Oriental Spice

Este blog é destinado às asiáticas maravilhosas que circulam pela net, pelos DVDs, vídeos e no imaginário de muita gente. Só fotos de orientais (japonesas, chinesas, coreanas, filipinas, mestiças) sensuais, acompanhadas de contos eróticos!


Blog in portuguese, erotic short stories and asian pictures.

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27.3.05

Às Escuras

O bilhete que haviam colocado por baixo da porta dizia: “Me encontre na sauna amanhã às 21:00”. Caligrafia tipicamente masculina, nem bonita nem esgarranchada, em tinta preta. Não sabia por quê, mas achava que as pessoas que escreviam à tinta preta eram mais decididas e seguras. Achou graça no bilhete. Certamente algum hóspede havia se enganado de quarto e ficaria esperando eternamente pela “amiga” no dia seguinte.

Eram seus últimos dias naquela cidade, naquele hotel, seu local de trabalho temporário. Estava cansada. Havia quase seis meses fora mandada pelo chefe para supervisionar a implantação de um novo sistema na rede de hotéis para a qual trabalhava. Mas estava feliz, pois seu trabalho ali já estava quase finalizado e poderia voltar para casa e para o trabalho no outro hotel, onde se sentia mais confortável.

No dia seguinte, outro bilhete: “Hoje você estava muito sexy com o cabelo preso. Pude vislumbrar seu pescoço alvo e macio e desejei percorrer todo seu corpo com meus beijos. Por que não foi à sauna ontem? Estarei a sua espera, sempre no mesmo horário”. Um leve arrepio percorreu seu corpo: os bilhetes eram para ela! Quem será que havia escrito aquilo? Lembrou de alguns rostos que vira durante o dia, mas não conseguiu imaginar nenhum deles escrevendo aquele tipo de bilhete. O dia seguinte seria seu último dia ali e achou que deveria aproveitá-lo bem. Iria à sauna.

***

Entrou rapidamente e sentiu o vapor quente tocar sua pele. Assim que fechou a porta, sentiu alguém tocar seu braço. Recuou, amedrontada. Por que tudo estava tão escuro?

— Não tenha medo. Sou eu – sussurrou uma voz masculina.
— Por que está tão escu...

Não deixou que ela terminasse a frase, agarrando-a pela cintura e procurando sua boca. No começo ela resistiu, mas depois se deixou levar, sentiu seu corpo colado ao daquele desconhecido invisível que estava começando a excitá-la ainda mais. As mãos dele percorriam seu corpo arrepiado enquanto a beijava. Foi conduzindo-a em direção aos bancos e fez com que ela se sentasse. Continuou a beijá-la; lábios e línguas se tocavam avidamente. Ela puxou-o para que sentasse ao seu lado, ele consentiu e ela se pôs a tatear melhor aquele corpo que não podia ver, apenas sentir. Ele beijou seu pescoço e desamarrou a parte de cima de seu biquíni, acariciando seus seios primeiro com as mãos e depois com a boca. Sentiu seus mamilos durinhos com a língua, chupou-os com vontade deliciando-se, enquanto ela gemia abafado.

— Eu quero te chupar bem gostoso... – disse ela, acariciando o membro já duro do desconhecido.

Ela então tirou sua sunga e ficou de joelhos para chupá-lo. Lambia a pontinha em movimentos circulares e massageava suas bolas com uma das mãos. Depois começou a passar a língua da ponta até a base, de leve, devagar, deliciosamente, colocando-o todo em sua boca logo em seguida e fazendo movimentos de entra-e-sai cada vez mais intensos. Quando ela sentiu que ele ia gozar, esfregou-o em seus seios e pôde senti-lo quente e pulsante; queria sentir sua seiva quente escorrendo por seu corpo, o que aconteceu alguns segundos depois. Ele fez com que ela se sentasse novamente e começou a beijá-la, beijar seu corpo, mordiscar seus ombros, mamilos e barriga. Fez com que ela se deitasse, abriu suas pernas, beijando o interior de suas coxas, sentindo-a estremecer de prazer. Afastou seu biquíni, sentindo seu sexo molhado e massageando seu grelinho túrgido e quente.

