Oriental Spice

Este blog é destinado às asiáticas maravilhosas que circulam pela net, pelos DVDs, vídeos e no imaginário de muita gente. Só fotos de orientais (japonesas, chinesas, coreanas, filipinas, mestiças) sensuais, acompanhadas de contos eróticos!


Blog in portuguese, erotic short stories and asian pictures.

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(H) Só falta a oportunidade!
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(M) Só falta a oportunidade!
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25.8.06

Enquete - Comportamento Sexual

Nesta enquete, 300 leitores votaram.
O resultado não surpreende, os leitores se consideram bastante liberais em relação ao comportamento sexual.

Mulheres
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Homens
Homens

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posted by Pinkerton at 6:12 PM



14.8.06

Cine Fantasia

Para W.

Estávamos deitados na cama, fumando um baseado depois da transa, quando Luís me veio com essa:

— Estou pensando em ser diretor de filme pornô... o que você acha?
— Posso ser a roteirista? – comentei, rindo.
— Claro! – disse ele, com entusiasmo. Parecia estar falando sério.

Coloquei o baseado em sua boca e sentei ao seu lado, de modo que eu pudesse olhar para ele. Começamos a conversar e, conforme ele falava, o projeto foi parecendo viável.

Luís era um colega do curso de cinema da faculdade. Apesar de eu ter largado o curso no terceiro ano para estudar algo supostamente mais rentável, mantivemos as conversas sobre cinema e a “amizade colorida”. A idéia de produzir filmes pornográficos seria uma forma de tentar ganhar dinheiro, que ele investiria na filmagem de um roteiro “alternativo” que ele escrevera e, ao mesmo tempo, tentar elevar a qualidade dos filmes dessa categoria no país (de péssimo gosto, segundo ele).

***

Terminei o roteiro em algumas semanas. A história não era das mais criativas, mas ele aprovara. Era a história de um homem que se excitava ao ver sua esposa com outro ou outros na cama, como se ele estivesse sendo traído, então ele passa a pagar outros homens para seduzirem-na, sem ela saber, e observa as transas através de câmeras instaladas no quarto do casal.

Com a ajuda de amigos, Luís começou a filmar nos finais de semana. Quando fui acompanhar as gravações pela primeira vez, notei que o ator que ele havia arranjado para o papel do marido era especialmente atraente e comecei a observá-lo com discrição. Depois de ter comentado algo nesse sentido com o Luís, notei que Augusto, o ator, passou a me olhar de um jeito diferente. Para mim estava claro que Luís havia comentado o que eu dissera a ele, mas não me importei.

***

Como Luís só podia filmar nos finais de semana e tinha que conciliar isso com a disponibilidade dos atores, o filme demorou quase três meses para ser concluído. Eu estava ansiosa pelo último dia de gravação, pois Augusto transaria com a “esposa”, tendo todos os amantes dela ao redor, observando-os. Eu o veria em ação pessoalmente e isso me excitava.

Para a minha decepção, a gravação da última parte teria que ser adiada para a semana seguinte, pois a atriz fora parar no hospital por ter bebido demais durante a madrugada anterior. Luís ficou muito puto com a situação porque as gravações estavam sendo desgastantes e ele havia planejado terminá-las o mais breve possível. Teve que dispensar os outros atores que já estavam no local da gravação (um apartamento emprestado por um amigo) e ligar para os outros que ainda não haviam chegado, explicando a situação.

Vendo Luís frustrado, sentado no sofá, beijei-o. Tentou me afastar, mas insisti, e ele retribuiu o beijo. Desci minha boca, roçando minha língua de leve em seu pescoço, eu o beijei e mordisquei, acariciando-o sob a roupa com as mãos. Me coloquei por cima, de frente para ele, uma perna de cada lado, minhas mãos deslizaram por seu tórax; tirei sua camisa, arranhando-o de leve propositalmente. Suas mãos já haviam aberto meu sutiã e brincava com meus seios sob a blusa fina, que foi logo tirada. Me puxou para si, e pôde sentir meus mamilos durinhos roçando em seu corpo. Quando me afastei, abriu o cinto e o zíper da calça, pegou minha mão e conduziu-a para dentro da cueca... ele já estava ficando duro, o safado... tirei-o para fora da cueca e, me ajoelhando no tapete, comecei a chupá-lo, mas parei quando ouvimos a porta se abrir.

