Oriental Spice

Este blog é destinado às asiáticas maravilhosas que circulam pela net, pelos DVDs, vídeos e no imaginário de muita gente. Só fotos de orientais (japonesas, chinesas, coreanas, filipinas, mestiças) sensuais, acompanhadas de contos eróticos!


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31.7.06

O Quarto da Noiva

Para Ezinha, de quem roubei este sonho

A festa estava acontecendo em uma mansão requintada e eu andava entre os convidados, sem reconhecer ninguém. Sentia o tecido do vestido de gala roçar minha pele a cada passo. Percebia o olhar de alguns homens, igualmente bem vestidos, observando meu desconcerto, meu decote, meu traseiro, ou todo o conjunto. O garçom vinha em minha direção, equilibrando a bandeja repleta de taças com champanhe... ele se parecia muito com aquele ator... qual era mesmo o nome dele? George Clooney. Na verdade, acho que era ele mesmo, pois, ao se aproximar de mim, disse: “May I help you, ma’m?”, com um sorriso sedutor. Talvez fosse um filme e ele estivesse fazendo o papel de garçom. Peguei uma taça, agradeci com um sorriso, bebi um pouco e fui andando em direção às mesas, iam fazer um brinde aos noivos. Mas eu não tinha a mínima idéia de quem eles eram, aliás, nem me lembrava de ter recebido o convite. “Devem ter deixado o convite na portaria, quando eu estava viajando”, pensei. Os noivos eram jovens e bonitos, todos brindamos à felicidade deles e depois continuei andando.

Havia um palco flutuante sobre a piscina, que mais parecia um lago, e uma banda tocava para uma pequena platéia instalada nas mesas à beira da piscina. Era o U2. Pensei em ligar para a Monalisa, que adorava a banda e não tinha conseguido assistir ao último show no Rio – ela poderia vê-los ali! Com a taça na mão, continuei andando até chegar perto da casa. Subi alguns degraus de mármore branquíssimo que davam para o hall vazio. No teto, apenas um lustre gigantesco, cheio de penduricalhos de cristal, iluminava fracamente o ambiente. Subi a escada que dava para o primeiro andar. Ao chegar lá em cima, optei pelo corredor da direita, que era o mais claro. O carpete vermelho escuro e as várias portas de ambos os lados lembravam um corredor de hotel. A última porta do lado esquerdo se abrira com um pequeno ruído. Estremeci e parei onde estava. A porta se abriu mais um pouco e então a Monalisa surgiu, com um sorriso enigmático, parecido com a Monalisa de da Vinci. Ela estava linda no vestido vermelho, que contrastava com sua pele morena, e o cabelo preso em coque. Ela me chamou e, me aproximando dela, comentei, empolgada:

— Você viu quem está tocando lá fora?? O U2!!

— É, mas agora já perdi a vontade de ver o show – disse, passando a mão pela minha cintura, fazendo com que nossos corpos ficassem próximos.

Entramos no quarto, tomei o resto do champanhe e deixei a taça sobre a cômoda, aproveitando para me olhar no espelho, que pairava sobre o móvel. Embora a luz do abajur apenas semi-iluminasse o quarto, consegui ver que meu cabelo estava um pouco despenteado e minha boca pedia um retoque de batom – enquanto pensava nessas coisas, a Monalisa veio por trás, percorrendo todo o meu corpo com as mãos. Afastou meu cabelo e desceu o zíper do meu vestido devagar, beijando cada parte das minhas costas que ia sendo descoberta. Debrucei-me sobre a cômoda, enquanto me inundava de prazer com seus beijos e lambidas. Quando terminou de tirar o meu vestido, ela tirou o dela rapidamente e conduziu-me para a cama, fazendo com que eu me deitasse de costas. Beijando minhas pernas e pés, tirou minhas sandálias. Eu tinha vontade de tocá-la, mas ela não permitia. Queria mostrar que ela estava no comando e entrei no jogo dela. Fechei os olhos e me deixei ser acariciada com mãos, boca, língua, seios que roçavam os meus. Afastou minha calcinha de lado e, percebendo que eu estava molhada e com o moranguinho inchado, me lambeu de leve, com a ponta da língua, o que me deixou ainda mais excitada, querendo ser tocada naquele instante. Pedi para que ela me chupasse, mas ela não quis, apenas tirou minha calcinha e continuou beijando meu corpo e me acariciando com as mãos. Não agüentando de tanto tesão, comecei a me tocar, abrindo bem a xaninha, para que ela visse o quanto meu corpo precisava ser saciado. Ela então afastou minhas mãos e começou a lamber os pelinhos e a lateral da xaninha, para só depois me tocar onde eu mais queria. Me lambeu de cima para baixo, até o cuzinho, e vice-versa várias vezes. Depois, concentrou-se no grelinho, com movimentos rápidos, usando sua língua molhada e quente. Não demorou muito para que eu gozasse, mas a fome de tocá-la ainda continuava latente.