— Me chupa... me chupa agora... – gemeu ela. Ao que ele obedeceu, arrancando seu biquíni e passando a língua por sua fenda úmida e por seu grelinho pulsante, cada vez mais inchado. Penetrava-a de leve com a língua e lambia-a com vontade. Ela sentia aquela língua quente e voraz percorrendo toda sua xaninha e seu cuzinho e se contraía, soltando gemidos de prazer. Não demorou muito para que o orgasmo viesse, intenso, entorpecente.

Sentiu-o se afastar, chegou a pensar que as coisas acabariam ali, mas não, ele estava colocando a camisinha e provavelmente a faria gozar outra vez. Ela se levantou e puxou-o para si. Seu corpo era quente e musculoso, envolveu-o num abraço, sentindo seu sexo novamente rijo roçar no seu. Beijavam-se, enquanto ele percorria seu corpo com as mãos e ela fazia o mesmo. Colocou-a contra a parede, erguendo uma de suas pernas e penetrando-a de uma vez, fazendo com que ela gemesse e se agarrasse a ele com mais força. Ambos emitiam gemidos abafados, até que, sentindo o gozo iminente dela, ele gozou e, depois de alguns minutos, o mesmo aconteceu com ela. Afastaram-se, exaustos.

— É melhor eu ir agora, antes que apareça alguém.
— Foi ótimo, obrigado por vir.
— Para mim também foi muito bom... – disse, saindo.

Às Escuras

Na sala ao lado, com o robe na mão, surpreendeu-se ao perceber que ele a observava através de uma fresta na porta. Ficaram parados, absortos naqueles instantes; em vão, ela tentou delinear o rosto do desconhecido que lhe dera tanto prazer, enquanto ele a fotografou em sua memória: não queria esquecer.

Escrito por Sumire

posted by Pinkerton at 12:21 PM



25.3.05

Enquete: Idade na Primeira Vez

Esta enquete obteve 280 votos, 219 masculinos, 61 femininos.

26 votantes ainda eram virgens, 18 homens (8,2% deles) e 8 mulheres (13,1% delas). Estes votos não foram considerados nas estatísticas abaixo.


Idade da primeira transa


Total dos que não são mais virgens em cada faixa etária
Os gráficos falam por si só. Por favor, comentem!!! E votem na próxima estatística!!!

posted by Pinkerton at 8:32 PM



22.3.05

DE VERÃO

Starry Night - Van Gogh

A noite já não era nenhuma criança. Uma jovem, iluminada pelo desejo, guiada pela intensidade fugaz de uma estrela cadente. Esta era a noite de Nara.

Verão. Lua cheia. O vento morno trazia sutil maresia. A repetição constante das ondas quebrando emprestavam-lhe o ritmo natural, o compasso lento e pausado. O coração acelerado, bombardeado pela adrenalina do momento, cedeu. Queria paz, a sensação de extinção que só um forte orgasmo proporcionaria.

Consentiu. Tirou a parte de cima do biquíni. Deitada na canga estendida na areia, ofertava seus seios túrgidos, seus mamilos eretos. Agora totalmente nua. Antes de guiar sua mão até seu sexo, sentiu a liberdade de ser lambida intimamente pelo vento voluptuoso.

Não era mais a mão, e sim seus lábios, sua língua. Junto com uma onda quebrando, o primeiro gozo.

De joelhos, apoiada nos braços. Olhando o mar, recebeu a brisa lenta e constante em seu rosto e seu homem abrupto, frenético e acelerado dentro de si. Uivou para a lua. Gemeu para seu homem. Sentiu seu jato e seu calor fugaz em sua mais recôndita intimidade.

Extinção. Apenas a brisa, a areia e o lento ritmo das ondas.

posted by Pinkerton at 12:28 AM



7.3.05

Na Real

Para João Carlos


Quando paramos no semáforo vermelho, percebi seu olhar em minhas coxas, sob o vestido distraidamente erguido mais do que deveria. Achei graça e me mexi no banco do passageiro de modo que minhas pernas ficassem um pouco mais à mostra.

Havíamos nos conhecido em um chat uns três meses antes e, desde então, conversávamos quase todos os dias pela Internet. Eu o chamava de Johnny e, para ele, eu era “Naomi”, singela homenagem à doce e vulgar personagem de Tanizaki. Tínhamos nos falado algumas vezes por telefone também, nos excitávamos com palavras safadas e cheguei a gozar algumas vezes. Beirava o ridículo, mas me excitava saber que do outro lado da linha tinha alguém morrendo de tesão por mim.