— Me desculpe – disse Augusto, aparentemente sem graça. — Esqueci minha jaqueta.

Fiquei paralisada, olhando para Augusto, sem conseguir dizer nada.

— Tudo bem – respondeu Luís, um pouco sem graça também. — Não quer participar da brincadeira? – perguntou, em tom de brincadeira. Nesse momento, lancei um olhar de censura para ele, que não ligou, pois sabia que, no fundo, era aquilo que eu queria.

Augusto pareceu surpreso com o convite, mas depois de fechar e trancar a porta, se aproximou de nós, desabotoando a camisa enquanto caminhava. Me levantei, ainda sem graça com a situação, e sugeri que fôssemos para o quarto, o que foi logo aceito pelos dois.

Cine Fantasia

Me sentei na beira da cama para tirar tênis e meias. Luís se sentou em uma poltrona, de frente para mim. Augusto tirou os sapatos e as meias e trocou olhares com Luís, como se pedisse permissão para fazer o que quisesse comigo, ao que Luís assentiu com um sorriso malicioso. Augusto então se aproximou de mim, me beijou a boca, rosto, pescoço e desceu para os seios, chupando-os com ardor. Fez com que eu deitasse na cama, enquanto sua boca e mãos continuavam a explorar o meu corpo; sua língua passeou por meu umbigo e ele abriu o zíper da calça, que foi logo tirada com a minha ajuda. Beijou minhas coxas e depois foi lambendo a parte interna, beijou minha xoxota por cima da calcinha, me arrancando alguns gemidos. Passou os dedos pelas laterais da calcinha, tirando-a lentamente. Abriu minha xoxota com os dedos, para afastar os pelinhos, e me lambeu do cuzinho até o clitóris várias vezes. Puxei-o para mim, beijando-o na boca, e fiz com que ele ficasse por baixo, de modo que eu pudesse sentar sobre o seu quadril, de frente para ele e sentir seu sexo rígido sob a calça, que ele logo fiz questão de tirar. Quando olhei para o Luís, ele estava se tocando enquanto nos observava. Lambi o mastro do Augusto de cima até embaixo, chupei suas bolas e voltei para a pontinha vermelha e já um pouco melada e então engoli-o todo; sentir a rugosidade das veias latejantes em minha boca era muito excitante. Nisso Luís veio por trás, me pegou pelo quadril e, depois sentir meu mel escorrendo pelas pernas, me penetrou de uma só vez. Augusto gozou em minha boca alguns segundos depois e foi ao banheiro. Luís continuou com as estocadas ritmadas, dando alguns tapas no meu bumbum de vez em quando, até gozarmos quase ao mesmo tempo.

Quando Augusto veio do banheiro, chamei-o para se deitar na cama conosco. Estávamos em um “sanduíche” em que o recheio era eu; Augusto e eu começamos a nos beijar, enquanto Luís beijava e acariciava o meu corpo. Me virei para beijar Luís e eles me comprimiram entre seus corpos; eu sentia o volume de Augusto me roçando por trás, enquanto o de Luís parecia querer se encaixar entre as minhas coxas. Continuamos com as carícias por um tempo e, na confusão de mãos, bocas e gemidos, pedi que os dois me comessem. Senti que se entreolharam, meio desconcertados, mas concederiam o meu desejo em instantes. Coloquei a camisinha no Luís e lambuzei-o com gel lubrificante... ele se deitou e o encaixei em meu cuzinho, de costas para ele, bem devagar para sentir cada centímetro deslizando para dentro de mim; depois de alguns vai-e-vens, foi a vez de Augusto me penetrar pela frente. No começo, senti um pouco de desconforto, mas, depois de um tempo, a sensação de prazer de ter dois homens dentro de mim ao mesmo tempo, quase me rasgando, era indescritível. Às vezes Augusto chupava meus seios, lambia meu pescoço, me chamava de “vadia” e eu arranhava seus braços de leve. Não demorei muito a gozar, e eles também não. Caímos, exaustos, um do lado do outro na cama e adormecemos.

***

Luís e eu finalizamos esse filme pouco tempo depois e fechamos contrato com uma distribuidora pequena. Continuamos com os projetos dos filmes, e vez ou outra acontece de uma cena fazer parte da nossa vida real.



