Oriental Spice

Este blog é destinado às asiáticas maravilhosas que circulam pela net, pelos DVDs, vídeos e no imaginário de muita gente. Só fotos de orientais (japonesas, chinesas, coreanas, filipinas, mestiças) sensuais, acompanhadas de contos eróticos!


Blog in portuguese, erotic short stories and asian pictures.

Spicy Questions:

Sexo com Travestis - vote conforme seu sexo, por favor
(H) Não quero nem saber disso!
(H) Tenho curiosidade, mas não coragem
(H) Só falta a oportunidade!
(H) Já fiz
(M) Não quero nem saber disso!
(M) Tenho curiosidade, mas não coragem
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29.9.04

Lanternas Vermelhas

David Bowie: China Girl



Às vezes eu não pegava o ônibus pra voltar do colégio, ia a pé pra casa. Eu caminhava por uns trinta ou quarenta minutos, mas não me importava. Valia a pena. Comecei a fazer isso depois de colegas terem comentado sobre a Casa de Chá da Liberdade, bairro oriental de São Paulo. Eu já havia passado ali em frente várias vezes; pensei que fosse mesmo uma “casa de chá”, em que os japoneses se reuniam para tomar chá em rituais excêntricos. Mas não. Segundo o Mariano, era um “puteiro” mesmo. E, segundo ele também, a casa tinha sido de um japonês rico, que tinha se casado com quatro mulheres e sustentava todas elas; um dia o cara morreu, o dinheiro não durou muito e as esposas tiveram que se virar. O Paulo também já tinha ouvido a mesma história. Acho que cidade inteira sabia da história, menos eu.
Não raramente, quando eu passava em frente à Casa de Chá, via algum homem entrando ou saindo, o que sustentava a história. Na frente da casa tinha um jardim japonês com gramado, pedras, um laguinho com carpas coloridas atravessado por uma pequena ponte de madeira e, perto da ponte, uma placa com inscrições em ideogramas orientais e, embaixo, “Casa de Chá”. Ao lado desse jardim, um espaço para as pessoas estacionarem o carro. A casa, instalada no centro de dois terrenos, era uma construção grande, tipicamente oriental: telhado curvilíneo nas bordas, as portas de correr quadriculadas, a varanda com piso de madeira, um pouco acima do solo, estátuas de dragão na entrada. Aquele ambiente exótico me fascinava: daria tudo para saber o que acontecia lá dentro.
Na época, eu estava com 17 anos e era virgem. Via filmes pornôs e comprava várias revistas de mulher pelada para aliviar meu desejo e minha ansiedade. Ficava imaginando como seria a primeira vez, imaginando se, depois de tantos filmes, eu saberia o que fazer na hora H. Talvez devesse mesmo contratar uma prostituta loira gostosona (sugestão do Mariano), ela saberia como conduzir a situação. Não raro me lembrava da “Casa de Chá” e minha mente fervilhava em fantasias.
Eu estava resolvido a ir à Casa, mas para isso precisava de dinheiro. Acabei vendendo minha guitarra e mentindo para os meus pais depois, dizendo que haviam me roubado quando eu voltava da aula. Nesse dia, na verdade, eu tinha ido até a casa de um camarada, levar a guitarra e depois já ia passar pelo “puteiro”, como dizia o Mariano.


Chegando lá, passei pelo portão, atravessei a pequena ponte sobre o lago e, ao chegar na varanda, hesitei por um instante. A porta de correr estava entreaberta e logo uma senhora de quimono abriu-a um pouco mais, colocando o rosto e parte do corpo para fora. Eu não sabia o que dizer. Ela então falou, com sotaque carregado, para que eu tirasse o tênis, que ela guardaria para mim. Assim que entreguei o tênis, ela fez um gesto com a mão. Era pra eu entrar.
- Chá?
Olhei ao redor. Havia outras mulheres de quimono, cabelo preso, rosto branco, lábios vermelhos; duas estavam tomando chá com alguns homens de terno, em uma mesa baixa, num canto da sala, outras se encarregavam de servi-los. Também reparei nas lanternas vermelhas no teto, na pequena fonte ornada com pedras e bambus que enfeitava o lado direito do balcão de recepção, sobre o qual havia um arranjo de flores, que mais tarde descobri ser um “ikebana”, nos quadros com ideogramas afixados nas paredes e, para completar, baixinho, havia uma música oriental. Eu estava extasiado. A senhora repetiu a pergunta e segundos depois consegui dizer:
- É... vou querer chá, sim.
Ela então me conduziu para uma das mesas baixas da sala e indicou para que eu sentasse sobre a almofada. Já estava começando a me arrepender de ter entrado ali, quando uma garota de quimono se aproximou com a chaleira e uma “xícara” sem asa, tipicamente oriental, sobre a bandeja. Agachou-se sobre os joelhos e, delicadamente, colocou um guardanapo de pano sobre a mesa, depois a xícara na qual derramaria o chá. Olhou para mim, sorriu e se retirou. Logo depois, a senhora apareceu com uma pasta preta para mim e se deixou estar ao meu lado. Abri a pasta e, automaticamente, fechei-a. Havia fotos de mulheres nuas em poses insinuantes. Olhei para a senhora, que sorriu e disse:
- Pode escolher, né.
Abri a pasta de novo. Todas as garotas eram orientais. As fotos não eram vulgares, ao contrário, tinham um quê artístico, talvez para deixarem as garotas ainda mais bonitas.
Por fim, escolhi Felícia. Rosto delicado e ao mesmo tempo provocante, corpo perfeito. A senhora me conduziu até o andar de cima, passamos por um corredor iluminado, cercado de portas de correr, até chegarmos ao quarto 5. Ela bateu e entrou, pediu para que eu esperasse ali fora. Minutos depois, indicou para que eu entrasse. Entrei e ela saiu, fechando a porta. Logo percebi Felícia atrás do biombo, se arrumando, sob a luz de uma das lanternas vermelhas do quarto. Dava pra ver as linhas de seu corpo se movendo por trás do biombo.
- Se quiser, pode tirar a roupa e entrar no ofurô, fico pronta em um minuto.
- Entrar onde?
- Ah, desculpa, você deve ser brasileiro, né? Se quiser pode me esperar na banheira... o banheiro é à direita da porta.
Eu estava ansioso. O grande momento estava chegando. Tirei a roupa e deixei-a sobre o tatame que serviria de cama logo mais. Caminhei para o banheiro só de cueca, que tirei antes de entrar no “ofurô”. A água estava morna e recendia um perfume suave. Procurei controlar a ansiedade e relaxar. Minutos depois, olhei pela porta do banheiro; Felícia vinha caminhando com o penhoar aberto, sem nada por baixo, como se pisasse em nuvens. Estava mais linda do que na foto.