“Eu queria realizar tudo que falamos e fantasiamos com você, topa?” havia sido a proposta dele, por e-mail, o que me deu tempo para pensar no assunto antes de responder. Pensei um pouco e... por que não? Topei. Combinamos então o dia e a hora e ele ficou de me pegar.

Percebendo o interesse dele, no carro, comecei a acariciá-lo, ao que ele me olhou com um olhar incrivelmente lascivo. Acariciei-o por cima da calça e senti seu desejo crescente em minha mão; era excitante demais.

— Pára aqui.
— Não posso parar aqui.
— Tem certeza? – falei, tirando a mão do corpo dele e voltando a me endireitar no banco.
Ele parou e, depois de tirar os cintos de segurança, recomecei a acariciá-lo por cima da calça e, não me contendo, abri seu zíper e, enfiando a mão dentro de sua cueca, tirei o objeto de meu desejo para fora; continuei acariciando-o com a mão e, depois, aproximei minha boca dele e comecei a lamber seu pau já duro e latejante, chupei-o com voracidade. Ele disse algo baixinho e gemido sobre os outros carros que passavam e as pessoas provavelmente estarem vendo, só comentei que deviam estar com inveja e continuei a chupá-lo até que ele gozasse. Ele se limpou, eu me ajeitei, olhando no espelho e seguimos direto para o motel.



Não sei se por engano ou se ele havia programado, mas, quando entramos no quarto, havia uma cesta toda enfeitada, com duas garrafas de champanhe, flores e um cartão de felicitações aos noivos, ao que dei graças a Deus por aquela não estar sendo minha noite de núpcias. Já na cama, bebemos, assistimos a algumas cenas de filmes pornôs disponíveis e começamos a nos beijar calorosamente. Ele subiu suas mãos por entre as minhas pernas e arrancou minha calcinha sem tirar o meu vestido, me acariciando com seus dedos ágeis e precisos. Tiramos toda a roupa, perscrutando nossos corpos com mãos e bocas, sedentos de luxúria.
— Espera, vou buscar uma coisa – disse, indo até sua maleta. Observei-o colocar a camisinha e voltar para cama com um par de algemas e uma venda (numa das vezes em que gozei ao telefone, ele havia me prendido com algemas na grade da cama e achou que seria interessante levar as tais algemas para o nosso encontro, pois fazia questão que eu gozasse pessoalmente também); de olhos vendados e mãos presas à grade da cama, senti quando ele derramou champanhe sobre o meu corpo e começou a me lamber, enquanto se esfregava na minha entradinha, o que me deixava com mais tesão ainda. Eu gemia e me contorcia, pedia para que ele me penetrasse, mas o quanto mais eu pedia, mais ele se demorava com as lambidas e mordidas. Até que derramou champanhe na minha xaninha e começou a me fazer um oral maravilhoso, o melhor que já recebi em toda minha vida – ele era realmente bom no que fazia! E finalmente me penetrou, primeiro devagar, depois aumentou a intensidade. Eu queria tocá-lo com as mãos e ver a excitação provocada pelo meu corpo estampada em seu rosto, mas não podia, o que me deixava mais acesa e, sendo assim, não demorei a gozar.

— Quer que eu te solte? – sussurrou ele, aproveitando para mordiscar meu lóbulo.
— Não, quero ficar assim até amanhã de manhã – respondi, brincando.
E ele aproveitou a deixa para me acariciar demoradamente, uma vez que eu não podia impedi-lo de nada.

Depois de um tempo, ele me soltou; fui ao banheiro e, na volta, fui direto para sua maleta. Queria o consolo de que ele havia me falado. Numa das conversas eu confessara que morria de vontade de penetrar um homem e ele disse que, por mim, faria o sacrifício – essa submissão às minhas vontades também me excitava nele.

Fiz com que ele ficasse de bruços e algemei suas mãos para trás. Beijei suas costas, seu corpo, acariciei seu cuzinho medroso com os dedos e depois passei o consolo, de leve, sobre ele. Despejei bastante KY no consolo e em seu cuzinho e depois penetrei-o, sentindo todo seu corpo se contrair. A cena do consolo entrando nele me dava muito tesão e quis que ele fizesse o mesmo comigo, mas achei que aquela não era a hora certa (isso acabou acontecendo uma outra vez, num outro encontro). Pouco tempo depois, ele pediu para que eu parasse, então eu parei, afinal, não sou tão sádica.