Escrito por Sumire

posted by Pinkerton at 9:30 AM



7.8.06

Caindo em Tentação

Quando soube que eu estava passando por problemas, me escreveu. Até hoje não sei qual dos nossos amigos em comum pediu para ele me escrever, mas fiquei emocionada com o tom amigável e íntimo da carta, como se o tempo não tivesse nos afastado tanto. Apesar de não saber exatamente qual era o meu problema (na verdade, ninguém sabia), M. ofereceu palavras de apoio com nuance religiosa e, quando me perguntava por que ele usara a palavra “Deus” tantas vezes ao longo da carta, para a minha surpresa, ele explicou que era seminarista e estava estudando teologia – em alguns anos seria padre!

Na época, eu morava e trabalhava em São Paulo e M. morava e estudava em Campinas (depois de terminar o curso de teologia na PUC, ele poderia escolher para onde ir). Eu não sabia, mas era possível visitar os seminaristas em dias e horários determinados pelo Seminário, então, depois de manter contato por carta, aceitei o convite e fui para lá.

Eu estava apreensiva, pois não via M. há pelo menos dez anos e não sabia se ele havia se transformado em outra pessoa por ter “ouvido o chamado de Deus”, como ele escrevera. Eu estava sentada em uma das poltronas da sala de espera, quando ele surgiu com uma batina preta, fechada até o pescoço – estava bem diferente do garoto que andava de short e tênis que eu conhecia! Tentei conter meu ar de surpresa, em vão, pois ele sorriu e disse algo como: “Você acha que estou muito diferente desde a última vez que nos vimos?”. Sorrimos e nos abraçamos.

M. me conduziu para um jardim interno, onde pudemos conversar enquanto caminhávamos sob as árvores. Contei-lhe o que tanto me afligia, enquanto ele pacientemente me ouvia e, no fim das contas, me senti aliviada.

Pouco tempo depois, fui em frente com a decisão que achei mais certa para o momento e continuei mantendo contato com M., que até fora me visitar duas vezes, para se certificar de que eu estava me recuperando física e mentalmente.

Quando me senti melhor, fui visitá-lo novamente no Seminário. Agradeci muito por toda a atenção que ele me dera durante a fase mais difícil da minha vida e disse que estaria disposta a fazer qualquer coisa por ele, ao que ele respondeu:

— Ah é? Então posso te pedir qualquer coisa?

Automaticamente pensei besteira e respondi, sorrindo:

— Seu sacana!

Ruborizei ao ver que ele havia ficado sem graça, afinal eu estava falando com um futuro padre! E ele provavelmente não estava pensando no que pensei.

Talvez por eu nunca ter sido tratada com tanta atenção por nenhum outro homem, a atitude de M. me provocava ternura e, mais tarde, tesão. A primeira coisa que pensei ao notar meu desejo foi: “isso é pecado”. Por ter sido criada boa parte da infância num orfanato católico, ainda havia em mim um senso moral muito arraigado na religião, mas, independente das contradições internas, eu não negava nem reprimia o que sentia. E, depois de um tempo, ele deu a entender que sentia o mesmo por mim, e cair em tentação foi inevitável.

Em uma das últimas visitas ao Seminário, depois de caminharmos pelo jardim interno, M. quis me mostrar a igrejinha ao lado, onde as missas fechadas eram celebradas para os seminaristas.

A igrejinha era simples, mas bonita, bem iluminada. Caminhamos até o altar, e, por instinto, quando nossos corpos se aproximaram, começamos a nos beijar. Ele não sabia fazer isso direito e pareceu surpreso quando enfiei a língua em sua boca; aos poucos se acostumou com a idéia e, tomada pelo desejo, puxei-o para dentro da sacristia e tranquei a porta.

Ele parecia assustado, mas, igualmente tomado pelo desejo, consentiu na minha loucura e continuou me beijando, cada vez mais voraz. Joguei a bolsa em um canto e prensei-o contra a parede para sentir seu corpo contra o meu. Peguei suas mãos e fiz com que ele tocasse meus seios por cima da blusa, da qual me livrei rapidamente e, com um pouco de dificuldade, ele desabotoou meu sutiã e caiu de boca nos meus seios. Ajudei-o a tirar a batina e também a camisa, o sapato, a calça... eu estava louca para tocar o corpo dele e sentir o cheiro de sua pele de macho ainda virgem. Passei a mão por seu corpo, beijei seu pescoço, peito, lambi seu instrumento, já rígido como uma pedra, sob a cueca. Com a voz trêmula, conseguiu dizer:

— Eu... eu nunca me senti assim!