Felicia Tang

Sorriu sensualmente e, já no banheiro, virou-se de costas, deixando o penhoar deslizar sobre seu corpo e colocou-o num canto. Entrou no ofurô e foi logo beijando minha boca e meu pescoço. Me arrepiei todo. Conduziu minha mão para os seus seios, enquanto ela passeava a mão pelo meu corpo, carícias que foram retribuídas em seguida. Pediu para que eu me sentasse na beira, obedeci. Me acariciou, primeiro com a mão, depois com a boca. Passava a língua no meu pau já duro e nas minhas bolas, devagarinho, deliciosamente. Depois colocou-o na boca, chupando a pontinha e depois todo o resto, quando eu estava prestes a gozar, ela mirou em seus seios; o líquido escorreu e percebi que ela se excitava com aquilo. Passei a mão entre suas pernas, sob a água, e a senti estremecer. Propus irmos pro tatame... e fomos, molhados mesmo.
Ela se deitou de lado e ficou me olhando, esperando que eu tomasse a iniciativa. De repente me senti atrapalhado e deixei transparecer certa insegurança, acho.
- É sua primeira vez?
Quis mentir, dizer que não, mas acabei assentindo com a cabeça. Me sentia um pouco humilhado. Ela sorriu me olhando nos olhos, se aproximou rastejando pelo tatame e sussurrou no meu ouvido: “Vai ser inesquecível”. Me beijou na boca, dessa vez, de língua. Fiz com que ela deitasse, passei a mão por seu corpo – era realmente divino –, beijei seu pescoço, seus ombros, passei a língua em seus seios e senti os mamilos endurecendo, enquanto acariciava-a entre as pernas com a mão. Ela estava molhadinha e se contorcia de leve. Abri suas pernas, beijei o interior das coxas, passei a língua por seus pêlos macios até achar o clitóris, já durinho. Chupei-a por algum tempo, até ela me puxar e falar que queria me sentir dentro dela. Me acariciou com a mão, me beijando e procurando enroscar minha língua na dela com desespero. De repente parou de me tocar e vasculhou embaixo de um dos travesseiros. A camisinha.
- Eu coloco – disse ela, abrindo a embalagem.
E foi o que fez. Me beijou lá embaixo e, enquanto desenrolava a camisinha, lambia minhas bolas. Quase gozei.
Depois ficou por cima, com as pernas abertas sobre meu quadril, e me deixei ser “comido” por ela. Me cavalgou devagar mas com vontade. Vê-la deslizando para dentro de mim era extasiante. Quis ficar por cima, ela consentiu. Encaixei-me nela e, durante os movimentos, eu sentia seus mamilos roçando em meu peito, ela estava realmente excitada! Tanto que gozou um pouco antes de mim. Me senti mais homem a partir daquele momento: eu tinha feito uma mulher gozar. Comecei a rir, falei que estava feliz, que ela não ligasse, que ela era maravilhosa. Nisso me deu um beijo no rosto.
Ficamos deitados por um tempo. Eu estava um pouco sonolento, mas não podia ficar mais. Já era hora de voltar.
Me vesti e, tirando todo o dinheiro da carteira, disse que aquilo era tudo que eu tinha, mas se tivesse mais, certamente daria para ela. Me beijou na boca pela última vez e saí, coração aos pulos, do quarto dela. Precisava pegar meu tênis com a senhora e depois ir correndo para casa. O Mariano e o Paulo deviam estar me esperando para irmos acampar. Mal esperava encontrá-los para contar tudo. Era verdade o que diziam sobre a Casa de Chá!

Escrito por Sumire

posted by Pinkerton at 7:21 PM



25.9.04

No Banheiro da Namorada

Pizzicato Five - Baby Portable Rock (Mexican Mix)



Eu já estava namorando com a Gisele fazia mais de um ano. Era colega de classe da faculdade, uma japonesa de rosto lindo, os seios até que grandes para uma oriental, cintura fininha e uma bundinha redondinha, malhada, que ela sabia valorizar bem com as roupas que usava. Os pais preferiam que ela namorasse algum japonês, pois achavam os ocidentais muito safados (com certeza não conheciam bem a filha), mas sempre fui bem recebido na casa dela.