Sugeri irmos para a banheira, ao que ele assentiu com um sorriso, indo pegar a garrafa de champanhe e as taças. Dentro da banheira nos acariciamos e fiz com que ele se sentasse na beira, para que eu lhe fizesse um oral, agora com menos pressa e preocupação. Lambi a pontinha e depois desci para a base, chupei seu saco e voltei para o mastro, duro, colocando-o na boca. Quando ele avisou que ia gozar, mirei em meus seios e ele espalhou seu líquido em mim e, apesar de não achar muita graça, fiz uma breve espanhola, por saber que ele adorava a cena. Peguei a camisinha ao lado da garrafa e, com a boca, coloquei-a nele: queria ser possuída novamente. Ele então me puxou para o seu colo e, enquanto nos encaixávamos, ele beijava minha nuca e minhas costas, enquanto minha boca, ávida, não deixava de buscar a dele. Dessa vez, gozamos quase ao mesmo tempo. Deliciosamente bom.

Tomamos uma ducha juntos, trocamos as últimas carícias e ele me deixou em casa. Tivemos alguns outros encontros e pretendemos nos encontrar mais vezes, mas, por enquanto, nenhum superou a intensidade deste.

Escrito por Sumire

posted by Pinkerton at 9:40 PM



1.3.05

Sayuri, Anne e Eu

De alguns anos para cá, meu fascínio pelas orientais só aumentou. A Márcia (ou Sayuri, como prefiro chamá-la) é a minha terceira namorada de olhinhos puxados. A Yassuko, nissei, acabou indo morar no Japão e a Milena (Satiko), apesar de quente e desinibida na cama, ficava muito incomodada com as minhas fantasias. Depois de um tempinho, acabei conhecendo a Sayuri, que talvez tenha até a cabeçamais aberta e inquieta que a minha.

Num sábado à noite, fomos a um barzinho beber um pouco, ouvir bom rock e dançar. Notamos que uma linda morena não parava de olhar. Quando finalmente conseguimos uma mesa, ela, muito simpática, disse que estava sozinha e perguntou se poderia sentar com a gente. Concordamos. Muito desinibida, Anne (este era seu nome) começou a falar:
— Vocês formam um lindo casal! Estão juntos há muito tempo?
Como Sayuri se mostrava pouco à vontade com a presença daquela estranha em nossa mesa, respondi, sorrindo:
— Obrigado... nos conhecemos há quase um ano – e puxei a Sayuri mais para perto de mim, para demonstrar que eu realmente gostava dela.

Pedimos uma bebida e começamos a conversar sobre os mais variados assuntos e, aos poucos, Sayuri foi se soltando. Anne, além de linda, era uma mulher muito interessante. Sayuri estava encantada com ela e eu também.

— Vamos dançar, gente! – propôs Anne.
Sayuri, já um pouco alterada, sorriu para mim, me convidando com o olhar. Falei que dali a pouco iria para a pista também, era só terminar a bebida do copo. Da mesa onde eu estava, pude ver as duas dançando, às vezes Anne tocava ou esbarrava no braço da Sayuri e esta lhe sorria. Será que Anne só queria companhia para beber e se divertir um pouco mesmo? Ou queria algo mais? Como uma garota daquelas podia estar sozinha ali?

Me distraí em pensamentos vagos, bebendo e fumando e, quando me dei conta, as duas já não estavam mais na pista. “Devem ter ido ao banheiro. Como elas gostam de ir ao banheiro em dupla!!”. Não sei por que lembrei de um comentário que Sayuri fizera há algumas semanas, que gostaria de saber como era o toque de uma mulher e – mente imaginativa – me pus a imaginar o que estariam fazendo no banheiro.

Mal sabia eu que aquela ida ao banheiro, mais do que trocar carícias seria para se conhecerem tanto quanto fosse possível duas pessoas trocarem confidências e opiniões.

- Você é muito bonita, Sayuri. Garotas orientais são muito belas para o meu
gosto... – disse, sorrindo. – Eu começo a entender porque muitos homens também são atraídos por vocês.
- Também? – perguntou, com aquele olhar malicioso e ao mesmo tempo com um quê de inocência.
- Também. Oras! Você não admite que uma mulher tenha atração por outra mulher?
- Claro que admito... – disse Sayuri, com um sorriso extremamente envergonhado. –Porém, eu não vou mentir para você que eu tenho vontade, mas tenho vergonha. Tô uase desaparecendo aqui de tanta vergonha – disse, sorrindo, timidamente.
- Ai Sayuri! Não comigo, tá? Não há necessidade de ficar envergonhada comigo! Eu já vivi coisas suficientes para encarar tudo com a maior naturalidade... E inclusive gostar e sentir desejo por tudo...

