquei esperando lá. Quando o Dr. Cláudio abriu a porta, me levantei.
Ele fez sinal para que eu ficasse sentada e puxou uma cadeira, sentando-se na minha frente, de modo que pudesse me encarar. Foi direto:

— Mitie, sua situação é delicada. Mas isso pode ficar entre nós se a gente puder resolver isso fora do hospital... depois do meu plantão, pode ser?

Eu sabia que ele me desejava faz tempo. Mas ele não sabia que o desejo era recíproco.

(continua)

Escrito por Sumire

para ler a continuação, clique aqui:
A Enfermeira e o Paciente - continuação

posted by Pinkerton at 3:10 PM



4.1.05

Garoto de Programa Mais Ela

Identidade Preservada
L.D.K.

Depois de terminar a matéria sobre mulheres e garotos de programa, meu conceito sobre a questão havia mudado. Pude entender melhor as mulheres que pagam para ter prazer com homens que elas nunca viram na vida, assim como fazem, e sempre fizeram, os homens. Muitas relutaram em falar, mesmo sem ter suas fotos e identidades verdadeiras publicadas na revista feminina para a qual eu escrevia, outras falaram pouco e senti insinceridade ou exageros em vários relatos, mas guardo comigo uma “confissão” em especial. O texto a seguir é a transcrição integral do relato de uma pessoa que, por sua sinceridade e boa vontade, me despertou para uma concepção maior sobre sexo e liberdade. (Minhas perguntas estão em off, para que não interfiram/quebrem seu relato.)

“Não sei exatamente quando comecei a fantasiar essa idéia de sair com garotos de programa... acho que foi depois que meu namorado – eu namorava ele fazia uns dois anos – me contou que saía com prostitutas...

Não, não foi por vingança. Na época lembro que fiquei chateada, mas fazer o quê? Eu gostava muito dele e continuamos juntos por mais um ano e meio mais ou menos. Conversamos sobre isso, ele me falou que sentia tesão em transar com garotas diferentes, mas que o que ele sentia por mim era diferente, que, além de me desejar, ele me amava pela pessoa que eu era. Acho que era verdade. Não sei se ele continuou saindo com prostitutas, mesmo estando comigo... quando eu perguntava, ele dizia que tinha parado, que aquilo tinha perdido a graça. Foi mais ou menos nessa época que comecei a pensar qual seria a sensação de transar com alguém diferente, não estando envolvida emocionalmente com essa pessoa. Uma amiga que já tinha saído com um garoto de programa contou que tinha sido ótimo, que o cara era lindo, que parecia um modelo, olhos verdes, alto, etc., e me imaginei podendo ‘comprar’ um Gianecchini [referindo-se ao ator Reynaldo Gianecchini] [risos].

O tipo físico que me atrai? Não tem um tipo físico específico, mas gosto de homens com rostos bonitos e, se tiver um bom papo, melhor ainda.

Realizar a minha fantasia não foi tão difícil quanto assumir para mim mesma que eu tinha vontade de fazer aquilo, sabe? Porque ainda existe muito preconceito contra mulheres que pagam para sair com garotos de programa e eu me sentia mal, achava que aquilo era o fim da picada... por que pagar para sair com um homem, sendo que eu poderia conquistar algum cara legal numa boate, numa festa, para depois rolar uma transa... Ah, nessa época eu já tinha terminado com meu namorado fazia um tempo. Mas não sei, acho que não era carência. Era mais curiosidade...

Eu procurava em anúncios de jornais, de revistas, na Internet. Na Internet era mais prático porque tem fotos e o perfil, inclusive o dote dos caras [risos] e você pode escolher melhor... aí marquei com um garoto de programa que parecia ser bem sexy, moreno, parecia um pouco com o Paulo Zulu... encontrei o anúncio dele num site... nos falamos por telefone, combinamos que eu passaria para pegá-lo num shopping para irmos para um motel... e fomos. E aí aconteceu...

Você me acha bonita?! [risos] Obrigada. Lembro de ele ter me perguntado algo do tipo, mas não lembro bem... comentou que me achava atraente e que se não estivesse precisando do dinheiro para pagar a pensão para filha até transaria comigo de graça [risos], acho que foi um elogio. Mas acho que sim, ele ficou surpreso por eu não ser tão trash... assim, por eu não ser horrível, fisicamente falando, e deve ter se perguntado por que alguém como eu estaria pagando para fazer sexo... ah é, falou que gostava de orientais, mas aí eu já não sei se era verdade ou ele só estava falando isso porque eu estava pagando. As prostitutas também devem mentir para os homens, né? Falar coisas do tipo: ‘Como você é bem dotado’ ou ‘Como você trepa bem!’... mas porque é o cliente que está pagando...