Haruki Mizuno

Naquele sábado iríamos na casa de uma amiga, noite de fondue, para comemorar seu aniversário. Combinei de pegá-la às oito, mas acabei chegando um pouco mais cedo. Toquei a campainha várias vezes, ninguém atendia. Depois de alguns minutos, ela veio ao portão, só com uma camiseta comprida, até os joelhos. Desculpou-se, os pais estavam vendo TV no quarto, não ouviram a campainha, e ela tinha acabado de sair do banho. Quando entramos na sala, vazia, abracei-a e demos um beijo bem gostoso. Acariciando suas costas, percebi que estava sem sutien. Depois, acariciando sua bundinha, percebi que também estava sem calcinha. Isso me deixou muito excitado, fiquei duro.
Perguntei, malicioso:
- Tá sem nada por baixo?
Com um sorriso maroto, respondeu:
- Acabei de sair do banho, coloquei a camiseta rapidinho pra ir abrir o portão pra você.
Estava com aquele cheirinho fresco, gostoso, de banho e os cabelos pretos, longos, ainda úmidos.
- Vem, sobe comigo pro quarto, vou terminar de me arrumar.
Entramos, encostei a porta. Abracei-a de novo, agora acariciava sua bundinha por debaixo da camiseta. Coloquei sua mão por cima da calça, para ela perceber como tinha me deixado. Acariciei-a então entre as pernas, até chegar na sua bucetinha. Entre beijos, comecei a masturbá-la, já estava ficando molhada.
- Aqui não, meus pais podem entrar. Não posso trancar a porta, eles vão achar suspeito.
Introduzi um dedo na sua bucetinha, massageando ela por dentro. Começou a mudar de idéia, pois abriu minha calça para poder tê-lo em suas mãos, mas logo depois falou:
- Pára! É muito arriscado!
Beijei então seu pescocinho, sua nuca, e falei no seu ouvido:
- Estou com muito tesão!
Levantei então sua camiseta e beijei seus seios, lambi e suguei seus biquinhos, que já estavam bem durinhos, esse era seu ponto fraco.
Seu rosto já estava tomado por uma expressão de prazer, de desejo. Voltei a masturbá-la, meus dedos ficaram totalmente melados.
- Vem, entra comigo no banheiro, eles nunca entram quando estou no banho.
Encostamos a porta e ligamos o chuveiro, para disfarçar e encobrir qualquer barulho. Com a calça e a cueca nos tornozelos, de pé, levantei sua camiseta até a cintura e comecei a esfregar meu pau entre suas coxas, roçando na sua bucetinha. Ela apoiou uma das coxas na pia, com isso consegui penetrá-la, com um pouco de malabarismo. Mexia gostoso dentro dela, enquanto beijava seus lábios, seu pescoço, e acariciava aqueles seios maravilhosos por cima da camiseta. Ela então se abaixou e me chupou, ávida. Subiu deliciosamente com a língua dos testículos até a pontinha e depois o engoliu, com os lábios quentes, macios. O oral estava maravilhoso, mas queria comer mais aquela bucetinha apertada e molhada. Pedi para que ficasse de costas pra mim, reclinada, apoiada na pia. Ela, bem safada, ficou bem empinadinha. Vendo a bundinha maravilhosa dela assim, arrebitadinha, não resisti e caí de joelhos, para chupá-la também. Lambi seu clitóris, sua entradinha. Melei minha boca naquela bucetinha gostosa e me levantei. Penetrei-a por trás, entrei fácil, de tão molhada. Enquanto metia, podia ver sua carinha de tesão refletida no espelho da pia. Metia fundo, abraçado por trás, com as mãos nos seus seios, beijando e mordiscando sua nuca. Ela gemeu bem baixinho:
- Vou gozar, tesudo...
Quando senti sua bucetinha se contraindo, apertando meu pau, gozei também, jorrei minha porra quente dentro dela.

Ela foi tomar outro banho, me lavei na pia.
Enquanto se arrumava, falou:
- Você é mesmo louco, tarado, imagina se meus pais pegam a gente!
Dei uma risada e perguntei:
- E você não gostou?
- Gostei sim... Acho que o medo de ser pega no flagra me fez ficar mais excitada ainda...
Quando estávamos indo embora, abrindo a porta da sala, o pai desceu do quarto e falou:
- Não vi você chegar!
Tentando disfarçar aquela cara de “acabei de comer a sua filha”, respondi, sério:
- Cheguei faz alguns minutos, é que eu estava no banheiro...

posted by Pinkerton at 10:28 PM



23.9.04

Aula de Pintura

Vivian Hsu


Aula de Pintura

Comecei a pintar apenas como hobby, aos 16 anos, influenciado pelo meu avô, artista plástico famoso em São Paulo. Fui tomando gosto pela coisa e acabei fazendo o curso na Belas Artes. Estava, então, no último ano e nunca tinha exposto ou participado de concursos. Por insistência do meu avô, acabei me inscrevendo em uma mostra relacionada à comemoração dos 100 anos de imigração japonesa. Sempre adorei pintar a nudez feminina e a delicadeza do corpo das orientais me fascinava. O único problema é que todas as modelos que conhecia eram ocidentais. Tinha uma colega de turma que era sansei, lindíssima, mas extremamente reservada. De qualquer forma, resolvi tentar a sorte e convidá-la para posar. Quando lhe fiz a proposta ficou vermelha, encabulada, mas, de tanto insistir, prometeu que pensaria no assunto. Dois dias depois, veio conversar comigo. Disse que toparia, pois achava que era importante para sua formação conhecer o outro lado, saber o que a pessoa sente quando está posando. Fiquei atônito, tinha como certo que a resposta seria não. Combinamos a primeira sessão para a tarde seguinte, na minha casa.

Quando ela chegou, tomamos um chá e conversamos amenidades para quebrar o gelo. Fomos até o quarto que transformei num “atelier” improvisado. Expliquei que queria pintá-la nua, da cintura para cima, e pedi que tirasse a blusa e o sutien. Percebi que relutou um pouco, foram alguns segundos de silêncio até que começasse se despir. Estava com um lindo colar azul, que pedi que deixasse. Ela tinha um corpo lindo, delicado e um rosto inocente, angelical. Comecei a trabalhar, mas não conseguia me concentrar. Toda aquela suavidade mexia comigo, me instigava, me excitava. Aqueles seios pequenos, perfeitos tiravam minha atenção. Queria beijá-los, a boca, o rosto, tudo. Mas o seu profissionalismo, sua serenidade, sua seriedade impediam que eu fizesse qualquer coisa além de pintar. Quando me dei conta, já eram seis da tarde e ela precisava ir, trabalhava à noite para pagar o curso. Combinamos que ela viria nos próximos três dias, no mesmo horário, para que eu pudesse terminar.

Os dois dias seguintes, foram semelhantes. Quando a campainha tocava no horário combinado, a excitação já tomava conta de mim. Seguimos o mesmo ritual do primeiro dia. No “atelier” praticamente não conversávamos. Eu tentava pintar, tomado cada vez mais pelo desejo, e ficava imaginando no que ela pensava durante as horas em que estava imóvel, posando. Apesar de sufocado pela excitação, não tive coragem de tentar qualquer coisa.

O terceiro e último dia começou da mesma maneira. Quando fomos para o atelier, ela viu a pintura já tomando sua forma final e comentou que achava que estava mais bonita lá do que quando se via no espelho. Respondi que seria impossível superar a delicada perfeição das suas formas. Ficou meio vermelha, ameaçou falar algo, mas desviou o olhar para o chão e preparou-se para posar a última vez. Eu olhava para a pintura, mas conseguia ver apenas o meu desejo: ela sentada, sendo beijada, acariciada por mim. Estava transtornado com sua beleza. Não olhava para ela, apenas para a tela, numa tentativa desesperada de conseguir me controlar. Quando finalmente encarei seu rosto novamente, percebi uma expressão totalmente diferente. As bochechas mais vermelhas, os olhos semicerrados e os lábios apertados. Olhei um pouco mais para baixo, os seios, os mamilos estavam túrgidos. Olhei mais para baixo ainda e vi que estava com uma mãozinha por dentro da saia, se acariciando. Fiquei estático, o pincel caiu da minha mão. Nisso, olhou para mim, com o desejo estampado em seu rosto:

- Esses três dias foram uma tortura para mim. Enquanto estava aqui seminua, posando e você, compenetrado na sua pintura, só conseguia pensar em como seria bom se você me beijasse, acariciasse meus seios, meu corpo, meu sexo. Nos três dias saí daqui com a minha calcinha úmida e nos três dias a primeira coisa que fiz quando cheguei em casa foi me masturbar. Te quero! Te quero muito!