Olharam-se com admiração mútua. Anne sentia desejo por aquela bela oriental e, como disse, Sayuri desejava sentir o toque de uma mulher. Anne sabia como manejar a situação e, com um quê de malícia, disse:
- Deixa eu retocar o teu batom?
- Deixo.
Ela se aproximou do rosto de Sayuri e essa proximidade, depois de uma pequena observação e da constatação de que não havia ninguém por perto, suscitou um pequeno beijo, em que apenas os lábios se tocaram. Uma ameaça de barulho fez com que se separassem e Anne pediu para que Sayuri mesma passasse o batom.

- Vamos voltar que o seu namorado deve estar esperando.
Ela apenas sorriu, pouco antes de saírem do banheiro e voltarem para nossa mesa.
- Nossa! Vocês demoraram! – observei, quando elas chegaram.
- Ah! – disse Anne – Você não quer uma menina bonita? Pra ficar bonita leva tempo.
Sayuri, que havia vencido da timidez, sorriu.
- Queridos! Eu sei que nos conhecemos agora, mas me afeiçoei muito a vocês. Não gostariam de tomar um drink no meu apartamento?
Sayuri me olhou, com um misto de pergunta e, ao mesmo tempo, de pedido para irmos. Anne, por sua vez, tomava sua vodka com gelo e olhava para nós, esperando a resposta. Eu, por minha vez, estava com a garganta seca, prevendo mil coisas.
- Vamos, sim! – disse.
- Que bom! – exclamou Sayuri.
- Bom mesmo! Podemos ficar mais à vontade. Olha, meu apartamento fica na Nhambiquaras, perto da Av. Moema. Se vocês se perderem, me esperem na esquina.

Anne foi muito cuidadosa em nos conduzir. Dentro de nosso carro, Sayuri ficou totalmente silenciosa, como que incomodada ou mesmo excitada com a situação.
Silenciava porque era discreta.

A minha excitação estava fora de controle. Será que havia acontecido alguma coisa no banheiro que eu não sabia? Só sei que chegamos ao apartamento de Anne, que comunicou ao porteiro que nosso carro ficaria na 2ª. vaga que tinham no estacionamento do prédio. Subimos.

O apartamento era bem organizado, com quadros na parede, fotos por todo o canto, flores, um lugar superconfortável e agradável. Havia também uma pequena adega com algumas bebidas e, como que sabendo o que iria acontecer, um vinho gelado, frisante, bem apropriado para o calor.

Novamente começamos a beber, petiscar, conversar. Mas tanto Sayuri
quanto Ana já haviam bebido e, não sei por quê, comecei a senti-las um pouco mais altas, mesmo com um vinho suave e gostoso como o frisante.
Eu estava muito excitado com a situação e não conseguia controlar meus instintos, mas também não tomaria iniciativa nenhuma, porque não sabia o que havia rolado entre elas.

Num determinado momento Anne disse o seguinte para Sayuri:
- Lembra no banheiro, quando eu disse que queria passar batom em você?
- Lembro! – disse Sayuri, rindo – Por quê?
- Porque agora quero tirar seu batom. Posso?

Sayuri corou, mas também não disse não, ao contrário. Anne se aproximou dela e começou a beijá-la. Beijavam-se com intensidade e eu sentia a mão de Anne percorrer o corpo da minha linda oriental! Se Sayuri realmente queria sentir um toque feminino, havia conseguido. Eu não me continha de tanto tesão: meu pau ficou duro quase que imediatamente e entre elas a temperatura também aumentava. Beijavam-se com força, com intensidade e Anne começou a beijar o pescoço de Sayuri, que gemia baixinho mas
com uma real demonstração de tesão.

Até quando conseguiria não fazer nada? Nem um segundo sequer. Abri o zíper da calça, tirei meu pau da cueca e comecei a me masturbar. Queria
compartilhar aquele momento delas mas, ao mesmo tempo, ver aquela cena era um delírio para mim. O que fazer, afinal? Nada. Deixar rolar.