Tirei sua sandália e também a calcinha, que combinava com a cor do vestido. Fiz com que ela se deitasse de bruços, depois mordisquei sua nuca e beijei suas costas. Coloquei meus joelhos em torno do seu quadril, como se montasse um animal de carga, e passei a acariciar sua bundinha arrebitada e também o cuzinho com as mãos. Virei-a para cima e continuei na mesma posição de “montaria”. Beijei sua boca, borrando todo o batom, meti a língua em seu ouvido, mordisquei o lóbulo e também o pescoço. Acariciei seus mamilos com a ponta da língua e depois mamando-a por alguns instantes, até que ficassem durinhos. Mordisquei sua barriga, beijei e lambi o interior de suas coxas, para só depois ir para a bucetinha melada. Lambi todo o mel e quando eu estava concentrada no grelinho inchado e vermelho, ela pegou minha mão e fez com que eu enfiasse dois dedos nela, ao que ela gemeu alto, se contorcendo. Continuei chupando-a, sentindo o volume do moranguinho ficar cada vez maior, enquanto tirava e colocava os dedos dentro dela, sentindo toda sua umidade de calor. Percebi que ela havia gozado quando suas pernas trêmulas foram se fechando aos poucos e ela não queria mais ser tocada, puxando-me para si e beijando minha boca, enroscando sua língua na minha.

Extasiadas e saciadas, estávamos jogadas na cama, nuas, quando a porta do quarto se abriu e alguém entrou de modo ruidoso, rindo e esbarrando nos móveis. Levantamos da cama e demos de cara com a noiva, bêbada, descontrolada, só de lingerie, cinta-liga e meia-calça brancas. Vi a Monalisa correndo para juntar suas coisas espalhadas pelo quarto e fiz o mesmo. Em meio às gargalhadas da noiva, que também gritava: “GARÇOM! GARÇOMMMM!”, pegamos o que pudemos e saímos correndo, pois as fantasias dela já não era problema nosso.

Sonhos...


Escrito por Sumire

posted by Pinkerton at 11:58 AM



24.7.06

Onde Há Fumaça, Há Fogo!