- Nesses três dias não consegui pintar direito, excitado pela sua beleza. Enquanto trabalhava, só conseguia pensar em como seria bom te ter, beijar seus lábios, seus seios, possuir o seu corpo. Nesses três dias, a primeira coisa que eu fazia quando você ia embora era me masturbar. Também te quero! Te quero muito!

Tomei-a em um abraço forte, beijei seus lábios quentes, nossas línguas se tocaram pela primeira vez. Apertei-a contra mim e acariciei seu lindo dorso. Acariciei seus seios, seus mamilos intumescidos de prazer. Beijei seu pescoço e desci com minha boca ávida até seus seios. Chupei-os com voracidade, enquanto acariciava sua bundinha, já com minhas mãos por debaixo de sua saia. Tirou minha camisa e me abraçou, sentia agora seus mamilos roçando em meu peito. Pegou minha mão esquerda e colocou-a em um de seus seios. Depois guiou a direita até o seu sexo. Estava quente e molhada, muito molhada. Comecei a acariciá-la, rapidamente gozou na minha mão. Então se ajoelhou na minha frente e terminou de me despir. Acariciou minhas coxas e foi subindo com suas mãozinhas até encontrá-lo, duro de tesão. Masturbou-me um pouco e depois o beijou todinho, antes de colocá-lo em sua boca. Chupava avidamente, como se tivesse esperado a vida toda por isso. Não agüentava mais, pedi para penetrá-la. Fui até o banheiro pegar uma camisinha e quando voltei, ela estava totalmente nua, sentada de pernas abertas no banquinho. Toquei seu sexo com meus lábios, acariciei-o com a língua, suguei seu pequeno clitóris, túrgido de prazer. Ela novamente gozou, agora em minha boca. Ainda gemendo, pediu para ser penetrada. Levantou-se, ficou de costas para mim, pernas entreabertas, reclinou-se para frente, apoiando-se no banquinho. Coloquei a camisinha e fiquei esfregando a ponta no clitóris e na entradinha, o que a deixou com ainda mais tesão. Implorou que a penetrasse. Tomei-a firme pelos quadris e entrei de uma vez, até bater no fundo. Meus movimentos iam ficando cada vez mais fortes e rápidos, ritmados. Enquanto a penetrava, acariciava, por trás, aqueles lindos seios, que balançavam no meu ritmo. Nossa respiração foi ficando ofegante, forte, ela gemia baixinho, apenas para mim. Ela gozou, senti forte as suas contrações, isso me deixou louco. Explodi em diversos jorros de prazer dentro dela.

Deitamos no chão, abraçados, entorpecidos de prazer, sem falar nada. Apenas o êxtase.

Infelizmente já eram seis horas, ela precisou ir. No dia seguinte, na faculdade, conversamos. Era noiva. Mas continuamos a nos ver por quase um ano, quando ela casou e mudou de cidade. Quanto ao concurso, não ganhei nada. Mas guardo essa pintura até hoje no meu atelier.

posted by Pinkerton at 5:30 PM



Enquete - Idade

Resultado da segunda enquete, sobre a idade dos leitores de "Oriental Spice":

18 anos ou menos: 12%
19 a 24: 44%
25 a 30: 16%
30 a 40: 18%
mais de 40: 10%

Quase metade dos leitores tem entre 19 e 24 anos, 90% têm menos de 40 anos e praticamente 75% têm entre 19 e 40 anos.

Obrigado pela participação e votem nas próximas!

posted by Pinkerton at 3:48 PM



21.9.04

Sexo Nada Virtual 2

No dia seguinte, encontrei a Silvia no messenger e ficamos relembrando a loucura que tinha sido a noite de sexta-feira. Ficamos um tempão online, as lembranças quentes da noite anterior, estávamos muito excitados novamente. Convidei-a para sair, mas ela disse que não podia. Meu tesão fez com que eu insistisse muito, talvez até tenha sido um pouco inconveniente, o fato é que as desculpas dela não me convenceram, fiquei meio ressabiado. No domingo tentei ligar no seu celular, mas caía direto na caixa postal.

Voltamos a conversar apenas na terça, quando a encontrei online de novo. Disse que precisava me contar uma coisa: que era noiva de um coreano super-machista e ciumento, que só conseguiu sair comigo na sexta por saber que ele estaria com os amigos numa despedida de solteiro. E começou a desabafar. Que não gostava dele, mas que a pressão da família para que casasse era imensa, pois era de uma família muito rica e importante na colônia. Ele vivia “na putaria”, mas não admitia que ela nem sequer tomasse um café na faculdade com algum amigo. Era tratada, na cama, como um mero objeto sexual, ele queria apenas gozar e pronto, sem preliminares, sem a menor preocupação com o prazer dela. Ultimamente, os seus únicos momentos de prazer eram quando estava online comigo e terminou falando que nunca tinha transado tão gostoso como na noite de sexta. Pediu que eu compreendesse a sua situação, que ela queria muito sair comigo de novo, mas não sabia quando poderia. Fiquei sem saber direito o que falar, consegui apenas dizer que ficasse tranquila, que eu a entendia e que me avisasse quando poderia sair de novo.

Continuamos a nos falar depois disso, mas a coisa esfriou um pouco. Os intervalos eram maiores e a intensidade, menor. Já estava me acostumando com a idéia de que nunca mais a teria, quando, numa quinta, quase meia-noite, ela ligou no celular:
- Meu noivo foi levar uns coreanos da firma pra sair. Tenho certeza que foram pra putaria. Estou com muita vontade de te ver... Não fui pra casa, estou num barzinho perto da facu... Vem aqui?