As duas estavam se esbaldando até que prestaram atenção em mim. Viram meu pau latejante, solto para fora da calça. Não hesitaram: chegaram até mim e arrancaram minha roupa da forma possível, quase estourando os botões da camisa, arrancando a calça, quase rasgando a cueca. Sayuri agora estava totalmente solta e pegou meu pau, colocando-o na boca. Anne
chegou perto e começou a lamber meu saco, passar a língua na extensão dele, enquanto Sayuri se deleitava com a cabeça. Depois inverteram, com Anne colocando o pau quase todo em sua boca enquanto Sayuri me beijava.



- Venham! Tem uma cama de casal aqui - convidou Anne.
Nos jogamos na cama e Anne tomou as rédeas da história. Pediu para que eu ficasse ao lado, com o pau acessível para Sayuri. Ao mesmo tempo, pediu à minha (agora nossa) querida oriental para que ficasse de pernas abertas para que pudesse explorar totalmente aquela xoxota.

Posição tomada, a cada chupada que dava no meu pau, recebia linguadas de Anne na xoxota e gemia como endoidecida, totalmente envolvida com o prazer que nossa nova namorada dava a ela. Eu me sentia no paraíso, podendo, de uma forma ou outra, ver e sentir toda a “ação”. Os minutos que se sucederam poderiam até ser eternos, mas não eram. De repente, senti o corpo de Sayuri estremecer e, acidentalmente, ela morder meu
pau enquanto gozava. A dor que eu sentia não era nada, comparado ao prazer que era compartilhar o primeiro orgasmo de Sayuri com uma mulher. Ainda resfolegando, ela me pediu:
- Come essa menina gostosa! Enfia o pau nela!!!

Anne se deitou e eu introduzi meu pau devagar mas todo dentro daquela
maravilhosa mulher. Sayuri se aconchegou próximo a ela e começaram a trocar beijos e gemidos enquanto Anne era profundamente penetrada por mim, que socava o pau dentro dela, tratando-a como a fêmea que era.
Foi um milagre que eu não gozasse rápido, mas Anne parecia controlar o que eu fazia, me chamando, fazendo com que eu falasse, batesse, repousasse meu pau dentro dela, prolongando meu prazer.

- Ai, Sayuri! Queria tanto que você me comesse também!
- Eu te comer? Como?
- Vem aqui! - chamou. – Querido, espera um pouco que vamos preparar uma surpresinha para você.
Saíram as duas. Só consegui ouvir: “Viu?! Tem isso aqui...”, “Nossa! O que é isso?”, “Topa?”, “Hahaha! Nunca usei”, “Que tal aprender agora?” , “Tá bem, eu topo”, “Isso, assim, isso” , “Nossa, que estranho” , “Hahaha, será que ele vai gostar?”. Elas falavam baixinho e eu ficava pensando o que elas estavam tramando. Só sei que Sayuri voltou com um robe de seda azul bem largo e Anne agora pedia para que eu me virasse de costas.
- Isso querida, abre o robe mas não tira. Pronto para a surpresa querido?
- Sim, estou. O que vocês estão tramando?
- Vire-se.

Quando me virei quase tive um ataque cardíaco. Sayuri, entre risadas , com um consolo de cinta. Por um momento, não entendi o que elas queriam com isso. Deve ter ficado tão estampado na minha cara que Anne me tranqüilizou:
- Quero uma dupla penetração!

Nossa! Eu fiquei tão excitado que não precisei de mais estímulo. Anne disse que minha oriental a penetraria na xoxota e que eu penetraria o rabinho maravilhoso dela, aquela morena cheia de tesão. Sayuri deitou na cama e aos poucos eu vi o pênis de borracha sumir dentro da xoxota da Anne. Ela dava instruções para que Sayuri se movesse devagar porque meu
pau estaria dentro de seu rabinho.
- Vem! Vem para dentro do meu rabinho! Vem bem devagar...
Fui penetrando bem devagar. Anne e Sayuri se beijavam e os gemidos da morena se misturavam com os da oriental e meu pau sumia devagar. Terminei a penetração, sentindo o pau de silicone de Sayuri dentro de Anne. Comecei a mexer devagar e Anne beijava a minha maravilhosa e desinibida menina de uma forma totalmente maluca.