Beijei-o com carinho e, enquanto suas mãos percorriam o meu corpo com curiosidade e desejo, tirei o sapato e a calça, ficando só de calcinha; fiz com que colocasse a mão dentro dela e, ao me sentir molhada, se arrepiou. Logo depois, me ajoelhei e abocanhei-o ainda sob a cueca, até que ele colocou o membro para fora, eu o chupei, e ele quase gozou. Pedi para que esperasse, peguei uma camisinha na bolsa e coloquei-a com a boca. Me sentei em uma mesa encostada na parede, abri as pernas, abri minha xaninha com os dedos e me toquei um pouco, pedindo para que ele se aproximasse. Ajudei-o a se encaixar em mim e ele começou a fazer os movimentos de entra-e-sai; primeiro eu jogava o meu corpo contra o dele, tentando facilitar o movimento, e pouco depois ele pegou o jeito e começou a me comer muito gostoso, sem pressa, enquanto nos beijávamos com ardor. Senti que ele estava preste a gozar, então comecei a me tocar para gozarmos juntos, enquanto ele continuava com movimentos cada vez mais rápidos. Não demorou muito e ele gozou e, alguns segundos depois, foi a minha vez.

Tentação...

Ele pegou um lenço dentro de uma das gavetas do armário, se limpou e, quando pegou a cueca jogada no chão para começar a se vestir, tirei-a da mão dele e sussurrei que queria que ele me comesse de quatro. Fiz com que ele encostasse na beira da mesa e comecei a chupá-lo de novo, lambia a cabecinha cor-de-rosa, cada vez mais inchada, chupava-o de leve, descia para as bolas e depois voltava, engolindo-o, e aí começava tudo de novo; não demorou muito para que ele ficasse duro de novo, então coloquei outra camisinha nele e depois subi na mesa, ficando de quatro e empinando a bundinha, oferecendo-a a ele. Não sei se propositalmente ou não, ele tentou colocar no meu cuzinho, mas não deixei, conduzi-o para a outra entrada. Enquanto me penetrava com cuidado, acariciava os meus seios com as mãos e gemia perto do meu ouvido. Continuou me comendo de quatro e, me segurando pelo quadril, aumentou o ritmo, e quando senti minha bunda batendo no corpo dele, não resisti, gozei, e fiquei me contorcendo em êxtase até que ele gozasse também. Me virei de frente para ele, beijei-o. Nos vestimos rapidamente e saímos de lá, antes que dessem pela nossa falta.

Depois disso, trocamos algumas cartas e ele parou de escrever. Respeitei seu silêncio. Algum tempo depois, soube por amigos em comum que ele havia desistido de ser padre, história que se confirmou com um postal de uma cidadezinha de Minas que recebi hoje, com sua letra, que dizia apenas:
“Obrigado por ter aberto as portas do céu para mim.”


Escrito por Sumire

posted by Pinkerton at 12:03 PM


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A Enfermeira e o Paciente
A Enfermeira e o Paciente - Continuação
A Estagiária
A Estrada
A Fisioterapeuta
A Garota do Bar
A Loira do Colégio
A Primeira Vez de Betty
A Professora de Literatura
A Surpresa
A Vadia da Revista
A Vizinha Gostosa
Aniversário Solitário
Às Escuras
Assédio no Escritório
Caindo em Tentação
Canção Sem Seu Nome
Cine Fantasia
Coisas do Interior
Coisas do Interior: A Versão Dela
Crimes, Castigos e Delícias!
De Verão
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Na Biblioteca
Na Casa de Swing
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No Gerúndio
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O Professor e a Aluna
O Quarto da Noiva
Onde Há Fumaça, Há Fogo!
Que País é Este?
Reconciliação
República Caliente
Sayuri, Anne e Eu
Sob o Sol
Vontade de Ser Puta


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Alcool e Sexo
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