Estava sozinho em casa, meus pais foram viajar. Como morava lá perto, fui buscá-la. Ela entrou no carro e me beijou, ávida. Chegamos logo no apartamento e perguntei se ela queria beber algo. Fui pegar um vinho e quando voltei, ela estava só de calcinha e sutien, vermelhos, sentada no sofá. Fiquei que parado, garrafa e copos na mão, apreciando o que via. Um sorriso maroto no rosto, seios lindos, piercing no umbigo, coxas bem feitas. Nisso, ela se levantou e ficou ajoelhada no sofá, de costas pra mim e sussurrou, enquanto rebolava a bundinha deliciosa:

Avena Lee


- Gosta da minha bundinha, né?
Deixei o vinho e os copos na mesa, me ajoelhei e beijei aquele bumbum delicioso. Passava a língua nos seus glúteos, enquanto acariciava aquele belo par de coxas. Minhas mãos foram subindo, até encontrar sua bucetinha, tão melada que a calcinha estava úmida. Puxei-a de lado e comecei a chupá-la. Ela, safada, ficou de quatro, arrebitada, abertinha. Coloquei um dedo na sua bucetinha, depois dois, massageando ela por dentro, enquanto lambia seu cuzinho. Tentava penetrá-lo com a língua, o que fazia Silvia gemer bem gostoso. Coloquei meu dedo, que estava lubrificado com seu mel, no seu cuzinho, lentamente, e voltei a lamber sua entradinha e seu clitóris. Foi quando ela pediu, com a voz trêmula de tesão:
- Vem, me come... Me come todinha....
Fui voando até meu quarto, pegar o pacote de camisinhas. Quando voltei, ela estava na mesma posição, mas com os dedinhos massageando a bucetinha. Coloquei a camisinha, puxei a calcinha de lado e encaixei meu pau, duro que nem ferro. Ela estava tão melada que entrei de uma vez. Comecei a meter, forte, fundo, cada vez mais rápido, enquanto acariciava seu cuzinho com um dedo, até ele entrar. Ela rebolava, possuída de tesão e gemia cada vez mais alto, até gozar no meu pau, que, nesse momento, jorrou meu gozo forte.

Curtimos o pós-coito tomando um pouco de vinho, trocando palavras safadas.
- Você quer ser o primeiro a comer meu cuzinho, quer?
Era tudo que eu queria. Não tinha KY em casa, apelei para a clássica manteiga. Besuntei a camisinha, o cuzinho dela e encaixei a pontinha, com ela de quatro no tapete da sala. Fui entrando bem devagarzinho, enquanto acariciava seu clitóris. Ouvindo ela gemer, perguntei se estava doendo.
- Um pouco, mas tá gostoso... Continua....
Quando estava todo dentro, esperei um pouco, até sentir que estava mais relaxada. Comecei a mexer lentamente.
- Ai, tesudo, vem... fode meu cuzinho....
Ela massageava seu clitóris, enquanto eu metia mais forte.
- Safado, goza no meu cuzinho também...
Seu anelzinho já estava bem mais relaxado, meu pau saía e entrava fundo, rápido, meu saco batendo na sua bucetinha. Não consegui mais segurar e gozei gostoso. Ela se sentou no sofá, de pernas abertas. Chupei de novo sua bucetinha, que escorria de tão molhada, até ela gozar também.

Tomamos uma ducha, bebemos mais um pouco de vinho e a levei para casa.
No dia seguinte, quando abri meu e-mail, tinha uma mensagem dela:
- Meu cuzinho ainda está ardendo, mas é bom... lembro a todo instante da noite maravilhosa....

posted by Pinkerton at 2:57 PM



20.9.04

Sexo Nada Virtual

Conheci esta gatinha na net, numa sala de sexo virtual. Na primeira vez que teclamos, já rolou um clima legal, muita empatia e entrosamento, fizemos um sexo virtual muito gostoso. Não sou fã de virtual, mas em algumas ocasiões – como esta, pode ser muito bom. Depois disto teclamos durante uma semana, quase todos os dias, quando resolvemos trocar fotos. Primeiro me passou uma dela toda produzida, do baile de formatura do irmão. Pedi que me mandasse uma “mais à vontade”. Achei que não daria em nada, mas eis que, no dia seguinte, abri o e-mail e vi esta foto dela só de lingerie, absolutamente provocante: uma oriental com um corpo maravilhoso, 19 anos e aparelho nos dentes.

Avena Lee

Minha vontade de sair com ela só cresceu. A princípio ela ficou com medo, nunca tinha encontrado alguém da net antes. Trocamos telefones e, depois de muita conversa, numa sexta-feira, acabamos saindo.
Fui buscá-la na faculdade, eram umas dez da noite. Estava mais provocante do que nunca. Um jeans agarradinho mostrava as curvas do seu bumbum, que de oriental não tinha nada, e o contorno das suas coxas, bem torneadas. Em cima apenas um top, que deixava à mostra a barriguinha - linda, com o piercing no umbigo, e insinuava a forma dos seus seios - generosos para uma coreana. A princípio ela estava bastante tímida, falou que era difícil me encarar depois de ter falado “tanta besteira” comigo. Procurei deixá-la bem à vontade, conversamos sobre faculdade, cinema, baladas, enquanto dirigia até o barzinho que tinha escolhido. Acabamos num enorme congestionamento, quem mora em São Paulo sabe como é. Depois de 40 minutos no carro, ela já estava bem mais à vontade. Contou que numa das vezes que fizemos virtual, quase que o pai a pegou “no flagra”, se masturbando na frente do computador. Rimos juntos disto e também quando contei dos “quase flagras” que vivi, especialmente de uma vez em que uma amiga me fez um oral no carro, no estacionamento do seu prédio. Com esse novo rumo da conversa, fui ficando excitado e ela também - podia ver seus mamilos durinhos por debaixo do top. Não perdi a deixa:
- Tá ficando excitada, é? – perguntei bem malicioso.
- Estou... E você também, né?
- Muito.
Depois de alguns segundos de silêncio, resolvi arriscar:
- Que tal irmos a um outro lugar?
Ela se fez de desentendida:
- Que tipo de lugar?
Achei que tinha me precipitado, fui mais manso, cheio de eufemismos:
- Ah, um lugar mais tranquilo, onde a gente pode ficar a sós bem sossegado...
Ela deu uma risada safada:
- Você quer dizer um motel?
Confirmei, achando que ela não toparia.
- Hmmm... Eu iria adorar...
Meu pau já estava duríssimo, mudei o caminho e fomos para um motel na Raposo. Não via a hora de chegar. Dirigi com apenas uma mão, a outra acariciava suas coxas durinhas, deliciosas. Até a hora em que ela abriu o jeans e colocou minha mão lá dentro, pude sentir como estava molhada. Ela retribuiu abrindo meu ziper e acariciando meu pau.
Chegamos. Foi só fechar a porta que nos agarramos, num beijo ardente, lascivo. Tiramos a roupa, que surpresa: ela estava usando a mesma lingerie da foto. Tirei seu sutien e beijei seus seios, suguei seus mamilos túrgidos de tesão. Beijei-a novamente, peguei-a no colo e a levei até a cama. Tirei sua calcinha e lambi sua bucetinha molhada. À medida que passava minha língua em sua entradinha, no seu clitóris, ela gemia cada vez mais forte, até gozar gostoso na minha boca. Coloquei a camisinha e passei a esfregar a cabecinha, sem penetrar. Isso a deixou louca de tesão:
- Ai... Vem... Me come.... Quero te sentir durinho assim dentro de mim....
Fui entrando, devagarzinho, até bater no fundo. Comecei a meter forte, rápido. Beijava seus biquinhos enquanto comia a bucetinha apertada e molhada. Não demorou muito e gozamos forte.
Fomos tomar uma ducha. Um ensaboando o outro, não demorou para eu ficar duro de novo. Ela se ajoelhou na minha frente e me chupou muito. Esfregava meu pau nos seus lábios, na sua língua, no seu lindo rosto, nos seus seios. Ensaboou meu pau e fez uma espanhola, debaixo do chuveiro. Voltamos para a cama, comi ela de quatro. Segurando firme pelo quadril, enfiava meu pau bem fundo naquela bucetinha gulosa. Socando forte, ritmado, minhas bolas batiam na sua xaninha e os seios balançavam no mesmo ritmo. A cama rangia, ela gemia, o mundo se resumia ao que estava acontecendo naquele quarto. Gozamos forte pela segunda vez.
Falamos sobre as nossas conversas virtuais, nossas fantasias e vontades. Assistimos uns “filminhos” e acabamos num terceiro round, com ela me cavalgando bem gostoso.
Depois deste dia ainda saímos muitas vezes, mas isto eu conto outra hora.