Sayuri dizia que gostaria de receber o mesmo que Anne estava recebendo e isso fazia com que ela intensificasse seus movimentos circulares de quadris, ao mesmo tempo que beijava Sayuri, recebia mordidas leves nos lábios, deixava gemidos se espalharem no ar, gritos invadirem a noite.
E o quanto eu agüentaria? Pela primeira vez agradeci estar usando uma camisinha e a redução ínfima de intensidade me ajudava a prolongar o meu prazer. Anne, ao contrário , gritava e gemia para quem quisesse ouvir:
- Ai, meus queridos! Estou totalmente maluca! Não vou agüentar tudo isso! Me fodam! Me fodam! Ai, Sayuri, mexe esse consolo dentro de mim! Vem... Ai! Tá esfregando no meu grelo! Vocês vão me fazer gozar!

Essas palavras eram como uma senha maravilhosa de tanto prazer! Quanto tesão! Quanto desejo! O quanto mais eu agüentaria? Quase nada, menos ainda, menos ainda, quase nada, agora...
- Vou gozar logo, gostosas! – gritei.
- Goza no nosso rosto lindo. Vamos! Tira do meu rabo e vem aqui...
Eu tirei, Anne se afastou de Sayuri e deitou lado a lado com ela, trocando
beijos e carícias. Eu aproximei meu pau delas e de repente ele soltou seu
líquido, com tanta intensidade que molhou o rosto delas, os seios, o corpo de ambas, que continuaram a se beijar e depois, em um 69 intenso e simplesmente maravilhoso, com línguas e dedos, palavras de tesão, desejo e carinho, explodiram em orgasmos maravilhosos, coroados com mais beijos. Ficaram as duas abraçadinhas, trocando carícias e tudo mais.

Só sei que fomos tomar banho, rolou muita sacanagem no banho, voltamos mais para a cama e mais e mais, até que o sol refulgiu pelas janelas e, quase esgotados, fomos dormir até o outro dia.

Se quiserem, poderemos contar mais de nossa maravilhosa noite, a primeira de muitas, se depender da nossa vontade.

Escrito por Ana, Sumire e Pinkerton

posted by Pinkerton at 11:52 PM


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INDICE DE CONTOS/RELATOS

A Cunhada do meu Amigo
A Enfermeira e o Paciente
A Enfermeira e o Paciente - Continuação
A Estagiária
A Estrada
A Fisioterapeuta
A Garota do Bar
A Loira do Colégio
A Primeira Vez de Betty
A Professora de Literatura
A Surpresa
A Vadia da Revista
A Vizinha Gostosa
Aniversário Solitário
Às Escuras
Assédio no Escritório
Caindo em Tentação
Canção Sem Seu Nome
Cine Fantasia
Coisas do Interior
Coisas do Interior: A Versão Dela
Crimes, Castigos e Delícias!
De Verão
Despedida
DP
Emocticons Orientais
Feriado Ardente
Feriado em "Ex-Família"
Fidelidade
Garoto de Programa Mais Ela
Gosto de Sal
Gosto de Sal II
I'm Too Sexy
Império dos Sentidos
Joana
Juliana e Roberta
Lanternas Vermelhas
Marcinha Safadinha
MSN Sex
Mundo Minúsculo
Na Biblioteca
Na Casa de Swing
Na Madrugada
Na Real
No Banheiro da Namorada
No Gerúndio
No Stand Center
O Professor e a Aluna
O Quarto da Noiva
Onde Há Fumaça, Há Fogo!
Que País é Este?
Reconciliação
República Caliente
Sayuri, Anne e Eu
Sob o Sol
Vontade de Ser Puta


INDICE DE ENQUETES

Alcool e Sexo
Aonde você já transou?
Até onde vai seu interesse pelas Orientais?
Camisinha
Com que freqüência você lê Oriental Spice?
Com Quem Foi sua Primeira Transa
Comportamento Sexual
Etnia dos Leitores
Garotas/Garotos de Programa
Idade na Primeira Vez
Masturbação
O que te excita mais antes da penetração?
O que mais te excita nas Orientais?
Opção Sexual
Por quê vc adora mulheres Orientais?
Posição
Quais são as Orientais mais quentes?
Que tipos de contos você gostaria de ler mais no Oriental Spice?
Sexo Anal
Você já foi a uma Casa de Swing?
Você já participou de menage ou swing?
Você já transou com alguém que conheceu pela Internet?