De duas semanas para cá passei a notar um cheiro muito forte de cigarro no corredor do andar e o cinzeiro, na entrada do elevador, passou a estar sempre atolado de bitucas. Até que um dia, voltando do trabalho, descobri o porquê. Saindo do elevador, vi duas moças de costas, envoltas na fumaça, entrando no apartamento do lado. A irritação da fumaça foi facilmente compensada pela visão destas duas bundinhas maravilhosas que foram visitar a minha vizinha.
Na sexta-feira seguinte, saindo para o casamento de um primo, encontrei as duas, de camiseta e short, sentadas na escada, fumando compulsivamente. Uma era morena, mestiça de rosto oriental com corpo voluptuoso e a outra, uma falsa loira, também maravilhosa. Enquanto esperava o elevador, puxei conversa:
- Vocês estão fumando demais! – disse em tom de brincadeira.
- É, a gente sabe... É que morar em São Paulo é muito estressante! – respondeu a mestiça.
- Pois é... eu tinha parado. Quando mudei para cá, voltei a fumar! E a gente vem fumar aqui fora por causa do bebê – acrescentou a outra; a minha vizinha tinha acabado de ter filho.
As duas, enquanto falavam, me mediam da cabeça aos pés. A mestiça, com um olhar maroto, falou:
- Tá chique, hein!
- É, estou indo para um casamento.
- Espero que não seja o seu!
- Não é não! – respondi rindo. Estão visitando a Sílvia?
- Estamos morando com ela.
Contaram-me então que eram de Maringá, que conheciam a minha vizinha fazia muito tempo. Resolveram tentar a vida em São Paulo, arranjar um emprego de dia e fazer faculdade à noite e, por enquanto, iriam dividir o apartamento com a Silvia e o bebê.
Muito entretido com as duas, quando me dei conta, já devia ter perdido o elevador umas três ou quatro vezes. Despedi-me e desci para a garagem.
No sábado, de ressaca da festa, resolvi ir andar um pouco no Ibirapuera, isso sempre me ajudou. Na volta, dei de cara com as duas de novo, fumando no corredor. Brinquei:
- Nossa, assim o pulmão de vocês vai virar carvão! Tem mais coisa pra se fazer na vida além de fumar!
As duas riram maliciosamente. A mestiça perguntou, provocante:
- Ah é? O quê?
- Tomar cerveja, escutar música, namorar, namorar muito! – respondi, também com uma boa dose de malícia.
- Bom... cerveja não tem na casa da Silvia, ela não compra porque não pode beber enquanto tá dando o peito. Música não dá pra ouvir por que o bebê acorda. E desde que a gente tá em São Paulo que não sabe o que é um homem!
- Não é à toa que estão fumando tanto!- ri.
- Nem me fala!
Dei-me conta de que ainda não sabia o nome delas. Perguntei.
- Eu sou a Regina e esta é minha prima, a Gláucia. Você é o Daniel, né? A Silvia falou seu nome pra gente.
- Então, Regina e Gláucia, não querem tomar uma cervejinha aqui comigo?
- Claro – responderam em coro, animadas.
Entramos no meu apartamento. Deixei as duas vendo o DVD dos Paralamas e fui tomar uma ducha, estava ainda suado do parque. Quando saí do banho, só para provocar, fui de roupão até a sala:
- Querem mais cerveja?
Quando me dei conta e olhei para a TV, não era mais o Herbert Vianna na tela. Regina e Gláucia, transpirando tesão, com os biquinhos já durinhos, viam dois negões imensos comendo três loiras peitudas – mudaram de canal, estavam no “Sexy Hot”.
- Senta aqui com a gente, vem ver o filme! – disse Regina, com a voz rouca e sensual.

Onde há fumaça...