posted by Pinkerton at 6:26 PM



13.9.04

Oriental Spice Wants You

Charmane Star & Miko Lee
<


Rsolvi mudar um pouco o foco. Sem contos desta vez. Vamos usar os comentarios para falar das nossas fantasias, realizadas ou nao. Vamos trocar ideias, conceitos, experiencias...
Colaborem e comentem!

posted by Pinkerton at 11:08 PM



9.9.04

A Vadia da Revista

Sabrina Posted by Hello



A VADIA DA REVISTA

Eu nunca gostei do Big Brother, mas este eu assisti. Assisti só por causa desta linda mestiça, a Sabrina. Não preciso nem dizer, quando saiu a Playboy com ela na capa, fui correndo comprar. Minha namorada, a Cris, nunca teve ciúmes de artistas ou das minhas revistas, mas com a Sabrina ela ficou realmente incomodada, achava que por ela também ser mestiça.
No sábado, meus pais tinham viajado, estávamos sozinhos, eu louco para dar uma com a Cris. Estava linda, de mini-saia, deixando à mostra suas coxas bem feitas e com um top, que mal escondia seus seios grandes e durinhos. Fomos para o meu quarto, ela viu a revista no criado mudo. Ficou louca.
- O que ela tem que eu não tenho?
Por mais que eu tentasse explicar, não adiantava. Estava irada.
-Fala a verdade, você já se masturbou pra ela, né?
Eu, claro, menti e neguei. Ela duvidou, insistia na pergunta, como se soubesse a verdade. Até eu perder a paciência e admitir (não por ser honesto, mas de raiva mesmo).
- Homem é tudo igual mesmo, não presta. Fica aí com essa vadia da revista que eu vou embora.
Esgotei meu estoque de argumentos. Ela não queria conversa. Falei que sempre soube das minhas revistas, comentava, na boa, quando achava uma mulher bonita, enfim, nunca tinha feito nada escondido dela.
- Fez sim, se masturbou pra ela escondido de mim.
Falei que era só fantasia, que era normal, que ela também provavelmente se masturbava.
- Me masturbo sim, mas só pra você.
Agora eu que comecei a insistir na pergunta, duvidava que ela nunca tivesse se masturbado para alguém outro. Ela continuou negando, mas foi ficando cada vez mais vermelha e começou a gaguejar. Em cima, perguntei por que tinha ficado assim, se o que falou era verdade. Sem jeito, respondeu:
- É... Assim... Quase sempre que eu me masturbo eu não imagino pessoas, apenas cenas, situações, sensações... E, na minha cabeça, é você que está comigo... Só uma vez me masturbei imaginando alguém específico...
Perguntei se nessa ocasião era eu que estava transando com ela.
Silêncio.
Insisti na pergunta.
- Mais ou menos.
“Mais ou menos”. Ou era eu, ou não era. Não entendia mais nada.
- Quer mesmo saber? – perguntou, num tom de voz meio desafiador.
Pedi que ela contasse.
- Fiquei imaginando você sim, mas você estava comendo outra mulher.
Cara de interrogação.
- Imaginei você comendo a Sabrina...
Cara de quem não estava mais entendendo absolutamente nada.
- É... eu também fico confusa... Imaginar você tendo prazer com outra pessoa, ao mesmo tempo me excita e me deixa louca de ciúmes....
Não sabia o que responder.
- Me desculpa? Ciúme besta, né?
Nisso, me abraçou e me deu um beijo quente, intenso. Começamos a nos acariciar. Lábios grudados, mãos percorrendo o corpo. Logo ela encontrou o meu, duro, e eu, a dela, molhada.
- Posso te pedir uma coisa?
Fiz que sim com a cabeça.
- Bate uma pra Sabrina na minha frente?
Arregalei os olhos, continuava sem palavras.
- Por favor...
Pegou a revista, abriu na página da Sabrina, colocou-a na cama, do meu lado, e se sentou na cadeira em frente. Levantou a saia, abriu as pernas, pôs sua mãozinha dentro da calcinha e pediu de novo.
- Por favor, quero ver...
Obedeci. Comecei a me masturbar olhando para a revista. Mas o que me excitava mesmo era vê-la assim tesuda, se tocando.
- Não olha pra mim, olha pra revista...
Não conseguia me concentrar na Sabrina, disfarçadamente olhava para a Cris. Até que ela não agüentou mais e veio até mim.
- Deixa eu terminar – falou, enquanto tirava minhas mãos dele.
Começou a me masturbar com a mão que usou para se tocar. Depois me chupou, gulosa, ávida. Engolia ele todo, sugava, lambia, beijava, enquanto uma mão brincava com as minhas bolas. Tirou a calcinha, mas ficou de saia. Pegou uma camisinha do criado mudo, ela mesmo colocou. Sentou em mim, me cavalgou loucamente. Rebolava, subia e descia, gemia, acariciava os próprios seios por cima do top, totalmente possuída de desejo. Gozou alto, senti suas contrações, intensas, repetidas. Eu também já estava quase lá, o tesão dela duplicava o meu.
- Goza na minha boca, quero sentir sua porra quente...
Caiu de boca e tirou a camisinha. Chupava e lambia a pontinha, enquanto me masturbava na base. Quando falei que ia gozar, engoliu ele todo. Gozei forte, em vários jatos, dentro da sua boquinha. Deitou-se por cima de mim e me beijou. Sentia o gosto do meu gozo em sua boca, em seus lábios. Deu uma risadinha e perguntou:
- Será que a Sabrina te faz gozar gostoso assim?