É... passei para pegar ele na porta de um shopping. Acho que ele morava ali perto e ficou de me esperar lá. Perguntei se ele sabia de algum motel bom, e ele indicou um que eu não conhecia e fomos para lá. Parecia uma pessoa legal, foi falando umas coisas engraçadas porque eu estava um pouco apreensiva, acho...
No quarto do motel ele pediu vinho. Bebemos. Falei que queria tomar um banho primeiro. Ele disse que tudo bem, que ficaria esperando na cama, ‘se animando’ com os filminhos. Então eu fui para o banheiro e entrei no chuveiro. Eu estava lá, estava feliz, a minha fantasia estava prestes a se realizar... foi quando ele entrou de mansinho no banheiro. Estava só de cueca e, vendo o volume dele, através da cueca, comecei a ficar excitada. Ele falou algo do tipo: ‘Também quero tomar banho’, com uma cara de sacana, jogou a cueca num canto e foi entrando embaixo do chuveiro comigo. Foi bem excitante, sabe... ele ensaboou as minhas costas, acariciando meus seios e eu também acariciava o membro dele...

Não, não... tudo bem falar sobre isso...

Ainda no chuveiro eu me ajoelhei e chupei o pau dele, que já estava meio duro. Ele era todo bom, muito gostoso, tesudo mesmo. Enquanto chupava ele, eu sentia que ia ficando cada vez mais excitada também, o que achei que não fosse acontecer com tanta facilidade... aí ele gozou em mim, nos meus seios... e depois me ensaboou e me lavou de novo... foi tudo muito gostoso. Ainda embaixo do chuveiro ele me tocou, me masturbou um pouco. Nessa hora eu já estava subindo pelas paredes de tanto tesão. E falei que queria que ele me comesse. Aí a gente foi pra cama. Ele me enxugou um pouco... ah, fez uma coisa que parece de filme... ele deve fazer com todas isso... passou a toalha pela minha cintura e me puxou, com a toalha, para junto dele, para que eu sentisse como ele estava duro... foi bastante excitante.
Na cama fizemos um meia-nove maravilhoso. Não sei bem o que ele fazia com a minha xana... ele abria ela com os dedos e fazia umas ‘mágicas’ com a língua, era muito bom. Eu também gosto de boquete, então acho que ele também sentiu prazer. Aí ele me perguntou se eu tinha uma posição preferida... falei que gostava de todas as posições. Nessa hora senti uma certa impessoalidade, porque estava acostumada com parceiros que já sabiam as minhas preferências e a pergunta dele meio que quebrou o clima. Mas tudo bem. Ele me comeu de quatro... entrou em mim com bastante carinho e, conforme eu pedia, ele aumentava a intensidade, até que gozei. Foi ótimo. Depois de um tempo ele me comeu de ladinho – falou que era a posição preferida dele –, fizemos de pé também. Fiquei de costas, com as mãos apoiadas na parede...

Foi uma experiência ótima. A única coisa que achei estranha, no começo, foi que não rola muito carinho depois, um abraço, um afago, beijinhos... diferente do que acontece quando você está com um namorado ou com algum parceiro que você conhece há algum tempo, por exemplo. Mas com isso eu já me acostumei. Nessa primeira vez, ficamos deitados, em silêncio... mas não me importei tanto, eu estava um pouco cansada. O cara era fera, fazia muito bem. Ele era bem... hã... profissional, digamos assim.

Ah, sim. Usamos camisinha. Acho essencial, mesmo quando eu namorava fixo, sempre usei. Ele tinha um monte e eu também tinha comprado umas dez [risos].

No fim? Bom, eu deixei ele no mesmo shopping onde ele tinha ficado me esperando e não senti culpa, nem me senti mal... eu estava bem... tinha sido uma transa ótima, uma das melhores da minha vida. Acho que porque eu não me preocupei tanto com o prazer dele, estava mais concentrada no meu prazer e ele também prestava atenção no meu corpo para fazer as coisas.

Saí com mais uns dez garotos de programa. Com esse primeiro não voltei a sair. Cheguei a ir a shows e fazer programas mais light com alguns antes de irmos pra cama... isso aconteceu algumas vezes, sair e transar com um mesmo cara, mas procuro não sair sempre com a mesma pessoa, para não me apegar. Me envolver afetivamente com um garoto de programa seria complicado.

Acho que todo mundo quer e busca isso, um ‘amor para vida inteira’... mas enquanto não encontro esse amor, estou tentando me descobrir mais, ter experiências sexuais diferentes para ter mais consciência da minha sexualidade, saber o que me agrada, saber do que gosto e do que não gosto... Acho importante isso, a gente se descobrir.

É ‘só’ isso que você queria saber? [risos]

O prazer foi meu. Espero ter contribuído para sua matéria.”

L.D.K., 27 anos, publicitária
[Relato gravado em São Paulo, no apartamento da entrevistada, em março de 2001 e transcrito por mim, especialmente para este flog.]

Sumire

posted by Pinkerton at 1:42 AM



3.1.05

Enquete: O que mais te excita nas orientais?

Resultado (200 votos):

1) O Conjunto - 30,5%
2) Os olhos puxadinhos - 17,5%
3) Os seios - 14%
4) O jeito de ser - 13%
5) O rosto - 12%
6) O bumbum - 5,5%
7) A boca - 5%
8) As coxas - 2,5%

Parece que o que mais excita o povo nas orientais é o conjunto, rosto oriental (com olhos puxadinhos), o jeito de ser. Quanto a "regiões anatômicas", a preferência ficou com os seios.

O que vocês acham? Comentem!!!
E votem na próxima enquete!!!

posted by Pinkerton at 9:39 PM


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A Professora de Literatura
A Surpresa
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