Foi só me ajeitar no sofá que já senti sua mão acariciando meu pau por cima do roupão. Olhei para o lado e vi que estava com a outra mão dentro do short de Gláucia que, por sua vez, fazia o mesmo com ela. Em segundos, meu pau ficou duríssimo e já era punhetado pela mão de Regina, que abrira o roupão. As duas, então, levantaram e se ajoelharam na minha frente. Chuparam o meu pau e, entre uma lambida e outra, se beijavam com sofreguidão. Com maestria, enquanto uma chupava meu pau, a cabecinha, a outra cuidava das bolas. Deitei no chão. Gláucia continuou com o delicioso oral; Regina tirou a roupa e sentou-se com a bucetinha raspadinha na minha boca. Nem direito comecei a chupar, já pude sentir seu mel escorrendo, estava ensopada! Enquanto passava a língua na entradinha, no clitóris, em tudo, Regina gemia deliciosamente. Gláucia, então, perguntou onde tinha uma camisinha. Enquanto foi até o banheiro pegar, Regina virou-se e caiu de boca no meu pau, fez um 69 delicioso. Gláucia voltou nua, com a cartela toda, colocou a camisinha e, rebolando, sentou no meu pau até bater no fundo. Regina continuava com a xaninha na minha boca, de frente para Gláucia. Enquanto uma era penetrada pelo meu pau e a outra, pela minha língua, beijavam suas bocas, seus pescoços, seus seios, seus biquinhos. Quando Gláucia gozou, fizeram um “rodízio de bucetas” e, logo depois, foi a vez de Regina. Perceberam que eu estava quase lá, tiraram a camisinha e fizeram com que eu gozasse muito na boca das duas.
Ficamos um tempo deitados no chão, entre beijos e carícias, com um olho na TV. Resolvemos tomar uma ducha, os três ao mesmo tempo. O banho acabou virando bagunça e, depois, sacanagem. Enrolada na toalha, Regina pediu para fumar um cigarro.
- Tudo bem, mas fuma na janela, tá?
Regina apoiou-se com os cotovelos na janela da sala, só a cabeça e os antebraços de fora, fumando. Para dentro, aquele corpo maravilhoso. De repente, a toalha se soltou e caiu, deixando-a nua, com aquela bundinha maravilhosa virada para mim. Meu pau ficou duro na hora. Coloquei uma camisinha, peguei-a por trás, segurando pelo quadril, e esfreguei meu pau na entradinha, até encaixar. Meti fundo. Bem “blasé”, Regina continuou fumando. Comecei a brincar com um dedo no seu cuzinho e vi que ficou arrepiada. Avisei que ia meter atrás. Não respondeu nada. Ajoelhei-me e passei a língua no seu anelzinho. Depois enfiei um dedo, melado da sua bucetinha. Lubrifiquei bem o meu pau com saliva e fui entrando. No começo, Regina gemia entre longas baforadas. Quando já estava todo dentro, dava uma baforada entre longos gemidos. Foi quando Gláucia saiu do banheiro e viu a cena. Ajoelhou-se e passou a chupar a bucetinha da amiga, acariciando também o meu pau. Regina não demorou em chegar ao clímax e eu também, logo depois, enchi aquele rabinho maravilhoso de porra.
Tomamos outro banho e as duas foram para casa. Na saída, Regina chegou bem perto de mim, apertou meu pau por cima do calção e falou:
- Hoje, na sua janela, fumei o cigarro mais gostoso da minha vida!

posted by Pinkerton at 7:32 PM



4.7.06

Feriado em "Ex-Família"

Alguns meses depois da minha separação, resolvi viajar para Maresias, seria meu primeiro feriado “solteiro”. Já não mais tão doído e machucado pelo processo todo, queria tempo e distanciamento para colocar as emoções em dia e, o mais importante, ansiava em dar novas faces à velha rotina.

Sábado de manhã, tomando meu café sozinho na bela varanda do hotel, ouvi uma voz familiar me chamando. Olhei para o lado e vi minha ex-cunhada - uma japonesa muito bonita que, apesar de ser alguns anos mais velha que minha ex e de ter tido uma filha bem nova, estava com o corpinho em plena forma. Sempre foi muito próxima e percebia que cultivava um carinho especial por mim. Aparentemente tinha uma relação estável com o marido e não tinha grandes preocupações com a filha, agora já com 18 anos, estudiosa e careta – nunca tinha tido namorado, apesar de bonita como a mãe. Liana veio com um sorriso terno em minha direção.
- Oi! Você por aqui?
- É, cheguei ontem.
- É, a gente também. O Marcelo ainda está dormindo e a Clara já está na praia.
Tomamos café juntos. Usava uma canga justa, que marcava bem a cintura. A parte de cima privilegiava os belos seios que tinha. Liana me contou de como ficaram chateados com a separação, que ela e o Marcelo, marido dela, gostariam de manter contato comigo, mesmo com tudo que acontecera. Achei estranho, normalmente os ressentimentos afastam a família da ex. Terminamos o café e o Marcelo chegou. Fiquei um tempo conversando com ele e depois voltei ao meu quarto, me preparar para a praia. Achei tudo isso meio estranho, mas talvez fosse apenas um casal com maturidade suficiente para não confundir as coisas. Quando tinha acabado de colocar a sunga, bateram na porta. Fui abrir. Era a Clara.
- Oi, posso entrar?
- Claro, entra!
- Então, minha mãe pediu para te convidar pra depois da praia almoçar com a gente, vamos num sushi que esqueci o nome!
- Putz, não sei se vai dar.... Combinei com uns amigos lá em Camburi hoje à tarde....
- Bom... Qualquer coisa... Então tá...
Terminou de falar, mas não parava de me olhar, nem fez menção de ir embora. Intrigado, perguntei:
- Tá tudo bem, Clara?
Silêncio.
- O que foi? Quer falar mais alguma coisa?
Seu rosto delicado e branco enrubesceu. Os belos seios contidos no maiô mostraram seus mamilos túrgidos. Apertou seus lábios rosados e olhou para o chão, antes que sua boca explodisse:

Oriental Spice

- Eu te quero! Te quero desde que você era casado com minha tia, sempre morri de tesão por você! Quando transo com meu namorado, imagino que é você!
Objetiva e clara, direta ao ponto, sem preâmbulos. Nunca vi nada parecido. E nunca tinha percebido que me desejava. Aliás, toda a família achava que ela não nutria muito interesse pelo assunto - o namorado era novidade.
- Eu sei, todo mundo me acha bobinha. Mas não sou. Tiro nota boa e faço o que me pedem. O que eu gosto é tudo escondido, assim ninguém me vigia nem perturba. Eu namoro, faço amor, trepo desde os quinze anos e adoro tudo isso!
Ela ali de maiô, revelando o seu desejo, fez meu sangue ferver e o “termômetro” subir. Agarrei-a, beijei seus lábios avidamente. Abaixei o maiô, lambi, beijei seus seios. Mordisquei seus biquinhos. Deitada na cama, subi com a língua pelo lado de dentro das coxas, até chegar na sua xaninha. Passei a língua lentamente nela toda. Depois na entradinha e, por fim, no clitóris. Chupei, sentindo seu mel escorrer. Chupei, até perceber seu gozo. Coloquei uma camisinha, deitei-me por cima e a beijei, para que pudesse sentir o gosto do seu sexo nos meus lábios. Senti a cabecinha encaixar na sua entradinha. Fui devagarzinho, até estar todo dentro. Comecei a meter, cada vez mais rápido, forte e fundo. Clara rapidamente gozou de novo. Coloquei-a de quatro. Segurando firme pelo quadril, puxei-a contra mim, sentindo o meu pau bater no fundo da sua xaninha. O vai-vem foi ficando cada vez mais frenético, até explodir em ondas de gozo dentro dela.

Pois é, passei um feriado “em ex-família”.

posted by Pinkerton at 7:27 PM


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A Enfermeira e o Paciente
A Enfermeira e o Paciente - Continuação
A Estagiária
A Estrada
A Fisioterapeuta
A Garota do Bar
A Loira do Colégio
A Primeira Vez de Betty
A Professora de Literatura
A Surpresa
A Vadia da Revista
A Vizinha Gostosa
Aniversário Solitário
Às Escuras
Assédio no Escritório
Caindo em Tentação
Canção Sem Seu Nome
Cine Fantasia
Coisas do Interior
Coisas do Interior: A Versão Dela
Crimes, Castigos e Delícias!
De Verão
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Garoto de Programa Mais Ela
Gosto de Sal
Gosto de Sal II
I'm Too Sexy
Império dos Sentidos
Joana
Juliana e Roberta
Lanternas Vermelhas
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Na Biblioteca
Na Casa de Swing
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No Banheiro da Namorada
No Gerúndio
No Stand Center
O Professor e a Aluna
O Quarto da Noiva
Onde Há Fumaça, Há Fogo!
Que País é Este?
Reconciliação
República Caliente
Sayuri, Anne e Eu
Sob o Sol
Vontade de Ser Puta


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Alcool e Sexo
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Sexo Anal
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