Nota de esclarecimento (10.09.2004) - Gostaria de deixar claro que não estou chamando a Sabrina de vadia, não estou julgando ninguém. O título está relacionado ao conteúdo do texto, apenas isso.

posted by Pinkerton at 9:42 PM



8.9.04

Enquete - Opção Sexual

Resutaldo da enquete (50 respostas)

Homens bissexuais: 6%
Homens heterossexuais: 48%
Homens homossexuais: 2%
Mulheres bissexuais: 14%
Mulheres heterossexuais: 22%
Mulheres homossexuais: 4%
Ainda não sabem a opção: 4%


Isto também quer dizer que (sem contar os que ainda não fizeram sua opção sexual):
- 58,3% dos leitores são homens e 41,7%, mulheres.
- 20,8% são bissexuais, 73%, heterossexuais e 6,2%, homossexuais.

E VIVA A DIVERSIDADE SEXUAL!!!!


posted by Pinkerton at 11:15 PM



6.9.04

Juliana e Roberta

Vivian Hsu Posted by Hello


JULIANA E ROBERTA

Teria sido uma noite comum, se ela não tivesse me procurado. O interfone deve ter tocado milhares de vezes até que eu conseguisse acordar e ver que o barulho não vinha do sonho, mas da cozinha. Olhei para o rádio-relógio: 2:42. O que era aquilo? Será que o prédio estava pegando fogo? Vontade de virar pro outro lado e continuar dormindo. Mas o interfone continuou berrando e o jeito foi levantar e ver o que era.
- Oi?
- Sra. Juliana?
- Fala, Seu Antônio...
- Tem uma moça aqui... qual é mesmo o seu nome?
Ouvi alguém responder “Roberta”, o que foi repetido por Seu Antônio em seguida.
- Posso mandar subir?
- Pode, sim...
Acontece que havia duas Robertas na minha vida: uma amiga de infância, que já estava casada e morava num bairro distante dali e a outra era uma colega de trabalho. Pela lógica, quem subia era a segunda.
Fui esperá-la no corredor, perto do elevador. Quando eu o abri, surpresa. Era a amiga de infância. Continuava linda com seus traços orientais, e visivelmente bêbada.
- Me ajuda... me ajuda, Ju!!
Abracei-a e levei-a para dentro. Eu estava assustada, nunca a tinha visto daquele jeito. Sentei-a no sofá, enquanto tentava entender suas falas confusas e chorosas. Acho que o marido tinha aprontado, não consegui entender direito. Falei que seria bom ela tomar um banho e depois eu ia colocá-la para dormir.
- Só se você tomar banho comigo!
Ri. Ela sabia de minha opção sexual e sempre me respeitara. Estava bêbada mesmo.
Levei-a até o quarto e sentei-a na beira da cama. Tirei seus sapatos e meias. Ela tinha deitado na cama e continuava falando coisas incompreensíveis, ainda alterada. Hesitei em tirar o resto da roupa dela. Pedi para que ela mesma fizesse isso, enquanto pegava uma toalha no guarda-roupa, mas a única coisa que ela fazia era resmungar. Falei que ia tirar a roupa dela, já que nem para isso ela servia; desabotoei o botão da calça, desci o zíper e fui puxando a calça por baixo. Sua calcinha era branca, de renda. Desabotoei sua blusa e sentei-a novamente, para que eu pudesse tirá-la. O sutiã branco, tirei-o também, deixando à mostra aquele belo par de seios. Pedi para que ela se levantasse um pouco para que eu pudesse tirar a calcinha. A luz da suíte batia em cheio nela. Era a primeira vez que a via completamente nua depois de mulher feita. Achei-a maravilhosa deitada em minha cama e me culpei por desejá-la. Ela tinha parado de falar e fechado os olhos. Parecia um anjo. De repente, abriu os olhos:
- O que tá olhando?
- Nada. Vou te pôr debaixo do chuveiro agora.
Tirei a camiseta e entrei com ela na ducha; lavei seus cabelos que cheiravam a fumaça de cigarro (por onde ela andara?) e ensaboei seu corpo. Uma hora ela me abraçou e agradeceu. Tive vontade de beijá-la.
Depois do banho, arranjei uma calcinha e uma camiseta para ela vestir. Sentadas na cama, sequei seus cabelos com o secador e penteei-os, eram lindos e macios. Ela estava bem mais calma. Depois do chá, fomos para cama de casal, grande o suficiente para nós duas. Estávamos cansadas. Dali a algumas horas começaria o domingo.
Estava pegando no sono, quando ela me perguntou:
- Você me acha bonita?
- Você é linda e sabe disso.
- Mas eu perguntei se você acha...
- Acho. Claro que acho.
E nisso beijou minha boca, primeiro de leve e depois mais ousada. Senti sua língua deslizar à procura da minha e me senti tomada pelo desejo. Continuamos assim, nos beijando e nos acariciando por um tempo. Eu acariciava seu corpo e ela correspondia. Senti seus mamilos durinhos sob a camiseta no meu corpo. Passei as pernas ao redor do seu quadril, fiquei por cima dela e continuei beijando-a, enquanto tirava sua camiseta. Beijei seu pescoço, seus seios e o resto do corpo e a sentia estremecer. Voltei a deitar ao seu lado, ao que ela me beijou, provocando-me: ela queria mais. Minhas mãos correram por entre suas pernas e acariciei-a por cima da calcinha já molhada. Afastei o elástico com os dedos, senti sua xaninha encharcada. Comecei a masturbá-la e como ela hesitasse, conduzi sua mão para dentro da minha calcinha, que ela tirou, continuando a me tocar, depois foi a minha vez de tirar a dela. Tirei também minha camiseta e ela começou a beijar o meu corpo, chupou meus mamilos, que ficaram ainda mais durinhos, e voltou para a boca. Beijei seu pescoço, passei a língua por seus mamilos, beijei sua barriga, o interior de suas coxas e então minha língua encontrou seu grelinho intumescido. Eu a ouvia gemer baixinho, o que me excitava ainda mais. Queria que ela gozasse na minha boca. Introduzi um dedinho, depois dois, e continuei a chupá-la com vontade, até que ela gozou. Ela toda tremia... beijei seu corpo até chegar à boca. Ela me abraçou, sorriu, passou a mão pelos meus cabelos e logo depois adormeceu. Puxei o edredom para ela e velei seu sono até onde pude, depois adormeci também.
De manhã, acordei com seus olhos me perscrutando. Num segundo lembrei de tudo que acontecera e não soube o que dizer, será que ela lembrava? Então ela sorriu e disse:
- Tive um sonho bom...
E eu também.

Escrito por Sumire

posted by Pinkerton at 9:03 PM



4.9.04

Feriado Ardente

Charmane Star Posted by Hello



FERIADO ARDENTE

Feriado prolongado, o sol voltando a esquentar as praias e os ânimos, resolvemos viajar até Ilhabela. Chegamos na sexta, tarde da noite, por sorte ainda achamos vaga em uma pousada. Já namorava com a Liu fazia alguns meses, mas só agora o pai, chinês linha dura, deixava que viajássemos, isso porque falamos que ia uma turma grande da faculdade. Para ela, estar sozinha comigo longe dos pais, era uma ocasião em que todos os segundos tinham que ser bem aproveitados.

Ela quis tomar banho, falei que poderia ir primeiro. Estava cansado de dirigir seis horas naquele congestionamento infernal, deitei-me na cama e adormeci enquanto esperava. Acordei com seus beijos, que começaram na boca e terminaram nele, que logo ficou em posição de prontidão. Transamos gostoso, tomei um banho e fomos dormir.

Acordamos tarde, tomamos café e chegamos na praia, lotada. Procurando por um lugar ao sol, topamos com um caiçara que se ofereceu para nos levar a uma praia deserta, só acessível por barco; poderíamos ficar o dia todo, voltaria para nos buscar no final da tarde. A Liu vibrou com a idéia, eu também, e 40 minutos depois estávamos em uma praia paradisíaca e, o melhor, acompanhados apenas de um guarda-sol, esteira e um isopor com algumas cervejas e Gatorade.

A Liu, entusiasmada, falou que sempre quis fazer “top-less” e já foi tirando a parte de cima do biquíni. Seus seios não eram grandes, mas durinhos e bem formados. Vê-los assim, com gotas de suor refletindo o sol quente, era algo irresistível. Beije-a e, no abraço, senti seus seios apertados contra meu peito, os biquinhos ficando durinhos. Deitei-a na esteira e beijei sua boca, seu pescoço, seus seios. Apertava seus biquinhos entre meus lábios, enquanto acariciava seu corpo lindo. Desci minha boca até suas coxas. Ela então colocou sua mão na sua bucetinha e pediu que a beijasse lá. Obedeci. Puxei o biquíni de lado e, depois de dar o beijo, comecei a passar a língua na entradinha, sentindo seu calor, seu mel. Quando acariciava seu clitóris, ela gemia gostoso e mexia os quadris, pedindo que não parasse. Enfiei um dedo nela, massageando por dentro, enquanto minha língua dava prazer ao clitóris, intumescido de prazer. Seus gemidos misturavam-se ao barulho das ondas quebrando, até o momento em que gozou na minha boca. Deitei-me ao seu lado, ela tirou o biquíni, abaixou minha sunga e veio por cima. Encaixou a pontinha e foi descendo devagarzinho, até engoli-lo totalmente. Ficou olhando para mim com carinha de safada e começou a me cavalgar, rebolando gostoso, subindo e descendo. Eu acariciava suas costas, sua bundinha, suas coxas. Levantei a cabeça e comecei a chupar seus biquinhos, enquanto ela cavalgava intensamente. Ela gozou novamente, eu me segurava, ainda a queria de quatro. Ficou em posição, toda arrebitadinha, oferecida. Possuí sua bucetinha com força, com ímpeto. O mar, as ondas, a praia, o verde em volta, já não via mais nada disso, apenas seu dorso, seus seios balançando no meu ritmo, meu membro entrando e saindo dela. Não demorou muito e gozei também.

Fomos tomar um banho de mar, brincamos na água como crianças. Deitamo-nos junto às pedras, secando o corpo ao sol, e bebemos uma cerveja. Mas Liu queria mais. Deitou sua cabeça no meu colo e fez com que eu ficasse novamente duro, em sua boca. Quando percebeu que estava no ponto, levantou-se, apoiou os braços nas pedras, inclinada, e pediu que a possuísse assim. Penetrei-a por trás, de pé. A brisa morna do mar lambia nossos corpos salgados de mar e de suor, enquanto o sol forte, refletido em nossos corpos, imprimia esta cena nos meus olhos, definitivamente. Meus movimentos foram ficando mais rápidos e mais intensos, até gozarmos juntos.

Entre beijos, carícias e trocas de juras carregadas de volúpia, não vimos o tempo passar. Quando o caiçara foi nos buscar, acertamos de voltar lá nos outros três dias. A Liu, no último dia, perguntou o nome da praia.

- Tem vários nomes. Praia do Paraíso, Praia dos Namorados, Praia do Desejo.

posted by Pinkerton at 8:44 PM



1.9.04

selo

selo Posted by Hello


O Selo de "Oriental Spice". Clique na imagem com o botão esquerdo do mouse. Poderá copiar o arquivo e o endereço na nova página.

posted by Pinkerton at 5:20 PM


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